Esposinha Evangélica Dedicada

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Eu vi que vocês gostaram muito que eu contei como conheci mais intimamente o irmão Renato e fiquei muito feliz. Vou contar pra vocês outras coisas que aconteceram depois, pois isso aí aconteceu tem mais de dois anos, hoje tenho já 20 anos, estou perto de fazer 21 e ainda sou bem casada e sou uma esposa evangélica exemplar.
Meu marido tem muito orgulho de mim porque ajudo mulheres a melhorar seu casamento. Elas chegam rebeldes, irritadas e chateadas com os maridos, mas depois aprendem como devem ser submissas e cuidadosas no lar e com os filhos e se tornam que nem eu: faço uma comida maravilhosa pro meu maridinho, passo e lavo suas roupas, cuido muito bem da nossa filha enquanto ele permanece o dia inteiro na igreja, trabalhando no serviço divino.
Eu era muito infeliz em casa mas me tornei satisfeita com meu marido e meu lar e ensino pra outras mães e esposas como isso pode acontecer.
Vou contar pra vocês como isso aconteceu. Começou mesmo naquela época que conheci melhor o irmão Renato.
Depois daquele dia que ele me levou com minha filha na clínica, eu passei a ser levada e trazida por ele muitas vezes. Quando ele estava livre, sem corridas, ele vinha me buscar em casa e me levava pro médico. Fazia um precinho de irmão da igreja e meu marido agradecia o cuidado que ele tinha comigo e com minha filha.
Algumas vezes eu continuava indo com outros taxistas desconhecidos também e isso me permitia ter meus momentos de me mostrar que tanto me excitavam.
Mas os cuidados do irmão Renato me ajudavam muito! A pedido do meu marido, muitas vezes ele vinha deixar a mim e minha filha do culto pra casa. E a gente sempre tirava um tempinho pra fazer uma oração depois das corridas.
Poucos dias depois da primeira vez que saí de táxi com ele, a pedido do meu marido, chamei o irmão Renato pra me levar ao supermercado para fazer as compras do mês. Agradeci quando ele chegou:
– Irmão Renato, deus que lhe abençoe pela ajuda que tem me dado, viu? O senhor é um homem muito bom, fico feliz de poder contar sempre com sua ajuda. Ainda bem que o senhor é de confiança.
– Irmã Fernanda, eu sou muito discreto, sim. A senhora pode contar comigo sempre que precisar que eu faço esses agrados pela senhora e pelo pastor que é um homem muito ocupado, não tem tempo de dar a assistência que a senhora precisa.
Fomos fazer as compras. O irmão perguntou se queria ir num supermercado que tinha perto ou em outro mais longe, com preço melhor. Preferi o mais longe, um desses atacadistas grandes, porque perto de casa a corrida ia ser curta e eu era bem conhecida. Melhor não arriscar. Fomos em um quase saindo da cidade. No caminho, o irmão perguntou se minha nenê não ia dar nem uma mamadinha.
– Sim, irmão, preciso dar mama a ela senão ela inventa de querer me chupar lá no mercado, na frente de todo mundo. Já pensou?
– É, irmã. Ia ser bonito de se ver a senhora com as tetas de fora, dando de mamar sua bezerrinha, lá. É uma coisa que me deixa bem aceso de pensar, sabe? A senhora tem uns peitos muito bonitos, suculento até. E quando senta à vontade, faz a gente pecar só de olhar. Mas como não pode, né?
– Irmão, sua mulher podia bem ser uma mulher muito satisfeita em casa. O senhor é um homem que desperta mesmo meu lado pecadora. Dá vontade de fazer as coisas em casa com mais cuidado, ser uma mulher submissa de verdade. Se fosse possível, eu realizava seu desejo e dava a mama lá no mercado mesmo. Mas pelo menos aqui posso dar, né?
Comecei então a dar a mama pra minha filhinha. Eu ficava mais tesuda de mostrar aos poucos, então usei um vestido de alças finas, frouxo, com um terninho aberto por cima. Enquanto minha bebê mamava gulosa num peito, ela tentava amassar o outro bico, guardado no vestido, e isso fazia com que ele começasse escapando pelas laterais antes de soltar tudo. O irmão Renato ficava doido, suado, lambendo os lábios e amassando a pomba dentro das calças.
Quando minha menina puxava com força o bico pelo decote do vestido, ficava amassando com a mãozinha.
– Até que enfim ela achou o outro, irmã. Já tava ansioso aqui pra ela agarrar seus bicos. Agora põe a outra teta pra fora, deixa eu ir apreciando a menina amassar seus peitos e eles balançarem.
– Tá bom, irmão. Se o senhor gosta, eu mostro.
– Gosto, sim. A irmã tá… daquele jeito hoje?
– Aquele jeito… sem… ?
– Isso, irmã.
– Sim, irmão. Com o senhor agora só vou sair assim, porque sempre me melo muito.
– Deixa eu ver então, irmãzinha. Me ajude aí com as minhas necessidades de homem.
Subi a saia do vestido, mas não me abri muito. Dava pra ele ver minha bucetinha raspada fechadinha embaixo da roupa.
– Irmã, não seja assim, arreganhe essas pernas. Deixa eu ver o buraco do seu priquito, que nem da outra vez.
– Irmão, calma. Tenho vergonha. Tem que ser aos poucos.
Mentira, eu tinha muito tesão, o nervosismo dele e a gula de me ver me deixavam ainda mais tesuda e melada. Mas o tempo passou rápido e logo chegamos no estacionamento do supermercado. Minha filha já tinha parado de mamar há um tempo, mas eu ainda estava com os peitos de fora. Tinha baixado a blusa, mas não vesti o sutiã e os bicos molhavam o tecido e apareciam na transparência.
Quando estacionamos esperei ele destravar as portas, mas ele não abriu. Virou e disse:
– Irmã, arreganha essa buceta pra mim antes da gente sair, senão não abro as portas pra senhora. Seja obediente! Põe a menina aí pra chupar e deixa eu me aliviar um pouquinho aqui antes da senhora ir fazer as compras.
– Irmão, desculpa minha rebeldia. Eu estou envergonhada mas vou fazer sua vontade.
Fiz cara de quem estava sendo obrigada a se arreganhar, puxei a saia, apoiei os pés nos bancos da frente e coloquei minha filha no peito. Ela era uma bolinha de tanta mama que tomava. Era viciada em mamar e chupava com força meus bicos. Estava toda aberta agora pro irmão Renato, que com uma cara de tarado que faria medo se eu não conhecesse ele, começou a alisar minhas pernas. Ele se virou mais no banco e sacou o pau pra fora, punhetando e amassando a cabeça gostoso e eu ficava com a boca cheia dágua tentando ver melhor aquela pirocona grossa e cabeçuda que tinha invadido meu útero outro dia e me preenchido fundo.
– Irmã, que priquito lindo a senhora tem. Se eu fosse seu marido a senhora só ficava assim em casa. Eu ia passar o dia me lambuzando nessa sua meladeira. Que bucetão gostoso. Abra mais ele pra mim, abra…
Com um braço eu apoiava minha filha e com a outra mão, puxava as bordas da minha buceta, obedecendo o irmão. Meu buraco estava esticado e pulsando de tanto tesão, enquanto eu me abria pra ele.
Fechei os olhos e comecei a orar, porque fingidamente estava com vergonha.
– senhor me perdoa porque eu sou uma pecadora. Ai, ai… Estou tão envergonhada mas tenho que ajudar esse irmão, satisfazer ele que tanto me ajuda e ajuda o pastor. Urr…. Ai, ai meu deus… Estou tão envergonhada de estar assim, parecendo uma puta barata, toda arreganhada, mas é um sacrifício pelo irmão. Perdoa meus pensamentos sujos que tão me invadindo…
Enquanto eu orava, ele ia aproximando a mão da minha buceta e ficou passando os dedos pra cima e pra baixo, me dando choques de prazer. Eu gemia e orava, orava e gemia, dava ai, ai, ai e me abria mais sentindo a mãozona do irmão Renato me abrir. Gemi alto e gostoso quando ele começou a enfiar o dedo médio na minha bucetona aberta.
– Geme, irmã putinha, geme enquanto esfolo teu priquito com os dedos.
Quando olhei pra fora, o vigia do estacionamento se aproximava observando o que tava acontecendo. Me fechei rapidamente e ele olhou pra fora. O vigia se aproximou e perguntou:
– Tá tudo bem aí?
– Sim, senhor. Minha mulher tá dando o peito pra menina aqui. Tem problema?
– Não senhor, os dois podem ficar aí à vontade. Se precisarem de ajuda, pode me chamar, viu?
Ele falou isso com um olhar malicioso e se afastou um pouco, passando a mão em frente ao pau nas calças, mas ainda podia ver o que acontecia dentro do carro, pois os vidros estavam pouco abaixo da metade. Que safado!

– Irmão, eu vou entrar.
– Não, irmã. Termine de orar antes. Deixe o vigia vigiar aí. Ele não vai mexer com a gente não.
– Mas irmão…
– Cala a boca, mulher e abre essa porra desse priquito!
Obedeci, cheia de tesão. Me arreganhei de novo e ele não esperou nada e começou a alisar e enfiar os dedos gostoso na minha buceta que escorria mel.
– reza aí, irmã. Peça perdão por ser uma puta tão gostosa. Que buceta carnuda com esse fogo faz todo macho pecar. Sou macho, não tenho que me segurar com uma vaca dessa pedindo pomba na buceta, não.
Ele falava alto, entendi que ficava mais excitado de estarmos sendo vistos, que nem aquele dia na ruazinha. Ele parecia possuído porque tinha outro homem batendo punheta e assistindo ele me arrombar.
Me abri toda e comecei a orar de novo.
– Senhor perdoa porque eu desperto essas coisas no irmão. Sou tão puta que faço os homens me desejarem, desejarem minhas tetas chupadas e meu priquito arrombado. Ai, aiiii… Perdoa meu senhor porque estou levando dedada funda na buceta e estou toda melada, está escorrendo e melando tudo… Hummm, aiiii, dói mas é gostoso.
O irmão enfiava dois dedos na minha buceta. O vigia se posicionou de um jeito que via tudo. O cacete do irmão Renato estava vermelho, quase roxo de tanta punheta.
– Ai, irmão, ai… Aiiiii, vou gozar. Vou gozar!
Ele enfiava fundo, socava os dedos na minha buceta rápido e com força, quase me machucando.
– Goza, vagabunda, goza! Goza, rapariga da buceta arrombada. Mais tarde tu vai gozar no meu cacete, vou te rasgar de novo.
Gozei gemendo e tremendo com os dedos dele entrando no fundo do meu buraco, quase alcançando meu útero. Sentia ele enfiar e mexer fundo lá dentro.
Me soltei no banco, ainda arreganhada e ele com os dedos enfiados ainda lá dentro, mexendo e me fazendo ter uns tremores na buceta.
– Pera, que ainda não gozei.
Ele falou isso e desceu os dedos pra baixo.
– Levanta a perna, abre o cu, irmã.
Fechei os olhos e puxei uma perna pra junto de mim, ficando com o joelho quase na minha cara.
Ele enfiou um dedo no meu cuzinho melado e socou gostoso. Ele não diminuiu a velocidade nem foi mais suave, porque ainda estava cheio de porra pra soltar. E foi socando o dedo médio no meu cu que ele soltou um jato de porra que sujou o outro banco.
Nos ajeitamos e esperei o vigia se afastar, então saí pra ir fazer as compras. Quando fui pegar um carrinho com cadeirinha pra colocar minha pequena vi que ele estava perto. Ele se aproximou de mim com uma cara de tarado de dar medo e falou baixinho:
– Mas que bucetão e que cuzão gostoso, hein? Posso participar da festinha? Que puta gostosa aquele cara tem em casa. Quero te foder toda, safadona peituda.
Me apressei pra entrar e fazer minhas compras. Depois que eu já estava enchendo o carrinho, me aparece o irmão Renato.
– Irmão, veio me ajudar aqui também?
– Sim, senhora. Esperei a rola descer e vim lhe fazer companhia.
Ele ficava empurrando o carrinho enquanto eu comprava as coisas. Eu estava sem o terninho e sempre que passávamos por algum homem, meus peitos marcando o vestido levavam uma secada. O irmão Renato me olhava de canto de olho confirmando que estava se deleitando com isso e eu andava bem rebolativa, me sentindo muito gostosa e desejada.
Quando ele se aproximava de mim discretamente colocava uma mão embaixo do meu braço e me apertava o peito, segurando com a mão e dando uma balançada e depois torcendo o bico.
Às vezes, nos corredores vazios, vinha por trás de mim e dava uma passada de mão na minha bunda enfiando os dedos no meio do vestido e até umas dedadas no meu cuzinho ele dava, me fazendo dar uns pulinhos e dizer pra ele se aquietar.
– Desculpa, irmã. É que esse seu rabo é uma delícia. Que lapa de cu gostoso.
E assim, terminamos as compras, eu toda melada com as dedadas no meu cuzinho e ele com a piroca marcando a calça. Fomos pra casa rápido. Estava cheia de sacolas no banco junto comigo, minha bebê e o bebê conforto pois o porta-malas estava cheio de coisas do irmão.
Quando chegamos, minha bebê dormia e pus ela no berço. Voltei pra descer as sacolas do carro junto com o irmão Renato. Ele já tinha carregado quase todas, e peguei as duas últimas, um pouco pesadas e fui levando pra dentro de casa. Estávamos colocando todas no chão da sala. Eu pretendia agradecer o favor e ir guardar em seguida.
– Irmão, muito obrigada novamente por hoje. O senhor foi muito prestativo.
– Irmã, agradeça depois que ainda vou lhe fazer mais um favor.
Ele disse isso de forma meio rude e foi me virando ainda na entrada de casa. Minha casa tinha um jardim pequeno, e na frente da casa estava o táxi parado. A porta de entrada era mais alta e tinha quatro degraus. Ele foi me empurrando no alto da escadinha da porta e segurando pelo ombro, já colocando o pau pra fora da calça. Ouvi o zíper abrir enquanto cai desajeitada de quatro, com os joelhos no último degrau e as mãos no chão.
– Irmão, pelo amor de deus, o que o senhor tá fazendo?
– Apagando o fogo desse rabo gostoso e desse bucetão, pra senhora não passar necessidade enquanto eu não estiver aqui.
Ele subiu a saia do meu vestido, que ficou nas minhas costas e foi abrindo minha bunda. Afastou minhas pernas enfiando os braços embaixo e forçando e me deixando arreganhada.
– Empina esse rabo, irmã. Abre essa bunda pra mim.
Abaixei os peitos no chão ficando toda arreganhada pra ele e senti de novo o prazer de uma chupada gulosa na minha buceta. O irmão Renato enfiou a língua e os dedos no meu priquito chupando fundo e com força, parecia que ia arrancar minha buceta. Abria minha bunda com força com as mãos fazendo a pele do meu cuzinho esticar. Senti seus dedos invadirem meu cu com força enquanto ele puxava e mordia minha buceta toda.
– Tá com fogo no cu, né, irmã? Vou apagar esse fogo é hoje. Vai sentir o que é ter esse cuzão estourado na minha rola.
– Irmão, pelo amor de deus, dói. Não faça isso, machuca.
– Machuca nada, irmã. A senhora vai gostar e vai viciar em tomar uma rola grossa no rabo. O pastor não come seu cu, né? Pastor é um corno que não sabe nem usar a puta que tem em casa.
– Irmão, ele não faz isso mais. Mas quando fez doeu. Doeu muito, eu não gosto. Por favor, meta no meu priquito.
– Não se preocupe, não, irmã. Essa bucetona não vai ficar pedindo piroca por aí, não. Vou ajudar a senhora nisso. Mas hoje eu te enrabo até rasgar as pregas desse cuzão.
Eu estava com muito tesão, minha buceta pingava com aquele jeito mandão e violento dele, mas estava com muito medo. Das poucas vezes que dei o cu pro meu marido, doeu demais. Ele enfiava de uma vez e só parava quando gozava.
– Levanta aí, irmã, levanta. Pega ali na sacola o vidro de azeite.
Ele não desengatava os dedos do meu cuzinho e fazia um gancho com o dedo que me prendia. Fomos andando assim até as sacolas e eu sentia as dedadas dele no meu cu enquanto andava. Me abaixei pra procurar o azeite nas sacolas, e ele aproveitou pra socar fundo o dedo no meu cu, mexendo lá dentro. Eu sentia umas pinicadas na buceta. Eu fiquei procurando o azeite entre as sacolas no chão, com as pernas esticadas, a bunda aberta e o rosto abaixado. Senti quando ele meteu o segundo dedo e ficou forçando a abertura do meu cu. E lá dentro mexia a cabeça do dedo, me fazendo ter fisgadas na buceta.
Achei o azeite, mostrei pra ele e ele me mandou ir andando pro meu quarto.
Fui sentindo os dedos dele cutucando fundo meu cu e quando olhava pra trás, via a rola fora pelo zíper da calça, dura, gigante, roxa de tesão, grossa e cabeçuda e tive medo daquilo tudo no meu cu.
No quarto ele recomeçou a dar ordens.
– Se ajoelha aí na beira da cama, irmã. Vou ungir teu cu hoje antes de rasgar ele aqui onde o corno dorme enquanto a senhora enfia os dedos na buceta pensando no meu caralho.
Eu tremia inteira, de tesão e medo. Tentei me acalmar e sentia os dedos dele arreganhando meu cu, que já nem doía. Senti quando o óleo gelado escorreu no meu cu inteiro e ele socava os dedos fazendo o óleo entrar. Ele ensopou meu rabo de óleo tanto que escorreu pelas pernas e molhou até a colcha da cama. Os dedos faziam um barulho tipo “flop flop” no meu cuzinho já esfolado e senti ele aumentar a pressão.
– Tá sentindo como esse cuzão aguenta, irmã? Tô com três dedos atolado no seu rabo de crente tesuda. Quando for orar na igreja arreganha esse cuzão pensando na minha pomba inteira nele.
Ele tirou os dedos e senti meu cu aberto. Senti ele aproximar o gargalo da garrafa de azeite e pressionar meu cuzinho, derramando azeite dentro.
– Pronto, agora essa lapa de cu tá abençoada e ungida pra agasalhar minha pomba.
Ele então segurou meu quadril e encaixou a rola no meu cu. Ficou segurando aquela piroca enorme e senti a cabeça fazendo movimentos circulares no meu cuzinho que eu tentava deixar relaxado e aberto. Eu era até pequena na frente daquele homenzarrão enorme e caralhudo. Senti quando ele forçou a cabeça e quando eu pensei em trancar meu cuzinho, senti entrar de uma vez a cabeçona toda. Tuco! Um estalo e uma dor fina mas que não durou muito porque a cabeçona enorme tinha entrado.
– Pronto, irmã. Enfiei o cogumelo no seu rabo. Agora relaxa que vai o tronco. Se arreganha, irmã. Pede ajuda aí a deus. Faz suas orações, faz.
– Ai, irmão. Ai meu cu. Meu deus, obrigada por essa rola gostosa me enrabando. Me perdoa porque eu sou uma puta mesmo que faz o pastor de corno dando o cu. Ai, irmão, ai… ai meu cu, meu deus, tá arrombando. Me ajuda a aguentar isso tudo no meu rabo.
Senti ele enfiar o talo aos poucos, deslizando no meu cu todo melado de azeite. Ainda bem, pois doía pouco. Até que senti o saco dele encostar na minha buceta.
– Pronto, irmã. Aguentou a tora toda entalada no rabo. Agora me diz o que seu marido pastor é, porque vou lembrar quando ele tiver lá em cima dando sermão.
– É corno, irmão.
– Corno de cu e de buceta.
– Ai meu cu, irmão.
– Aguenta, irmã. Aguenta que ainda vou começar a socar.
Ele socava ritmado o pau no meu rabo. Tirava e enfiava, sem desencaixar a cabeça. Começou devagar e eu sentindo cada centímetro daquela tora me encher por dentro. Comecei a dedar meu grelo, estava gostoso. Estava gostoso dar o cu!
– O que o pastor é, irmã?
– Corno, corno… corno, muito corno.
– Quem manda ter uma mulher priquituda e tetuda com um cuzão gostoso desse. Hunffff, que cu macio, apertado e quente. Que crentona do cuzão quenteeeee. O que o pastor é, irmã?
– Corno…. cornãaaao… cornoooo…
Ele então começou a socar mais rápido. Socou me empurrando pra frente na cama. Meu cu estava todo aberto, acho que não tinha mais uma prega com aquele tronco grosso entrando e saindo de dentro de mim.
– Repete, puta! Repete, porra, senão rasgo esse cu. Vou estourar esse cuzão.
– Corno, corno, corno, corno, cornão, corno…
Ele socava com força, rápido, fundo me fazendo balançar inteira na cama. As tetas pulavam que doía, das socadas com aquele cacetão no meu cu. Estava me rasgando, mas tava muito gostoso. Eu gritava, arreganhada, sentindo meu cu se arrombar:
– CORNO! CORNO! CORNOOOO! CORNO NO MEU CUU! CORNO…
Senti o saco dele bater com força na minha buceta. Ele era mais velho, o saco era caído, batia forte, me fazia gemer e sentir muito prazer porque batia no meu grelo inchado enquanto ele estourava meu cu.
– CORNOOOO, CORNO, CORNOOOO! HUNFFFF, MEU CU! AI MEU CUUUUU… VOU GOZAR, VOU GOZAR, VOU GOZAR!
– Goza no cu, goza nesse cuzão arrombado. Vou entupir teu cu de porra dessa vez. Queria que aquele corno visse eu sovando o cuzão da mulher puta que ele tem. Crente putaaaaa, goza com esse cuzão e esse bucetão!
Senti os espasmos do meu gozo fortes. Nunca tinha gozado assim, com uma pomba grossa como aquela no cu. Me tremi muito, gozei sem parar até sentir os jatos de porra enchendo meu rabo. Sentia aquele pirocão latejar no meu cu ardendo de pirocada e gozei.
– Aiiii, aiiiii….
Me afundei na cama e o irmão soltou o peso em cima de mim, ainda sem tirar a piroca e sem ela parar de latejar e esporrar. Me senti sufocada com aquele homem enorme em cima de mim e com aquela pirocona murchando no meu cu, mas ainda grossa…
Não tive nem condições de me levantar quando ele finalmente saiu de cima de mim, e foi no banheiro se lavar.
– Irmã, já vou indo. Já o pastor chega e a senhora se arrume pra ele não encontrar seu cu assim se quiser meter mais tarde. Se lavar, enfia o sabonete no cu pensando na minha rola.
Ele deu um tapa na minha bunda e saiu, me deixando deitada na cama, jogada, com o vestido nas costas e o cu ardendo, toda melada de porra, mel e azeite.
Novamente fui a puta do irmão Renato.

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