minha mãe gamou em mim e eu por ela

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A história que vou contar parece ficção mas é verídica. Meu nome é Michele, hoje tenho 52 anos, na época tinha 42. Minha relação com meu marido não estava nada boa nessa época. Vivíamos brigados e quase não existia mais sexo. Chegou ao ponto que resolvemos dar um tempo e ele foi morar num apartamento. Tinhamos um filho, o Rodrigo. Essa separação ocorreu quando eu tinha 40 anos e Rodrigo 13.
Mesmo sendo uma mulher muito bonita, com corpo magro, seios médios, cintura fina, coxas bem torneadas (lindas admito, sempre recebi muitos elogios por elas), pele bem branca e cabelos negros fiquei dois anos sem transar e muito menos beijar na boca.
No primeiro ano não senti muita falta, estava triste e com depressão. Minha distração era malhar em casa pra evitar a depressão. Comprei uma esteira e uma bicicleta. Meu corpo estava cada dia mais lindo e torneado mas a alma não ia nada bem, nem um pouco.
Meu filho, influenciado por mim, começou a se exercitar nos meus aparelhos e pediu pra eu comprar uns alteres. Comprei uns levinhos pois ele era novinho ainda. Eu malhava de manhã e ele normalmente à tarde quando voltava da escola.
Voltando. No segundo ano de separação meu corpo começou a pedir por sexo, comecei a sentir falta, recebia cantadas na rua mas nenhum homem me interessava mais, nenhum.
Cheguei a uma conclusão: queria voltar a ter uma vida sexual, a viver. Mas não me interessava mais por nenhum homem. Cheguei a conclusão de que queria me envolver com mulheres. Seria algo novo e excitante. Na adolescência cheguei a dar selinho em uma colega e um beijaço de língua em outra que era lésbica assumida e “atacou” depois da educação física. Embora eu tenha achado o beijo super excitante não tive vontade de ir além daquilo. Mas agora….porquê não?
Mas onde frequentar? Onde procurar? Pensei em entrar numa academia e deixar de me exercitar em casa. Comecei a reparara nas mulheres na rua e a ficar, sim excitada com isso mas ao mesmo tempo não tinha muita coragem de sair da fantasia e ir pro mundo real.
Comecei a conversar com algumas lésbicas pela internet, ter papos muito excitantes mas na hora de marcar algo onde estava a coragem? Comecei a ficar mais triste e deprimida, cabisbaixa. Não queria um outro homem, ainda estava com bronca de meu marido e de todos os homens.
Meu filho querido começou a notar como eu estava cabisbaixa e ficou preocupado. Começou a me chamar pra sair mais com ele, ir no cinema, se divertir. Fiquei em dúvida mas aceitei. Um dia fomos comer um hambúrguer, no outro um cachorro-quente. E eu brincando disse que ia ter que malhar mais com essa comilança toda. Ele sugeriu que eu mallhasse à tarde com ele pra fazermos companhia um ao outro. Concordei.
No outro dia teve inicio nossa malhação conjunta no quarto onde ficavam os aparelhos.
Quando ele chegou da escola eu já estava pronta esperando. Com um top, uma calça suplex hiper-apertada, meias e tênis. Lógico que até então não tinha nem noção em como eu ficava gostosa e sexy com essa roupa, usava todo dia para malhar e me vesti como sempre sem pensamentos sexuais quaisquer.
Quando Rodrigo entrou eu sorri para ele e disse: – estou prontinha, beba um pouco de água e vamos lá. Eu realmente estava me sentindo mais feliz desde que meu filhote começou a ficar mais comigo. Eu só não esperava o olhar dele. Me olhou de cima abaixo de uma forma meio….estranha. Mas não liguei muito para isso no momento. Ele disse: vou no quarto trocar de roupa.
Ainda não descrevi a aparência de meu filhote. Era uma adolescente com récem feitos 15 anos. Cabelo castanho claro lisinho meio caído na testa, olhos castanhos claros, nariz fininho e lábios meio grossinhos e uma corpo lindo, bem malhadinho para idade, com músculos já um pouco definidos. Suas coxas puxavam às da mãe: eram grossas e fortes –e cheias de pelinhos dourados crescendo. E depois que ele começou a ficar na bicicleta e esteira ficaram ainda mais bonitas. Em suma: éramos uma mãe e um filho lindos.
Ele foi ao quarto e voltou de camiseta branca, bermudas , meia e ténis, estava lindo. Ele foi para a bicicleta e eu caminhar na esteira. Ficamos vinte minutos cada. Conversamos muito, sobre onde ir hoje, filmes, etc.
Depois ele foi levantar uns alteres e eu fiquei admirando. Meu filho estava tão lindo, tão bonito, um corpo elegante, era um gatinho, fiquei orgulhosa.
Ficamos uns quinza dias saindo e malhando quase todos os dias. Até aí nada que eu tivesse notado – ou que Rodrigo tivesse notado – mas algo já estava acontecendo com certeza.
Finalmente, em uma segunda-feira estávamos malhando e eu terminei a esteira. Rodrigo saiu da bicicleta. Fui até o espelho olhar meu corpo. Fiquei me admirando um tempo, meu corpo estava com tudo em cima, eu realmente estava com um corpão.
Peguei uma garrafa de água, sentei e fiquei observando Rodrigo malhar. Ele estava em pé levantando alteres, um em cada mão. Fiquei observando como meu filhote estava ficando com um corpo lindo. O suor pingava do seu cabelo lisinho e ele forçava os músculos pra levantar os alteres. Estava tão lindo. Suas pernas também estavam ficando mais fortes e musculosas mas nada exagerado como eu sempre achei bonito. Fiquei observando em como ele estava virando um homem muito bonito e, porque não….muito……gostoso.
Nesse ponto, que senti algo estranho, muito estranho. Eu estava achando meu filho gostoso. Sim, admito. Fiquei admirando seu corpo e o achei gostoso e sexy….poderia até dizer, se não fosse a mãe dela logicamente, que estava sentindo……desejo por aquele menino, por aquele corpo. Mas não pude, nem poderia admitir isso, logicamente eu só estava admirando-o como mãe coruja. Mas fiquei um tempo meio “paralisando” olhando cada centímetro do seu corpo, cada detalhe, rosto, cabelo, olhos, lábios, pernas…tudo….o suor escorrendo pelos músculos adolescentes, estava tão lindo.
Mas, não, lógico que eu não o estava olhando com desejo…ri em minha mente…isso seria impossível, sou mãe dele mas….droga…eu estava…sentindo, acho, algo estrnaho enquanto o olhava. Ele terminou e falou: -Mãe me dá um pouco dessa água? Nesse momento eu saí do “transe”, acordei e disse: -Toma filhote, pode beber o resto, vou tomar banho. E fui para o banheiro meio…digamos…assustada.
Porém ao chegar no banheiro meu susto foi muito, mas muito pior. Ao tirar minha calcinha eu estava…sim..não queria acreditar mas eu estava completamente molhada, encharcada pra dizer a verdade. Isso não me acontecia há séculos. Eu estava muito, muito molhada.
Fiquei meio aturdida com isso, fiquei meio sem saber o que pensar. Estava estarrecida. Será que enquanto observava o corpo do meu próprio filho o meu corpo estava se excitando? Há tempos eu sentia isso por homem nenhum. Porque meu corpo, minha vagina estava tão molhada se eu estava observando meu filho? Não era verdade e nem poderia ser. Algo estava errado ali. Eu podia estar olhando meu filho mas na hora deve ter imaginado algum outro homem e me excitei, lógico, só poderia ser isso.
Tomei o banho fui fazer a janta e fui dormir cedo, estava com a cabeça a mil por causa disso, o corpo do meu filho e minha vagina encharcada não me saiam da cabeça. Fui dormir. Mas eu não poderia imaginar o que essa noite me traria.
Seriam óbvios meus sonhos essa noite? Talvez mas para mim não eram. Fui dormir para esquecer o que tinha acontecido e foi muito pior. Sonhei que malhava com Rodrigo e de repete ele largava os alteres no chão e vinha caminhando lentamente até mim com os olhos me comendo de cima abaixo. Estava todo suado assim como eu. Eu olhava para seu short (que no sonho não era bermuda mas um shortinho curto e um pouco apertado) e via um volume enorme lá dentro. Aquilo me excitou muito. Ele se aproximou de mim e colou seu corpo ao meu num abraço apertado e delicioso. Eu sentia seu pénis feito uma pedra contra meu corpo. Ele me olhou nos olhos – eu tremia – e me beijou de forma forte e suave ao mesmo tempo. A língua do meu próprio filho se enroscava deliciosamnete na minha, na língua da mãe dele. Nossso copros estavam completamente grudados. Ele rasga meu top e eu ofereço meu seio completamente duro para a boca dele. Ele suga o biquinho com vontade, sedento. Eu tiro sua camiseta e começo a beijar e lamber seu peitoral. Foi descendo com a língua lambendo ele todinho, no sonho em sentia um prazer indescritível enquanto lambia o corpo suado do meu filho. Então comecei a apalpar sem pénis por cima do short, estava coompletamente duro. Puxei o short e um pénis extremamente grosso de tamanho médio saltou na minha cara. Coloquei ele todo dentro de minha e comecei a chupar com fúria. Lambia, chupava, me deliciava e meu filho lindo gemia feito louco, eu senti um prazer enorme. De repente ele me vira e rasga meu suplex me penetrando de forma feroz, gemendo feito um animal e falando o quando sou gostosa e deliciosa e o quanto ele quer me comer.
O prazer que eu tinha ao sentir seu membro entrando e saindo de minha vagina molhada era algo único, eu gemia, pedia pra meter mais e mais e mais…..de repete acordei. Estava completamente suada e com uma excitação à mil como não sentia há anos. Estava de camisola e sem calcinha. Senti que entre minhas coxas eu estava completamente molhada. A excitação era tanta que não resisti. Comecei a me masturbar num ritmo frenético enquanto dava continuidade ao sonho em pensamento. Meu filho metia na minha vagina de forma voraz e frenética. Quando ele dizia que ia gozar eu pedia que fosse na minha cara pra beber todo o seu gozo. Nessa hora atingi um orgasmo que nunca havia tido em toda minha voda. Gemi alto, muito alto, quase gritei – fiquei com medo de Rodrigo ouvir do seu quarto – me contorci toda, foi muito prazer passando pró meu corpo como um choque elétrico.
Ao término, meu corpo estava totalmente relaxado, minha vagina completamente molhada, o lençou estava molhado. Mas minha cabeça….eu não sabia o que fazer. Deus. Eu tinha me masturbado pensando no meu filho transando comigo. E havia gozado como nunca, havia tido um orgasmo gigantesco. Meu Deus. Comecei a chorar baixinho, estava me sentindo péssima, horrível, uma mãe que não presta. Depois de chorar muito adormeci.
No outro dia acordei sem tanta pressão, jurei pra mim que assim que Rodrigo fosse para escola eu ia refletir sobre tudo.
De manhã cedo ele foi para a escola e eu evitei olhar diretamente nos seus olhos, estava me sentindo meio envergonhada comigo mesma. Quando ele saiu fiquei observando seu, corpo, como ele estava lindo no uniforme do colégio, como aquele menino estava cada dia mais bonito meu Deus. E na hora, só de ficar olhando ele andando na rua, senti algo, me excitei só de pensar na possibilidade de ter o corpo dele pra mim, sexualmente falando. Abrir aquela calça jeans dele com o pênis já ereto de desejo pela mãe e chupá-lo até meu filho gozar todo seu esperma em minha boca e eu me deliciar com ele. Droga, isso não poderia ser normal.
Pensei em sentar e ir refletir sobre o assunto. E foi o que fiz mas antes disso o desejo e o tesão que fiquei eram tão intensos que tive que me masturbar pensando em Rodrigo. Nem falerei para vocês o que eu pensei. Mas foi um outro orgasmo fortíssimo.
Tomei um banho gelado e deitei na cama pra pensar. Eu estava colocando meu filho na condição de homem, no sentindo sexual, para mim e não de filho. Mas ele É um homem. Será que a falta de sexo e carinho estavam me causando problemas? Mas porque diabos eu só sentia atração por ele? Não havia homem nenhum nesse mundo por quem eu tivesse vontade de transar no momento. Pelo contrário, eu estava há alguns dias procurando uma mulher para ter relações sexuais, homem não mais. Será que não vejo meu filho como homem mas sim como algo meio “diferente”? Como eu disse, senti desejo por mulheres, conversei na net, quase marquei mas não tive coragem. Porquê? Não sei. Talvez eu estivesse fingindo a mim mesma ser lésbica.
Ao mesmo tempo pensei: e se eu e meu filho tivéssemos relações sexuais? Será que isso ocasionaria muitos problemas psicólogicos a ele? Ou melhor, algum problema psicológico? Proibição do incesto, eu sabia, era uma convenção social, uma moral socialmente construída, não é algo necessariamente não-natural, algumas culturas praticam normalmente. Mas nós não somos de outra cultura não é?
Não queria mais levar isso adiante. Mas o desejo era muito grande, muito forte. E se ele também quisesse e ocorresse tudo de forma natural? Seria tão prazeroso, tão gostoso. Poderíamos sentir tanto prazer carnal, amor e carinho. Prazer espiritual e carnal intensos em uma união tão proibida. Meu Deus, o fato do proibido só me deixava ainda mais louca de desejo.
E ele? Será que esse menino me desejava também? Eu sei, tenho consciência plena que sou uma mulher lindíssima, sem modéstia – não é à toa que Rodrigo é tão bonito. Com um corpo e rosto lindos. Será que ele já sentiu algum desejo pela mãe? Antes de qualquer coisa, de tentar qualquer coisa eu teria que saber, ou melhor, ter plena certeza disso. No dia que começamos a malhar juntos ele aparentemente me comeu com os olhos quando cheguei com a calça suplex e o top branco. Ou será que eu viajei, já que estou meio louca e ele só admirou a mãe de forma inocente?
Ficar pensando nisso me excitou muito novamente e me masturbei de novo pensando em Rodrigo me possuíndo, inclusive fazendo sexo anal comigo enquanto eu pedia mais e mais. Gozei incrivelmente de novo.
Chorei um pouco mas cheguei a uma conclusão. Ia observá-lo. Se eu notasse que ele me desejava de alguma forma eu iria “brincar” de seduzí-lo. Não estou nem falando em transar. Mas uma sedução não faz mal a ninguém. Eu poderia “tirar umas casquinhas” até sem ele notar muito e depois me acabaria em pensamentos. E se rolasse algo, seria tanto prazer, tão gostoso que acho que valeria o risco. Será? Estou louca?
Eu ia começar a observá-lo hoje na malhação. Como ele me olha, se há desejo nele. Ia provocar um pouco também. Ia começar a provocar devagarinho. Se eu visse que não havia o mínimo interesse e nem a mínima possibilidade de ele me ver como mulher – mas somente como mãe – eu não levaria isso à frente. Iria tentar esquecer e arrumar um outro homem. Se eu fosse sensata eu faria isso agora. Mas o tesão era algo louco, vocês não têm idéia do tamanho do desejo que eu estava sentindo pelo meu filho. Somente sentindo pra saber. É isso, hoje eu começaria a seduzir meu filho.
Quando estava chegando a hora de ele chegar do colégio e irmos malhar eu fui tomar um banho bem gostoso e demorado. No banho tive uma ideia ótima. Depilei completamente minha vagina, deixando-a completamente lisa. Não que eu fosse mostrá-la para Rodrigo hoje lógico mas talvez quase isso. Além de que eu ficava ainda mais excitada com ela lisinha.
Fui para o quarto e me olhei no espelho completamente nua. Eu estava com um corpaço, lindíssimo e perfeito para uma mulher da minha idade. Me perfumei e fiquei bem cheirosa para meu lindinho. Fui me vestir. Olhei no guarda-roupa minhas calças suplex e achei a que procurava. Minha calça suplex branca que há tempos eu não usava pois quando fico suada ela fica praticamente transparente. Peguei meu top amarelinho também. Calcinha? Nem procurei. Se é para testar o desejo dele por mim vamos testar direito.
Me olhei no espelho novamente e estava de parar o trânsito. Mina vagina na calça suplex estava com um racha perfeito, a divisão era nítida. Ele entrava entre os grandes lábios, dava pra notar – ainda sem suor – que eu não estava com calcinha.
Fiquei ansiosa esperando a hora dele voltar e como ele reagiria. Logicamente se ele sentisse algum desejo ele não demonstraria de cara. Tudo seria devagar e com calma. E se algum dia eu tivesse relações sexuais com meu filho seria um processo longo de sedução – talvez de ambas as partes.
Escutei passos, era ela chegando. Entrou mas fiquei no quarto. Gritei: – Chegou querido, tô te esperando para gente malhar, quando tiver pronto me fala. – Ok mãe – ele respondeu. Eu estava meio nervosa, iria começar a seduzir meu próprio filho hoje. Ou melhor, iria observar se ele sente algum tipo de atracão sexual por mim, só depois de confirmar isso iria seduzílo. Embora a sedução, acredito, já começa com essa observação.
Uns dez minutos depois ele gritou da cozinha: -Tô pronto mãe. Fui até a cozinha e o meu lindinho estava bebendo um copo de água. Estava de camiseta meio apertada, bermuda, meias e ténis. Estava cada dia mais gostoso, com um corpo bonito, os músculos se destacando, braços grossinhos, pernas fortes, lábios grossos que molhados pela água pediam um beijo. Fiquei molhada ao observá-lo. Eu queria aquele adolescente lindo – que era meu próprio filho – para mim, queria sexo, prazer carnal com ele, queria me entregar a ela e dar-lhe muito prazer. Fiquei olhando para suas pernas e não gostei daquela bermuda comprida, falei: – Filho, usa um short mais curtinho pra malhar, é melhor. Na rua tudo bem ir de bermuda, porque short curtinho não está mais na moda mas em casa é melhor. Amanhã vou lhe dar um, deixa as pernas mais livres. Eu queria malhar observando suas coxas grossas de jogador de futebol.
Ele Aida não tinha olhando para a mãe, estava de costas. Quando se virou fiquei esperando uma reação. E fiquei muito contente com ela. Ele virou e me olhou como que com um pequeno “susto”. Desceu o olhar rapidamente e depois disfarçou. Isso não provava nada mas acredito que ele bateu o olho na minha calça suplex pois minha vagina estava – sem calcinha e de calça branca – com uma divisão fortíssima, o famoso “racha”. Ele pode ter olhado meio por espanto não sei. Fomos malhar.
Quando entramos na sala passei a mão suavemente nas suas costas e disse: -Amor, vai começar aonde? –Na esteira mãe. – Ok, vou pra bicicleta então – eu respondi. Ele ficou vinte minutos na esteira e eu na bicicleta. Quando levantei me olhei no espelho completamente suada e me assustei. Será que eu havia exagerado na minha ânsia de seduzir Rodrigo? A calça branca molhada de suor estava mostrando minha xana toda, e estava entrando na racha. Não puxei pra tirar, deixei entrando mesmo, queria achar um jeito dele olhar.
Como ele ainda estava na esteira, eu peguei uma garrafa de água e fui beber na frente dele. Só um cego não veria. Eu sabia o quanto estava deliciosa. Falei olhando pró alto e fingindo estar muito cansada: – Ai, essa bicicleta deu uma canseira hoje. Quando olhei seus olhos estavam vidrados no meu corpo, mais especificamente na minha xana na calça transparente. Fiquei em extâse com seu olhar. Quando ele notou que eu vi e disfarçou meio envergonhado. Achei linda a carinha de vergonha dele. Perguntei bem sacana: – O que foi Rodrigo? – Nada mãe, nada.
Ele saiu da esteira. Todo suadinho, corpo lindo. O cabelinho caído no rosto, molhadinho de suor. Tesão puro. Estava meio enevergonhado olhando pró lado, quando dá novamente uma rápida olhando pró meio das minhas coxas e volta novamente o rosto.
Quando eu olho para baixo vejo algo que me dá um leve choque mas que eu esperava muito que acontece-se. Consigo percebe um grande volume na bermuda de meu Rodrigo. Sim. Isso mesmo. Meu filho havia ficado excitado com a própria mãe. Eu não sabia se ficava feliz, triste ou o quê.
Tive uma ideia para observa mais o grau de sua excitação com o corpo da mãe. Fui até o espelho. Tomei um susto quando vi a mim mesma. Minha vagina estava extremamente visível sob a calça branca molhada de suor. Dava para ver tudo e estava entrando bastante na racha. O bico dos meus seios estavam apaontando para o céu e bem visíveis também. Quando olho para Rodrigo pelo espelho o vejo praticamente paralisado, todo suadinho, viajando com os olhos no meu corpo, me olhando de cima abaixo com um olhar de desejo extremo. Senti um choque no corpo todo na hora, fiquei meio abalada sem saber o que fazer mas tentei não demonstrar que o havia visto. Fiquei só observando seu olhar. Sentia a calça entrando na minha bunda, imagino a visão que ele estava tendo.
Continuava chocada em como ele me olhava com desejo, seu olhar estava deleitando-se no meu corpo. Então aconteceu algo ainda mais inesperado para mim. O danadinho pensava que eu não estava vendo e massageou um pouco seu pénis ereto por cima do short enquanto me comia com os olhos. Acho que eu não precisava mais de prova do seu desejo por mim. Ou sim? A roupa que eu estava podia estar provocando aquilo, não sei.
Fiquei com uma extrema vontade de inventar uma desculpa para abraçá-lo, queria muito sentir aquele pénis ereto encostando no meu corpo. Mas eu nunca abraçava ele na hora de malhar, seria estranho. A verdade era: estavam eu, a mãe, e ele, o filho, trancados naquela sala, malhando e ambos extremamente excitados loucos para se agarrarem e transarmos até nossos corpos não aguentarem mais, tinha certeza disso, dava pra sentir no ar.
Porém. Tive uma ideia. –Filho você vai levantar os pesos agora? –Sim mãe, disse ele meio gaguejando. –Notei que ultimamente você está levantando com o corpo meio torto, isso faz mal. Venha pra frente do espelho que vou ficar atrás observando se seu corpo está reto. – Ok mãe, respondeu ele.
Ele foi para o espelho e começou a levantar um altere em cada mão. E eu observando o quanto meu filho estava gostoso, ou melhor, delicioso. Fiquei olhando sua boquinha arfando enquanto fazia força pra levantar, seus músculos se contraindo, bonitos, fortes. Eu estava ficando louca de tesão, estava sentindo falta de ar já. Inventei uma desculpa pra tocar nele: -Filho, deixa eu ajeitar seu corpo. Fui andando até ele e coloquei ambas as mãos em sua cintura. O corpo dele deu uma leve tremida na hora que minhas mãos encostaram em sua cintura. Foi um leve choque. O pior: eu também senti um choque quando encostei no meu próprio filho. Sentia seus músculos, seu corpo quente nas minhas mãos. –Assim filho, fica mais reto. E fingia ajeitar suas costas enquanto na realidade estava mais ela alisando-o. Eu estava muito, muito excitada e quando o olho no espelho a coisa quase sai de controle. Pois o que vejo é seu pénis quase estourando a bermuda.
Não aguentava mais de tesão. Achava que ainda não era hora de tentar algo mais ousado, pois eu estava quase virando Rodrigo e beijando-lhe calorosamente a boca. –Isso, filho melhorou. Continua que vou na cozinha. E saí pró meu quarto rapidamente. A imagem do seus pénis ereto na bermuda não saia da minha cabeça. Ereto de tesão pela mãe, isso era o mais maravilhoso. Deitei na cama e tirei a calça rapidamente. Me toquei até ter um orgasmo incrível que fez meu corpo quase “entrar em coma” de tesão. Lágrimas desceram de tanto tesão e desejo por meu filho. Mordia o travesseiro pra ele não escutar os gemidos.
Coloquei a calça de novo e foi com o corpo amolecido para o banheiro tomar banho. Vi que ele não estava mais malhando. Quando vejo a porta do banheiro fechada, corri e coloquei o ouvido. Não dava pra escutar direito mas…sim….o que eu ouvia parecia que….que…Rodrigo estava se masturbando. Só podia ser pensando em mim, só podia ser pensando na pr+opria mãe que o gerou. Ele estava pensando na mãe como mulher, como fêmea, assim como eu pensava nele como macho. Me excitei novamente, queria entrar ali e dá todo meu corpo para ele, todinho. Voltei para o quarto.
O que será que ele estava pensando? Em me beijar na boca? Chupar meus seios bem nos biquinhos que estavam duros por sua causa? Meter seu pénis adolescente duro e grosso na minha xana de forma furiosa? Gozar na boca da prórpria mãe e eu engolir até a última gota de porra do pau do meu próprio filho? Prórpria mãe, prórprio filho. Essas palavras, que eu sempre pensava para enfatizar nossa condição e parentesco de sangue me excitavam muito. O proibido, oo socialmente imperdoável….me excitavam ainda mais e mais. Meu filho era meu fruto, meu frutinho proibido gostoso e doce. Porque ficávamos nos masturbando, um no banheiro e a outra no quarto pensando um no outro se podíamos consumir esse desejo de uma vez?
Quando ele saiu do banheiro fui tomar um banho. Antes sugerir a ele vermos um pouco de tv juntos. Ele, logicamente, aceitou. Tomei um banho gostoso e demorado. Saí do banheiro fui ao quarto e me perfumei, passei creme nas coxas e coloquei uma camisola bem curtinha.
Saó do quarto e o chamei para jantarmos e depois vermos tv. Quando ele saiu do quarto para a sala de jantar estava de camiseta branca e bermudas. Nossa, os músculos estavam cada vez mas bonitos, pela camiseta eu já notava um peitoral dividido e ficando cada dia mais tornoeda. Meu filho estava ficando com a malhação diária um puro Apolo adolescente. Meu Apolo. Delicioso e gostoso. Como eu queria ele me olhou de cima abaixo.
Na cozinha preparei seu prato. Ele começou a comer e eu fiquei preparando o meu. Peguei um copo de água e fui beber em frente a pia de frente pra ele o observando. Ele me encarou e dessa vez, amei isso, não desviou o olhar – acho que ele tomou uma certa coragem, algo como “minha mãe tá deliciosa, dane-se vou comê-la com os olhos mesmo, quem manda ser tão gostosa mesmo sendo minha mãe”. O olhar dele parou nas minhas coxas torneadas. Descia e subia fixo em ambas. Quando o olhar dele bateu no meu meu – que também o estava olhando diretamente – aí ele não aguentou e depois de uns 4 segundos bem tensos – deu pra sentir o desejo de ambos nesses quatro segundos, eu juro – ele desviou o olhar pró prato de novo.
Não aguentei e pensei em algo pra provocar meu Apolinho ainda mais. Cheguei próxima da mesa levantei minha camisola já curta e perguntei: – Amor, você acha que as pernas da mamãe estão ficando bonitas? Bem torneadas? Sabe como é, bicicleta e esteira todo dia mas pesos, espero que sim. Fiquei até com medo de meu filhote ter indigestão por minha causa. Quando perguntei mostrando as coxas quase na cara dele, seus olhos ficaram arregalados, sua pele vermelhinha e seu olhar grudou na coxa que eu estava quase enfiando na sua cara. Virei a coxa por trás também: – Olha filho, como os músculos tão torneaddos não é? –Sim mãe, estão muito bonitas, maior coxão, você está fazendo os exercícios direitinho – disse ele ele de um modo tão tímido. –Que ótimo – respondi – viu, não é qualquer menino da sua idade que tem uma mãe gatona como eu né? Ele sorriu e disse – isso é. –Vou no quarto rapidinho filhote, continua comendo.
Corri para o quarto. O motivo? Ele falou tão tímido – espero com olhar de desejo que parecia queimá-lo por dentro – que me fez sentir culpada de estar fazendo mal ao psicológico dele. Não tinha mais tido essa culpa. Sentei na cama e quase chorei, senti um vazio no estômago. Mas pensie de novo: -Droga, não há mal, se ele me deseja e eu a ele, se tudo for feito devagar, com calma, qual o problema? Só porque a sociedade não aceita? Dane-se a sociedade. Eu o quero, quero muito, como filho e amante. Não sei se consigo realmente transar com ele mas esse jogo quente de sedução…porque não continuar? Porque não ver até onde vai? Parei de chorar. Tomei coragem e levantei da cama. Pior, tive uma ideia e tirei a calcinha. Voltei para cozinha de camisola de cetim, branca, curtíssima com rendinhas e absolutamente mas nada no meu corpaço. Me olhei no espelho. Até eu mesma me pegaria, pensei e ri. Fui para cozinha.
Meu filhote havia acabado de comer e estava lavando o prato. Fiquei observando ele de costas. Delicioso, não havia outra palavra para definí-lo: de-li-ci-o-so. As costas adolescentes musculosas (sem exagero), os braços grossinhos e umas pernas lindas, grossinhas e peludinhas. E uma bunda que eu fiquei com o olhar vidrado um minuto inteiro.
Me aproximei por trás: – deixa que a mamãe lava depois filhote. –Ah, já tô terminando mãe – ele respondeu.
-Amor, quando terminar, vamos sentar no sofá e ver um filminho? –Tá, mãe – respondeu meu Rodrigo.
Antes de sair da cozinha eu tinha que encostar naquela bundinha linda, sentí-la, me aproximei e fui pegar um copo. Encostei meu corpo no dele só pra sentir sua bunda. –Filho, sua bermuda tá cheia de farelo de comida – inventei como desculpa – deixa eu tirar. E passei a mão como se tivesse tirando farelos mas no final dei uma alisada com movimentos circulares naquela bunda linda do meu filho. Alisei lentamente, para sentir a carne do seu corpo em minha mão. Na hora que alisei ele parou até de lavar, ficou meio quieto como que estivesse “aproveitado” – acho eu – a sensação ou por timidez da minha ousadia. Eu lambi até os lábios de tesão enquanto alisava. Tirei devagarinha com um movimento de baixo para cima com um leve e sutil aperto.
-Pronto filho, tirei os farelinhos de comida. Vou te esperar no sofá. – Tá bom mãe – falou ele com a voz tremulando. Obviamente se ele olhasse para o chão – e eu esperava que olhasse – veria que não tinha farelo nenhum e sua cabeça deveria fazer as conexões, digamos, “necessárias” do porquê sua mãe alisou tanto sua bundinha linda para tirar farelos inexistentes.
Sentei no sofá apenas com minha camisola de renda e absolutamente mais nada no corpo. Fiquei ansiosa para Rodrigo vir logo. Essa noite algo ocorreria, eu estava explodindo de tesão e vontade de seduzí-lo. Seduzir meu próprio filho. Isso ainda me assutava mas, meu Deus, como eu quero, desejo, sinto tesão por esse menino, algo incontrolável. Ter o corpo dele nos meu braços, a boca dele na minha, sua língua enroscando a da própria mãe e seu pênis me penetrando, seu pênis em minha boca e seus lábios me chupando. Deus, deveria ser um prazer imenso, algo inimaginável, algo tão bom, gostoso e intenso que por a sociedade deve ter proibido com medo de enlouquecer com tanto prazer. E o tesão era tanto, tão ardente que valeria todos os traumas ou problemas futuros. Eu daria minha vida por noites de amor com meu filho.
Ele demorava e meu coração palpitava extremamente forte, eu estava nervosa pois queria ariscar mais, testá-lo mais. –Rodrigo, vem logo amor, fica aqui do ladinho da mamãe e vamos ver logo um filme – gritei. –Já tô indo mãe. Nesse momento a voz dele me trouxe um pouco de culpa e reflexão – sensata diriam alguns – de novo. Mas não durou muito, o meu desejo carnal por meu filho dilacerava qualquer reflexão. Olhei minhas coxas. Lindas, grossas, lisinhas. Puxei a camisola, já curta, mais pra cima para quando Rodrigo chegar o olhar dele não conseguir se desviar das pernas da sua mãe – e que poderiam ser dele quando ele quisesse, para ele alisar, sentir, apertar, lamber, beijar. Os bicos dos meus seios estavam duros só de pensar nele e eapontavam na camisola.
Ele finalmente veio, escutei sem passos e evitei olhar. Quando ele chegou perto ficou em pé parado um tempo. Imaginei que deveria estar vidrado nas minhas coxas. Olho para ele e não tive nenenhuma surpresa. Seus olhos estavam vidrados nas minhas coxas, nas coxas da mãe dele, com olhar de desejo.
Olhei para ele com um olhar bem malicioso e bati com a mão ao meu lado –Senta aqui do lado da mamãe filho.
Ele veio andando devagar e meio desconfiado, ao olhar para seu short eu notei o porquê dele estar desconfiado, o volume era evidente. Meu filho já estava excitado com a mãe só de olhar para minhas coxas. Eu senti minha vagina molhar na hora, meus bicos dos seios endureceram, eu quase o agarrei ali mesmo, não aguentava mais de tesão. Queria puxar aquele short e ver o pênis do meu filho saltar duro de tesão pela mãe. Dar uma chupada nele, abrir minhas pernas e dizer: – filho, mete essa sua pica linda e deliciosa na sua mãe agora, acaba comigo, me come até não aguentar mais.
Ele sentou ao meu um pouco afastado. Não gostei nada daquilo, pensei que ele iria sentir mais perto ou até colado ao meu corpo. Fiquei dúvida se eu mandava ele chegar mais perto ou se eu ia me aproximando. Mas tive uma idéia.
-Filho, fica aí que eu vou pegar um copinho de água. Não levanta. Levantei e olhei para ele. Estava meio desconfiado olhando fixo para a tv mas olhei diretamente para seu short o volume enorme continuava lá. Meu Deus que delícia, que tesão. Eu queria seduzir meu próprio filho só poderia louca. Mas aquele corpo adolescente, aquele pau duro do meu filho seria meu, entraria em mim quantas vezes ele quisesse.
Voltei e enquanto andava não olhava mas sentia o olhar do meu filho no meu corpo, ele devia estar viajando nele. Quando fui sentar sentei colada com ele. Ele tomou um leve susto e parece que pensou em se afastar um pouco mas no momento em que ele (e eu) sentiu o contato da minha coxa na coxa dele ficou como que paralisado e não fez mais nenhum movimento. E não só ele, eu também fiquei estática. Minha coxa grossa, lisinha estava em contato com a coxa deliciosa dele, eu sentia o calor, os pelinhos da perna dele colados na minha coxa. O incrívl era o calor que eu estava sentindo naquela região. A “zona de contato” de nossas coxas pareciar arder de calor. O filme começou e ninguém falou mas nada. O mais incrível é que eu nem olhava para tv, fingia olhar mas estava vendo algo lindo. Meus olhos estavam fixo no volume no short de Rodrigo. E ele latejava sem parar. Eu estava ficando louca com a visão daquele volume pulsando dentro do short. Meu corpo começou a queimar por completo. E eu sabia que ele também não olhava para a tv e sim para minhas coxas. Eu respirava ofegante e sentia a respiração dele também.
Fiquei pensando “o que eu faço agora, tento algo ou não?”. Já era óbvio que ele me desejava e estava com o pau latejando de desejo por mim, pela mãe dele.Dei uma afastadinha na perna e colei na dele de novo, era gostoso fazer isso e ele gostou pois ofegou mais forte. Eu queria tanto que ele tomasse a iniciativa. Ele não tomou mas começou a forçar mais a coxa dele na minha e eu forcei um pouquinho de volta. De vez em quando eu dava uma subidinha e uma descida leve só para roçar nos pelinhos dele, era delicioso.
Ficamos forçando as coxas, ofegando juntos e ambos fingindo que viam o filme e que nada acontecia. Minha vagina estava completamente encharcada, os bicos dos meus seios estavam estourando a camisola e o pau do meu filho estava quase estourando a bermuda dele. Eu sabia que era só me virar e beijá-lo que ele não diria não nunca, era facíli-mo. Mas cade a coragem final? Como fazer? Terminou passando o filme quase todo e a gente naquilo. Estava delicioso confesso mas não era só isso que eu queria.
Inventei algo e levantei, disse para ele que estava com dor de cabeça e fui pro quarto, ele ficou com uma carinha linda de desamparado. Fui pro quarto explodindo de tesão e fui me masturbar com toda raiva desse mundo por ter sido fraca e não ter ido além. Droga. Não tive coragem, estava tudo pronto, certinho, era só continuar a sedução. Chorei de raiva a noite toda.
Inventei algo e levantei, disse para ele que estava com dor de cabeça e fui pro quarto, ele ficou com uma carinha linda de desamparado. Fui pro quarto explodindo de tesão e fui me masturbar com toda raiva desse mundo por ter sido fraca e não ter ido além. Droga. Não tive coragem, estava tudo pronto, certinho, era só continuar a sedução. Chorei de raiva a noite toda.
De manhã acordei tarde, meu filhote já tinha até ido para a escola. Melhor, pois eu precisava pensar. Se eu havia decidido transar com meu próprio filho e já sabia que ele desejava o mesmo, ou seja, já sabia que ele também desejava transar com a própria mãe eu tinha que ir em frente. Embora quanto mais sedução melhor para eu ter ainda mais certeza do desejo sexual dele por mim. E aquele ofegar ao meu lado ontem à noite com aquela coxa peludinha roçando no meu coxão lisinho e, principalmente, aquele pênis maravilhoso completamente duro estourando a bermuda enquanto roçava a sua coxa na minha eram indícios mais do que suficientes do tesão dele pela mãe, assim como do meu por ele, por meu filho.
No outro dia acordei com o corpo pegando fogo e Rodrigo na minha cabeça o tempo inteiro. Não sabia mais o que fazer, como fazer mas eu teria que tomar coragem e tomar uma titude mais forte ou enlouqueceria, eu quero meu filho sexualmente para mim. E o desejo por mim era latente, um menino de sorte eu diria, não é qualquer menino lindo de 15 anos que tem uma mulher como eu – modéstia à parte – com corpo escultura e linda desejando ele com todas as forças, desejo, seu corpo, seus lábis, seu pênis duro, rígido e ereto dentro de mim.
No outro dia eu tinha um médico marcado e iria sair no mesmo horário em que Rodrigo rira para escola, saíria junto com ele e saltaria no mesmo ponto. Falei com e, ao contrário dos outros meninos de sua idade, ele adorou a idéia de ir pra escola junto da mãe. Por que será? Alguma relação com a respiração ofegante, ascoxas coladas e seu pênis duro de desejo pela prórpia mãe da noite anterior? Eu só podia supor que sim.
De manhã eu tomei banho e, embora fosse ao médico, pensei em ficar bem cheirosa e colocar uma roupa bem sexy, mas ao mesmo tempo comportada. Como estava um pouquinho frio, botei algo básico, mas que meu corpaço ressalta bastante. Uma calça jeans hiper colada e uma bota preta. Coloquei uma camisa de gola branca e brincos de argola. Me olhei no espelho e estava linda.
Ele saiu do quarto com o cabelo lisinho molhado e o uniforme da escola, com calça azul escuro e blusa branca de gola, ele estava lindinho, e estava com um corpo tão delicioso, sua malhação comigo estava fazendo efeito, seu peitoral de 15 anos se destacava na blusa branca da escola. Me deu tesão, vontade de abrir aquela blusa e lamber aquele peitoral lindo e durinho.
Mas tesão me deu mesmo quando vi seu olhar pro meio das minhas coxas com meu jeans apertado, ele em nenhum momento tentou desviar, ficou fixo na buceta da mãe, eu fiz uns movimentos de quadril para a visão dele ficar ainda mais gostosa. Quando tiro o olhar dos olhos estáticos dele e olha pra sua calça vejo que seu pênis já está durinho de desejo pela mãe, a calça já está com aquele volume lindo e gostoso de ver, comecei a ter tesão ainda maior. Ficamos alguns segundos um olhando pro sexo do outro. Fiquei com vontade de abrir aquela calça e chupar meu filho na hora, chupar muito, até ele gozar dentro da boca da própria mãe eu engolir todo o gozo do pênis do meu filho.
Acordei da “hipnoze” e falei: – vamos amor senão nos atrasamos. Ele me comeu na minha cara sem receio de cima a baixo com os olhos e disse: -Vamos mãe. Acho que depois da noite anterior ele deve ter ficando mais confiante, ótimo pra mim.
Fomos esperar o ônibus, os dois com evidente tesão ainda. Pra nosso sorte São Pedro ajudou tudo ficar ainda mais … “gostoso” digamos assim. Começou a chover e só eu estava de guarda-chuva, fingi brigar um pouco com ele dizendo como ele saia pra escola naquele tempo sem guarda-chuva pra escola. Mas era tudo que queria pois falei: – vem e fica juntinho com mamãe aqui embaixo.
Ele se aproximou meio tímido, eu fale: – Chega mais perto filho, cola no corpo da sua mãe senão vai se molhar. Ele colou no meu corpo. Infelizmente, como ele ainda é um pouoco mais baixo que eu, ele ficou na frente pois com creteza seus pênis estava completamente rígido e eu queria sentí-lo em mim.
Passei a mão pela sua cintura, e o apertei contra meu corpo: – Filhinho fica aqui ó, bem juntinho da mamãe. Só tínhamos nós dois no ponto de ônibus. Subi a mão do seu abdômem para seu peitoral devagarinho. Dei um beijinho apertado em sua bochecha e disse: -Meu filhote – com um leve sorriso. Fiquei com a mão estática em seu peito um tempo. Sentia a respiração ofegante dele, o pênis devia estar latejando. Comecei a alisar o peitoral dele por cima da blusa da escola e fiquei em dúvida se falava algo ou só ficava alisando, quieta, sentindo como seu corpo estava estático e a respiração ofegante. Decidi falar: – Tá ficando com o peitoral forte em filhote. Viu como a malhação com a mamãe dá resultato? –É – respondeu ele com a voz trêmula. –Tem alguns dias que não malhamos juntos filhote, vamos malhar hoje à noite juntinhos? –Claro mãe – disse ele trêmulo. Não parei fiquei alisando, era durinho, definido, dava vontade de virá-lo e começar a desabotoar a blusa da escola e começar a lamber seu peitoral. Fiquei alisando devagarinho, sentindo seu peitoral definido poréma ainda adolescente, enquanto isso ele ofegava e não falávamos mais nada só sentíamos.
Para minha grande surpresa ele falou algo que me surpreendeu mas que eu amei ouvir, ele disse muito, mas muito timidamente mesmo, a voz quase não saia: – Mãe, se a gente for malhar hoje, usa sua calça branca de ginástica? – ele fez uma pausa e antes de eu responder completou quase inaudível – Só ela?. Nossa, aquilo me surpreendeu muito. Ele falou trêmulo e aquele final com o “só ela” me fez sentir contrações na vagina, eu até dei um leve aperto em seu peito na hora do “só ela?”. Porque filho, vc não quer que eu use blusa? – falei rindo mas sabendo muito bem que ele se referiu a eu usar o suplex sem calcinha, ele não deve ter esquecido aquele dia – -Não mãe, não é isso…- ficou todo sem jeito e eu disse: – Brincadeirinha minha filho. Mas porquê? Você acha que a mamãe fica bonita com ela? – perguntei. – Sim mãe, é uma das que você tem que mais gosto. – disse ainda trêmulo. – Pode deixar meu amor, hoje coloco só elá (enfatizei o só ela) pra vc malhar com a mamãe. Mas com duas condições, senão coloco outra calça. – Quais? – perguntou meu filhote. – Primeiro você vai usar um short novo que vou comprar pra você hoje, é toma lá dá cá – ri e ele riu bem timido junto, lindo – e segundo, vou ficar na sua frente e você vai dizer pra mamãe me olhando o porquê acha tão bonita a minha calça branca ok? – Queria ver o que ele falaria – Ok mãe, lá vem o ônibus. – Vamos – disse eu.
Tentei e consegui olhar para sua calça, o volume era enorme. Quando olho o ônibus estava cheio, fiquei pensando em rodrigo entrando com aquilo daquele tamanho. Então tive uma idéia genial e mandei Rodrigo vir atrás de mim. Não dava nem pra passar da roleta e o danadinho entendeu bem o recado. Mesmo mais baixo que eu colou o corpo atrás do meu e tirou sua casquinha da mamãe. Eu amei cada segundo. Ficava cada vez mais evidente seu desejo por mim.
Como era mais baixo seu rosto ficou no meu cabelo, mas o danadinho não saiu dali, virou o rosto meio pro lado e ficou roçando aquele volume delicioso que eu havia visto em sua calça na minha bunda a viagem inteira. Era sua calça azul marinho na minha jeans apertada. Fiquie com medo de alguém notar mas acho que ninguém percebeu. Fiquei de bicos duros e vagina molhada. Meu filhote começou encostando com medo, devagarinho, logicamente o ajudei e comei a forçar minha bunda um pouco para trás. Quando eu fiz ele ele perdeu a timidez de vez e começoua forçar pra frente e ás vezes esfregava um pouco. Nossa, era muito duro. O pênis do meu filho estava extremamente rígido, e tudo de desejo pela própria mãe dele. Lá vem a culpa mas mentalmente fiz ela passar logo e voltei a aproveitar seu pau duro na bunda enorme e dura de sua mãe gostosa. Sim eu sabia que era uma mulher deliciosa, tinha plena noção disso, sem modéstia. Por isso meu filho era tão gatinho, tão perfeito. Fazíamos isso no ônibus como se nada estivesse acontecendo, era ele olhando pro lado e eu pra frente fingindo nem ver ele. Enquanto isso sentíamos o corpo um do outro num roçar deliciosamente quente, sexy e gostoso. Mãe de vagina úmida e bicos dos seios duros e filho de pênis ereto e duro feito rocha se esfregando e fingindo nada acontecer, só deliciandosse mutuamente de desejo carnal um do outro. Eu queria virá-lo abrir seu zíper tirar aquela rocha dali e chupá-la até engolir todo seu sêmen, todinho, sem deixar uma única gota. E deveria ser muito pelo tesão acumulaod pela mãe. Queria fazer do seu sêmen parte da minha dieta diária.
De repente aconteceu algo maravilhoso, eu fiquei forçando minha bunda pra tras e meu filhote seu cacetinho lindo pra frente. Ficamos numa “luta de forças” deliciosa um tempinho. E nisso senti seu pênis latejando na bunda, latejando como se ele estivesse gozando, eu tinha certeza que ele estava gozando. Nossa, ele estava gozando na minha bunda, de desejo pela própria mãe, gozando na bunda da mãe. Mesmo por cima de duas calças mas … gozando. Na hora ele deu uma leve, bem leve, tremidinha no corpo e colocou a cabecinha (de cima rsrsrsrrs) nos meus cabelos. Eu estava com medo de ter um orgasmo ali mesmo. Queria muito ver a cara do meu filhote nesse momento, no primeiro – de muitos esperos – gozos na própria mãe.
Chegou a hora dele descer fui dar um beijo de despedida e dei no cantinho dos lábios dele, quase na boca. Ele estava vermelhinho meu fofo, muito lindo, muito gatinho meu filho. E meu, todo meu. Acabou de melar toda a cueca gozando por roçar em mim, em sua mãe deliciosa. Muitos homens me desejavam mas aquele era meu homem, aquele seria o único com permissão de ter meu corpo – o corpo que tantos outros desejavam – seria dele se ele quisesse – e acho que queria – para usar e abusar, a mãe dele seria sexualmente dele, todinha, minhas coxas grossas e torneadas seriam para ela alisar, lamber, morder; meios seios, minha xana, minha boca e minha bunda, tudo dele, tudinho. Nenhum menino na idade dele teria uma mulher como eu, só ele.
Saltei dois pontos depois ainda sentindo minha vagina completamente úmida. Todos os homens da rua viravam a cabeça quando eu passava, já era acostuma com aquilo. Mas esse corpãp todo seria unicamente de um único homem no mundo: meu filho. E isso poderia acontecer hoje ou pelo menos eu iria seduzilo – e ele a mim, quem eu queria enganar – ainda mais hoje, logo mais tarde.
Fui ao médico e logo depois fui fazer umas compras. Pensando em logo mais logicamente. Fui em uma loja que vende roupas de ginástica. Faleei para o meu filhote que iria usando minha calça suplex branca – sem calcinha logicamente – mas vi na loja um shortinho suplex bem branquinho e pequeno lindo. Fiquei pensando, se eu usar esse shortinho sem calcinha ela vai mostrar minha xana todinha pro meu filhote e vai entrar na minha “racha” igual a calça mas vai mostrar minhas coxas inteiras. Será que ele sentiria mais tesão me vendo de calça ou shortinho? Decidi levar, provar em casa e decidir na hora. Enquanto escolhia os caras da loja não tiravam o olho de mim e eu pensando, podem olhar e babar marmanjos, quem vai ter isso é um “moleque” de 15 anos, lindo, perfeito, gostoso, tesudinho e maravilhoso.
Fui olhar os shorts para ele malhar comigo. Queria ver aquelas coxinhas grossas enquanto ele malhava mas ao mesmo queria um que evidenciasse seu pênis que certamente ficaria ereto e rígido feito uma pedra ao ver a mamãe de shortinho suplex branco sem calcinha e com meus coxões torneados de fora.
Fiquei em dúvida entre um mais apertadinho e um mais folgado, ambos bem curtinhos. Pensei que o apertadinho talvez não deixasse seu pênis lindo tão solto. Comprei os dois mas lhe daria hoje o folgadinho. Ele bem que poderia ter a idéia de colocá-lo sem cueca.
Fui pro caixa pagar e notava os olhares dos homens entortanto o pescoço pra mim. Teve um com a namorada que tomou um tapinha dela. É marmanjos, tudo isso é do Rodrigo, do meu filho, de um “moleque” de 15 anos. Ele é o único que vai poder meter a mão na minha carne, me apertar, alisar, lamber, chupar, beijar fazer de tudo, sou dele, meu corpo é dele.
Ele saia da escola às 13 horas, pensei em ligar pro celular dele e chamá-lo para almoçar na rua com a mamãe. Depois a gente poderia pegar um cineminha. E quem sabe no cinema eu poderia seduzí-lo um pouco mais e deixar ele ainda mais louco pra nossa malhação à noite? Mas teria que ter cuidado, se eu avançasse demais poderia ter o efeito oposto. Em lugar público ele poderia ficar mas tímido. Liguei. A felicidade dele foi seentida só pela voz, foi um: – Claro mãe, Cinema com você? Lógico mãe, quero sim. Meu filhote devia estar lembrando da minha acalça apertada hoje de manhã, do meu corpaço nela e das nossas roçadas n ônibus cheio hoje cedo. Ô culpa meu Deus. O que eu estou fazendo com meu filho? Mas, inferno, vou seduzir sim, já estou seduzindo. Não vou distorcer mente dele, nada disso, será uma relação gostosa, tesuda e com amor que poucas pessoas, mesmo com desejos enormes têm coragem de realizar, eu tenho e vou realizar.
Marquei com ele no Shopping onde ficava o cinema. Iríamos escolher o filme ainda. Queria qualquer um, queria ele ao meu lado no escuro. Ele ligou e disse que estava vindo. Ele chegou uns dez minutos depois. Lindo na roupa do colégio. Ele estava com um corpo tão lindo, o peitoral adolescente, definido e forte se destacava na camisa, o cabelinho lisinho com algumas mechas caídos estava lindo. E a boca dele sorrindo quando me viu, lábios grossinhos, lindos, lábios que eu, cedo ou tarde, iria encostar nos meus e saboreá-los, sentir o calor, pressionar os lábios dele contra os meus num beijo delicioso. Quem sabe hoje ainda. E seus olhos. Até ri de felicidade e achei engraçado pois ele olhou muito rapidamente pro meu rosto mas logo depois seus olhos ficaram fixos para o meio das minhas coxas, tadinho, ele ficava olhando só pra minha calça jeans apertada e não conseguia desviar o olhar, nem sei se ele estava notando que falava comigo olhando pra minha xana e às vezes pros meus seios e não pro meu rosto.
-Filhão – eu disse – te vi de manhã mas já estava com saudades. Me dá um abraço.
Ele veio e eu dei um abraço bem apertado nele. Era incrível mas além de sentir seu corpo adolescente forte contra o meu, o seu pênis já estava rígido feito pedra. Acho que só me olhando aquilo já subia e endurecia feito aço. Ele ficava na altura da minha vagina, então eu sentia aquilo duro, encostando. E eu sabia, era o pau do meu próprio filho que eu sentia contra meu corpo. Excitado por mim, pela mãe. Eu já estava molhada. O abraço foi demorado, eu sentia o pau dele latejar contra meu corpo.
Parei de abraçar, até com medo de alguém notar. Olhei nos olhos dele, ele não se envergonhou dessa vez e olhou dentro dos meus. Ambos com vontade de se beijar ali e agora. Falei: – Filho, vamos comprar os ingrssos. – Ok mãe. E subimos pela escada rolante.
Andávamos de mãos dados, como um casal de namorados. Meu filho com uma beleza incomum, rosto e corpo lindos. A mãe, nem se fala, os homens do shooping entortavam o pescoço e meu meu filho pareceia feliz em saber que eles desejavam sua mãe mas quem estava de mãos com ela era ele.
Compramos as entradas e entramos. O filme era Match Point, do Woddy Allen. Sentei ao lado do meu filho lindo. O cinema podia levanter o braço das cadeiras e falei: – amorzinho, deixa a mamãe levantar o braço da poltrona que assim podemos ver mais juntinhos o filme. – ok mãe – disse ele bem baixinho.
Colei meu corpo ao dele. Minha coxa na calça jeans apertada com a coxa dele na calça da escola. Meu braço também foi encostando no dele aos poucos, até nossos corpos ficarem “colados”.
A atriz do filme era lindíssima, de uma beleza incomum eu diria. Minha imaginação foi às alturas, imaginei eu, meu filho e ela. Ele assistindo um início de sexo entre nós duas e, depois, chamaria-mos ele para lhe dar o máximo de prazer sexual que fosse possível duas mulheres darem a um menino. Quem sabe se eu conseguisse seduzir meu filho, no futuro, não iríamos para a cama com mais alguém? Uma menina linda como a atriz do filme. Assim ele poderia ficar com outras mulheres lindas mas nunca largar sua mãe, que o iniciaria sexualmente.
Nossa, achei que eu estava viajando já, mas fantasias são algo bom. E fazer sexo com meu filho não seria uma fantasia, não mesmo, seria real. Olhei para sua calça e…bem…era uma visão fantástica, seu pênis não esmorecia. Não mesmo. Quando ele me encontrou no shopping e me abraçou ele já estava ereto e assim continua. Olhei para seus olhos e ele só não olhava de soslaio para minhas pernas quando a linda atriz aparecia na tela, nesse momento ele ficava dividido.
Resolvi falar com ele: -Essa atriz é linda não é filho? –Sim mãe, muito bonita – ele respondeu. E conclui com algo que não pensei que ouviria: – mas a senhora ainda é mais. Me espantei e disse naturalmente: -Sério filho? Obrigada. Ele queria agradar sempre a mim, sua mãe deliciosa e que esquentava o lado de sua coxa nesse momento, deixando-o excitado feito uma pedra.
Fiquei sem saber bem o que fazer no cinema. Era um lugar e, desse modo, arriscado. Se ele não tivesse uma boa reação – algo que eu duvidava mas não podia arriscar – não seria nada bom. Fiquei pensando.
Olhava para o seu pênis e ele estava duro, muito duro. Nossa, meu desejo era abrir o zíper dele, abaixar minha cabeça, mandar meu amor ficar quietinho e chupá-lo ali mesmo no cinema, quando ele gozasse eu engoliria todo o leite quente do meu filho.
Decidi ir devagar, coloquei a mão no antebraço dele e fui alisando bem de leve, o corpo dele deu uma leve tremida com o contado de minha mão em sua pele. Amei aquilo, amei muito. Fui alisando e coloquei minha mão em cima da dele. Ele não tirava os olhos da tela mas a respiração ficou mais rápida. Não posso falar nada pois a minha também ficou. Quando olho para sua calça seu pênis estava latejando, eu via a calça subindo e descendo levemente.
Enquanto alisava sua mão nossas coxas estavam coladas, sentia o corpo dele mexendo com a respiração ofegante. Nossa, o que eu faria agora? Pensei eu ir com minha mão bem devagar e colocar sobre seu pênis latejante. Colocaria devagarinho, com cuidado, eu duvido que ele tentasse tirar ou fizesse algo. Mas e se fizesse? Ali era um lugar público, embora eu tivesse a mais absoluta certeza de que meu filho estava extremamente excitado comigo, que seu pênis estava duro feito pedra e latejando por minha causa a reação, ainda assim, poderia ser imprevisível.
Decidi então levar a mão dele até minha coxa. Eu sabia o quanto ele admirava minhas coxas grossas, duras e torneadas. Mesmo eu estando de calça jeans (super apertada logicamente) acho que ele acharia gostoso alisar a coxa deliciosa da mãe. De sua mãe linda e gostosa que seria sua mulher, sua fêmea, para ele se deleitar sexualmente quando quisesse.
Parei de alisar a mão dele e segurei com mais força. Levei-a delicadamente e a coloquei suavemente sobre minha coxa. A respiração dele aumentou e vi que ele quis olhar para minha coxa mas não teve coragem e olhou apenas de soslaio. Comecei a esfregar suavemente sua mão na minha coxa, era tão boa a sensação da mão dele sobre o jeans. Pensei se falava algo ou ficava quieta, só sentindo. Fingi olhar para o filme mais olhava para seu pau, latejava mais do que nunca. Sua boquinha linda se entreabriu e a língua passou delicadamente sobre os lábios, como eu queria beijá-lo naquele momento – se não fosse no cinema eu o teria feito.
De repente, possivelmente sem se agüentar mais, ele fez algo que amei. Enquanto eu passava a mão dele sobre minha coxa ele deu um aperto delicioso nela. Pensei: ótimo, ele vai tomar a atitude, vai filho, abuse de mim, faça o que quiser com o corpo de sua mãe, ele é todo seu.
Ele dava um aperto e alisava mais um pouco, depois outro aperto e alisava. Fiquei com vontade dele ousar de vez e colocar a mão na minha buceta que estava úmida e latejando de desejo mas ao mesmo fiquei com medo de alguém no cinema perceber. E não poderia afastar a mão dele senão ele não teria mais coragem. Resolvi esperar pra ver.
Ele aproximava a mão de vez em quando da minha virilha como quem queria ir para minha latejante xana. Mas ia e voltava como se não tivesse coragem. E eu fiquei pensando no que fazer e com medo por estar num cinema. Pensei: foda-se, ele não fará nada errado, vou passar a mão na coxa dele também. Seguir o que ele está fazendo comigo e observar a reação. De acordo com a reação eu pensaria no que fazer.
Coloquei a minha mão sobre a calça jeans dele e comecei a alisar de leve, senti o corpo dele “tomar um choque”. Ficamos olhando para a tela e uma alisando a coxa do outro. Eu fazia como ele fazia comigo, movimentos suaves e leves apertos. Parei de olhar pra tela e dei uma olhada de soslaio para ele. Ele estava com a boca entreaberta e de vez em quando seus olhinhos lindos fechavam como que para sentir mais forte o prazer de me tocar e ser tocado pela mãe. E, logicamente, olhei para sua calça, estava muito duro, latejava. Eu pensei: é agora ou nunca, vou colocar minha mão nessa delícia de pau e massageá-lo. Fui subindo a mão devagarzinho pela coxa deliciosa dele e coloquei suavemente a mão sobre o seu pau. Dessa vez o choque foi mútuo. Meu Deus, que delícia, mesmo por cima do jeans, era indescritível a sensação de sentir o pau duro do meu filho em minha mão, latejando de desejo por mim, pela mãe dele.
Ele parece que tremeu o corpo e ficou meio assustado, fiquei receosa de ele ter alguma reação negativa. Mas não ele apenas parecia surpreso com minha ousadia. Para falar a verdade eu também estava surpresa comigo mesma. Era para eu ter tido essa atitude em casa, não em um cinema relativamente cheio e com meu filho com uniforme escolar – embora o uniforme da escola me desse ainda mais tesão. Mas ele parou de me alisar e ficou estático, não se atrevia a olhar para fora da tela mas começou a ofegar e ter uma leve expressão de prazer em seu rosto. Eu comecei a massagear com um pouco mais de força, nossa, o pau dele além de duro feito pedra parecia ser bem grandinho e grossinho na medida certa. Eu estava louca para abrir aquele zíper, colocar aquela coisa deliciosa para fora e começar a chupar meu próprio filho dentro do cinema até engolir todo o gozo quente dele. Continuei massageando e senti algo fantástico. Assim como ocorrera no ônibus, senti o pau dele ficando mais duro, só que agora em minha mão, e a latejar com mais força, ele começou a ofegar mais rápido. Sim, ele estava gozando enquanto eu massageava seu pau, gozava enquanto a própria mãe massageava seu pênis ereto de desejo por ela. Eu senti ele gozando e…quase gozei junto. Senti quando saiu toda a porra e o pau do meu menino começou a latejar mais leve. Ele devia estar totalmente melado. E eu desejava lamber todo aquele melado.
Afastei a mão de leve e ficamos o restante do filme no mais profundo silêncio. Eu não sabia se me sentia bem ou não com o que havia feito. Na parte sexual foi um deleite, eu estava excitada em um nível hiper-máximo, o bico dos meus seios estavam tão duros quanto o pau do meu filhote – mais seria impossível – e minha xana estava ultra-molhada. Mas…será que foi certo o que fiz? Pensei, agora já era, dei início e devo continuar, o prazer foi enorme, imagina beijá-lo na boca, sentir todo seu corpo, chupar seu pau e senti-lo me penetrando. Agora era dar continuidade. As coisas já haviam mudado nesse cinema.
O filme acabou, saímos e meu filhote estava completamente calado. Fiquei meio preocupada. Pensei: é melhor eu falar algo.
-Tudo bem filhote? – Ele balançou a cabeça positivamente. – Quero ir no banheiro – disse ele. Ok – eu respondi. Provavelmente ele queria ir pra limpar todo o melado do seu gozo.
Fiquei esperando, ele demorou um bocado, fiquei imaginando o que se passava na cabeça dele, um adolescente que acabou de ser bolinado pela mãe gostosa dentro de um cinema e que gozou com isso. Tristeza, raiva, ódio? Ou tesão, felicidade, e mais e mais desejo pela mãe? Pois desejo e tesão por mim era óbvio que ele tinha – e muito – pois antes de tomar tal atitude tinha que ter certeza disso.
Eu estava esperando ele sair do banheiro com certo receio. Cheguei a pensar se ele não estaria se masturbando lá dentro. Se ele gozou e saiu com muito desejo não seria impossível. Tadinho, ele nem precisa disso pois planejo ir além dessa bolinação com ele hoje.
Ele saiu e, para minha felicidade, não parecia triste, pelo contrário, saiu com uma cara, se não alegre, de satisfação. E o melhor veio depois, quando ele saiu e me viu lançou aquele olhar que eu já conhecia mas dessa vez sem receio, ou seja, me “comeu” de cima abaixo com os olhos, com um olhar de puro tesão, um olhar que dizia “quero você toda pra mim mãezinha”.
-Vamos pra onde agora mãe? – disse meu filhote. Quase respondi “vamos para um motel foder até não aguentarmos mais”, e embora achasse que ele iria amar essa resposta eu disse.: -Vamos pra casa filho. – mais aproveitei a deixa e completei – podemos malhar juntihos hoje à noitinha, o que você acha? Fique sabendo que usarei o suplex branco em que você me achou bonita, sem nada. – falei o “sem nada” em um tom meio “safado” e, logicamente, ele entendeu direitinho pois foi ele que havia pedido para eu malhar de suplex branco sem calcinha. Vi ele mordendo o lábio inferior e suspirando quando eu disse isso, a mordidinha dele no lábio foi simplesmente demais. Era puro tesão louco por mim. Fiquei com medo de alguém ouvir nossa conversa no shopping. Coloquei o braço por sobre seu ombro. Ficamos andando calados, depois o danadinho colocou suavemente a mão na minha cintura e fomos andando bem grudadinhos. Falei pra quebrar o silêncio: – e você vai usar o short que mamãe comprou, o curtinho. É uma pena hoje em dia os rapazes só usarem shorts compridos – e ri – ele disse: uso sim mãe, pode deixar, a gente vai suar muito hoje com as roupas novas. – Vamos sim . eu respondi pensando: vamos suar mais do que você imagina. E novamente questionei minhas atitudes. Eu precisava de mais segurança para tentar transar com ele hoje à noite sem culpa. Engraçado que enquanto andávamos eu continuava entortando pescoços com meu jeans apertado mas enquanto eles entortavam-se quem andava coladinho e sentindo o calor do meu corpo era meu filhote Rodrigo.
Chegamos ao ponto de ônibus agarradinhos. Como não tinha ninguém no ponto, resolvi abraçar Rodrigo e ficar coladinha com ele e quando fiz isso nenhuma surpresa ocorreu pois: ele retribuiu o abraço e me abraçou forte – colocando a cabeça suavemente acima os meus seios e, sim, vocês já sabem, senti que o seu pau estava novamente duro feito aço – juventude é tudo – e ele, safadinho como estava ficando, deixou o pau bem na altura da minha xana, e colou seu jeans no meu. Ficamos quietos, em silêncio e agarradinhos esperando o ônibus. Eu sentia seu pau latejando, ele sabia que eu sentia e me apertava mais, eu estava fervendo por dentro, porém sempre olhava se não tinha alguém pois embora não desse pra saber que meu filho estava de pau duro latejando na altura da minha xana, estávamos agarrados demais pra mãe e filho – e ele com roupa de escola.
O ônibus chegou, nos desgrudamos, dava para ver a tora dele pelo jeans. Subi na frente para ninguém ver. Infelizmente estava vazio. Sentamos um do lado do outro bem, coladinhos, segurei a mão dele e fomos a viagem sem uma palavra acariciando a mão um do outro. A tora do meu filho não diminuía nunca enquanto estava perto de mim, incrível. Fomos coladinhos, coxa com coxa.
Seria hoje, com certeza, algo aconteceria. Um beijo ou até uma transa mas algo aconteceria e eu estava preparada psicologicamente para as mais diversas reações possíveis dele…e de mim. Não podia mentir, eu não sabia bem qual seria minha reação, uma mãe que passa toda a viagem de ônibus olhando e desejando o pau completamente duro do filho – e esse com o pau duro por causa da mãe – não era algo socialmente normal. Mas…sociedade é construção. Poderíamos ter nosso micro-mundo de prazeres e deleites sexuais próprios, eu e ele e no resto da sociedade parecermos “normais”.
Chegamos em casa. Falei com ele: -Filho, vou tomar um banho e botar minha roupa branca nova, sem nada – falei o “sem nada” de forma maliciosa e com um leve sorriso “safado” – pra gente malhar juntos ok? Quero ver você usando o short novo que te dei.
Ele me comeu de cima abaixo com o olhar e disse: -ok mãe, vou tomar um banho também. Olhei para o meio de suas pernas e o volume continuava alto, nossa, ele devia estar com muito, mas muito tesão por mim.
Fui tomar o banho. Estava extremamente nervosa e excitadíssima ao mesmo tempo. Estava toda, absolutamente toda depilada para meu filhote. Tava com uma xana de menina de 9 anos de idade para ele chupar, meter, lamber, fazer o que quisesse com a mãe. Estava pensando: será que ele está tocando uma pensando em mim no banheiro? Espero que não para guardar toda a energia. Embora, acho, que ele podia tocar cinco que ainda teria energia suficiente para mim.
Me sequei, coloquei um leve perfume e me olhei completamente nua no espelho. Me olhei de cima abaixo e, realmente, eu tinha um corpo maravilhoso, para minha idade então, eu diria quase perfeito. E eu estava lisinha, a pele chegava a brilhar ao refletir a luz nas minhas coxas duras, macias e torneadas. Meu filho seria um homem de muita sorte.
Coloquei o suplex branco de corpo inteiro, coloquei apenas ele no meu corpo até então desnudo. É incrível como, mesmo eu tendo um corpo lindo – não sou narcisista, estou apenas falando a verdade, não sou cega – o suplex o moldou ainda mais. E, sim, entrou na xana, a divisão era evidente e notava-se, de cara, que eu estava sem calcinha. Virei e olhei a bunda, estava ainda mais firme e o suplex entrando também. Fiquei imaginando a reação do meu filho ao me ver com essa roupa. Tadinho, ia enlouquecer. O pênis ia explodir. E, ao mesmo tempo, imaginei, que tipo de mãe eu era ao estar fazendo isso. Mas não recuei, o tesão e desejo imensos não deixavam eu recuar. Mas pairava, longe, uma culpa.
Fui para a sala em que malhávamos. Gostávamos tanto de malhar, ou melhor, eu gostava, terminei, ainda bem, influenciando meu filhote e hoje ele possui esse corpo de deus grego adolescente, que havia reservado uma sala na casa só para colocar aparelhos de ginástica. Era como uma mini-academia. E havia, claro, espelhos nas paredes. Fiquei me olhando, estava maravilhosa.
Meu filhote estava demorando, então sentei no aparelho de malhar peito e comecei o exercício, abrindo e fechando os braços. Então entra meu filhote. Estava com o short curtinho, evidenciava suas pernas e por ser meio apertadinho evidenciava seu pau. Estava com uma camiseta branca que destaca o peitoral adolescente desenvolvido. Estava uma delícia de menino, muito gostoso. Pela primeira vez o negócio estava mole, o que duraria pouco tempo, pouquíssimo tempo pelo o olhar que ele me lançou. Ele deveria ter tocado muito no banheiro pensando em mim para o pau estar mole.
Pensei, vou fazer esse pau lindo subir logo. Mas nem precisei fazer (quase) nada. Levantei e fui andando em direção a ele. Tenho um rebolado natural e provavelmente meu suplex sem calcinha deixou meu filho louco. Foi uma cena linda ver, enquanto caminhei em sua direção para abraçá-lo ele foi ficando com um jeito tímido mas não desgrudou os olhos do meu “entre coxas” (se é que me entendem rsrsrs) e vi a coisa mais linda minha vida, seu pau foi crescendo, ficando rígido numa velocidade incrível bem na minha frente, só via seu short aumentando de volume. Engraçado que era um olhando para o sexo do outro. Pensei, vou abraçá-lo bem forte e com os corpos bem colados e sentir em meu corpo esse volume maravilhoso terminar de crescer.
O abracei bem forte dizendo: que bom que você veio meu amor, estava me sentindo sozinha aqui. Fui apertando seu corpo contra o meu e, que sensação maravilhosa sentir seu pênis crescendo junto ao meu corpo, e todo o seu corpo era durinho, forte, gostoso. Ele foi perdendo a timidez e me abraçou pela cintura e forçou de leve meu corpo contra o dele, logicamente para roçar o pênis em mim. Eu apertei ainda mais forte.
Ficamos abraçados um tempo, um abraço bem apertado, seu pênis estava duro feito uma rocha de titânio. Ficamos respirando ofegantes. Fiquei pensando se tentava beijá-lo logo ou se aquele ainda não era o momento. O pau dele duríssimo e eu estava extremamente molhada e com os bicos dos os seios duros. Acho que não haveria melhor momento. Dei um leve beijo no seu pescoço para ver a reação. Sentir o corpo do meu filhote dar uma leve estremecida. Fiquei em duvida se continuava. Mas seu pau latejou forte contra meu corpo. O menino devia estar ficando louco, mas quem eu estava querendo enganar, eu também estava louca de tesão….por meu filho.
Apertei ele levemente mais forte em meu corpo, ficamos com os coprpos extremamente colados e o latejar do seu pênis era cara vêz mais intenso e regular. Meu corpo começou a tremer levemente, dei mais um leve beijo em seu pescoço, depois dei outro, porém com uma leve lambida, seu gosto, o gosto de sua pele era delicioso. Ele me apertou com as mãos e seu corpo deu uma leve “desfalecida” como se ele fosse demais, não sei, como se suas pernas fraquejassem, acho que seria a melhor definição.
A duvida aumentava, oque fazer agora, é meu próprio filho, meu Deus, o que eu faço agora? Não sei, realmente não sei porquê – a culpa talvez – mas o afastei lentamente de meu corpo. Fui o afastando com meu braços. Meu olhos eram uma dualidade, estamos marejados de culpa e ao mesmo tempo pegando fogo de puro, ancestral e instintivo tesão. O afastei e o seu olhar estava igualmente queimando de tesão porém muito confuso. O volume em seu short era imenso, sua boquinha entreaberta simplesmente linda e seu pescoço brilhava molhado da saliva da minha língua.
Depois eu saberia que o afastar foi a melhor decisão, como vocês saberão mais à frente. Falei com ele: bem filhote, vamos malhar não é? Você ajuda sua mãe e eu te ajudo. – tá bom mãe – respondeu ele com a voz vacilante.
Sentei no aparelho para malhar peitoral e disse: filho fica aqui de frente pra mim, vendo se não estou torta e se eu precisar de ajuda você ajuda tá amor? Sentei no aparelho com as pernas bem abertas – sim, eu tinha dúvidas, logo depois continuava com a sedução. A visão para ele deveria ser a melhor possível. Ele ficou na minha frente, olhar confuso mas vidrado no minha xana na calça suplex branca. Eu comecei a suar e meu suplex começou a grudar um pouco. Imagino o que ele estava vendo, minha xana deve ter ficado extremanete visível. Ele estava olhando para ela sem vergonha nenhuma, chegou a passar a mão na coxa como quem queria tocar no próprio pênis, devia estar louco para se masturbar, ele só faltava babar.
Fiquei fazendo o exercício, abrindo e fechando os braços com as coxas bem abertas. Terminei e falei: -vai você agora meu lindo. Levantei, caminhei até ele, coloquei a mão em sua cintura – e dava para sentir o “calor” no ambiente – seus olhos grudaram nos meus peitos,. O virei e o coloquei sentando na cadeira. –vai filho, fico acompanhando. Fiquei em frente a ele e ele começou a abrir e fechar os braços. Sua pernas ficaram meio abertas e o seu pênis subiu ainda mais, ficou “apontando” para frente, era algo simplesmente delicioso de se ver, aquele suor começar a descer na suas testa linda, sei peitoral abrindo e fechando e seu pênis duro de tesão apontando para frente. Eu senti minha calça suplex entrando na xana, ele estava com o olho vidrado nela enquanto fazia o exercício e não era pra mim, o racha era totalmente visível.
Tive uma ideia e coloquei rapidamente em prática. –ai filho, acho que to com câimbra. Deixa eu sentar e estirar a perna, você faz uma massagem na coxa da mamãe? Ele não pensou duas vezes e disse: – faço, lógico mamãe, antes que piore, estica a perna. – Ele tava começando a ficar assanhando.
Estiquei minha perna torneada e ele ficou vidrado nela e começou a massagear. Na verdade o que ele fazia não era bem uma massagem na minha coxa, ele estava mesmo era alisando e sentindo a gostosura da coxa da mãe. Seu pau estava quase estourando o short, ele me alisava quase arfando de tesão, a respiração estava forte e ofegante, de vez em quando lambia os lábios e apertava minha coxa com força, principalmente no músculo de baixo, alisava minha coxa todinha….enquanto isso eu estava quase enlouquecendo, olhar para meu menino alisando minha coxa, arfando de tesão, com o pau completamente duro de desejo por mim, aquele rosto lindo com as mechas de cabelo suado caindo sobre o rosto, aquela língua deliciosa e quente, eu queria ele, queria muito, queria meu filho me beijando, lambendo, chupando e me penetrando, queria agora, que se danem as consequênicas. Eu estava muito molhada, de vez em quando meu corpo dava umas leves tremidas de tesão, o bico dos meios peitos apontavam para o céu.
Falei: – ah, tá passando filho, você tem mãos mágicas meu amor. Levantei bem devagarinho e ele foi levantando comigo. Nossos corpos bem juntos, quase colados e meus olhos foram levantando junto com os deles. Nisso sinto seu pênis, que estava dentro do short porém apontando para a frente de tão rígido, tocar meu corpo, eu e ele estremecemos, ele deu um leve e lindo piscar de olhos com o tremor no corpo, porém ninguém se afastou. Passei a mão de leve na sua mecha de cabelo caída na testa afastando-a um pouco, olhei nos seus olhos, me aproximei mais de seu corpo – e seu pênis de pedra me tocou ainda mais – comecei a entrelaçar sua cintura com minha mão de forma bem suave, olhei para seu peitoral definido e suado e olhei novamente para seus olhos, disse: – te amo filho. E depois já sabia que não havia volta. Abracei-o suavemente contra meu corpo e o beijei enquanto sentia seu corpo quente e gostoso junto do meu, seu pênis rígido contra minha vagina. Nossas línguas de entrelaçaram, língua de mãe e filho, meu corpo amoleceu, esquentou, pegou fogo, não sei descrever a sensação, era bom e sexy demais. Uma mãe beijando deliciosamente um filho. Pecado? Podia ser, mas nesse momento era tudo menos isso. Era puro desejo carnal e espiritual se realizando. Saindo do mundo mental dos desejos e indo para o mundo da realidade, da carne. Sua boca era tão gostosa, quente, molhada, ele beijava maravilhosamente bem, cheio de desejo, de tesão. Depois eu descobriria que havia sido seu primeiro beijo. Nossa, primeiro beijo de um menino ser com a própria mãe. Não sabia o que pensar, o que isso poderia causar, só sabia que aquilo não parecia primeiro beijo, era tesão e desejo puro, o jeito como ele se deliciou com toda minha boca, passando a língua por toda ela, enroscando na minha, o beijo durou quase dois minutos, foi mágico. Seus lábios levemente grossinhos eram uma delícia de sentir junto ao meu – levemente grossos também pois ele puxou isso de mim – a pressão entre os lábios enquanto as línguas trabalhavam deliciosamente dentro das bocas era algo fabuloso.
Enquanto nós beijávamos feitos loucos de desejo, o pênis dele ficava mais e mais duro feito uma rocha, era incrível como aquele negócio poderia ser tão rígido, e ele apertava ele cada vez mais contra meu corpo enquanto nos beijávamos e eu comprimia meu corpo contra seu pênis. Abri o olho por um momento e vi nossa imagem no espelho me beijando, nossos corpos colados. Magnífica, dois corpos lindíssimos, um de uma mulher madura que se cuida, com corpo lindíssimo de suplex branco, e um adolescente delicioso, de short curto e camiseta, tudo malhadinho, os dois corpos se entrelaçando, se acariciando, mãe e filho, era algo delicioso e lindo de se ver, fechei os olhos e o beijo, a sensação, os amassos continuaram.
O beijo finalmente terminou, puxei seus lábios com o meu e soltei seu lábio grossinho e suculento. Fiquei um momento sem coragem mas nos olhamos nos olhos. Nossos olhares “grudaram” um no outro, os narizes quase encostados, respirávamos de forma ofegante, o olhar dele, lindo, ardia de desejo, porém um desejo junto com surpresa e medo. Sentia seu pênis mais abaixo me tocando, latejando. Não falamos uma palavra, só dei um leve empurrão em sua cabeça em direção à minha e ele veio naturalmente, seus lábios me beijaram novamente. Foi mais um longo, quente, molhado e delicioso beijo. Ele começou a se soltar e passava a mão nas minhas costas, ia descendo mais parecia não ter coragem de apertar minha bunda. Nada que eu não pudesse ajudar. Peguei seu pulso e levei sua mão até lá, ele naturalmente apertou minha bunda de forma deliciosa, o aperto levou a um beijo dele ainda mais forte, meu filho beijava deliciosamente bem, seu beijo, seus lábios grossos, sua língua era deliciosa. E eu não ficava atrás, beijava ele intensamente, delciosamente. Nossas línguas eram quase como uma só. Se isso era pecado eu iria para o inferno, porque era bom demais, delcioso demais, quente demais. Nunca havia sentido tanto tesão, um tesão extremo somente em um beijo em toda minha vida. Juro! Mesmo com minha idade e experiência sexual eu não me recordo de uma experiência tão intensa.
Terminamos de nos beijar. Olhei-o nos olhos, não falamos absolutamente nada, só ofegávamos e nos olhávamos com desejo ardente, peguei-o pela mão e fui levando meu menino em direção ao meu quarto. Eu sabia o que iria acontecer, ele sabia o que iria acontecer. Fomos andando devagar ele foi sendo levado por mim, o que aconteceria agora poderia estragar nossas vidas, ou talvez deixá-la mais interessante e gostosa. Era um risco, mas tudo já havia começado.
Abri a porta do quarto, entrei com ele e bati fortemente a porta, atraquei-o contra meu corpo e comecei a beijá-lo de forma suculenta, louca, comecei a beijá-lo forte, ardendo de desejo. Meu menino correspondeu, meio tímido ainda mas correspondeu, me beijando com força, língua com língua se entrelaçando, línguas de mãe e filho. Parei de beijá-lo por um segundo, olhei nos olhos e retirei sua camisa. Ele me olhou com um olhar de susto e desejo juntos. Seu corpo adolescente malhadinho era lindo. Fui descendo com a língua pelo seu pescoço até seu peitoral forte e definido por exercícios, comecei a lamber todo seu peito e a chupar o biquinho do seu mamilo esquerdo. Ele era delicioso. Meu menino começou a ofegar muito e a fazer uns gemidos lindos de ouvir, então ele fez algo que amei, segurou minha cabeça com ambas as mãos e a apertou ainda mais contra seu peito adolescente. Era um convite para eu lamber e chupar ainda mais seu mamilo. Ele arrepiava meus cabelos com suas mãos. Não falávamos absolutamente nada, só agíamos, como por instinto.
Comecei a descer a língua pelo seu abdômen definido. Ele delicioso lamber aquele corpo jovem e forte, o corpo do meu filho que eu tanto sonhei em possuir. Eu ia descendo a língua e sabia que em questão de segundos eu iria realizar um dos meus maiores desejos pecaminosos. Ele também sabia para onde minha língua estava descendo e tenho certeza que também sonhou muito com esse momento. Fiquei ajoelhada em frente meu filhote e por um momento mágico, observei o quanto o volume no seu short era grande, vi aquele volume latejando na frente do meu rosto, latejando de desejo por sua mãe. E porque não conceder esse desejo ao meu menino? Puxei seu short para baixo e sei pênis saltou tão forte que bateu em sua barriga. Era lindo, duro, muito, muito duro, feito um consolo de titânio. Tamanho ótimo, médio, porém mais para grande. O que chamava a atenção além da dureza era a grossura. Meu menino tinha um dos pênis mais grossos que eu já havia visto. Peguei aquela delicia toda com minha mão e fui lambendo da raiz até à cabeça. Meu menino gemeu. Olhei para cima e ele estava com os olhinhos fechados, só sentindo. Como demorei a fazer mais alguma coisa ele abriu os olhos e olhou para baixo, nossos olhares se encontraram e o modo como ele me olhou foi um sinal e uma súplica para eu continuar. Não pensei mais. Coloquei todo aquele volume imenso e duro em minha boca. Seria o melhor boquete que eu faria na minha vida, seria todo para meu filho. Chupei seu pênis com desejo, com fúria, sentindo todo o sabor do meu rebento. Lambia, chupava, me deliciava com seu pênis. Meu menino ia à loucura, gemia, mordia os lábios grossinhos e lindos, estava em êxtase, assim como sua mãe também estava ao se deliciar com sua tora grossa , quente e deliciosa. Enfiei seu pau até o fundo da garganta várias vezes.
Chupei meu menino durante um tempo que pareceu eterno. Senti que ele ia gozar. Por mais que eu quisesse engolir todo o seu gozo quente e maravilhoso em minha boca aquele não era o momento. Era preciso que aquele pênis criado pela perfeição se mantivesse firme e forte para muito mais.
Parei de chupá-lo e fui subindo com a língua, lambedo-o interio até sua boca, nos beijamos ardentemente novamente. Olhei-o nos olhos, estavam como que em outro mundo. Me afastei um pouco do meu rebento e como em um breve strip, tirei a parte de cima do meu suplex mostrei meus seios médios (porém mais para grandes), firmes, e com os bicos duros feito rocha e apontando para o céu. Ele não conseguiu tirar os olhos dos meus seios. Me aproximei e o abracei novamente, meus seios nus em contato com seu lindo peitoral adolescente igualmente nu. Rocei o bico dos seios em seu peito de um lado para o outro levemente. Então me afastei um pouco e empinei com a mão meu seio esquerdo em direção ao rosto do meu filho, ele, com os lindos lábios entreabertos, entendeu imediatamente o que eu queria que ele fizesse com sua boca linda. Ele olhou para meu bico apontando para o céu e caiu de boca nele. Chupava um pouco apressadamente, mas eu não queria falar nada naquele momento, ele chupou com desejo, um pouco de fúria até, eu diria. Mas chupou deliciosamente bem, gostosamente quente. Se deliciando naqueles seios que há alguns anos ele colocava a boca para mamar e que agora ele deixava com os bicos duros de excitação pela mesmo boca. Ofeguei de tesão.
Após ele chupar meus seios fui empurrando sua cabeça levemente para baixo, acredito que, assim como ele compreendeu que era pra chupar meus seios ele compreenderia o que era para fazer. Peguei suas duas mãos e fui passando sob minha cintura, ele entendeu e começou a descer as mãos juntamente com a meu suplex, me despindo suavemente. Levantei os pés e ele tirou o restante do suplex, que, vale dizer, estava molhado entre as coxas devido ao tanto que eu estava encharcada de excitação.
Ele estava em êxtase, começou a lamber minha perna e foi subindo para minha coxa. Lambeu do joelho até em cima, mordeu levemente, esfregou o rosto, o menino estava louco, e eu também, porque mentir. Meu clitóris latejava de desejo sabendo que em minutos eu iria sentir a língua quente do meu filho nele.
Afastei, ainda em pé, levemente as pernas, eles olhou vidrado para minha xana completamente raspada, como de uma menina de 5 anos. Novamente ele entendeu o que eu queria. O menino simplesmente caiu de boca em sexo quente. A sensação era maravilhosa, ao contrário de muitos homens (?) que têm nojo, meu filho se mostrou um homem de verdade ao me lamber chupar, sentir meu suco quente em sua boca, o menino, na verdade, não sabia bem se chupava, lambia, lambuzava o rosto, mas assim como quando chupo meu seio, só em ver a fúria adolescente dele se deliciando com a xana da mãe era algo único, nossa, que sensação maravilhosa. Sentia meu sangue ferver, os bicos dos meus seios cada vez mais duros. Minhas pernas começaram a bambear e eu não aguentei ficar em pé. Afastei um pouco sua boca da minha xana puxando-o pelos cabelos e deitei na cama. Abri minhas pernas e ele entendeu que era para continuar. O menino caiu de boca novamente e apertando minhas coxas com as mãos não parava de me chupar com forte desejo.
Ele me levou ao delírio com sua língua adolescente, comecei a sentir mais e mais tesão, meu corpo começou a queimar, as pernas começaram a tremer, sim, eu estava começando a ter meu primeiro orgasmo em uma transa com meu filho, e ele ainda nem havia me penetrado. E ele veio, forte, intenso, gostoso, delicioso, comecei a tremer toda, enquanto isso meu menino não tirava a língua do meu clitóris por nada, continuava me lambando e chupando com furor. Quando o orgasmo veio totalmente, não aguentei, segurei seus cabelos lisos e o afastei da minha xana, tive que empurra com força pois sua boca sedente por meu suco não queria sair dali. Suspirei muito, sem ar de tanto tesão e olhei para meu filhote, nossos olhos se encontraram, ele estava descabelado, com um olhar queimando de tesão, queria mais e mais, e seus lábios grossos estavam entreabertos e lindamente molhadas do suco da minha xana, do suco da xana da mãe dele. Fiz um sinal com o olhar pedindo para ele subir o corpo, eu queria beijar aqueles lábios com o gosto do meu sexo na boca do meu filho, lambi meus lábios e ele entendeu o beijo que eu queria. Nossos lábios se enontraram e ele me beijou furiosamente bem, deliciosamente, um beijo quente, gostoso com meu próprio gosto nas boca do meu filho juntamente aos meus lábios, nossas língua se enroscando.
Nisso sentia maia para baixo seu penis maravilhosamente rígido roçando na altura da minha xana. Sim, isso mesmo, o momento seria esse, o sonho – meu e tenho certeza que dele também – se realizaria por completo. Aquele penis duro feito rocha, grande e grosso do meu filho iria penetrar sua mãe e seria agora. Abaixei meu braço, segurei seu penis – nossa, como era duro – e coloquei na entrada do meu sexo, a natureza fez o resto, um leve mexer de corpo e seu penis me penetrou. Não sei descrever a sensação, não era como a de nenhum outra transa que eu havia tido, era muito, muito superior, era mágico, na hora que todo aquele membro grosso do meu filho penetrou sua mãe eu gemi alto, dei quase um berro de prazer, de delírio, de loucura. Minha fantasia tornava-se real. Olhei para ele, os olhos igualmente sedentos por mais, o abracei e começou o vai e vem, nossos corpos abraçados, sentindo o calor do corpo um do outro, meu seios roçando seu peitoral, seu penis entrando e saindo delicosamente bem, o menino metia em mim com fúria, fúria sexual, fúria de homem, macho que ele era, sua mãe era sua fêmea nesse momento, sua fêmea para ele meter e meter e meter, para ele dar prazer total. Ele dava leve gemidos a cada vez que metia, seu pau era maravilhosamente grosso, acho que o mais grosso que já entrou em mim e olha que meu menino ainda era uma adolescente.
A velocidade foi aumentando e eu comecei a sentir – como se fosse possível – seu pau ficando ainda mais rígido dentro da minha xana. Tive certeza que meu menino era dar sua primeira gozada dentro da mãe, a primeira de muitas e muitas esperava eu, era maravilhoso, eu queria aquele pau adolescente todo santo dia dentro de mim. Se ele gozasse agora, mesmo rápido, seria normal, pois o tesão que meu menino estava era enorme, e, modéstia a parte, mulher deliciosa como sua mãe, dificilmente meu filhote encontraria.
Sim, seu pau foi ficando mais rígido e ele começou a gemer e ofegar mais. Finalmente gozou, senti litros de sua porra quente dentro de mim, era uma sensação única, sentir a porra do meu filho escorrendo dentro da minha xana, quente, gostosa, seu corpo suado apos sexo ofegando encima de mim. Acabamos nossa primeira transa, olhei nos olhos e puxei seus rosto para o meu, nos beijamos muito. E o que e um adolescente com tesão não é? Seu penis enrigeceu totalmente enquanto nos beijávamos, olhei para ele e ri, ele retribuiu o riso, meti seu penis novamente na minha xana e tudo começou de novo. Que delicia meu Deus.
Ele começou novamente o entra e sai gostoso, quente, nossos corpos juntinhos, logo gozou novamente e nos abraçamos, eu ainda sentido seu penis dentro de mim. Olhei nos seus olhos e ele nos meus, era lindo demais, seus brilhavam, ao mesmo tempo, porem, aparentavam espanto. Olhei para os seus lábios e o beijei forte e gostoso, ficamos nos beijando um bom e delicioso tempo. Ao termino o abracei forte. Ficamos assim um bom tempo. Meu filho enfim adormeceu completamente nu em meus braços, apos ter tido sua primeira relação sexual comigo, sua mãe. Nesse momento fiquei pensando o que seria de nossa vida, da dele principalmente. Teriamos que conversar. Nossa relação seria apenas nossa, ninguém poderia saber, seria nosso segredo. O deixei dormindo e fui tomar um banho, lavar a porra deliciosa do meu filho de meu corpo. Levantei e olhei para o seu corpo nu dormindo, era lindo, forte, gostoso, seu penis grosso agora amolecido e todo melado. Deus, eu queria ele todo dia, eu queria aquele corpo, aquela boca na minha, sua língua na minha e seu pau dentro de mim todo dia. E a vida seria assim a partir de agora, meu filho e eu seriamos amantes. Foi a transa com mais tesao de todo minha vida.
Mais tarde ouvi ele tomando banho, o que se passaria em sua cabeça? Quando ele saiu de short e camiseta eu fui abraça-lo, foi um abraço forte e gosto e finalmente falei: -meu anjo, foi um dos momentos mais maravilhosos da minha vida. E acredito que da sua também. Eu te amo. Te amo como filho e te amo como homem, como meu amante. Quero continuar essa relação linda e gostosa entre a gente – ele ia falar, mas não deixei – porem se você quiser continuar ninguém pode saber disso, nunca. Sera nosso lindo segredo.
Ele falou com a voz tremula – sim mãe, ninguém nunca vai saber, eu também te amo, como mãe e minha amante, eu não sei o que dizer…
-não diga nada eu disse – ele estava tão lindo, o abracei de novo e já senti seu penis crescer, nossa, que não falou mais nada fui eu, simplesmente olhei novamente dentro dos seus olhos e o beijei de forma intensa, nossa segunda transa iria começar ali.
Viramos amantes e transavamos praticamente todo dia, em vários locais da casa. Tinhamos momentos de mãe e filho e momento de um casal extremamente apaixonado e sedento de sexo. No café da manha, um dia, ele estava sentado na mesa, foi por baixo andando de quatro e o chupei, chupei toda sua grossura ate ele gozar na minha boca e eu engolir tudo, sem deixar uma gota. No outro dia meu danadinho me imitou e me chupou deliciosamente embaixo da mesa ate eu gozar, ele estava chupando como ninguém havia me chupado na vida, sua língua buscava cada canto do meu sexo, chupava com vontade, se deliciando com a xana da mãe. Outro dia ele fez seu primeiro anal, sentir meu filho comendo meu cu foi indescritível. Em um outro dia fizemos uma loucura, saímos a noite e resolvemos nos beijar como um casal, um beijo intenso e gostoso. Me dava mais tesao saber que ninguém ali imaginaria que era uma mãe e um filho se beijando ardentemente na boca em plena rua. Claro que acharam que era uma coroa que gosta de garotinho novinho, e se soubessem que era meu filho?
E assim conto minha historia. Nunca pensei que um dia transaria com meu filho e que ele seria o homem da minha vida. Vivemos nossa sexualidade intensamente, meu filho esta cada dia mais lindo e gostoso, e eu me cuido muito e estou uma mulher madura e deliciosa, uma mulher que muitos homens desejam, mas cujo corpo, cada curva minha, pertence todo a meu filho, meu tesaozinho lindo e delicioso.

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