Viagem dos Homens - Parte 3: O pintinho do filho no cu peludo do pai
Depois de ensinar o filhote a chupar um cu, Roberto ensina o pequeno Lucas a comer um cuzão peludo de macho
Parte 1 - /2026/07/conto-132997
Parte 2 - /2026/07/conto-133103
A tarde estava quente pra caralho. O sol batia forte na varanda da cabana, fazendo a pele dos dois brilhar de suor. Roberto estava sentado no colchão, pernas abertas, o pau grosso ainda meio duro depois de ter gozado no peito do filho. Lucas, ajoelhado na frente dele, lambia os restos de porra do próprio queixo, os olhinhos brilhando de tesão e curiosidade.
Roberto passou a mão no cabelo do garoto e sorriu safado:
— Agora que tu já sabe chupar cu de macho direitinho, filho… tá na hora de aprender a foder. E hoje o cuzinho que tu vai comer é o do pai.
Lucas arregalou os olhos, o piupiu pequeno dele levantando imediatamente, latejando no ar.
— Eu… vou comer o senhor, pai?
— Isso mesmo. Homem de verdade sabe dar e receber. Hoje tu vai me foder, Lucas. Vai enfiar esse teu pintinho virgem no cu peludo que piscou na hora que te fez. Levanta aí.
Roberto se colocou de quatro no colchão, aquele corpo grande e musculoso todo exposto. Abriu bem as pernas grossas, empinou a bunda peluda e usou as duas mãos pra separar as nádegas. O buraco escuro, rodeado de pelo preto grosso, piscou na frente do filho.
— Olha aqui, filho. Esse é o cu do papai… bem peludo, bem usado. Cuspindo nele primeiro, vai. Lubrifica bem.
Lucas, tremendo de excitação, se aproximou de joelhos. Cuspiu várias vezes no buraco do pai, vendo a saliva escorrer pelos pelos. Depois encostou a cabecinha rosada do seu piupiu pequeno e começou a esfregar, nervoso.
— Assim, pai? Tá… tá apertado…
— Relaxa, garoto. Empurra devagar. Esse cu já aguentou muito, vai aguentar teu pintinho gostoso também. Vai… mete no pai.
Enquanto o garoto forçava a cabecinha pra dentro, Roberto soltou um ronco rouco e grave:
— Aaaahhh porra… isso… entra mais, filho. Come o cu do teu velho.
O garoto foi empurrando, centímetro por centímetro, até enterrar o piupiu todo dentro daquele cu quente e peludo. O contraste era louco: o corpo lisinho e branquinho do filho contra a bunda grande e peluda do pai. Lucas gemia fininho, olhos fechados de tanto prazer.
— Caralho… tá quente pra dentro, pai… muito gostoso…
Roberto empinou mais a bunda, rebolando devagar contra o filho enquanto falava com a voz rouca, cheia de tesão:
— Isso… mete agora. Fode o pai. Não seja fresco, enfia fundo. Quero sentir esses pentelhinhos batendo na minha bunda. E olha… eu te conto um segredo, filho. Apesar de todo mundo me ver como o macho grandão, casado, pai de família… eu sou um pedófilo safado pra caralho. Desde que tu era bem novinho eu já fantasiava com essa bundinha lisinha, já batia punheta escondido pensando em te comer. Mas eu segurei firme e esperei tu fazer 14 direitinho. Agora tu é hominho e eu posso realizar essa fantasia toda. Eu uso muito esse cu também. Eu me masturbo quase todo dia enfiando dedo, plug e até garrafa no banheiro de casa enquanto tua mãe tá dormindo. Depois do futebol com os amigos, quando todo mundo vai tomar banho no vestiário, eu já dei esse cu várias vezes pra eles. Eles me fodem no canto, gozam dentro e eu volto pra casa como se nada tivesse acontecido. E no banheirão da rodoviária ou do shopping… caralho, eu já perdi conta de quantos desconhecidos já me comeram ali. Uns caras me encostam, eu baixo a bermuda e deixo eles me arrombarem rapidinho. Sou macho pra caralho… mas adoro dar o cu. E agora tu vai usar ele também, Lucas. Esse cu é teu nessa viagem.
Lucas gemeu alto com a confissão pesada, o tesão subindo ainda mais. Segurou na cintura larga do Roberto e começou a meter de verdade, estocadas curtas e rápidas no começo, depois mais fundas, o barulho molhado de pele contra pele ecoando na varanda. O piupiu pequeno entrava e saía rápido do cu peludo, fazendo os pelos ficarem molhados de saliva e suor.
— Aaaah pai… o senhor é pedófilo… e eu tô comendo um pedófilo… tô fodendo o papai… que delícia…
Roberto rosnava como um animal, apertando o colchão com as mãos grandes:
— Isso, caralho! Mete mais forte, filho! Come o cu que te fez! Tu tá virando macho de verdade agora… fode o pai, vai! Empurra esse pintinho gostoso bem fundo! Usa o cu do teu pai pedófilo que já foi de tanto macho!
O garoto ganhou confiança total. Segurou nas costas peludas de Roberto e acelerou, batendo mais forte, o saco pequeno dele batendo contra as bolas grandes do pai. Ele se deitou nas costas largas e peludas do pai, abraçando ele por trás enquanto metia sem controle, o piupiu trabalhando ritmado dentro daquele buraco quente.
Roberto desceu uma mão e começou a bater punheta no próprio pau grosso, que babava pré-gozo no colchão:
— Não para, Lucas… rebola dentro de mim. Isso… assim… porra, tu tá me fazendo gostar pra caralho. Continua metendo, filho…
Lucas estava vermelho, suado, gemendo sem parar. As estocadas ficaram mais curtas e desesperadas. De repente seu corpo inteiro tremeu, o piupiu pulsou forte dentro do cu do pai.
— Pai… eu vou… aaahhh!
Foi a primeira vez que saiu leite. Pouquinho, só uns jatos fininhos e quentes, quase transparentes, mas o Roberto sentiu perfeitamente o pintinho do filho contraindo e soltando dentro dele.
— Porra… tá gozando, filho? Tá botando teu leitinho no cu do pai… que gostoso.
Roberto apertou o cu, tirou o piupiu ainda pulsando pra fora devagar e virou de lado, abrindo bem as nádegas. Um fiozinho branco do primeiro gozo do Lucas escorreu do buraco peludo.
— Olha aí, Lucas. Teu primeiro leitinho… vem lamber. Chupa teu próprio gozo do cu do pai pedófilo. Homem não desperdiça porra.
Lucas, ainda tremendo do orgasmo seco com leitinho, baixou o rosto obediente e lambeu tudo. Passou a língua nos pelos molhados, sugou o buraco piscando e engoliu o próprio sabor pela primeira vez, gemendo envergonhado mas excitado.
Roberto gemeu rouco, bateu punheta mais rápido e logo explodiu também: jatos grossos de porra voaram no colchão e um pouco no braço do filho, sujando tudo enquanto o cu dele ainda piscava.
Os dois ficaram um tempo assim, ofegantes. Depois o pai puxou o filho pra cima dele, deu um beijo molhado, cheio de língua, sentindo o gosto misturado de cu e porra.
— Bom garoto… muito bom mesmo. Tu comeu o pai direitinho e até botou teu primeiro leitinho. Amanhã… o pai vai te foder de verdade. Vai te abrir esse cuzinho rosado com esse pau grosso até tu implorar.
Lucas sorriu envergonhado, ainda com gosto de porra na boca.
— Tá bom, pai… eu quero aprender tudo nessa Viagem dos Homens.
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Comentários (1)
anônimo: Eu faria um troca troca com esse guri.
Responder↴ • uid:2qln3dqrj