Érika, A Nova Escrava De Dom Grisalho – Parte II

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Parte I… Na primeira parte desta história (notem com a letra “h”, tem o significado que é verdadeiro o que descrevo), dei informações de como eu, Erika, vim a me tornar uma escrava de um homem magnífico, DOM GRISALHO. Nesta continuação comento a minha iniciação e conseqüente entrega àquele que elegi como meu DONO e SENHOR, o que ocorreu comigo é algo que mudou tudo em minha vida. Aproveito para afirmar a vocês que hoje eu já tenho claro que eu sou objeto de posse D’Ele para fazer o que quiser comigo, eu não o contesto e estou, sempre que possível pronta a servi-lo mesmo que a distancia, meu DONO informou-me que saberá separar minha vida pessoal de minha vida de escrava e, que nunca irá me expor a meus familiares, amigos, ou pessoas próximas. Tenho suas instruções gravadas em minha mente, de como e aonde eu deverei ir, roupas a usar, destaco que no meu vestuário a calcinha raramente a usarei por ORDEM de meu SENHOR e, segundo meu ginecologista, confirmou que não utilizar a calcinha é ótimo por ser um hábito saudável.
Se surgir algum imprevisto no meu dia-a-dia que venha a exigir de mim alguma atitude diferente do habitual, tenho que informá-lo de imediato pedindo instruções, via celular ou outro meio qualquer disponível, e caso não me seja remetida alguma resposta, devo agir com discernimento, como se Ele estivesse ao meu lado orientando-me e, posteriormente prestar contas do que e porque de tal conduta.
Entre as deliciosas palavras que D.G. já me falou e em particular algumas que li na internet, e que hoje me são extremamente valiosas, destaco algumas frases que fixei em minha mente e que procuro seguir totalmente: “…Meu corpo na função de escrava é o supremo templo do prazer de meu DONO, devo sempre conservar bem limpinho e a sua disposição quando me for solicitado, devo procurar deixar aflorar a cadela que eu desejo ser, despertar a libido de meu SENHOR. Eu como escrava devo ter como objetivo máximo o bem-estar e a satisfação dos desejos e interesses do DONO, sejam de que natureza forem. Em caso algum eu como sua escrava colocar os meus interesses particulares à frente dos interesses do DONO. Eu devo ser para o meu DONO uma fonte inesgotável de prazer, alegria e descontração. Devo por isso cultivar a minha própria boa-disposição, riqueza interior e serenidade. Devo procurar aprender e manter-me atualizada com os desejos D’Ele. Devo também cuidar de mim de forma a ter a melhor a aparência possível e manter uma boa saúde física e mental.”
O que vou continuar a relatar aconteceu há algum tempo e de grande intensidade, pelo menos para mim. Tentarei puxar da memória a maior quantidade de detalhes possível, logicamente não são na exata cronologia dos fatos, mas são fiéis ao clima que apetitoso que usufrui. Bem, vamos continuar então… Apertei a campainha… Ele abriu a porta, um homem de porte elegante e charmoso, 1,74 de altura, olhos penetrantes… Dom Grisalho me pegou pela mão e olhando-me fixamente, falou-me: entra… Não sabia o que fazer e apenas entrei como Ele ordenou…
Por suas instruções anteriores portei-me como deveria, com os olhos abaixados ajoelhei e curvei-me em respeito ao homem que iria entregar-me em minutos, rapidamente beijei-lhe os pés, chupei ardorosamente cada dedo, meus olhos brilham de alegria, o sorriso D’Ele de satisfação é encantador, me entrego completamente a esta condição de puro amor e adoração. Agora sei que não tem mais volta, estou radiante e feliz, me entreguei e conhecerei plenamente os prazeres de ser uma submissa, mas não uma submissa qualquer, mas sim a serva de DOM GRISALHO, e posso garantir que são poucas as que já sentiram essa oportunidade de como eu, se submeter a Ele.
Esclareço que eu sou D’Ele sem colocar nenhuma ressalva. Minha vontade não existe mais, a Sua vontade é a minha vontade de agora em diante. Ele esticou sua mão direita em minha direção e eu a beijei como sinal de submissão e, deliciosamente o senti acariciando meu rosto. Não muito depois, vim a sentir seu palmo correndo por todo meu corpo, e a enfiar por debaixo de meu vestido, verificando se eu estava sem lingerie como ordenou, Ele constatou como eu estava encharcada, e continuou instruindo a mim dizendo-me como deveria me comportar, agora só poderia falar ou pedir algo e ou ainda gozar, com a sua permissão, disse-me que para ser sua escrava teria que aceitar, entre outras coisas, usar vibradores e objetos como plug’s, gag, mordaças, algemas, prendedores de mamilos, coleira, cordas, brinquedos e outros acessórios, como Ele os definiu e a prática à seu critério único. Bem, eu estava tão a fim que, convicta afirmei que confiava totalmente e que aceitaria t udo que me ordenasse. Ele olhou-me firmemente e falou que eu era, a partir daquele instante, sua vagabunda, vadia, puta, safada. Estranhamente ao ouvir aqueles adjetivos, não os achei ruim, soou-me estranho de inicio, mas depois estava acostumando e vindo até a gostar, por uma razão apenas: agora eu já sabia, eu era mesmo como o que Ele me nomeara.
Eu maravilhada com o que ocorria, estava com os olhos fechados, vivendo aqueles momentos idílicos, espetaculares para mim, mas quando menos esperava levei um tapa forte em meu rosto, que acabou com toda aquela sensação suave. Sem maiores explicações do porque apanhei, Ele me puxou, colocou-me em pé, apenas roçou sua boca na minha e então me premiou com aquilo que eu esperava a tanto tempo, um beijo, mas o que eu ainda não sabia é que seria o beijo inesquecível, o melhor da minha vida. Ele me beijou, calmamente, acariciando minha nuca, sem pressa, com carinho, extrema delicadeza, e também apertando os meus seios. Eu só gemia baixinho ao sentir seus dedos apertando meus mamilos rijos, eu estava maluca para levar minha mão para tentar pegar em seu cacete que o sentia duríssimo, mas me continha. Beijo tão ardentemente desejado por mim, Ele explorou cada canto de minha boca com sua língua. Ele é um verdadeiro DOM e sabia exatamente como tratar uma mulher. Ele me saboreou, no conceito mais puro e fiel da palavra, as línguas afoitas, quentes e cheias de desejo se entrelaçaram e se acariciavam em um beijo bem gostoso e eu correspondia o meu melhor possível, foram sensações deliciosas, que tesão… Eu não era mais uma mulher e sim a fêmea que se colocava a disposição para o prazer e satisfação de meu DONO, sentia meu corpo estremecer naquele primeiro contato físico com meu SENHOR, há tempos não beijava e daquela forma nunca havia tido nada parecido com aquela sensação maravilhosa…
Não tive a chance de pronunciar uma só palavra, Ele me agarrou pelos cabelos e segurando fortemente meus braços que não colocava resistência alguma à força que Ele impunha, sentou-se na cama e me trouxe para o seu colo, afagou-me por alguns momentos, subiu meu vestido e deixando minha bunda branca toda de fora, eu pressenti o que aconteceria e, como imaginei logo D.G. começou a me dar palmadas. Essa minha primeira surra durou uns dez minutos, eu não gritava nem dizia nada, procurava não esboçar reação nenhuma a não ser deixar cair lágrimas, pois eu já sabia que se chorasse iria prolongar ainda mais minha agonia, procurei mostrar a Ele que era uma mulher forte. Satisfeito D.G. me olhou com malicia, puxou-me pelos cabelos e virou-me, observando minhas tetas (como Ele o chamava) e manifestou que eu era uma mulher linda, enquanto isso foi beliscando os meus mamilos, intensificando a dor aos poucos, mas algo estranho acontecia, a aparente tortura fazia era aumentar o meu prazer e umedecia cada vez mais minha buceta, eu estava me contorcendo de tanto excitação, gemendo bem baixinho…
Logo depois meu DONO ordenou que ficasse em pé, puxou-me prá Ele e começou a tirar meu restante da roupa e que, nua rebolasse e se mostrasse totalmente para sua analise e, claro que assim fiz. Com olhar de extrema satisfação meu DONO disse-me que minha bundinha era mais gostosa do que vira pelo webcam e em fotos. Ainda de pé, estava estática contemplando aquele homem na minha frente. Um homem que me deixava doidinha para ser usada. Meu olho inevitavelmente pousou na frente de sua calça e pude perceber o volume enorme que estava a mostra, eu apenas podia cobiçar, louquinha que estava de agarrar e sentir na minha mão aquele pau…
– kika Eu estou há alguns anos como DOMinador, e sei os motivos que te trouxeram até mim. Seu marido não lhe dá o valor devido que você merece. Não dá o que você quer e o que toda mulher gosta de receber. E você veio buscar isso nos meus braços. Eu com os olhos abaixados, apenas fiz sinal com a cabeça e concordei inteiramente, Claudio era mesmo o que meu DONO o delineava e, merecia mesmo ser corno já que não sabia como tratar-me…
Ele me disse que tirasse a roupa D’Ele. Com cuidado desabotoei a camisa, dobrei com cuidado. Desafivelei o cinto, tirei as calças de meu DONO, com calma para não amassar. Ajoelhei e tirei a cueca. O membro pulou semi-ereto na altura de minha boca, cheguei a senti o calor, apenas aguardava o que faria depois, mas meu olhar estava fixo naquele lindo veio de carne. Em seguida ouvi sua ordem que eu lhe beijasse os pés. Confesso que estava adorando tudo o que estava acontecendo e obedecia com prazer a todas as suas ordens. Beijei-lhe os pés esperando com ansiedade novas instruções, lambi dedo por dedo, incrível como eu estava amando aquela sensação de servidão extrema. Senti uma coleira sendo presa em meu pescoço, conforme Ele a colocava, consegui vislumbrar um pingente escrito com as iniciais D.G..
Ele me puxou pelo braço me fazendo colar em seu corpo. Pude sentir a pulsação de seu cacete duríssimo roçando meu ventre. Ele me beijou mais uma vez de forma alucinada, sua língua adentrou minha boca como um predador entra na toca atrás da presa. Retribuí oferecendo minha língua para Ele ao mesmo tempo em que chupava aqueles lábios carnudos e deliciosos. A essa altura, suas mãos apoderaram-se da minha bunda, suspendendo-me e fazendo com que seu cacete ficasse pressionando na minha boceta que já estava encharcada. De súbito, com uma agilidade impressionante, ele me virou de costas e passou a roçar seu pau viril em minha bunda, enquanto suas mãos apoderavam-se das minhas tetas (linguagem correta de uma cadela). Virou-me e eu ao sentir a boca de meu DONO em meu corpo, a única coisa que fiz foi fechar os olhos e aproveitar aqueles arrepios gostosos que estava a aquecer meu corpo, Ele passando a língua por minhas tetas, dando leves mordidinhas nas pontinhas dos ma milos, enquanto eu gemia levemente, minha resistência já tinha indo pro espaço, eu queria mais e mais estar a disposição de meu DONO.
– continua –
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