Deu Pra Passar? Parte 2

Taradinhos do Casa dos Contos, pra quem não me conhece, sou a Fernandinha, carioca, ninfeta, sapeca e vou escrever pra vocês mais um relato sobre as minhas brincadeirinhas sacanas
Pra quem quiser fazer contato ou trocar ideias sobre os meus relatos, segue o meu email: feschiavo@globomail.com
Mas vamos ao conto de hoje:
Sabe aquele momento da sua vida em que você liga o foda-se, esquece os valores que a sociedade exige que você siga e acaba metendo o pé na jaca por um pouco de diversão e algum ganho/retorno?
Pois é, foi mais ou menos assim esse rolinho com o meu Prof pervertido…
Foi aquela coisa de olhar um problema na minha frente, escolher o caminho mais fácil e meter o pé na jaca pra conseguir me dar bem no final. Pelo menos dar eu sei que teria que dar, e muito…
Foi assim que PROCUREI essa situação. Eu não fui aliciada, não fui coagida. Fui eu quem buscou essa situação, fui eu quem optou por ligar o foda-se e tentar resolver o meu problema de notas escolhendo o caminho mais fácil e menos virginal a se seguir…
Deu Pra Passar? Parte 2
Após o primeiro contato em que eu havia feito um singelo e babado agradinho dentro do carro do meu Prof, o safado me ligou alguns dias depois para nos encontramos com mais tempo e espaço, para resolvermos de vez essa situação que havia ficado pendente.
Combinei de encontrar com ele num shopping aqui por perto, mas para evitar o risco de sermos vistos juntos, marquei de encontrar com ele no próprio estacionamento do shopping, e de lá seguiríamos no carro dele para algum motel.
No telefone o safado ainda me fez um pedido especial:
– Fernandinha, vai com aquela saia branquinha que as vezes te vejo na aula, você fica uma delicia com essas coxas de fora.
Já me fizeram muitos pedidos safados. Esse até que era um dos mais normais e fáceis de realizar, além de ser completamente compreensível o porquê do pedido.
Saia branquinha que deixa minhas pernas de fora no meio da aula. O Prof pediu, e vocês, não pediriam?
Cheguei no shopping, estacionei o meu carro e esperei por longos 10 minutos até o carro do meu prof chegar. Foram 10 minutos de ansiedade e friozinho na barriga que fizeram parecer uns 10 anos! Mas no final, tudo deu certo.
Meu pro apareceu e parou o carro na minha frente, fui me direcionando para entrar no lado da carona, mas ele deu uma reclamadinha básica e bem efusiva:
– Não, não, não! Não entra ainda não neném, da uma voltinha aqui na janelinha do Tio.
Na verdade o que ele me pediu foi pra dar a volta, saindo do lado da carona, ate a janela do motorista aonde ele estava sentado. Dei a volta pela frente do carro e parei na frente dele, perguntei se tinha acontecido alguma coisa, se ainda tava de pé o nosso acordo.
– Ta de pé sim, neném… To com ele de pé desde que eu saí de casa… Só queria ver essas pernas bem de perto, da uma rodadinha pra mim, dá.
Gente, isso tudo rolou durante a tarde, com luz do sol, no meio de um estacionamento de um shopping. Tudo bem que ali na hora, não tinha ninguém por perto, e na pratica não estávamos fazendo nada, só parei em frente a sua janela e dei uma voltinha/rodadinha pra ele avaliar o material, mas ainda assim, estávamos em público, não dava pra ficar naquela putaria até que alguém aparecesse por ali.
Dei a tal rodadinha e parei de costas pro meu prof, com a bunda na frente da janela, na frente da cara dele e em segundos senti uma mãozada apertando a minha traseira.
Dei um pulinho de susto e fui me afastando da janela, era melhor parar por ali antes que desse alguma merda…
Caminhei de volta até o lado da carona e entrei no carro. Mas depois da mão boba que rolou ali, já nos cumprimentamos com alguma malicia:
– Prof safado!
– Você ainda não viu nada…
E nesse clima partimos em direção a algum local seguro, porque a tarde prometia bastante rs
Chegamos no local e em poucos minutos eu já estava na posição padrão de aluna está pedindo ajuda com as notas: Ajoelha chupando uma rola.
Meu prof sentado na cama, como um rei senado no trono, comigo ajoelhadinha entre as suas pernas fazendo um agradinho básico de quem está em dívida precisando de ajuda com as notas.
Chupava olhando nos olhos, parando em alguns momentos, olhando pra ele com para de pidona com a rola na boca, apenas para provocá-lo e por puro divertimento.
Mas o meu prof tirou literalmente o pirulito da minha boca, me puxando pra cima e me jogando na cama.
Deitadinha na cama, barriga pra cima, meu prof em pé em frente à cama, segurou meus calcanhares e esticou as minhas pernas para o alto, beijando meus pezinhos e chupando o meu dedão. Vagarosamente ele abria as minhas pernas, me deixando exposta, já que aquela pequena saia não escondia quase nada.
Deslizando as mãos pelas minhas pernas, meu professor tarado, botou as duas mãos por dentro da minha saia e segurando as laterais da minha calcinha, puxava a minha tanguinha coxas a cima, ele foi me desnudando como uma criança abrindo o pacote do presente de natal.
Minha calcinha ia se enrolando pelas minhas pernas, deixando toda a minha bocetinha aberta e convidativa de frente para o coroa. Estávamos em Junho, mas já era natal para aquele safado.
Me segurando pela cintura, ele me deu um puxão seco, me trazendo para a beirada da cama, se ajoelhou na minha frente e enfiou a cara dentro da minha saia. Daí por diante parecia um gatinho tomando leite no pires: era língua pra todos os lados!
A brincadeira evolui para o estagio seguinte e não demorou muito praquele tarado subir por cima de mim, se ajeitando e se aninhando entre as minhas pernas, sem tirar a saia que ele tanto pediu.
Se encaixando entre as minhas pernas e dentro da minha grutinha, deu-se inicio ao pagamento pela ajudinha especial que ele me deu nas notas da facul. Por cima de mim, beijando meu pescoço e a minha bochecha, meu prof grunia, socava e se realizava fudendo a bocetinha da sua aluninha sapeca.
Perninhas pra cima, enroladas em sua cintura, seus quadris subindo e descendo, metendo rola na minha xana, era todo um movimento sexual sincronizado, que eu podia acompanhar pelo espelho do teto do motel.
Ele metia e metia por um tempo, até que num dado momento parou de bombar, parado, em cima de mim, me olhando nos olhos com cara de lobo mal tarado, me deu um beijo na boca e voltou a ficar parado apenas me olhando. Serio, aquele olhar parado era mais assustador do que encarar uma fila de 37 negões esperando pra varar a minha bunda.
Ele parecia um psicopata olhando a sua presa prestes a me dar uma facada, mas no fundo era apenas admiração e olhar de conquista de alguém que deveria ter sonhado muito com aquele momento.
Essas situações são muito mais acentuadas quando já existe algum convívio anterior. E no caso de um professor que me viu por 6 meses circulando pela sua sala de aula, acho que era justificável aquele tesão acumulado que ele demonstrava.
Mas voltando a cena, ele ficou parado me olhando por alguns segundos, me dei um beijo, voltou a me olhar e num gesto brusco se desencaixou de dentro de mim, me segurou pelas pernas e/ou pela minha cintura e me jogou pro alto, me fazendo dar uma pirueta na cama, como quem vira uma panqueca de um lado pro outro na frigideira, me jogando de bruços na cama.
DE BRUÇOS, sinal vermelho e alerta de perigo ligado no máximo!!! hahahaha
Quando eu já esperava tomar no cu daquele coroa tarado, o safado veio montando por cima de mim, me abraçando por trás e meteu novamente o cacete na minha bocetinha.
Mas antes claro, ele fez questão de admirar e ajeitar a minha sainha por cima da minha bunda deitadinha de bruços. Acho que esse professor sofre de algum caso de TOC, porque a obsessão dele pela minha saia era gritante rs
Assim de bruços, com o prof me dando um abraço de urso, eu recebia golpes mais fortes por trás, bombando na minha xotinha e sussurrando na minha orelha um monte de pornografia que não cabe publicar aqui num blog super família…
Ficamos nesse abracinho e sobe desce de quadris no meu pão de açúcar por um tempinho ate que senti uns trancos mais fortes e acelerados, sinal de que o tarado já tava chegando ao clímax.
Fiquei ali sendo montada por alguns minutos com as bombadas na velocidade 5, até que o tarado deu um pulo de cima de mim, tão brusco que me deu até um susto, me virou igual panqueca outra vez, me fazendo cair de barriga pra cima, arrancou a camisinha da piroca e subiu em cima de mim esporrando tudo na minha cara e nos meus peitos. Foi uma lambuzação só!
Comigo deitada de barriga pra cima, com ele ajoelhado na cama por cima de mim, por cima da minha barriga, com aquela rola apontada pra minha cara, ele me olhava ali toda lambuzada de porra e voltava com o seu olhar de tarado psicopata admirando a aluninha com a cara toda gozada.
Momentos de descanso, chuveirada pra refrescar e me recompor. Chuveirada obviamente peladinha. Lavadinha e cheirosinha, voltei enrolada num roupão e me deparei com o tarado ainda pelado na cama.
Fiquei naquela de me vestir ou me preparar para uma segunda rodada, olhei par ele esperando as novas ordens e ele olhando no relógio falou que era melhor irmos embora, que a segunda rodada ficaria pra um outro dia.
Comecei a me vestir para ir embora, eis que ela, “eeeela” entrou em cena novamente. Foi só eu vestir a bendita saia que o pau do meu prof tarado deu sinal de vida imediatamente.
Serio, eu tava em pé em frente a cama, de saia, vestindo a calcinha por dentro da saia que o velho quase deu um pulo na cama. De deitado pulou ficando sentado, e o seu pau pulou junto ficando duro em segundos!
– Perai, perai, fica assim, não se mexe…
Serio, esse cara tem sérios problemas e taras com saias curtinhas e alunas safadas hahaha
Ele deu um pulo da cama e veio por trás de mim, botando a mão no meu ombro e nas minhas costas, inclinando o meu corpo pra frente, me fazendo ficar em pé no chão, com o corpo inclinado pra frente, minhas mãos na cama e a bunda empinada pra lua.
Algo mais ou menos assim
O que vocês fariam com uma visão dessas na sua frente? Pois é, ele também…
Enfiando as mãos por dentro da minha saia, ele foi descendo a minha calcinha no meio das coxas e deu uma pequena levantadinha na minha saia, como quem levanta uma cortina pra ver o por do sol pela janela, dando de cara com a visão da minha bunda toda empinada na cara dele.
– Cuzuda gostosa…
Ok, acho que essas palavras cabiam bem para aquele momento hehehe
Apertando e abrindo as bandas da minha bundinha ele se ajoelhou no chão e enfiou a cara no meio da minha bunda, enfiando a língua toda no meu cuzinho.
Dedando a minha xaninha e lambendo o meu cuzinho, o tarado fazia um contorcionismo pra entrar por baixo da minha saia, ao mesmo tempo que esticava a outra mão buscando o tubinho de lubrificante em cima da cama.
Lambuzando um dedo todo de creminho, o safado foi dedando o meu cuzinho e preparando o terreno para o tal segundo round que ele tinha acabado de falar que ficaria pra outro dia…
Com ele em pé, por cima de mim, com uma das mãos nas minhas costas me forçando a ficar inclinada daquele jeito, o filho da puta cravava um dedo inteiro dentro do meu rabo.
– Fernandinha, você não tem noção do tesão que você me deixava toda vez que eu te via rebolando essa bunda pelos corredores da faculdade. Fica assim quietinha e me deixa brincar um pouquinho que eu te prometo dar nota até o final do seu curso.
Era uma troca justa, um cu por um curso. Mas a entonação que ele falou essa frase, espumando de tesão, me deu um baita friozinho na barriga. O cara tava muito tarado pra engatar atrás de mim, e isso é sempre um perigo.
O que se seguiu a seguir foi uma ceia de natal servida na Etiópia: O cara se fartou na minha traseira!
Encostou a cabecinha e foi empurrando, empurrando, empurrando, que o pau dele entrou tão fácil que fiquei com vergonha.
Porra, depois de aguentar uns caralhos de verdade na bunda, aquela merdinha que o professor apresentava não me apresentava o menor problema de engolir, mas isso só aumentava o meu constrangimento.
– Porra, menina, essa bunda ta rodada eihn? Meu pau entrou todo sem você dar nenhum ai
Nem sabia o que falar pra ele, só dei um sorriso amarelo e esbocei um “uhum”
– Haha Vadia! A mulecada deve fazer a festa nessa bunda né, sua piranha?
Existem momentos que é melhor engolir o sapo e aceitar a ofensa do que piorar a coisa.
Tava ali toda empinada, com uma rola na bunda e uma dúvida pra defender a minha honra:
Dizer que nunca tinha dado pra ninguém da faculdade, mas que o meu cuzinho tava acostumado a aguentar negões de 5 metros de altura. Era melhor passar pela rodada da faculdade do que assumir pra ele quem eram os sujeitos que andaram visitando a minha portinha dos fundos.
Voltei ao sorriso amarelo e não falei nada, dando a entender que consentia com as acusações do tarado que me enrabava com gosto.
– Vadia… Dando essa bunda pra todo mundo né? Então leva mais uma na bunda, leva, leva
Gente, eu vou resumir o numero de vezes que ele falou a palavra “leva” porque se não o meu relato ficaria infinito, porque serio, esse cara tem sérios problemas de TOC e obsessões. Acho que “leva” deve ser uma das palavras preferidas dele, bateu o Record mundial de falar isso atrás de mim.
– Aluna burra leva na bunda! Ta gostando, putinha? Então leva, leva, leva…
No meio de todos aqueles “leva, leva”, eu me concentrava pra me aguentar naquela posição, porque as minhas pernas já estavam ficando bambas e cansadinhas. Me apoiava jogando o peso nas minhas mãos segurando na cama e aguentava heroicamente os “leva, leva” por trás.
– Aluna burra leva na bunda! Fala, repete, burrinha
– Ain ain, aluna burra leva na bunda…
– Isso, burrinha, então leva, leva na bunda, leva…
Era um misto de professor tarado pela aluna, mais uma saia milagrosa que fazia o pau ficar duro em segundos e agora o desgraçado resolveu me chamar de burrinha. Era tanta coisa acontecendo atrás de mim, que me senti uma burrinha de não conseguir entender tudo rapidamente. Isso claro, com a trilha sonora do “leva, leva, leva”
– Vai, burrinha, fala que ta levando na bunda, fala
– Ain próóófíí, eu to levando na buuuuuuunda (beeem manhosa)
– Isso, burrinha, leva na bunda, leva! Com um rabo desse pode ser burrinha a vontade
Depois de uns 3 milhões, 478 mil, 294 “leva, leva, leva”, eu levei na bunda bonitinha e sem fazer muita manha, aguentando o tarado se realizar na minha traseira, como ele já devia ter sonhado por todo o semestre em que me deu aulas.
– Caralhoooo eu sempre quis comer o seu rabo nessa sainha… Ahhhh sua burrinha, não quer estudar então vai levar na bunda!
Gente, sério, eu to insistindo por que eu nunca tinha visto isso hahaha o cara não parava de falar “leva”. Eu já levei bastante, mas nunca tinha visto uma coisa dessas. E ainda dizem que era a maneira mais fácil de conseguir uma nota hahaha
Ali em pezinha, inclinada pra frente, com as mãos na cama, bundinha empinada, sainha jogada pra cima e um caralho no meu cu, eu aguentava o professor tarado matar as suas taras com saias e alunas burras, bombando de explodir as bolas dele na minha traseira e aguentar uns trancos fortes e acelerados.
Alguns milhões de “leva, leva” depois, o FDP me agarrou pelos cabelos, socando forte e sem muita cadencia, quase que cravando tudo de uma vez e deixando lá dentro uns segundos, tirava metade e VAPT, outra bombada, me chamando de burrinha e falando infinitamente uns “leva na bunda”, eu LEVEI NA BUNDA, como o tarado tanto queria, até o safado gozar e se dar por satisfeito.
Caímos na cama, com ele engatado nas minhas costas, comigo de bruços e ele por cima de mim e como num passe de mágicas, depois de gozar e o tesão baixar, o meu prof ficou todo bonzinho e carinhoso comigo, alisando os meus cabelos e me perguntando se eu tava bem.
– To sim, prof, mas ta na minha hora, tenho mesmo que ir.
– Ta bom, gracinha, melhor irmos mesmo
Gracinha? O que uma ereção não faz, o cara passou de burrinha pra gracinha em segundos, depois de ficar de pau mole.
Mas quem era eu pra reclamar de um pouco de carinho numa hora dessas.
Nos vestimos, e fomos embora. Dessa vez nem a saia mágica fez ele querer uma terceira rodada rs
Ele me deixou de volta no shopping pra eu poder pegar o meu carro e ir embora dirigindo certamente sentada de ladinho.
O semestre acabou e o prof foi bonzinho me ajudando com as notas. Porem o ser humano é um bicho relaxado por natureza, quem consegue uma molezinha (molezinha?) uma vez, sempre tenta de novo. Acontece que com esse esqueminha montado, nem me preocupo mais com estudar ou as minhas notas, já sei o que fazer todas as vezes que precisar de uma ajudinha.
E agora acabando mais um período na facul, já sei que vai rolar mais uma sessão de “leva, leva, leva” pra conseguir passar com as notas que o meu papai tem tanto orgulho.
Cada um dá o que tem, é esperar pra ver ate onde a minha bundinha vai levar e me levar rs
feschiavo@globomail.com