#Gay #Grupal #Incesto #Sado

Escravo Familiar: Capítulo 49 (Reaprendendo a ser escravo)

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Tártaro

Durante o trajeto de volta para casa, eu me aconcheguei no banco; meu corpo estava quente, um pouco cansado, porém elétrico. Olhei para papai e o vi pensativo, calado, com uma feição séria, porém relaxada.

— O que foi, papai? Algum problema? Perguntei, levando minha mão para sua coxa e alisando-a de um lado para o outro, encostando a ponta dos dedos na sua virilha.

Papai, ainda sério, porém perdido em pensamentos, disse-me:

— Pega meu celular no console do carro e manda uma mensagem para o Léo, seu ex-cunhado. Pergunta se ele topa pegar um motelzinho conosco mais tarde. Estou precisando relaxar, mas desta vez quero você e ele juntos a mim.

— Huuum! Ok, tem certeza disso? Perguntei, olhando seu maxilar travado, e parecia que ele se segurava para não ficar duro.

— Tenho filho, só faça o que eu te pedir. Ele disse ríspido: — Aliás, por que você está me questionando? Seu treinamento de hoje não adiantou de nada? Ele disse, bravo.

— Nossa, meu Senhor Pai, não falei por mal, só estou curioso, não precisa tratar-me assim.

— Desculpa, filho, tive um dia cheio, cansativo, estou precisando extravasar e quero companhia para isso, não só sua, porque não será o suficiente.

— Claro! Disse, e peguei seu celular, abri o WhatsApp e procurei o contato do meu ex-cunhado na lista de conversas.

Ao encontrar, digitei:

"Oi, Léo, tudo bem? Sei que acabei de sair daí com o escravinho, mas tenho uma proposta para você. Topa pegar um motel comigo e ele? Estou precisando me desestressar, conversar um pouco e ter a companhia de outro homem no sexo junto a ele.

Se te interessar, diga-me o quanto antes, e não se preocupe, eu passo para te buscar! Aguardo seu retorno."

Papai foi ditando o que ele queria enquanto eu digitava para ele no seu celular.

Enviei a mensagem e voltei a olhar para meu dono.

— Pai, a que horas você me quer pronto?

— Calma, viadinho, espera o Leonardo responder, depois te dou as próximas ordens.

— Tudo bem, meu senhor!

Coloquei o celular do meu pai no console do carro e fiquei olhando a estrada, sem pensar em nada, mais doido para chegar em casa.

Tempo depois, papai estacionou o carro na frente de casa, estacionou no meio-fio, e saímos de dentro. Minha guia foi colocada de volta ao anel da minha coleita, e papai acionou uma vibração baixa que ficava fazendo carícias no meu corpo.

Aquilo foi bom; essa nova descoberta relaxava meu corpo e meus músculos, fazendo toda a tensão do dia evaporar de meu corpo.

Papai abriu o portão e entramos em casa, e já foi logo me dando ordem:

— Vai para sua mãe, almoce e desça, tome um novo banho e passe o dia todo pelado. Não quero você de roupa hoje; se colocar qualquer peça, eu te dou uma surra. Entendeu?

Meio surpreso com a ordem, respondi:

— Tudo bem, papai, como o senhor desejar.

Papai desligou e retirou a guia da minha coleira, e saí de seu lado indo para casa de mamãe.

Subi os lances de escadas e bati na porta.

TOC TOC.

Girei a maçaneta e entrei; a casa de mamãe estava toda apagada. Fui até a cozinha e acendi a luz; em cima do fogão tinha comida pronta.

Fiz meu prato e o levei para o micro-ondas, apertando 5:00 minutos. Ele começou a girar o prato, fazendo barulho, e aproveitei para ir lavar minhas mãos e mandar mensagem para mamãe.

Entrei no banheiro e aproveitei para mijar, levantei a tampa da privada e me sentei, retirei o meu celular do bolso e, entrando no WhatsApp, vi a mensagem que minha mãe havia me mandado.

" Oi filho, deixei comida pronta em cima do fogão. Se caso você vier comer aqui, esquente-a ou no fogão ou no micro-ondas, como você preferir. Mamãe foi atender uma cliente e já volta. Te amo! "

"Ok, mamãe, já estou em casa, até mais tarde, também te amo!"

Respondi sua mensagem e o micro-ondas apitou, avisando que a comida estava quente.

Levei o prato para a mesa e fui buscar um suco na geladeira. Enchi um copo e sentei-me à mesa para degustar a comida.

Caramba, estava varado de fome. As garfadas foram levadas à minha boca com uma certa rapidez, que cheguei em alguns momentos a quase me engasgar.
Meu estômago roncava e fazia alguns barulhos em seguida, como se agradecesse por eu estar o alimentando com comida de verdade, e não só com mijo e porra de macho.

Depois que comi e tomei meu suco, aproveitei para lavar o que tinha sujado. Logo em seguida, saí da casa de mamãe e voltei para casa; precisava cumprir as ordens do meu senhor.

Desci as escadas e fui logo para o banheiro, retirei minhas roupas e as coloquei para lavar no cesto, sentei-me à privada e fiz minhas necessidades fisiológicas, depois encaminhei-me para o box, abrindo o chuveiro e permitindo que a água lavasse todo o suor impregnado no meu corpo.

Tomei um belo banho, fiz uma chuca caprichada e saí pelado para o andar de cima de casa.

Ao subir as escadas, escutei a televisão ligada na sala e encaminhei-me para lá. Papai estava pelado, de banho tomado, relaxando deitado no sofá.

Ao me ver, bateu de leve no estofado do sofá, convidando-me a deitar com ele. Fui até ele e aconcheguei-me em seus braços. Papai começou a me acariciar e me deu vários beijos.

— Descanse um pouco agora à tarde, meu filho; mais tarde você precisará de bastante energia. Ele disse-me, voltando a me beijar o pescoço, logo virou meu rosto e depositou um beijo de língua quente em minha boca.

Soltou-me e abraçou-me pela cintura, apertando-me contra o seu corpo, e voltou a assistir à programação da televisão.

Durante esse período, papai pegou novamente seu celular para verificar as mensagens e encontrou a resposta do Leonardo.

"Topo, a que horas iremos?"

"Que ótimo, por volta das 20:00 passo para te buscar, ou prefere ir no seu carro?" "

"Gostaria da carona, se possível, senhor João. Estou sem carro no momento, precisei levá-lo para a oficina e não sei quando irei buscá-lo."

"Entendo! Então passo aí no pet para buscar você!"

"Agradecido!" Respondeu o Leonardo.

Papai voltou a se arrumar no sofá, apagou a tela do celular, deixando-o ao seu lado no estofado. Agarrou-me, beijando e cheirando meu pescoço, depois se aquietou e relaxou todo seu corpo.

Depois que nossos corpos relaxaram no sofá, caímos no sono. Papai se agarrou a mim e dormiu um sono sereno e relaxado.

Por volta das 17:00 despertamos; dormimos agarrados durante a tarde por cerca de três horas. Papai olhou-me nos olhos quando acordou e me deu mais alguns beijos.

— Nossa, que delícia, nem me convidaram! Disse meu irmão, sentado no outro sofá, ao lado do nosso.

Papai gemeu na minha boca quando escutou meu irmão e virou-se para ele.

— Não o convidamos, porque não tinha um convite a ser feito!

— Tá! Desculpa aí! Meu irmão Thiago disse para papai, segurando as mãos em sua defesa.

Meu irmão Thiago voltou a prestar atenção na televisão, enquanto papai e eu continuamos agarrados, pelados, no sofá.

Por volta das 19:00, papai achou melhor começarmos a nos arrumar; precisávamos sair daqui a pouco para o motel. Levantei do sofá, passando pelo meu irmão, que deu um tapinha na minha bunda branca, e desci as escadas indo para meu quarto.

Entrei e fui direto para o guarda-roupa. Separei uma calcinha branca, fui dental, uma calça jeans preta e uma regata branca simples. Coloquei um coturno e ajustei minha coleira no pescoço.

Depois saí do quarto e subi de volta para o andar de cima da casa. Entrei no quarto de papai e o peguei se trocando.

— Nossa, que menino lindo! Ele disse ainda nu, escolhendo algo no seu closet para vestir.

Aproximei-me dele e o agarrei por trás, beijando seu pescoço e sarrando sua bunda definida. Deslizei minha mão direita pelo seu quadril e agarrei seu pau mole e comecei a acariciar.
— Ei, tá cedo para isso! Ele repreendeu-me.

Saí de suas costas, e ele se virou para mim com o pau duro apontado para cima. Pegou uma camiseta preta de manga curta e a passou pela cabeça.

Sem dizer nada, eu simplesmente me ajoelhei aos seus pés, segurei seu cacete duro e o levei para minha boca.

— Huuuuuuuuuum! Papai gemeu e passou a mão para trás da minha cabeça.

Engoli-o até a base do seu cacete e depois voltei, e repeti várias vezes o movimento, chupando-o forte.

— Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub Glub

Papai gemia baixo, segurando minha cabeça e empurrando-a forte de encontro à sua virilha. Ele contorcia seus pezões 40, largos, no chão frio, expressando o seu prazer.

— Hãããããã, filhão, assim, que boquinha quente gostosa, isso, massageia a pica do papai.

— Huuuuuuuuuum!

Ele manipulava meus movimentos, fazendo minha boca deslizar lindamente pelo seu pau, molhando-o com minha saliva grossa.

— Hãããããã, tá gostando, né, filhão? Chupa, chupa a pica do papai, meu amor, chupa. Hãã! Hããã!

Senti papai se contorcer mais e seu pau pulsar em minha boca. Gemendo, ele verbalizou um aviso:

— Papai vai gozar, paixão, papai vai te dar seu café da tarde, seu leite paterno. Ãããããh, Ãããh! Toma seu café da tarde atrasado, Huuuuuuuuuum!

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt

— Aaaaaaah! Pffffffffffffffffffffffff!

Seu leite grosso invadiu minha boca por goladas fartas que atingiam bruscamente minha garganta. Eu as engolia com todo o prazer, alimentando-me do meu leite paterno, doce e de fundo salgado, que eu tanto amo.

Papai contorcia-se todo em um êxtase violento, afundando-me na sua virilha e batendo na minha bunda para extravasar seu tesão.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT

Suspirando, me largou.

— Aaaah!

Levantei do chão e arrumei minha roupa. Fui para o banheiro e limpei minha boca.

Enquanto isso, papai terminou de se arrumar, foi na gaveta da cabeceira de sua cama, onde guardava a guia da minha coleira, e a retirou de lá.

Terminei de me limpar no banheiro e voltei para seu quarto. Papai abriu o gancho da guia e a prendeu em minha coleira, apagou as luzes do quarto e do seu closet, sempre me puxando pela guia atrás de si, e saiu do quarto.

Fechou a porta do seu quarto, trancando-a em seguida, virou-se para a escada que dava acesso ao andar de baixo e me guiou até a garagem.

Depois colocou-me no banco do passageiro, afivelou meu cinto e foi abrir o portão da garagem.

Logo retornou para o carro, sentou-se no banco do motorista e deu partida no carro, esperou alguns minutos para o carro aquecer o combustível e o retirou de dentro da garagem. Depois de o retirar da garagem, ele parou no meio da rua, saiu de dentro e foi fechar o portão, que não era automático.

Retornou poucos segundos depois, voltou a se sentar no banco do motorista e finalmente iniciou o trajeto até o pet shop do meu ex-cunhado.

Uma hora depois, chegamos na frente do pet. O Léo estava fechando a loja e carregava na mão uma sacola grande com alguns produtos que não davam para identificar, e, quando se virou, avistou o carro de papai e veio andando a nosso encontro.

— Seu João, como estás? Cumprimentou Leonardo, meu pai, apertando sua mão com firmeza.

— Vem, Léo, entra aí! Disse papai, dando um tapinha na minha coxa e indicando com a mão que eu passasse para o banco de trás.

Sentei-me no banco do meio do carro, e o Léo tomou meu lugar ao lado de papai.

— Seu João, vou precisar tomar banho assim que chegar no motel, não deu tempo de tomar na loja e estou fedendo. O Leonardo disse, conferindo seus odores.

— Claro, sem problemas. Ansioso para nossa aventura? Perguntou papai.

— Com certeza, nunca fiz nada parecido, vai ser algo novo para mim.

Sorrindo para ele, papai deu partida novamente no carro, embicou o carro para a estrada e seguiu caminho.

O tempo passou e, uma hora depois, entramos no motel. Na recepção, a atendente perguntou ao papai quantas pessoas seriam e qual seria o tipo do quarto.

— É para três pessoas, e quero uma suíte premium!

— Ok, senhor. Nossa única suíte Premium disponível custa R$ 1.000 a noite, tudo bem? A atendente perguntou.

— Certo, nosso sistema funciona diferente: os hóspedes pagam na saída e não na entrada, junto com a conta dos produtos que são consumidos do frigobar, ok? Só preciso dos documentos dos três.

Demos nossos documentos digitais, a atendente fez as anotações e liberou a chave do quarto 222. Papai a pegou e adentrou o estacionamento do motel, rodou um pouco e colocou o carro em uma vaga distante e mais escondida.

Descemos do carro com o Léo, com sua sacola em mãos, e já fomos iniciando nossa pegação. O Léo me agarrou pela cintura, dando-me um beijo molhado e enfiando sua língua dentro da minha boca.

O beijei, sorvendo-a e acariciando seu corpo. Papai veio para trás de mim e sarrou-me, beijando meu pescoço. Trocamos várias carícias no estacionamento, com passadas de mãos aqui e ali, até papai pegar em nossas mãos e nos puxar para o quarto.

Subimos uma pequena rampa e adentramos ao estabelecimento, correndo. O corredor era iluminado por uma luz vermelha bombeiro, estreito, e exalava um cheiro doce de frutas.

Corremos por ele com papai, com as chaves do quarto em mãos, olhando para os lados, observando a numeração nas portas: 200, 210... Algumas portas de alguns quartos estavam abertas com casais voyeur que não se importavam de quem os assistiam.
Vi de relance um trisal de gays foderem na cama aos beijos, de quatro, um atrás do outro, gemendo e fazendo seus corpos se chocarem.

Papai batia em minha bunda quando andávamos, rindo, e quando me provocava colocando o pau duro para fora da cueca, balançando.

Quando encontramos nosso quarto, papai o destrancou, e o Léo já começou a se despir, retirou a camiseta e a jogou em uma poltrona junto à sacola que ele carregava, retirou seus tênis e meias, fazendo com que o quarto ficasse impregnado com seu delicioso chulé masculino.

— O que tem na sacola? Papai perguntou para ele.

— Só alguns brinquedos que achei que deveria trazer para deixar nossa noite mais interessante. Disse o Léo, e papai pegou-a e despejou seu conteúdo em cima da cama grande do quarto.

O Léo ficou pelado e foi para o banheiro.

Na sacola, tinha um açoite pequeno com cerdas macias, preto. Papai acariciou as cerdas e fez alguns movimentos no ar para testar.

— Aaah! Léo, não tome banho agora; quero que você transe sujo e suado. Falou papai do quarto.

O Léo, no banheiro, respondeu:

— Tá ok, seu João, mas posso perguntar o motivo?

— Nosso escravinho vai se deliciar no seu suor e no seu chulé, ele ama isso, né, amor de papai?

— Sim! Respondi sorrindo.

— Estranho, mas ok. Se o escravo gosta de macho sujo, então eu ficarei sujo. Vem cá, viado, sentir o cheiro do seu macho! O Léo disse-me.

Papai mandou eu ir, fazendo um sinal com a cabeça, e, quando eu passei, levei uma lapada no rabo com o açoite.

PLAFT!

— Ai, papai! Falei

Papai riu e eu entrei no banheiro.

O Léo estava sentado na beirada da banheira, enchendo-a e adicionando sais de banho de tomar verde, e, ao meu ver, me chamou com a mão para que eu me aproximasse, pegou-me pela nuca e, levantando um pouco o braço, enfiou minha cara no seu suvaco suado.

— Fssssssssssssss! Aspirei profundamente, e nossa, que cheirão gostoso de suor masculino e cecê.

Comecei a lamber, sentindo o gosto salgado e amargo da pele morena dele, e dos pelos aparados que havia ali. O Léo esfregava minha cara em um sovaco, fazendo minha cara ficar quente e molhada com seu suor, e depois direcionou minha cabeça para o outro, repetindo os mesmos movimentos.

Depois que cheirei e lambi bastante seus sovacos, fui descendo pelo seu peito e barriga, beijando e lambendo sua pele suada, suguei seus mamilos, fazendo-o gemer baixo.

— Hããã!

Até chegar na sua virilha suada. Aspirei fundo, esfregando minha cara nos seus pelos pubianos, enquanto ele acariciava minha cabeça careca. Segurei seu cacete, que endurecia em minha mão, e deslizei meu nariz por ele, da base até a cabeça, aspirando forte o odor salgado e forte da sua pele.

— FSSSSSSSSSSSS!

Ao chegar na cabeça, a beijei com um selinho, olhando fundo nos seus olhos que se fechavam de prazer. Separei meus lábios encostados na sua cabeçona roxa e engoli, sugando-a com força, fazendo-o se contorcer e gemer mais alto.

— Ãããããh!!

Desci minha cabeça no seu pau duro até que sua cabeça chegasse na minha garganta e depois voltei deslizando calmamente.

— Ai, Pedro, assim! Ele gemeu e afundou minha cabeça de encontro com sua virilha, fazendo sua cabeça bater no fundo da minha garganta.

Depois soltou-me e eu pude chupá-lo com força, subindo e descendo, tirando muitos gemidos da sua boca.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt

Ele se contorcia enquanto eu subia e descia rápido, chupando forte, e deixava o seu pau bem molhado.

Quando ele estava prestes a gozar, retirou com violência minha cabeça do seu pau e beijou minha boca de língua.

— Ainda não quero gozar! Ele disse e fechou a torneira da banheira, levantou-se e, pegando na minha mão, levou-me de volta para o quarto.

No quarto, papai estava nos esperando, se masturbando, escutando os gemidos do Léo enquanto eu o chupava sentado na poltrona no quarto. Quando nos viu, parou de se punhetar e se levantou.

Puxou-me para ele e tascou um beijo de língua na minha boca, sentindo o sabor do pau do Léo.

O Léo se aproximou por trás dele e o beijou no pescoço, encoxando-o e passando seu pau duro no rego de papai.

Papai se entregou, rebolando de leve na pica dele, empinando sua bunda e deixando que ele o pincelasse com o pau.

Depois virou a cabeça e deu-lhe um beijo de língua farto.

A seguir, fui empurrado para baixo por papai para que eu ficasse na altura do seu cacete. Segurei-o com a mão direita e expus a glande e caí de boca chupando-o forte.

— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Papai gemia e passou a mão atrás da minha cabeça, comandando meus movimentos.

Vupt vupt vupt vupt

Chupei gostoso, deixando seu pau todo babado por alguns minutos, e depois papai me afastou e deu lugar para que o Léo pudesse foder minha boca.

O Léo veio para minha frente e apontou a pica, expondo a cabeça na minha boca. A abri e permiti sua entrada. Ele a deslizou, gemendo alto, até minha garganta, esperou um minuto e fez eu deslizar minha boca por ela.

Depois, quando estava quase saindo, imobilizou-a e começou a foder.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC

Seu saco batia bruto no meu queixo, e seu pau fazia eu babar igual cachorro. Seu sabor me enlouquecia e fazia meu cuzinho piscar, pedindo sua pica.

Logo fui retirado de seu pau sem ele gozar; os dois puxaram-me para cima da cama, colocando-me de quatro.

O Léo pegou o frasco de lubrificante na sacola e uma camisinha, abriu-a e deslizou pelo pau, depois aplicou uma porção de lubrificante no seu cacete e no meu cuzinho, deixando tudo molhado, e com delicadeza apontou a cabeça da pica na entrada do meu cuzinho e começou a forçar.

— Hããããã! Gemi, sentindo a pressão, e ele deslizar suavemente para dentro.

Senti cada centímetro do seu picão até suas bolas grandes baterem na minha bunda. Ele esperou um tempo até meu cu parar de mastigar seu pau e começou a bombar.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

Nossos corpos chacoalhavam e papai não perdeu tempo e me colocou para mamar seu pau.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...

— Huuuuuuuuuum! Gemíamos os três em uníssono, chocando nossos corpos um de encontro com o outro.

Eles me fodiam rápidos e retimados, fazendo a cama chacoalhar. Os suores de nossos corpos escorriam, ficando tudo pegajoso. Senti os paus dos dois incharem mais e vibrarem, anunciando que estavam perto de gozar.

— Olha o leitinho vindo, não desperdice nada, putinha! Disse papai e, em segundos, os dois gozaram: papai na minha boca e o Leonardo na camisinha dentro do meu cu.

Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Arfando e ainda duros, trocaram de lugar. Papai passou mais um pouco de gel lubrificante no meu cu e uma boa quantidade no seu pau, pincelou a cabeça na entrada do meu cuzinho e começou a forçar.

— Huuuuuuuuuum! Sua pica já era moldada no meu cuzinho, então o prazer era intenso e reconhecido.

Papai se alojou, centímetro a centímetro, dentro de mim, e, quando seu saco bateu no meu rabo, ele não esperou e começou a foder.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

— Ah, bebê do papai, que saudade desse cuzinho que eu estava.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...

Papai metia forte e deslizou sua mão para meu pau, segurou-o com firmeza e começou a bater uma para mim enquanto me fodia.

Vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt vupt...

Já o Léo fodia minha boca e pegava ao seu lado o açoite que tinha trazido e, sem verbalizar uma pergunta, pediu permissão para papai para utilizá-lo.

Papai fez sinal de positivo e ele começou a disparar alguns golpes leves em minha pele, fazendo-a vibrar e começar a ficar rosada.

PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT PLAFT...

— Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Huuuuuuuuuum! Eu gemia com todos os estímulos ao mesmo tempo.

Meu corpo tremia e ameaçava cair por conta do sexo, então papai, sempre atento, deslizou sua mão até minha coleira e tateou em busca do botão de hormônios; ao encontrar, acionou-o.

Bzzzz

Senti o hormônio correr pelo meu corpo e revigorar minhas energias. Meu cu piscou, mastigando seu pau, e minha boca sugava o pau do Leonardo com mais força.

— Caracaaaaa! O Léo gritou.

E papai começou a bombar mais forte, e ele, ao perceber, também.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

As bombadas foram tão violentas que meu corpo entrou em colapso, e apertou mais forte os membros dos dois e os fizeram gozar com violência, inundando minhas pregas de porra.

— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!

Pttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttt

Eu gozei junto a eles com tanta violência que fez a cama empoçar porra, e minha boca e meu cu se inundar de porra.

Engasguei-me, tossindo, e o Léo saiu de dentro de mim com papai desabando em cima de mim.

Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf

Meu coração parecia que iria sair da boca, e os dois se jogaram ao meu lado no colchão da cama, arfando desesperadamente.

Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf...

Um tempo depois, deslizei na cama até os pés dos dois e passei a cheirá-los.

— FSSSSS! FSSSSS! FSSSSS! FSSSSS!

Lambi suas solas salgadas e suadas, sorvendo os chulés. Chupei cada dedo, depois um de cada vez. Uni os pares e fodi os vãos até não me aguentar mais e gozar.

VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT VUPT…

— Aaaaaaaaaaaah!!! Pttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttt!

Logo em seguida, os lábi, deixando-os limpos, e fui atrás dos seus tênis.

Peguei um dos do Leonardo e os cheirei, aspirando forte seu odor.

— Fssssssssssssssssssss!

Depois repeti nos do meu papai me masturbando até esfolar meu pau e cair no chão exausto.

Quando recobramos o fôlego, fomos tomar banho. Nós três passamos uma água com um pouco de sabonete no chuveiro, nos beijando a todo momento, nos enxaguamos e fomos para a banheira.

Relaxamos por lá por um tempo e papai achou melhor pedir um serviço de quarto. Estávamos famintos da nossa foda e precisávamos repor nossas energias.
Quando a comida chegou, saímos pelados do banheiro e vestimos um roupão que o motel disponibilizava.

Comemos e passamos a conversar sobre nossos hobbies e pretensões para o futuro até tarde da noite.

Quando cansamos, o sono nos alcançou e acabamos adormecendo agarrados na imensa cama.

No outro dia, acordamos cedo. Eu estava mais disposto, porém sem energia para mais foda. Nos arrumamos e papai pegou a chave do carro junto da chave do quarto. Saímos do quarto e fomos para o estacionamento.

Entramos no carro e papai foi para a saída. Ao chegarmos à portaria, a moça pediu o cartão de identificação dos quartos. Papai o entregou.

— Deu 1800,00, senhor: mil da hospedagem e oitocentos do serviço de quarto.

— Ok! Disse papai: — Passe no meu cartão, disse ele, tateando a carteira no bolso.

Ele a procurou nos dois bolsos da frente e depois nos dois bolsos de trás de sua calça, mas não a encontrou.

Preocupado, olhou para o Léo e perguntou:

— Está com a sua carteira aí? Acho que esqueci a minha em casa! Você paga e depois te devolvo o dinheiro.

— Claro, seu João, só um momento! O Léo tateou sua carteira nos bolsos e nada.

— Ai, caralho, não é possível, esqueci a minha também! Disse o Léo em pânico.

— Não é possível isso! Espera aí, vou ver se tenho dinheiro no Pix.

Papai pegou o celular no bolso e, adivinha, sem bateria, totalmente desligado.

— A porra, mentira que estou sem bateria. Está com seu celular aí, filho?

— Estou, pai, mas não tenho dinheiro no banco e estou sem internet também!

— AH, qual é! Mas que porra! Papai esbravejou.

— Tem dinheiro no banco, Léo, depois te pago! Estou falando sério, senão vamos ser presos por não querer pagar o motel.

— O pior é que não, estou esperando meus clientes me pagarem, e, como o senhor disse que iria pagar, nem me importei muito.

— Fodeu, e agora? Moça, não temos como pagar. Qual vai ser a solução para isso? Podemos pagar na próxima? Sempre estou por aqui.

— Olha, senhor, isso eu não posso fazer. Eu posso ser demitida por isso. Vou ter que chamar o dono do estabelecimento, só um segundo.

A moça ligou do telefone da recepção para o dono, falou algumas palavras e disse:

— Esperem só um instante!

— Tudo bem! Disse papai.

Um tempo depois apareceu um homem nas casas, dos seus 37 anos, corpo de paizão, cabelo cortado de um jeito moderno. Ele era moreno, de estatura média, cabelos lisos, uma barba desenhada que o deixava mais lindo.

Entrou na portaria e disse:

— Olá, sou o Jhonny, dono do estabelecimento. Fiquei sabendo da situação e quero saber como resolveremos isso.

— Olha, senhor, me desculpa, mas não estou querendo passar a perna em vocês. Se quiser, pode verificar meu carro e meus pertences, mas preciso ir embora, e não tenho dinheiro aqui comigo em espécie e não estou conseguindo entrar no banco. Posso pagar com outros meios ou pagar na próxima vez?

— Hahahahah, ele riu. — Era só o que me faltava, vocês vêm ao meu estabelecimento e não vão pagar pelo consumo? Vou chamar a polícia!

— Não! Gritou papai: — Qual é? Podemos fazer o que o senhor quiser, mas não chamei a polícia.

— Senhor, se vocês não pagarem a hospedagem, vocês têm duas opções: ou eu chamo a polícia e vocês vão em cana, ou vocês irão me pagar com mão de obra. Vocês que sabem. Ah, fiquei sabendo que vocês são em três e o mais jovem é passivo, né?

— Sim! Disse papai.

— Então faremos o seguinte: se vocês optarem pela mão de obra, você e o homem ao seu lado irão ajudar na lavanderia do motel, e o mais novo, eu quero comê-lo. Qual vai ser?

Papai olhou para mim no retrovisor e disse:

— Filho, o que você acha?

— Caralho, ele é seu filho! Isso está ficando interessante! Disse o dono do motel.

— Papai, eu até topo, se o senhor achar que é a única saída!

— Ok, então faremos a segunda opção! Disse papai.

— Ótimo, então, por favor, senhor, estacione novamente, que eu o levarei para a lavanderia, e o passivo é meu!

Papai começou a dar a ré e voltar para o estacionamento do motel.

CONTINUA...

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