Evangélica Liberta

Não sei o que as pessoas pensam, mas quando uma menina já cresce exuberante, com pernas grossas, bunda grande, parece que os homens pensam que ela é uma puta. Não sei se é verdade, mas eu cresci assim. Sempre tive uma bunda grande, dessas que são um pouco separadas e a calcinha entra sempre. Desde que era menina, minhas calcinhas sempre entravam um lado ou os dois na minha bunda. E eu tinha perna grossa e cinturinha marcada, ainda com 10 anos.
Meu pai bebia e sempre levava amigos pra casa. Ele e minha mãe eram muito libertinos, ela transava com uns dois ou três dos amigos dele, e ele sabia e ele também tinha um caso com uma vizinha e metia na empregada. Eu tive babá até os 8 anos e lembro que uma vez ela – que era uma moça de uns 15 anos – estava me colocando pra dormir, em pé, ao pé da cama, arrumando meu lençol quando ele entrou e começou a alisar os peitos dela. Eu estava acordada e ela sabia, avisou pra ele e ele disse: deixa, ela não sabe o que é. Depois vai ter que aprender. Vi ele levantar a roupa dela e abaixar a calcinha e apertar os peitos dela, e empurrou ela, que se curvou sobre mim se apoiando na cama com os peitos perto de mim, enquanto ele metia nela. Ela gemia e ele dizia: Isso, abre essa buceta, abre. Sobe na cama.
Ela subiu na cama e pôs uma perna de cada lado sobre mim e ele voltou a comer a buceta dela.
E eu ouvia o barulho dele atolando a pica nela. Depois ela disse: Meu cu não. Não. Não, não.. Espera… HUMMMMMMM. Aaaaaaaaaaaaaii… E ele socava e dizia: Ufff, cuzinho apertado. Tá gostando de ser enrabada?
Quando foi gozar ele disse: Vem cá, vem cá. E ela se virou pra ele gozar na boca dela e apoiou as pernas ao meu redor, fiquei olhando a buceta dela fudida, melada e arreganhada, e o cu alargado, quase na minha cara. Senti o cheiro de sexo. Minha xaninha inocente piscava enquanto eu via.
Esse foi um dos muitos episódios do tipo em casa. Eu ficava tão curiosa que quando percebia algo acontecendo ia pra junto pra olhar. Nem meu pai nem minha mãe se importavam. Fingiam que eu não estava lá e continuavam o que estivessem fazendo.
Passei a ter curiosidade sobre a minha bucetinha, abria, olhava, mexia no meu grelinho e sentia que era gostoso.
Quando eu tinha 11 anos e meus peitinhos já estavam nascendo, inchadinhos, aconteceu comigo a primeira vez algo do tipo. Um dos amigos do meu pai, um velho cabelo branco, me olhava enquanto eles bebiam na sala e pegava no pau por cima da calça. Os outros ou não viam ou não se importavam.
Eu fiquei curiosa com aquilo e resolvi tomar banho, pra mexer na minha xaninha. Saí, vesti uma blusa de alcinha branca, que os cabelos molhados deixaram transparente nos meus peitinhos e uma saia curtinha cor de rosa, com minha calcinha que estava esgarçada e frouxa.
Quando voltei pra sala, acho que estavam falando de mim, porque meu pai disse: Lá vem ela. E começaram a rir. Ele disse: vem cá, filha, dá um beijo no pai.
Dei um selinho nele como a gente sempre fazia e ele me puxou pro seu colo dele. Fiquei sentada de perna aberta de frente pro amigo velho dele que estava me olhando e fixou os olhos entre as minhas pernas.
Meu pai já estava meio bêbado e alisava meus cabelos e minha perna, às vezes até chegando no meio da coxa, enquanto conversava sobre futebol e continuava tomando cerveja.
Com os carinhos dele, pus as pernas ao redor das suas e fiquei arreganhadinha, a calcinha frouxa devia deixar ver a minha bucetinha lisa, porque isso sempre acontecia.
O velho tarado não tirava o olho, mordia os lábios e passava a mão no rosto. De vez em quando se ajeitava nas calças e olhava pra minha cara com um sorriso malicioso.
Eu sabia que ele tava vendo e de tanto ver safadezas em casa, sabia que ele tava olhando com malícia pra minha bucetinha, mas eu não me importava. Até era legal eu estar fazendo isso, porque as mulheres maiores era quem chamava atenção dos homens. Me sentia mais adulta com ele quase comendo minha bucetinha com os olhos.
Meu pai levantou pra pegar cerveja e um dos amigos foi com ele. Ficamos eu, o velho e mais um, que de tão bêbado quase dormia na cadeira. Como saí do seu colo, sentei no seu lugar e pus uma perna em cima de cada braço. Eu era criança e isso era bem comum de fazer, mas naquela hora eu não queria perder meu poder.
O velho tarado riu pondo a mão no pau e arrumando e disse: safadinha, você, hein? Que priquitinho lindo e carnudo.
Eu nem reagia, só me deleitava observando a tara dele.
Ele levantou, olhou pros lados da cozinha pra ver se vinha alguém e avisou que ia ao banheiro dar uma mijada, que ficava na sala, bem perto de onde a gente tava.
Foi, e saiu logo depois, com o pau ainda pra fora, punhetando e arrumando dentro da cueca. Eu olhava o pau dele, duro, com pelos brancos e a cabeça roxa. Ele deixou o zíper aberto e sentou no seu lugar, pôs a cabeça pra fora e disse: Vem aqui, sentar no colo do tio.
Eu levantei e fui. Não tinha medo. O meu pai continuava na cozinha com o amigo, senti cheiro de linguiça sendo frita e parei de frente pro velho. Ele me segurou pela cintura, me virou de costas e me sentou, me aninhando em cima da piroca. Senti o volume duro cutucando minha calcinha e ele mexendo, me fazendo me mover em cima do seu pau. Ele começou a me alisar os peitinhos, apertando os biquinhos e desceu a mão em cima da minha bucetinha, alisando por cima da calcinha. Arfava no meu ouvido e eu confesso que, como era a primeira vez que alguém fazia isso, achava gostoso. Me dava arrepios na bucetinha. Ele perguntava: Tá gostando do carinho do tio? Que priquito gostoso.
Ele afastou a calcinha frouxa pro lado e abriu minhas pernas com as mãos. Eu mesma olhei minha bucetinha aparecendo arreganhada, rosadinha com o meio avermelhado. Era carnudinha e meu grelinho era saltado, se eu ficasse de pernas fechadas, ele aparecia e também apareciam os pequenos lábios. Ele alisou, cuspiu na mão, o que deixou o carinho mais gostoso e passava os dedos cuspidos na minha bucetinha, era gostoso demais! Ele abria com os dedos e esticava ela, e começou a passar a língua na minha orelha e chupar a ponta da minha orelha. Alisou passando o dedo pra cima e pra baixo e dizia no meu ouvido: Ahhhh, que buceta linda, carnuda, vou chupar ela inteira, vou enfiar a língua.
Era muito bom, e eu estava ficando toda melada na buceta. Ele ficou apertando o dedo médio no meu buraquinho e o indicador amassava meu grelo que estava inchado. Nunca tinha visto ele tão grande. E foi enfiando a cabeça do dedo e dando socadinhas rápidas e rasas e aqui era tão gostosooooo! Minha xaninha piscava.
Não ligava nem da dor que sentia com ele beliscando meus peitinhos e um deles estava pra fora da blusa.
Senti quando o pau dele veio por baixo pra entrada da minha buceta e ele começou a encaixar e prender a cabeça do pau com a mão bem na entrada enquanto amassava meu grelinho.
Senti pressionar como se fosse abrir o buraco da minha bucetinha. Ele ia me comer. Eu já tinha visto meu pai comer minha mãe, a babá e uma empregada e minha mãe dar pra um dos amigos do meu pai sentada no sofá. Eu sabia como era. Ele ia meter. E eu não estava me opondooo! Queria saber como era. Se todo mundo fazia tanto, devia ser bom.
Nisso, meu pai e seu amigo voltam rindo e fazendo barulho com as linguiças.
Ele me empurrou rápido do seu colo e eu fiquei em pé na frente dele, ele estava me usando pra encobrir enquanto guardava seu pau.
Mas meu pai safado, claro, percebeu. O amigo também mas disfarçou e o outro dormia e roncava no sofá.
Meu pai nem se importou. Riu e disse assim: Tá dando outra linguiça pra Rafinha, né?
O velho nem respondeu, riu sem jeito e recomeçaram a comer e beber. Dava pra ver o pau dele estufado na calça.
Eu só levantei e fui pro quarto, brincar com minha bucetinha sozinha mesmo. Tirei a calcinha e subi a saia e fiquei deitada sozinha me cutucando.
Mais tarde, quando estavam todos mais bêbados, e eu desci a saia mas não vesti a calcinha e voltei pela sala, ele me seguiu com os olhos. Tentei conseguir algum carinho do meu pai que me empurrou devagar, porque estava quase caindo da cadeira de tão bêbado, sonolento e lerdo. Continuava numa conversa que nem dava mais pra entender o que dizia com o velho. Os outros dois já tinham ido embora. O velho safado ficou talvez esperando a oportunidade. Fui para o quintal porque tínhamos algumas árvores frutíferas, entre elas uma goiabeira, e eu adorava tirar frutas do pé, brincar e subir nas maiores.
Fui subindo nos galhos mais baixos e avistei o velho na porta do quintal, me olhando. Sorri e ele veio andando. Eu estava montada tipo um cavalinho nesse galho que era inclinado e grosso.
Ele se aproximou de mim e alisou minhas pernas:
– Que gostosinha que você é. O tio tá apaixonado.
Esse galho ficava mais ou menos na altura do peito dele. Ele pôs o pau pra fora do zíper e disse:
– Tá vendo como você deixa o tio apaixonado?
Ele começou a se punhetar na minha frente e com a outra mão alisava meus botõezinhos e beliscava. Eu gemia mais da dor, mas quanto mais gemia mais ele acelerava a punheta. O pau tava meia bomba e foi endurecendo. Eu fiquei observando e quando ele tirou a mão dos meus peitos, eu me curvei no galho, fiquei meio deitada pra frente, pra ver direito aquela cabeça brilhosa que quase tinha sido enfiada em mim.
Quando me curvei ele passou a mão na minha bunda.
_ Rabuda. Que cuzão que você tem.
E passava o dedo alisando meu cuzinho, que piscava quando ele passava por cima.
Logo ele desceu e começou a dedilhar minha bucetinha, no que eu empinei a bunda e me abri mais.
Ele fez o mesmo que antes, enfiava a cabeça do dedo rapidinho no buraco da minha buceta, me fazendo piscar muito a xaninha.
Então o velho foi mais pra direção da minha bunda, arreganhou meu cu e minha buceta com as mãos e puxou meu grelo crescido e os pequenos lábios. Puxava e esticava e isso era muito gostoso. Abriu ela toda e enfiou a língua nela. Nossa!
Eu nunca tinha sentido aquilo. Ele chupava meu grelo, puxava gostoso, e depois lambia minha buceta toda e enfiava a língua no buraco, empurrando com força. Depois mamava tanto que fazia barulho. E eu estava meladinha, e ele foi lambuzando meu cu até enfiar o dedo enquanto me chupava. Ficou dando dedadas no meu cuzinho enquanto me chupava e mordia. Mamava no meu grelo e ficava falando:
– Greluda, desse tamanho nunca vi uma menina tão greluda.
Ele puxou minha perna e pôs em cima do ombro dele. Fiquei agarrada no galho, com uma perna de um lado do galho e a outra em cima do ombro dele e ele com a cara enfiada no meu priquitinho liso.
Eu via o pau dele balançando e às vezes ele agarrava e amassava, puxava com força.
Era um pau mais fino que o do meu pai.
Senti o dedo dele atolado no meu cuzinho e as mordidas na minha bucetinha. Estava muito bom, minha pele toda se arrepiava.
Quando ele parou e tirou a boca, eu quase pedi pra voltar, mas eu não falava muito, só deixava ele fazer o que quisesse.
Então ele me tirou do galho e me pôs no chão. Fiquei em pé na frente dele e ele me segurou pela mão. Eu era muito pequena, apesar de bunduda, pernuda, eu só tinha 11 anos e ele era alto e um pouco barrigudo.
Me levou de volta pra dentro de casa e meu pai estava sentado no sofá, bebendo de olho aberto, mas muito bêbado, sonolento, às vezes a bebida molhava o canto da boca dele e escorria.
Então ele parou na frente do meu pai, estava com o pau solto, cabeceando no vento e me puxou pra chupar. Eu já tinha visto isso também e pus na boca. Tentei engolir o quanto podia e mamar, como eu via a minha mãe fazer. E ele sentou no braço do sofá, e se posicionou de forma que meu pai visse. E eu mamava a rola dele e meu pai olhava e às vezes ria no canto da boca.
O velho parece que tinha muito prazer de fazer isso na frente do meu pai e meu pai nem se importava.
Depois ele me afastou, levantou e me pôs de quatro com a barriga no braço do sofá. Ele até virou o sofá (era desses de um lugar) e eu fiquei arreganhada com a bunda pro meu pai. Então ele me virou meio de lado, e abrindo minha bunda cuspiu no meio daas minhas pernas, senti o cuspe escorrer pela minha bucetinha e ele disse:
– Segura as perninhas, abre a bucetinha.
Segurei minhas nádegas, quase na buceta, deixando toda arreganhada.
Ele se deleitava porque meu pai ficava olhando.
Então encaixou a piroca na entrada da minha buceta e foi empurrando. Senti aquilo me esticar a bucetinha e me esforcei pra puxar mais, pra ver se não doía.
O velho tarado arfava:
– Que priquito apertado ela tem.
Então senti a cabeça abrindo meu priquito, e depois entrando… Ele ia empurrando e tirando, até que senti que tinha entrado uma parte. Então ele me segurou pela cintura e foi empurrando, até o saco encostar na minha xaninha.
Então ele alisou minha bunda, abriu, passou o dedo no meu cu.
– Tua filha é muito apertada. Que buceta gostosa, já experimentou?
Meu pai fez que não com a cabeça e ele disse:
– Pois devia. Morde o pau.
E começou a bombar. Não era tão prazeiroso quanto eu imaginava (depois fui sentindo mais prazer e me tornei uma tarada, mas nesse dia era a primeira vez e achei estranho), mas me dava orgulho e era gostoso.
Ele meteu com mais força, socando e depois afastava o pau e ficava olhando.
Meteu, arfou, alisou e apertou meus peitos engatado em mim. Socou socou até avisar:
– Vou gozar. Vou encher esse priquito de porra.
E senti a piroca dele inchar, latejar e depois senti os jatos me enchendo de leite.
Me senti uma mulher!
Isso se repetiu algumas vezes com ele e outros amigos do meu pai. Me tornei uma tarada, louca por sexo, não perdia uma oportunidade de trepar e me masturbar, me exibir na cam. Entre os 11 e os 13 eu trepei muito. Dei cuzinho e bucetinha, Até que conheci meu marido com 14 anos (ele com 26), e casei três meses depois, porque engravidei e a família dele era evangélica. Fomos para a igreja e ele se tornou membro e depois pastor e orientador do grupo de jovens. Então eu me dediquei a ele e à minha filha até que muita coisa aconteceu e contarei em outro conto.

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