Tenho ódio de quem me rasgou

Meu nome é Carolinna, tenho 18 anos, e sou uma garota de posses. Talvez por ser rica, sempre fui muito bem cuidada, e posso manter uma aparência que já é privilegiada. Nasci com lindos olhos azuis, cabelos bem claros, sedosos e brilhantes. É difícil não despertar desejo nos homens e inveja nas mulheres. Minha anatomia também foi muito generosa. Sem nunca ter precisado de plástica, mantenho um lindo corpo, que exercito em minha pequena academia particular. Fui descoberta por muitos olheiros, que me chamaram várias vezes para ser modelo, atriz… Eles sempre me achavam nas baladas que freqüento. Eu nunca tive interesse. Afinal, tenho tudo o que o dinheiro pode comprar, e já despertava muita inveja nas pessoas normais.
Não preciso trabalhar. Sempre fui disputada por tudo e por todos, seja para passear, seja para ficar numa turma… Eu nunca estava só. A não ser aquele dia… Preferia esquecer sim, mas a raiva que sinto é tão imensa, que não dá para esquecer. Ia ter uma puta festa, daquelas, para comemorar o aniversário de uma amiga, a Camila, que como eu, era muito popular e bonita. Ia juntar gente de todos os lados, e ia ser na chácara dela, no interior de São Paulo. Eu estava voltando de Paris, onde tinha ido passear. Voltei só para ir à festa da Camila, que não perderia por nada! Meus pais ficaram em Paris, e a turma toda já estava lá na chácara. Tive que ir sozinha. Reclamei muito, pois apesar de ter carro, eu nunca aprendi a dirigir, pq tenho chofer. Mas ele tinha sido dispensado uns meses antes, pois íamos ficar muito tempo em Paris, depois em Roma, Grécia, Inglaterra… Quis morrer qdo soube que não tinha ninguém dos meus amigos para me levar de carro, e que era perto demais para ir de avião. Reclamando horrores, me dei conta que teria que ir de ÔNIBUS!!! Sinto nojo só de pensar! Eu, que nunca pus os pés em um ônibus! Ia enfrentar quatro horas de viagem, à noite. Qdo entrei naquela pocilga, era 9 da noite. Alguns amigos me esperariam na rodoviária, pelo menos. Qdo eu estivesse perto, eu ligaria do meu celular para mandar alguém ir me pegar. Com muito nojo, sentei na poltrona do coletivo. Não haviam muitos passageiros àquela hora. Fui uma das primeiras a entrar, e fui lá para trás. Começou a entrar um pessoal feio, pobre… Logo eu dei um risinho, e vi que destoava daquela maioria fétida… Foi qdo vi subirem três caras, que eu conhecia de vista, mas não sabia de onde. Estavam animados, e sentaram mais atrás de mim. Fora nós, tinha mais 2 velhos no banco da frente, que iam conversando com o motorista, e uma mulher bem gorda, que logo pegou no sono, também nos bancos da frente. Os homens iam conversando, e logo descobri que eles também iam à festa da Camila. Não acreditei! Aquele povinho de quinta? Aí descobri que eles eram convidados da Natália, uma menina que se infiltrou no nosso seleto grupo, que deixamos entrar pq ela nos venceu pelo cansaço! E ela convidou aquela gentinha! Dei risada só de imaginar eles sendo postos para fora dali! Até parece que a Camila, linda, rica, ia deixar aqueles pé rapados sequer ficarem do lado de fora da chácara! Eles conversavam muito, até que um disse: Caras, aquela loirinha não é amiga da Natália? Virei mais meu rosto para a janela. Um deles disse que era sim. Aí, levantou, e veio falar comigo: Ô, loirinha, vc ta indo para a festa da Camila? . Não respondi. Aí ele sentou lá na poltrona: Licença, vc é amiga da Camila? . Meu sangue ferveu! Sentar do meu lado??? Quem deu esse direito, dele não se pôr no seu lugar! Explodi, mandei que ele saísse do meu lado, pois não me interessava para onde eles iam, pois eles não são gente como eu! E ele, já com raiva: O que é gente como vc, hem? Eu disse: Se toca, cara! Olha para mim e olhe para vocês! Ele disse que já tinha me visto ser arrogante outras vezes, mas que achou que era só um dia ruim meu, e que eu não era assim no dia a dia. Aí eu dei risada, e disse que gente como eu não tem dias ruins… Que eles eram mesmo baixos… Que não sabia o que ia fazer naquela festa… Ele saiu do meu banco e foi para trás. Achei que tinham ficado com vergonha de mim, pois começaram a falar bem baixinho. Eu nem entendi o que eles estava conversando. Estava distraída, qdo senti alguém na poltrona de trás, espetando uma coisa (depois soube, um canivete) na minha nuca. Gente como vc grita, sua cadela? Senti muito medo nessa hora! Mas mesmo assim, não achei que fossem fazer nada comigo, pois haviam mais gente no ônibus. Eu disse que daria dinheiro a eles, e eles riram. Humilhação só se paga com humilhação, piranha! Dinheiro não paga não! Se eu chamar atenção aqui, todo mundo vai fazer fila para me socorrer! O ônibus passava por um local onde havia umas casas, uma praça… Foi qdo um deles, o mais gordo, que vou chamar de Bola, mostrou uma arma debaixo da camisa suada. O que estava me ameaçando com o canivete, que era extremamente feio, com uma cicatriz enorme na testa (vou chamá-lo de Cicatriz) disse que se eu chamasse atenção, ele primeiro me esfolava o couro com a faca, e depois atirava em todos os passageiros. Me mandou ficar bem quieta, pois nós quatro íamos descer do ônibus. Senti medo, mas não pensei em estupro. Achei que iam me levar dinheiro ainda. Eu era virgem, pois nunca achei que houvesse homem que merecesse a glória de me penetrar. Sempre os achei muito inferiores a mim. E também, ainda tenho 18 anos, era o que eu pensava… Eles me mandaram sair como se fosse amiga deles. O motorista parou, e descemos. Andamos em silêncio por umas ruas, até que me levaram para um matagal, que cresceu num terreno baldio, longe de qualquer casa ou pessoa. Eu disse que eles então, que levasse o dinheiro, que eu chamaria um táxi para me levar à festa. Mal falei isso, tomei um tapa na cara do homem que estava quieto até então. Ele era mais velho, devia ter uns 28 anos (vou chamá-lo de Velho). Ele disse: Tu não vai baixar a bola não, puta? Festa? Que festa vc vai, hem? Nós é que vamos, sua vaca! . Eu, já morrendo de medo, e sem entender o recado, disse: Ta bom, eu não vou à festa da Camila, mas vcs podem ir! Tomei um soco do Cicatriz, que quebrei um pedaço de um dente. Calada, sua vadia! Qdo abre a boca só sai bosta! Acompanha, sua vagabunda! Ninguém nunca tinha me chamado assim, nem me tratado assim, eu achava impossível! Eu sentia muito medo, mas não conseguia chorar. Eu, que não tinha motivo algum para chorar até ali, talvez nem sabia fazer isso. O Bola percebeu e falou: E a puta não chora nem fodendo! E o Cicatriz: Ah, fodendo ela chora sim! E risada geral. Até ali não tinha me dado conta. O Cicatriz mandou eu tirar a roupa, e rápido. Só aí é que percebi o que iam fazer. Aí sim, chorei, disse que não faria isso não. Aí o Bola me segurou, com os braços para trás, e o Velho, com o canivete, cortou minha calça jeans de marca e minha blusinha igualmente fina, e jogou as peças longe. O Cicatriz enfiou a mão por dentro da calcinha biquíni que eu estava usando. Dei um grito, e levei um tapa. Ele disse que ia me fazer manter a boca ocupada para aprender a não gritar qdo não precisa. Numa agilidade de gato, arrancou a roupa dele, e pôs para fora aquele troço que eu só tinha visto em G Magazine. Era muito mais feio e nojento do que eu imaginava. Ele veio com aquela porcaria, e com os outros me segurando, enfiou na minha boca de uma vez. Me contorci, e me seguraram mais forte. Eles me deitaram no chão, e aquele cara continuou enfiando aquele pinto na minha boca. O nojo era tanto que nem percebi na hora que já tinham cortado meu sutiã e minha calcinha. Foi outro pavor qdo percebi. Aquele pinto começou a pulsar na minha boca. Não sabia porque, mas logo soube… Ele jorrou porra, e qdo fez isso, eu tirei a cabeça com tudo da frente dele, fazendo com que aquela coisa nojenta acertasse meu rosto, cabelo… Acabei engolindo alguma coisa, e a ânsia foi tanta, que vomitei lá mesmo. Eles se mataram de rir, e um ainda tirou sarro: Ora, tamanha perfeição em pessoa vomita como gente normal? O Bola disse que ia fazer uma coisa que ia fazer minha boceta vomitar um orgasmo. Dessa vez, desci do pedestal… Chorei, pedi, implorei. Afinal, nem tudo ainda estava perdido. Ele tinha me obrigado a fazer sexo oral, mas daí a me penetrar a vagina, era inadmissível! Isso os deixou ainda mais excitados! Calma querida, vc deve ter boceta de ouro… Nem vamos conseguir penetrar… Como vamos? Parem já com isso! Vcs vão se arrepender! Nada como dizer a coisa errada na hora errada… Qdo disse isso, me arrastaram com violência até um tronco de árvore. O lugar era escuro, ninguém podia me ouvir. No meio do mato, uma porção de insetos, fiquei toda picada. Minhas costas doíam, por deitar naquele mato, cheio de terra e pedras. No tronco de árvore, fiquei sentada, com os braços amarrados para cima. Eles tiraram cadarços dos sapatos e me amarraram. Foi aí que veio a parte mais constrangedora: Se reuniram, tiraram no par ou ímpar quem iria me comer primeiro. O Bola ganhou. Ele disse que ia permitir que me dessem umas dedadas antes. Foi então que o Bola pegou uma perna, e levantou, e o Velho fez o mesmo com a outra perna. Fiquei totalmente exposta, como eu nunca tinha ficado nem para mim mesma em frente a um espelho! O Cicatriz, com dedos sujos de terra, começou a fazer a coisa mais nojenta que já vi. Ele começou a passar a língua por toda minha vagina, enfiando a língua mais fundo pela fenda. Depois ele pôs um dedo, o que já me doeu. Pôs outro… reclamei, e ele fez sinal para o Bola. Disse que era para eu reclamar um pouco mais. Todos a essa altura estavam nus. O Bola, com um horrível fedor de suor, veio com aquele pinto gordo para cima de mim. Gritei, e enfiaram um pinto na minha boca. Era o Velho. Disse que se eu mordesse, ele cortava meu grelo fora. O Bola enfiou aquele pinto nojento na minha vagina. Descobriram que eu era virgem, e isso foi a glória para eles. Um deles gritou que era para estocar mais rápido. Aquilo me fez doer até o fundo do útero! O fedor era terrível. Ele então gozou. Depois veio o Cicatriz, todo repugnante. O outro já tinha tirado o pinto da minha boca, sem gozar. Ele veio e também me penetrou na vagina por uns 20 minutos. Por fim, veio o Velho… Ele tinha o pinto bem maior do que os outros dois, e me fez gritar e chorar de dor. Implorei para que parassem por ali. O filho da puta, depois de me violentar por cinco minutos, me causando uma dor enorme, disse que me atenderia, e que pararia, pois minha boceta já estava mesmo rasgada. Eu continuava amarrada, e eles me desamarraram. Mal pude sentir alívio, me jogaram no chão, de bruços, com a cara virada para a terra. Um deles segurou meus braços virados para trás. O outro arreganhou minhas pernas. Começou a chupar meu ânus. Disse aos outros, para meu constrangimento, que meu cu estava fedendo a bosta. Comecei a chorar. O Cicatriz disse: Oh, eu nem sabia que ela cagava! Nem ela sabia, olha a carinha dela! Se ela não sabia, vamos mostrar! O Bola tirou uma garrafa de bebida que traziam na mochila, agitou, abriu a tampa, e enfiou com tudo no meu ânus. Foi uma dor sem igual. Aquela líquido, num jato, entrou no ânus, dando uma horrível sensação de ardor. Qdo tirou o gargalo, acabei defecando. Eles morreram de rir, e eu morri de dor e vergonha! O Velho me puxou pelos cabelos, e disse: Viu, sua puta? Vc vomita, vc caga… E agora que esse cu ta vazio, vc vai me dar ele também! . Sem esperar para ver minha cara de sofrimento, me penduraram na mesma árvore que eu estava amarrada. Amarraram meus braços de novo, mas dessa vez, me deixaram suspensa no ar. O Bola abriu minhas pernas. Nessa, colocaram uma meia na minha boca. Em seguida, veio o Velho, e sem lubrificar nem nada, enfiou todo aquele pinto enorme no meu ânus, estocando, e erguendo meu corpo só com suas estocadas. Veio o Cicatriz, e penetrou minha vagina, com a maior violência. Nunca senti nenhuma dor sequer parecida! Pareceu que eu estava ali há horas! Ambos gozaram dentro de mim. Senti vontade de defecar de novo, e qdo saiu de dentro de mim o pinto do Velho, ele disse: Vc cagou meu pinto sua vadia! Vc vai sentir a merda que vc é agora! Limpa essa bosta toda daqui, com a língua, sua vagabunda! . Com muito nojo, tremendo, limpei. Aí, o Cicatriz disse que meu cu e minha boceta estavam sangrando, como eu fiz a honra deles sangrar naquela noite. Eu pedi desculpas, mas o Cicatriz falou: Gente que nem vc não aprende só com isso não… Ele me mandou ficar de quatro, e iniciou de novo a violação do meu ânus, enquanto os outros olhavam e chupavam meus seios até deixarem marcas horríveis. O Cicatriz, com o pinto ainda duro, tirou do ânus e pôs na vagina de uma só vez. De repente, senti que algo não estava normal. Fui sentido uma dor fora do comum, muito maior do que eu havia sentido até então. O Cicatriz me pegou pela cintura, e fazia força com o pênis para cima. A violência era tanta, que ele só me soltou (com lágrimas nos olhos), qdo ele literalmente me rasgou entre a vagina e o ânus. Fiquei estendida lá. Me arrastaram até uma estrada. Calculei que já devia ser de madrugada, pq estava meio deserta. Implorei por minhas roupas. Na minha frente, eles tocaram fogo nelas, com um isqueiro. Disseram para eu ir pedir carona e socorro daquele jeito mesmo. Só que com mais um agravante: Eles tiraram uma tesoura da mochila, e cortaram todo meu cabelo, rasparam mesmo. O que doeu ainda mais do que os estupros… Todo aquele cabelo lindo, loiro, acabado assim… Me largaram ali, e fiquei sem conseguir me mexer, só chorando. Urina escorria da minha vagina, que agora era também um ânus. Amanheceu o dia, e comecei a andar pela estrada, nua. Ninguém parou, mas acho que alguém chamou a polícia. Ninguém nunca pegou os caras. A Natália jurou nunca ter visto pessoas assim (mentira!), e eu não sabia nem os nomes deles. Também, com medo, acabei ficando assim mesmo. No hospital, tive que tirar o útero, por causa dos estupros, tratar de infecções, e costurar a vagina e o ânus, que foram super castigados. Deu uma enorme infecção, porque eles levaram fezes do ânus para o útero. E agora, estou aqui, esperando crescer esse cabelo. Até lá, nem saio de casa. O dente quebrado eu já consertei.
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