Como Tudo Começou! – Um Dia de Surpresas – Capítulo 9

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Um dia de surpresas.

NOTA:
Aconselho a lerem desde o primeiro capítulo, para compreenderem tudo.

Na primeira parte de Como Tudo começou, contei o principio da nossa 2ª oportunidade de vida, que, para nós tem sido maravilhosa e surpreendente, mas, algumas vezes com altos e baixos inesperados.

Para provar isso, a minha esposa (vou meter nomes fictícios, porque foi o concordado com as pessoas envolvidas, para relatar estas histórias), Paula (mas eu costumo-lhe chamar Maria), sempre disse, em 10 anos de casamento que não tinha fantasias sexuais e nem se via nesse tipo de pensamentos.
Agora, tudo está diferente. Fantasias realizadas, sustos por actos irresponsáveis e amigos em quem se podem confiar e chamar AMIGOS ou mais do que isso…

Antes de tudo, venho apresentar as pessoas que entram neste conto.
Eu – Paulo
Tenho 1.80, 80kg, corpo normal, nem gordo, nem magro, cabelo preto, olhos castanhos, sou cómico, divertido e responsável e adoro sexo.
Defeitos, não gosto que me mintam, retiro a confiança total depositada na pessoa que mentiu-me e sou um pouco brusco, só às vezes.

Esposa – Paula (Maria)
1.59, 47kg (a emagrecer), corpo normal, cabelo avermelhado, olhos castanhos, seios normais (enchem a mão) e um rabinho lindo e nada de “penugem” frontal. Tímida , envergonhada, muito social. Defeito (pelo menos para mim), é a timidez quando está normal. Com uns copinhos isso tudo desaparece.

Somos casados à já uns 20 anos e com uma filha (que nunca divulgarei o nome ou a idade, pois ela não sabe que estou a escrever esta parte íntima da nossa vida).

Amigo/colega do trabalho – Nuno
1.65, 55kg, magro, cabelo castanho, olhos castanhos.
Tímido e calado. Só fala pa’ caralho quando já está com os copos (e às vezes até demais), conhecedor de Ideologia da Vida.

Esposa do Nuno – Sónia
1.58, 53kg , corpo a voltar ao normal, cabelo passando dos ombros, ondulado, olhos castanhos, seios pequenos (e a crescer) e a penugem está a desaparecer. Muito sociável.

O nosso casal amigo, é casado à 12 anos, tendo duas filhas (que nunca divulgarei o nome ou idade).

Em futuros contos, entrarão mais pessoas e nesse momento, os apresentarei.
Todas as histórias que eu contarei são verídicas e com o aprovamento dos integrantes, menos aqueles que não são importantes na história em si.

Esta história, teve a ajuda dos meninos que integram a história.

Continuando:

E sem mais demoras, passo já ao ataque do que se passou a seguir.
Comigo na entrada da porta da sala, o Nuno, atrás de mim e aproximando e pondo-se ao meu lado, olhando ao espectáculo que estava a decorrer, sem nós a participar, os paus levantaram.
(Bem, pelo menos o meu estava em riste. O dele, eu não sei, mas, ele está a dizer que sim.)

A minha esposa, saiu das perninhas da amiga, beijando-lhe as coxas, sentando-se e recostando-se no sofá, enquanto a Sónia, respirava ofegantemente e muito vermelha na cara.
Aquele coração, parecia que ia saltar pela boca.
O que se passou com estas duas, não foi o mesmo que se passou com nós os dois, isso vê-se bem à distância.

Parvos e imóveis, parecíamos duas múmias.
A Paula, olhando para nós os dois, com os leitinhos da amiga Sónia na boquinha, engole com satisfação.
Fodasse, que cena, ela estava com a boquinha cheia, a Sóninha, parecia que tinha lhe mijado naquela boquinha de puta e ela engole aquilo.
Perdi o resto, mas esta cena foi do caralho para mim.

– (Paula) Então, meus amores, os pezinhos já saíram.
– (Paulo) Fodasse, não me digas nada, nunca mais como pezinhos, iam-nos fodendo a peidola e a noite.
– (Paula) Mas já estão mais calminhos?
– (Nuno) Sim, parece que sim.
– (Paulo) Pelo menos já não caímos lá à uns 15 minutos, mais coisa, menos coisa.
– (Paula) Sónia, será que eles estão preparados, para o que aí vem?
– (Sónia) Não sei, acho que é melhor os por a dormir. Eles parecem cansadinhos.
– (Paulo) Não, eu estou bem, nem que enfie uma rolha. Está sensível, mas aguento bem.
– (Sónia) Não sei, se calhar até precisam…

E com esta resposta, a Maria, olhando para nós, com os olhos semicerrados, a cara e o peito ainda a escorrer o mel da amiga, que se veio na boquinha dela, como se um chuveiro fosse (e a foder-me o caralho do sofá todo com essa merda), apontando, chama-me na direcção dela.
O Nuno vai todo lançado.

– (Paulo) Então, caralho? Aonde vais?
– (Nuno) Então o quê? A Paula chamou-me.
– (Paulo) A ti? Tás parvo? A ti o caralho. Ainda não te chega? É que eu tou farto de olhar, ver novelas e cagar? Já mereço qualquer coisa, não? Já que a tua não quer dar nada, eu pelo menos tenho que afogar o ganso, senão for nelas, és tu que levas comigo. Olha para isto, tou ouriçado.
– (Nuno) É a mim que ela chamou. Ô querida, quem é que chamas-te?
– (Paulo) Ô querida? Ô QUERIDA? Ai o meu caralho, tou fodido com esta merda. Mas, isto já vai no “ô querida”, é? Tás a dar graxa para ela dizer que és tu? Tu…epa, tás com uma lata do caralho.
Já que é assim… Ô Amorzinho da minha vida, Sol que brilha nos meus dias mais lindos, mãe da nossa linda filha…
– (Nuno) Epa, assim, também não, que lixas-me bem. É que se for com frases dessas, eu mando-te já umas minhas filosofias de vida.

E elas riam-se com a discussão dos dois galos na capoeira a ver quem é que tinha a crista maior.

– (Paulo) E se tu mandares com isso, eu mando-te para o cu, quero que tu te fodas, é assado e tudo, nem quero saber.
– (Sónia) Parecem duas putas a discutir por causa do cliente.
– (Paula) Quando se calarem, venham cá os dois.

Nem foi preciso repetir duas vezes. Parecíamos dois cães a um osso, sendo o osso a minha linda esposa.
O que ela tinha em mente, para chamar os dois ao mesmo tempo?

– (Paula) Amor, vou fazer uma coisa que tu gostas muito.
– (Paulo) Ah, eu não disse que era eu, que ela estava a chamar, rabicho do caralho, embrulha.
– (Paula) E senão te calas, não tens direito a nada.

Fodasse, tou fodido com isto. O que é que eu gosto muito a três? Eu não sou esquisito, eu gosto quase de tudo.

A Sónia, que estava deitada no sofá, sentou-se com as pernas dobradas por baixo do rabinho dela.
Curiosa, penso eu, com o que a melhor amiga dela iria fazer ao marido dela e a mim, como um sorriso naquela carinha laroca que ela tem, olhava atentamente.
A Maria, pôs-se na ponta do sofá e começando a dar ordens.
Fodasse, isto de andar muito tempo com a Sónia, já está a pegar-lhe os vícios.

Metendo-nos de lado, um na esquerda e outro na direita, começa a punhetar-nos. Aos dois ao mesmo tempo.
Entretanto, a Sónia, mete-se atrás dela, com as pernas juntas às dela e começa a beijá-la no pescoço e orelhinhas, ao mesmo tempo que vai-lhe massajando as tetinhas, com os biquinhos erectos entre os dedinhos finos dela, apertando-os levemente.
Eu adoro ver sexo lésbico, é que é tudo tão lindo, tão perfeito, que não existe nada para reclamar.
Eu a ver a Sóninha a aproximar aqueles biquinhos erectos, que ela tem, nas costas da minha esposa, fiquei logo com o “perna de pau” em sentido.
O Nuno, foi só preciso sentir a mão da minha Maria, que aquilo cresce logo. (Ele está dizer que é mentira, mas, aqui todos sabem que é verdade, é isso e um dedo no cu ou dois.)

A Maria, puxa-nos pelas gaitas aproximando as cabecinhas uma da outra, com a amiga agarrada a ela sem despegar e começa a beijar as tolinhas, uma de cada vez.
É por isso que ela disse que eu ia gostar. Eu adoro esta merda e ela o sabe bem.
Foi a primeira vez do Nuno, ele nunca tinha experimentado tal.
Um brochezinho duplo.
A minha esposa linda, com as cabeças de piça na boca. Lambia, chupava, brincava com as cabecinhas, roçando uma na outra, punhetava, engolia uma, depois engolia a outra, chupava os tomatinhos, ora a mim e depois ao Nuno.
Ah, fodasse, já não sentia esta merda desde que os tótós cá estiveram (Capítulo 4, para perceberem de que estou a falar.)
Isto é muito bom, eu adoro esta merda, em ver aquela putinha a esforçar-se ao máximo para tentar enfiar aquilo tudo na boquinha e a dobrar, é de chorar por mais, pois quem não chora, não mama.

A Sónia, continuava com a cabeça dela no ombro da amiga, lambendo o lóbulo e o pescoço.
A Maria, pede-lhe para ela cuspir nos piços e ela o faz, divinamente. Que cuspadela. Parecia uma cobra.
Continuando a massajar-lhe os biquinhos das mamas da minha esposa, apertando com força, puta do caralho, mordeu-nos.

– (Nuno) Ai. (Que “Ai” mariconço este gajo deu…)
– (Paulo) Olha os dentes, caralho. Essa merda dói.

Começaram a rir-se e começou a dar beijinhos nas tolas, como pedindo desculpa e puxou a gaita do Nuno para o lado direito e a esposa dele como percebendo o que a amiga queria, deu-lhe um beijinho também no piço.
Invejoso como sou…

– (Paulo) Então e eu, não tenho direito a beijinho também, é? É que dói muito, tou cheio de dores.

A Maria, puxou-me para a esquerda e a Sónia, virando a cabeça para o lado esquerdo e sorrindo para mim, pondo a língua para fora, não dá beijinho nenhum.
Começa a chupar-me, mesmo ali ao lado da cara da minha esposa.
O Nuno, aproveitou-se logo e já não deslargou a boquinha da putinha da minha Maria. Da minha e da dele, pelo o que parecia.
Parecia que tinha descoberto a roda. Era tudo dele.
Devia estar a pensar, “o que é meu é meu e o que é teu é nosso”. (O palhaço está aqui a dizer que é verdade.)

Durante uns momentos, que lindas chupadelas feitas por estas duas putinhas lindas.
A Sónia, recosta-se para trás e abrindo as pernas, mostrando aquela coninha linda e quase peluda. (Ela quer que eu diga, que já não tem pelinhos nenhuns…. mas isso fica para outra história.)
A Maria, deita-se de lado, em cima da amiga, abrindo as pernas como se um sapo fosse.
Aquilo era um convite sem palavras e como sabem que uma imagem vale mil, nem foi preciso dizer nada.
Mandei-me de línguinha àquela coninha saborosa da esposa do meu melhor amigo.
E ele, não sei se foi por ter me visto, fez o mesmo. Começou a chupar o grelinho à amante dele.

Fodasse, até que enfim. Táva a ver que não comia nada hoje. Desde manhã, que este gajo tem tido uma sorte do caralho e eu, chuchas.
Já estava a pensar que tinha azar aqui em casa, caralho.
Já não comia aquela coninha desde à meses atrás, desde que esta putaria toda tinha começado com a cena que o Nuno tinha feito com a vizinha do 2º Esq. (Capítulo 2 e 3)
Mas, ainda bem que o fez, porque senão, hoje, estávamos todos a ver novelas, cada um na sua casa e não havia coninhas para lamber.
Bem, pelo menos, não tinha o rabo assado, como está neste momento.

A Sónia, com a Paula em cima do peito dela, ia brincando com as maminhas da sua amiga.
A Maria, com o Nuno a lamber o grelinho dela, agarrava-me na cabeça a mim, fazendo força na coninha da minha amante e eu a olhar para cima a vê-las.
Elas iam-se beijando de uma maneira… Aqueles lábios, muito suaves, os da minha esposa e os da minha amante, que são tão carnudos, parecendo os lábios vaginais dela. A minha Maria a provocar com a língua, fazendo que a Sónia pusesse a dela fora, tocando-se nas pontas exteriormente.
Fodasse, que tesão que estas putas estão a dar. Nunca pensei que isto fosse acabar em beleza, depois daquela merda toda de ainda à pouco.
O Nuno, eu não sei como está, mas eu, estou em ponto rebuçado.

A Maria, deslarga-me a tola, aleluia, pois quase que não conseguia respirar e foi fazer força na cabecinha do Nuno.
Aguenta-te um bocadinho, pois eu preciso de respirar.
A minha esposa, continuando a beijar a amiga e com uma das mãos, passando pelo o cabelinho dela, como agradecendo pelas as festinhas nos peitinhos dela.
Olha para o Nuno e diz-lhe:

– (Paula) Enfia uns dedinhos, amor.
– (Paulo) Fodasse, é querida, é amor…temos casamento ou quê?
– (Sónia) Tás com ciumes, querido? Não te chega o que tens na boquinha?
– (Paula) Parece que sim, deve estar a querer mais alguma coisa.
– (Paulo) Ya, deve ser isso, porque, fónix, esse caralho já comeu cumô caralho hoje e eu, só uns beijinhos na tola e chupar uma coninha.
– (Nuno) Podes chupar uma piça, se assim o quiseres.

E começaram a rir-se.
Eu, fiquei caladinho, que nem um rato. Comecei a pensar, que é melhor assim, senão ainda vou sofrer como o Ivo nas mãos da Célia. (Capítulo 6)
Até pode ser que calhe-me a cereja no topo do bolo, só preciso é de ter um pouco de paciência.
Calma e muita paciência. Já o meu paizinho dizia com paciência e jeitinho, ia-se a um cu de um passarinho.
Palavras sábias, se calhar o gosto por cu, já vinha de gerações passadas.
Acho que estava a começar a pensar era com os colhões que ainda estavam cheios, enquanto aquele caralho já os tinha despejado, não sei quantas vezes hoje.

A Maria, manda trocar.
Trocamos de posição e elas riam-se a olhar para nós a dar pancadinhas nas nossas cabeças.
Pareciam que estavam a pregar pregos.
Eu comecei a mamar na coninha da minha esposa, que ainda tinha (muita) saliva do Nuno lá. (Aquele gajo parece um camelo a babar-se.)
E o Nuno (que não é esquisito) a mamar na coninha da esposa dele.
Elas iam gemendo e batendo na cabeça, com mais força. Mas que merda de ideias elas têm.
Recomeçaram a beijar-se.

O Nuno, estava com as pilhas todas, parecia um coelhinho daquele reclame das pilhas (estão aqui a dizer a marca, mas eu não ganho nada em fazer publicidade).
Lambia a coninha da esposa, espetava a língua, acariciava as pernas com as mãos.
A Paula a ver aquilo, deixou de me dar palmadas na telha, fodasse e ainda bem, que eu não estava a achar graça nenhuma.
Começou a alternar com, o masturbar o clitóris da amiga e agarrando a cabeça do Nuno, enfiando-o mais ainda dentro da vagina da Sónia, com a sua mão esquerda.
Enquanto a minha amante, começava a cuspir nas maminhas da minha esposa e apertando os bicos com força, fazendo ela gritar alto.

Eu não podia ficar assim, tinha que “trabalhar melhor”, estava a ficar para trás nesta corrida.
Espetei-lhe dois dedinhos (mágicos, dizem elas) naquela coninha salivada por mim e pelo o Nuno.
Opa, estava de volta, viu-se logo pela a reacção dela.
Olhando para mim, como se os olhos deitassem faíscas, passando aquela língua atrevida pelos os seus lábios, molhando mais do que estavam e fechando os olhos, semicerrando-os, tombou a cabecinha para trás.
Com a sua mão direita, começou a massajar o 36 dela enquanto a Sónia, tratava da saúde ao outro biquinho erecto e cheio de tusa.
Calma, Nuno, que eu já te apanho.

– (Nuno) Sabes tão bem, linda.

Ai o meu caralho. Este gajo está a foder-me bem, além de estar a trabalhar melhor que eu, ainda está a dizer coisas que eu deveria estar a dizer.
Eu devo estar a ficar velho.
Isto são coisas que EU, deveria estar a dizer e não ele.
Elas adoram estas merdas, mesmo que não tenham significado. (Parem lá de bater, caralho, sabem que é verdade.)
Assim, não dá, pensei, tenho que usar o meu trunfo.
Tenho que subir a primeiro lugar. Eu sou um Benfiquista, caralho, não estou habituado a 2º lugares. (Vou ter Sportinguistas e Portistas a lixarem-me a tola com esta, eheh)

Parei, olhei, respirei. Elas olhando para mim, não estavam a perceber o que se tinha passado.
Olhando para a minha esposa, com o olhar atrevido que ela já conhece, chupei um dedinho e o segundo de seguida. Salivei-os bem.
Nem foi preciso dizer mais nada, ela já sabia o que lá vinha.
Desde aquele primeiro dia, em que nos abrimos a 100% um ao outro, no dia que ela provou, que nunca mais quis parar de dar. (Capítulo 1)

Comecei a por um sorriso malicioso, acompanhando o olhar, fodasse, que eu nessa merda sou bom.
Pelo menos ela diz que sim.
Como uma águia, caí de boca, naquela coninha linda e depilada, molhadinha como estava. Língua no clitóris, dois dedinhos, mão direita na coninha e outros dois, mão esquerda naquele cuzinho, que já não era só meu.
Ah, puta do caralho, gemeu, gritou e chamou-me nomes.

– (Paula) Ai, meu cabrão de merda, tu sabes o que eu gosto. Espeta na tua putinha.
– (Sónia) Ô Paula, olha os vizinhos.
– (Paula) Os vizinhos que se fodam.
– (Paulo) Ela está a gritar assim, porque os vizinhos não estão cá, só vêem para cá de 6 em 6 meses.
– (Paula) Cala-te, corno e fode-me.

Fodasse, tás acelerada cumô caralho? Pus-te nitro no cu ou quê?

A minha esposa, com aquela brincadeira toda, já nem queria saber da boca da Sónia ou da cabeça do Nuno. Agarrou-me as orelhas com tanta força, que me as ia arrancando.

– (Paulo) Ô puta, não sou o Dumbo.

Claro, que isto, não foi bem falado assim, pois eu mal conseguia falar.
Mais parecido com isto…

– (Paulo) Móutanonsumumbo.

Tinha que parar com aquilo. Puta do caralho, afincou as unhas nas orelhas.
Queria ver se lhe fizesse o mesmo, se ela gostava.
Aonde estava o amor e carinho? Que brutalidade, se isto fosse assim no trabalho, era despedida na hora e com justa causa.
Mas, tudo tinha um ponto positivo.
Estava em primeiro no rank. Engole, Nuno.
A experiência acima da juventude. Mesmo que só seja só 4 anos de diferença.

– (Sónia) Também quero isso, que lhe deste a ela.
– (Nuno) Sónia, tens a certeza?
– (Sónia) A certeza, não tenho, mas se a reacção da Paula é esta, eu quero provar do mesmo.
– (Nuno) Eu faço-te isso.
– (Sónia) Não, quero a ele.

Ah, sabe tão bem ouvir isto, de uma boca feminina. E ainda é mais especial, quando é a a mulher do meu amigo. Ela quer perder, a virgindade comigo.
A cereja no topo do bolo, está a chegar.
Agora sim, este dia de sofrimento, está a começar a recompensar. Caralho, se eu soubesse, já tinha mas era começado mais cedo assim.

– (Paula) Não te preocupes, tens-me a mim, Nuninho.

Oh, fodasse, já fui no caralho. (E este caralho, está a rir-se.)
Mais uma piça que vai arrombar aquele cuzinho.
E eu nem sei se vou ter a sorte de enfiar a cabecinha, quanto mais o resto, na esposa dele.
E a minha Maria adora uma naquele cuzinho. E não vai ser a minha.
Parece que voltei ao segundo lugar.

O Nuno, como quisesse a agradecer, saiu da coninha da esposa dele e foi beijar a minha na boca. Parecia uma gazela, o quão rápido foi.
Ela, aproximou-se da boquinha da amiga e começaram a beijarem-se os três.
Estava fodido, mas, a imagem era bonita. Ainda pensei em por lá a minha “língua de baixo” no meio daquelas boquinhas todas, mas, era capaz de me foder com a merda da brincadeira e fiquei só a olhar. (Com isto dito ou escrito, estão a dizer as duas, que sim, que ficava de castigo, caso eu fizesse isso. Elas dizem, mas eu não acredito, já fiz pior e ainda cá ando, eheh.)

Deixando as línguinhas das nossas meninas, o Nuno, manda-se de “cabeça” para a maminha da amante dele, começando a chupar e a lamber o biquinho tesudo.
A Sónia, agarrando o cabelo da minha esposa, puxando-a para trás, continuando a beijá-la suavemente de língua.
A minha Maria, com uma mão em cima da cabeça do Nuno e outra a massacrar o clitóris dela com movimentos quase ritmados e às vezes dando chapadinhas naquele borreguinho.
Eu, que estava a chupar aquela coninha, tive que parar, porque senão ficava com a cara toda arranhada da merda das unhas dela, que eram grandes e pintadas de roxo (cor preferida dela), só costuma alternar a cor a uma.

– (Nuno) Vamos trocar.
– (Paulo) Nã, eu estou bem.
– (Nuno) Mas eu queria trocar.
– (Paulo) Acredito que sim…
– (Sónia) Ô Nuno, ainda vais-te foder com essa conversa. Sai daqui, agora sou eu que não te quero à minha frente.
– (Paulo) Tás a ver, burro do caralho. Agora tenho que aguentar com estas duas, sozinho.
– (Paula) Anda cá, fofinho, eu trato de ti.

Assim não dá, cada vez que eu consigo ultrapassar ele, mesmo por estupidez própria, esta puta, dá-lhe sempre a mãozinha.
Que se foda, sempre tenho a Sóninha para mim e tenho que preparar-me para comer a cerejinha.

Bem, eu pensei assim, mas elas não pensaram dessa maneira.
A Paula saindo de cima da amiga, deitou-a em cima do sofá e puseram-se as duas num 69.
É lindo de se ver, mas, fodasse, então e nós, caralho?
Punheta outra vez? (Bem bom, dizem estas duas putas…já me começam a enervar com estes comentários parvos.)
Devem é estar doidas da tola. Não quis saber e lancei-me à sorte.

Agarrei naquele cabelinho curto da minha amante, mandei-lhe com o pau na cara, como a dizer “Abre a boquinha, caralho, quem manda aqui sou eu”.
E funcionou, quem diria.
Abriu a boca e deixou a coninha da amiga para outra altura. Um gajo também precisa de destressar.
O Nuno, macaquinho de imitação, repetiu o mesmo, mas sem agarrar o cabelo da minha esposa, pois ela estava por baixo da Sónia.
Aquela puta era só abrir e engolir.
Estávamos empatados, mas eu tinha que ganhar a corrida e a meta era o fruto proibido, que no meu caso, o da minha amante era virgem e no caso do Nuno, o da minha esposa, já era experiente, mas para ele, é fruta fresca.

Enquanto a minha esposa chupava o piço ao Nuno e o punhetava ao mesmo tempo e alternando e lambendo os tomatinhos, ele, dava festinhas nas maminhas dela.
Aproveita, man, pois a tua só tens uns biquinhos e mesmo que isto estivesse a crescer ou um pouco maior, ainda não eram do mesmo tamanho que os da minha.
Ok, não quero dizer com isto, que os biquinhos da minha Sóninha não sejam excitantes para caralho, eu os adoro e sempre os adorarei. (Ela ficou mais contente agora com esta frase.)
Enquanto eles dois brincavam, com a chupadelas e festinhas, a Sónia, continuava com uma chupadela TOP, queria engolir tudo, parecia que estava a tentar provocar-me, depois daquilo que o marido dela tinha-lhe dito. Ou a mostrar a ele o que ela era capaz.
E eu lembro-me muito bem do que ela é capaz.

Aproveitando o entusiasmo dela, tento dar um aceleramento antes da curva, molhando um dedinho meu da mão direita, tímido e envergonhado, lá vou eu, tentar navegar por mares nunca dantes navegados.
Como se estivesse nas Descobertas, qual Vasco da Gama ou Pedro Álvares Cabral, eu, Paulo Gama ou Cabral, percorri aquele lombinho um pouco molhado da transpiração e com tempos adversos, com o Cabo das Tormentas, mesmo ali a olhar para mim e eu com a coragem de um macho lusitano de puro sangue, comecei a massajar-lhe aquele anelzinho.
Aquele buraquinho, por onde só a minha língua passou, única e exclusivamente.
Aquela grutinha secreta era minha, desde à uns tempos atrás, para eu descobrir os prazeres que lá se encontravam.

O Cabo das Tormentas…quero dizer o Nuno, percebeu aonde eu ia já tão lançado, manda-me a mão para o lado e abre-me os olhos, como se quisesse meter-me medo.
Medo, eu? Depois tudo o que eu já passei e fugi sempre inteiro? Tás fodido, se pensas que eu vou desistir de ganhar esta corrida.
O paneleiro, tentou enfiar lá o dedo dele. Palhaço, depois de tudo o que eu fiz por ele hoje, é esta a paga que ele me dá.
Voltando a chupar o dedo indicador da minha mão, olho para ele, sorrio e mostro-lhe o dedo do meio.

– (Paulo) Sóninha, estás preparada, para o que vem aí?
– (Sónia) Penso que sim. Dói muito?
– (Paulo) Nã, eu aprendi com os melhores, descansa, que vais adorar. Só que o palhaço do teu marido, está a abrir-me os olhos, daqui a pouco, levas tu e ele.

E com a minha mão esquerda, agarrei-lhe a cabecinha dela contra a minha piça, e lancei-me mais uma vez aquele cuzinho lindo e virgem.
Com o dedo a pingar de tanta saliva, que ao enfiar a cabecinha do dedo, ele entrou metade, sem esforço.
Fodasse, não estava à espera desta.
Quase que entrava o dedo todo, sem sacrifício nenhum. Esta putinha, tinha o cuzinho tão húmido, que até apetecia.
Hoje não podia escapar. Hoje tinha que comer aquele “cuzido à portuguesa”.

O Nuno, estava branco e penso eu que admirado, ao ver como o meu dedinho, quase que desaparecia por completo no cuzinho da esposa querida dele.
Olhando para ele, rindo e obrigando aquela putinha a mamar com mais força, comecei um vaivém delicioso naquela pérola.
Que tesouro, parecia o alibábá, mas sem os 40 ladrões.
Fodasse, também era fodido, se enfiasse lá 40 dedos ao mesmo tempo, nem sei aonde os ia buscar.
E ao mesmo tempo, que enfiava o dedo da mão direita, apontava com o dedo do meio da mão esquerda para ele e ia mordendo o meu lábio inferior, fazendo-lhe cara de Bad Boy, como gozando com ele.
Vai ta foder, que já ganhas-te o dia hoje melhor que eu.

Com esta batalha ganha, a guerra ainda estava por vencer. Não podia cantar vitória ainda, era só um dedo.
Tinha que ter mais.
O Nuno, armado em esperto, tirou da boquinha da minha esposa e espetou na coninha da mulher dele.
Fodasse, pensei eu. Se pensas que eu vou tirar o meu dedo do cu da tua esposa, estás muito mal enganado, o que está aqui vai ser meu.
E o cabrão parece que me leu os pensamentos.
Tirando da cona da Sóninha, batia-me com o piço na mão e voltava a enfiar.
Olhando para mim e rindo-se silenciosamente, abrindo a boca e a fazer de conta que estava a gargalhar.
A Sónia estava a adorar aquilo e pediu com o mais força.
Mas a quem?

– (Paulo) Quem, eu?
– (Nuno) Queres que eu te dê com mais força, amor?
– (Paulo) Engraxador do caralho, mas, agora chamas amor a todas as gajas que vês, é?
– (Sónia) Quero os dois, quero tudo lá dentro, quero sentir o que a Paula sentiu com os pretos.
– (Paula) Não são pretos, são mulatos.

Fodasse, enfiei o dedo todo. Ah, puta do caralho, quero é que tu te fodas e o teu marido também, que está a armar-se em esperto.
O que ela berrou a dizer que estava a adorar.
Entretanto a Maria, começa a lamber o rabinho ao Nuno.
Ai o meu caralho, a mim nunca me fez isso… (está a dizer que sim, que fez. Sim, é verdade, mas foi depois disto, antes, nunca fizeste…)
Com isso, o Nuno, parece que ganhou vida extra, parecia que tinha apanhado um Power-Up.
Ele estava contente com o que a amante dele, lhe estava a fazer.
Deu para sentir no meu dedo, pois eu estava a pressionar o meu dedo no piço dele, para ver se ele o tirava de lá e se isso faz a minha mulher ficar doidinha da tola, imagina esta putinha que nunca tinha provado nada disto.

– (Sónia) Já não aguento mais.

Pensei que ela ia se vir.

Não, enganei-me, ela queria era comer-me vivo. Aquela menina, estava a tornar-se uma mulher. Quem a viu e quem a vê, uma freira para quem olha para ela agora a atacar-me, com unhas e dentes.
Saindo da posição de gatas, levantou-se, ficando o marido com a pichota no ar (hilariante), pôs-me em cima do braço do sofá sentado e eu à rasca do cuzinho, pede ao Nuno para lhe cuspir para a mão e molha aquele buraquinho, com a saliva do marido.
Fodasse, que cenário. Muito bom, e o Nuno a fazer aquilo prontamente, sem por entraves.
Até a dor do ardido, parecia que tinha-me desaparecido.

Ela, primeiro, beija-me na boca, olhando para mim.

– (Sónia) Se doer, paramos, está bem?
– (Paulo) Isso é a última coisa que eu te quero fazer, é ver-te sofrer.

Claro, que ver a cara de sofrimento do Nuno, em ver o que vai acontecer ao cuzinho da esposa, é muito melhor a 1000% (ele já está habituado à ideia, mas aquela noite, aquela cara foi do caralho, eheh.)

– (Sónia) Eu sou muito apertadinha, vamos com calma. Eu quero muito isto, não penses o contrário, quero mesmo muito.
Mas tenho medo da dor.
– (Paula) Só dói um pouco ao princípio e depois é sempre bom. É uma mistura de dor e prazer, vais adorar.
Depois da primeira, não vais querer parar.

(Obrigado, amor. Tu és uma querida.)

Palavras sábias, as da minha esposa putinha e linda. Dando incentivo à amiga. Os amigos são mesmo para isso, como eu já tenho dito algumas vezes…bons e maus momentos.
E este é um excelente momento para mim e mau cumô caralho para o Nuno, quero é que ele se foda.

– (Paulo) Olha, amor, eu não me mexo. Vou ficar quietinho. Tu é que vais fazer tudo à tua vontade.
Agarras, apontas e introduzes tudo o que vires que queres ou conseguires. Pode ser assim?
– (Sónia) Sim, pode ser.

Bem, que maravilha, o meu segundo cuzinho da minha vida (pelo menos, nesta altura do campeonato, mas isso é uma outra história) e virgenzinho. Espero que ela não se arrependa.
A minha esposa, dando incentivo, começa a fazer o mesmo com o Nuno.
Fodasse, será que não me conseguem dar um avançozinho sem me foderem, pá.
Ela, faz o mesmo que a Sónia. Empurra o Nuno para o outro braço do sofá. Pede-me saliva.
Caralho, parece um Deja Vú.
Tentando evitar um empate técnico, enquanto a Sónia, só tinha a cabecinha a apontar no anelzinho e eu sabendo que aquilo com a minha esposa era mais directo, refilei.

– (Paulo) Epa, mais uma vez volto a dizer e não queria repetir-me, mais vale comprar um papagaio.
Não me fodam o caralho do sofá, esta merda custou-me os olhos da cara e do cu, fodasse.

Mais valia estar calado. Começaram a rir-se e a Sónia também e espetou na cona…
Ora, merda. Isto assim, não vamos a lado nenhum.
Bem, pelo menos, o Nuno, também não levou nada, mas a Maria tinha começado a lamber-lhe a gaita e a salivar aquilo muito bem enquanto ela enfiava uns dedinhos naquela coninha de puta.
Eu ia ser fodido e perder a corrida.
Tinha que ir por outra via.

Com a Sónia de costas para mim e eu adoro essa posição, pois somos nós que temos a situação do acontecimento na nossa mão. Aproveitei-me disso.
Aprendi, já não sei aonde, que uma dor substitui a outra, não dá para ter duas dores ao mesmo tempo.
Se uma é mais forte, a outra é esquecida.
Comecei a morder-lhe ao pé do pescoço, puxando-lhe os cabelos e apertando aqueles biquinhos de teta e alternado com o clitóris, o que ela adorou.
Gritou, gemeu tão alto como a minha esposa ainda à pouco.

O Nuno começou a suar ao ver aquilo e viu que eu estava a fazer e a ter um pouco de sucesso naquilo que ia ter, pois estava a ver a esposa dele a levantar-se do malho do amigo e a começar a apontar no anelzinho novamente.
Ao mesmo tempo que ela estava a ameaçar, espetei-lhe dois dedinhos com força, naquela coninha e vibrei-os com força dentro dela.
A cabecinha estava a entrar, devagar, mas estava. Devagar vai-se ao longe.
Puxei o cabelo dela com mais força e cravando com mais força os meus dentes no músculo dela.

A Maria, como sempre, a foder-me, já estava em posição em cima do Nuno, com ele a olhar.
Ela agarrando o piço do meu amigo e apontando no rabinho dela, introduzindo devagar, dizendo a ele, para fazer o mesmo que eu estava a fazer.
Tou fodido com esta puta, hã. A contar os “meus truques”, de que ela tanto gosta.
Assim, são 2 contra 1, assim é batota.

Parei de morder a Sónia, estava com receio de a aleijar e deixar marcas por explicar e continuando com os dedinhos na coninha dela, que aquilo estava mais que molhado.
O meu rico sofá.
Olhando para o Nuno e ver que estávamos iguais, pois o cabrão estava a rir-se para mim, mas, dava para reparar, que ainda não tinha alcançado a meta, tal e qual como eu.
Comecei a falar bem baixinho junto ao ouvido da minha putinha alucinante a quem eu ia comer a cerejinha do bolinho daquela corrida.

– (Paulo) Puta, tu és uma putinha à minha conta.
Quem é o teu macho, quem é, diz lá o nome. Quem é que vai-te comer esse cuzinho todo.
Quem é que vai-te tirar a virgindade desse cuzinho apertadinho, quem é?
(Ela só gemia, tinha que dar a estocada final…)
Quem é que vai-se vir nesse cuzinho lindo e meter o corninho do teu marido a mamar os leitinhos do vosso macho.

ALELUIA, fodasse. E com esta frase, enfiou-o o todo, dizendo bem alto…

– (Sónia) ÉS TU. O NOSSO MACHO ÉS TU. EU VOU POR AQUELE CORNO A CHUPAR OS NOSSOS LEITINHOS, COMO ELE GOSTA.

Virei-me para ele, contente, vitorioso e …fodido.
Aquela puta da minha esposa, já estava a saltar em cima dele.
Ele de olhos fechados e a cagar-se no resto, nem ouviu.
Caralho, ensinei-a bem e com isso o meu amigo Nuno, um irmão para mim, estava a comer a bilhaça da minha esposa. O terceiro dela ali naquele sítio.
Qualquer dia aquilo é um armazém de chouriças de carne.

Não fiquei triste nem chateado com o que estava a ver. Prefiro que seja ele a comer o cuzinho da minha esposa todos os dias do que os palhaços da outra vez.
Se me derem à escolha, nem à escolha, é já decisão.
E sempre tenho aqui a minha linda amante, a esposa do meu querido “irmão”.
E que cuzinho. Eu até tinha me esquecido completamente.
Devo ser estúpido, mais preocupado com o cu da minha esposa do que aquele que tinha acabar de tirar os três.

Era tão apertadinho, mas quentinho e a começar a ficar húmido.
Estávamo-nos a divertir os 4 novamente, como da última vez. Adoro estes momentos com eles. (E eles a dizerem que também gostam, que engraxadores.)

Estas duas putas a saltarem em cima dos machos delas, galopando, gemiam muito alto.
Estava com receio que alguém na rua as ouvisse. Era tarde, mas não era assim tão tarde.
Agarrando a Sónia ao colo com o meu pau dentro dela, ela assustou-se e gritou com aquela voz esganiçante, que ela tem.
Fomos os dois para o puff.
Ela comentou que, nunca tinha dado uma quecazinho num puff.

– (Paulo) Ô linda, à sempre uma primeira vez para tudo, já um sábio, grande amigo meu o dizia.
– (Sónia) Quero que te venhas na minha coninha. Quero sentir os leitinhos dentro de mim, como da última vez.

Deves estar com uma sorte do caralho, pensei eu. Já chega de Vanessas e Vanessos. Só me lixas uma vez com essa história.
Comes no cuzinho, que é muito bom.
Filhos para mim, só maiores de idade e prontos a trabalhar, fodasse, olha-me esta. (Ela, não gostou deste excerto que eu acabei de escrever, problema teu.)

– (Paulo) Está bem, mas primeiro, tens que te vir.
– (Sónia) Está quase, enfia-me os dedinhos na coninha, que é um instante e depois és tu.

Aquilo com o Nuno e Maria, já estavam deitados no sofá e ele continuando a comer-lhe o rabinho e a comentar que é muito bom.
Que é muito bom, sabia eu. Cu é cu, o resto é paisagem.
Gemiam alto para caralho, as três putas. (O Nuno também é puta agora, eheh)
A minha esposa a vir-se e a molhar-me sofá.
Que se foda, eu já nem dizia nada.

– (Nuno) Paulinha, vou encher-te o cuzinho de leite.

E ao mesmo tempo que ele diz aquilo à minha esposa, a mulher dele, com os meus dedos na cona e ela a masturbar-se supersónicamente e com o meu piço no cuzinho, começar a arquear as pernas para cima e parecia que mijava.
Fodasse, estes caralhos, fodem-me tudo aqui em casa. É o sofá, é a Maria e agora era o meu puff vermelho.
Com aquilo, ela começa a carregar com mais força e mais rápido e a dizer que quando eu estiver a quase, para por na cona.

Eu depois de ver aquilo tudo, não aguentei.
Ela bem dizia, que estava a engrossar e a doer, mas estava a saber-lhe tão bem.
E antes que eu me fodesse, agarrei-lhe as ancas com força e não a deixei tirar o piço do cu.
Esporrei o interior daquele cuzinho todo.
Que maravilha e satisfação e ela toda fodida.

– (Sónia) Eu não te tinha dito, que queria na cona?

Ao mesmo tempo que ela dizia isso, a porta da sala abre-se.

– (Filha) Mas que merda é esta afinal?

Fodasse, é a minha filha. Granda barraca, nem dá para esconder. Bem, eu estava atrás da Sónia, ela é magra, mas sempre esconde-me um pouco.
Caralho e agora.

– (Filha) Mãe, porque é que tens o Nuno atrás de ti?
Pai, porque é que a Sónia está em cima de ti?
E porque é que estão todos nus?

Que perguntas parvas…

Ninguém dizia nada, o que havia para dizer? Calar e consentir a verdade, ela já é maior de idade, não precisava de dizer mentiras. Ia contar a verdade, mas primeiro….

– (Paulo) Ô filha, o pai depois explica tudo. Não ias para casa do teu namorado passar a noite?
Quem é essa aí contigo? É a irmã dele?
– (Filha) Não. Este é o meu namorado, o Carlos.
– (Paulo) Namorado? Mas está vestida de mulher?
– (Filha) Sim, ele é um crossdresser noctívago.

Mas que caralho eu acabei de ouvir. Naquele momento, eu pensei, a minha filha namora com um travesti ou um transexual?
Epa, este dia tem sido só surpresas, umas boas, outras más e algumas surpreendentes…

– (Paula) Ai, que vergonha….

CONTINUA….