#Bissexual #Corno #Gay #Traições

Agora todo mundo vai saber, Marcelo

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Viviane

Flagrada por você, transformei a traição em libertação sexual. Agora, livre de amarras, exijo o divórcio definitivo dessa nossa farsa. Assina Marcelo.

Sei que você vai ler isso, Marcelo. Afinal, passar as noites navegando por sites de pornografia e contos eróticos como este sempre foi o seu refúgio secreto, não foi? Já que você não teve coragem de me ouvir e me calou quando nos flagrou, decidi usar justamente o seu vício para fazer a verdade chegar até você. Nua, crua e sem o filtro de aparências que você sempre fez tanta questão de manter...

Tenho 44 anos, um filho de 18 e passei quase duas décadas casada com o Marcelo. Sempre fui de ponderar, de engolir seco para evitar brigas. Mas tudo tem limite.

Marcelo tem 56 anos. Reservado, de poucas palavras, o provedor perfeito para quem olha de fora. O problema é que as pessoas só enxergam a superfície.

Moramos no mesmo apartamento desde o casamento, um presente dos meus pais. Nunca nos faltou conforto ou dinheiro. Éramos a definição de uma família comercial de margarina. Durante muito tempo, eu também tentei acreditar nessa mentira.

Acho que os dois primeiros anos foram bons. Bons o suficiente para eu acreditar que tinha feito a escolha certa. As primeiras rachaduras apareceram quando engravidei.

Eu tinha avisado que ia parar com o anticoncepcional. Não foi um comentário vago; fui clara. Ele não demonstrou preocupação, continuou transando comigo como se nada tivesse mudado e eu achei que estávamos na mesma página. Não estávamos.

A reação dele ao teste positivo foi um soco no estômago. Fui cobrada, chamada de irresponsável. Ouvi que não era a hora, que um filho só traria problemas. Enquanto ele descarregava a própria frustração em mim, eu só conseguia pensar no óbvio: eu não tinha feito aquele filho sozinha.

Comecei o pré-natal e, a cada consulta, era um parto à parte. Eu precisava convencê-lo a ir. Nunca foi natural. Eu tinha que lembrar, implorar, explicar a importância de cada exame. Parecia que ele estava me fazendo um favor.

O que mais doía era a falta de lógica. O filho era dele também. Eu queria cumplicidade, mas o que recebi foi o início de um padrão que duraria anos: a responsabilidade era toda minha; o sobrenome e o status de pai de família eram dele.

Nosso filho nasceu e, com ele, o esgotamento. Enquanto eu virava noites tentando entender a maternidade, você sumia. Tinha futebol com os amigos, pescaria, qualquer desculpa servia para te manter longe de casa. Aprendi a ser mãe sozinha.

Minha mãe percebeu o abandono e passou a me ajudar. Quanto mais ela assumia o seu papel, mais você se acomodava. A presença dela virou o seu passaporte para desaparecer.

Até o dia em que ela não aguentou e te colocou contra a parede. Falou tudo o que eu, na minha covardia de evitar brigas, engolia. E sabe o que é o pior? Eu briguei com ela para te defender. Eu ainda te amava e passei pano para a sua negligência, mesmo sabendo que ela estava coberta de razão.

Fui engolindo. Reuniões de escola, apresentações de Dia dos Pais, festinhas... na maioria das vezes, eu era a única presente. Você sempre tinha uma desculpa, um compromisso de última hora, algo mais importante do que nós.

Quando nosso filho virou adolescente, o fardo pesou menos. Ele ganhou autonomia, passou a depender menos de mim e, pela primeira vez em anos, senti que podia respirar.

Nossa vida entrou em um suposto equilíbrio. Pelo menos era o que eu tentava acreditar naquela época. Até nossa vida sexual parecia ter melhorado. Foi então que você apareceu com um pênis de borracha, dizendo que era extremamente realista, e insistiu para que eu experimentasse.

Marcelo... mulher gosta de pinto de verdade, não de um pedaço de borracha. Eu fiz aquilo uma única vez, apenas para te agradar. Você lembra disso.

O que você nunca soube é o que aconteceu depois. Guardei a caixa no meu guarda-roupa e, alguns dias mais tarde, percebi que as coisas ali tinham sido mexidas. A caixa não estava exatamente onde eu a havia deixado. Achei estranho e resolvi fazer uma pequena marca oculta nela, só para saber se estava imaginando coisas.

Dias depois, fui conferir. A marca estava virada para baixo. Alguém tinha pego a caixa. Em casa éramos apenas nós três. Eu sabia que não tinha sido eu. Nosso filho praticamente nunca ficava sozinho em casa. O único que ficava era você, todas as manhãs, no intervalo entre a minha saída para levá-lo à escola e a sua hora de ir trabalhar.

O que você fazia com aquele objeto, Marcelo? Eu nunca tive como provar. Talvez nunca prove. Mas, para mim, aquilo foi o sinal definitivo de que existia uma vida inteira que você escondia de mim.

E não foi o único sinal. Nunca esqueci daquela vez em que, logo após fazermos amor, você continuou deitado de bruços na cama. Eu me aproximei por brincadeira e fiquei roçando em você. A sua reação foi gemer e dizer que aquilo estava gostoso. Na hora, não falei nada. Guardei aquilo comigo, como já tinha guardado tantas outras coisas.

Por falar em sinais, teve o dia em que usei o notebook na sua conta. Sua senha era o nome do nosso filho, pois você nunca se esforçou muito para se esconder.

Olhei seus e-mails e não achei nada. Mas o histórico de navegação entregou tudo: uma lista interminável de sites pornográficos. Tinha de tudo. Conteúdo heterossexual, gay, trans e, principalmente, contos eróticos. Exatamente como este que você está lendo agora.

Eu não entendia por que você preferia uma tela a ter uma mulher de verdade ao seu lado. Cheguei a ficar nua na frente do espelho, procurando defeitos. Será que engordei? Meu corpo não dava mais tesão? A resposta do espelho foi não. Eu continuava magra, em forma, a mesma mulher que sempre se cuidou.

O problema não era eu. Comecei a me perguntar se você era gay, bissexual ou se só guardava um fetiche que não tinha coragem de admitir. Não era a sua orientação que me machucava, Marcelo. Era perceber que, depois de quase duas décadas dividindo a mesma cama, você não confiava em mim para ser sincero.

Você sabe que nunca achei uma prova definitiva. Só indícios, marcas em caixas e perguntas sem resposta. Mas quem escolheu viver nas sombras primeiro foi você. Quando um casamento passa a conviver com omissões, a confiança morre. Se você se deu o direito de ter uma vida secreta, não venha me dizer que fui eu quem quebrou a nossa promessa.

Agora quer saber, Marcelo, como conheci o homem que estava na sua cama comigo? Então preste bem atenção, porque eu vou falar do José. Ele mora no nosso condomínio e enquanto você passava as noites se escondendo atrás de uma tela de computador, ele me enxergava de verdade.

A primeira vez que ficamos sozinhos foi em uma pane no elevador. Conversa fiada de minutos entre dois andares. Quando a porta abriu, acabou. Mas o verão chegou e eu cansei de ficar trancada no apartamento com a sua indiferença. Comecei a descer para a piscina. O José também ia.

Sabe qual é a diferença crucial entre ele e você? Ele sabe ouvir. Quando conversávamos na piscina, ele me olhava nos olhos. Não me interrompia e não mudava de assunto para inflar o próprio ego, como você passou duas décadas fazendo.

Um dia, eu me levantei para pegar água. Ele me olhou de cima a baixo, sorriu e disse que aquele maiô me deixava linda. Foi um elogio direto, seguro, de um homem que sabe o que quer.

Aquilo me deu um estalo de ódio, Marcelo. Ódio de você. Percebi que eu continuava gostosa, continuava desejável, mas passava os dias invisível dentro da minha própria casa. O José não precisou de muito para me ter. Bastou me tratar como a mulher que você desaprendeu a tocar.

Depois daquele dia, aconteceu o que passei semanas tentando evitar. Mas a verdade é que nossos olhares na piscina já diziam mais do que qualquer palavra. Bastou um encontro a sós no elevador para a distância sumir.

Ele me prensou e me deu um beijo. Eu retribuí com toda a fome que você deixou secar em mim. Quando dei por mim, já era tarde demais para fingir qualquer amizade.

Aquele espaço fechado virou o início do nosso território. A partir dali, o respeito que eu tinha por você e pela nossa história evaporou de vez.

Fui para a cama com ele diversas vezes e a cada vez era melhor, aumentando a minha vontade de me entregar por completo.

Fiquei sabendo que você anda dizendo por aí que eu sou uma puta, tentando se fazer de vítima para os outros. Pois eu te digo: sou mesmo. O José me transformou na putinha dele, Marcelo, e você é um corno.

Como todo corno merece saber exatamente o que a mulher faz com outro homem, eu vou te contar em detalhes, porque o que estava acontecendo naquele dia, na nossa cama, minutos antes de você abrir a porta e dar o flagrante.

Aproveita que você já está nesse site. Lê até o final e vai bater punheta pensando na cena.

Despachei nosso filho para a casa da minha mãe e voltei correndo, morrendo de tesão. Assim que entrei, vesti aquela calcinha e sutiã vermelhos, aquela lingerie bem sexy que comprei anos atrás e que você nunca fez questão de notar.

Foi exatamente assim que recebi o José. Ele entrou no apartamento e não perdeu tempo: me puxou para um beijo longo, pesado, apertando a minha bunda com força. Eu já conseguia sentir o pau dele completamente duro através da calça, roçando na minha buceta por cima da renda vermelha.

Eu praticamente arrastei o José para o quarto, tamanha era a minha urgência de dar para ele. Fui arrancando a roupa dele ali mesmo — a camiseta, a bermuda, a cueca —, até ele ficar completamente pelado na sua frente.

Está curioso para saber o tamanho do pau dele, Marcelo? É bem maior que o seu. Aliás, isso não é nenhuma novidade, já que o seu é pequeno e mal chega aos doze centímetros, se tanto.

Me ajoelhei na frente dele, completamente submissa, e comecei a mamar aquele pau gostoso. Beijei a cabeça, as laterais, as bolas. Fiz o movimento inverso, vindo de baixo, chupando e lambendo lentamente até chegar de novo no topo, que já estava melado com aquele líquido transparente e salgado do tesão dele.

Abocanhei tudo de uma vez. Enfiei na garganta até engasgar para babar bem e deixar o pau dele bem lubrificado. Depois, continuei sugando a cabeça com força, olhando para cima, bem nos olhos do José, saboreando cada segundo do prazer que ele estava sentindo.

Até que ele me levantou daquele chão, arrancou o meu sutiã, puxou a minha calcinha para baixo e me deixou peladinha na frente dele. Me empurrou para a cama e veio me chupar, algo que você passou anos sem fazer porque dizia que não gostava. Mas eu gosto, Marcelo. E muito.

Ele começou a me beijar, aquele beijo molhado, com as nossas línguas se envolvendo freneticamente. Passou a dar leves mordidas e a sussurrar bem baixinho no meu ouvido que ia me comer inteira. Beijou meu pescoço e desceu até os meus seios, que estavam durinhos de tesão, recebendo a boca dele.

Ele chupou e mamou meus peitos sem pressa nenhuma, enquanto eu sentia a minha buceta pegando fogo, completamente molhada. A boca dele desceu pela minha barriga, lentamente, até chegar onde tinha que chegar.

Ele esfregava a boca na minha buceta totalmente depilada, beijando com carinho, até que enfiou a língua com tudo dentro de mim, me fazendo contrair inteira. O José continuou me chupando gostoso, alternando a língua com enfiadas fundas de dedo para me deixar no ponto.

Eu não aguentava mais de tesão e implorei para ele me comer. Sem camisinha — afinal, lembra da laqueadura que fiz porque você exigiu? Nem me preocupei com doenças, porque nós dois nos cuidamos.

Abri bem as pernas e ele veio por cima, de papai-mamãe. Ele me beijava na boca enquanto me comia com vontade. O pau dele encaixava perfeito, me preenchendo toda, bem diferente daquela sensação de vazio que eu sentia com o seu.

Eu estava quase gozando e pedi para mudar de posição para prolongar a sensação. Fui montar nele. Encaixei o pau dentro da minha buceta e desci com tudo. Rebolava com força, sentindo ele entalado dentro de mim.

O José segurou firme na minha cintura e me fazia subir e descer naquele ritmo frenético. Eu estava tão maluca de tesão que acabei gozando ali mesmo, em cima dele, em questão de minutos. Ele esperou a minha recuperação e me quis de quatro.

Me posicionei de quatro na cama, o José veio por trás e foi enfiando o pau devagar, parecendo que queria aproveitar cada centímetro de mim. Quando estava tudo lá dentro, ele segurou firme na minha cintura e começou a me comer, alternando o ritmo e a força, me fazendo gemer alto novamente.

Foi exatamente nesse momento que você nos interrompeu. Eu ainda tentei falar com você, mas você deu as costas e foi embora me xingando. Eu entendo, Marcelo... deve ser muito difícil para um corno ver a sua mulher transando com outro homem.

Mas quer saber o que aconteceu depois que você bateu a porta? Nós voltamos a meter com mais tesão ainda. Sem o peso do segredo, a nossa transa ficou perfeita, porque agora não havia mais nada para esconder.

Ficamos tão motivados com a sua saída que parecíamos dois adolescentes. O José passou a me comer com força, de um jeito totalmente selvagem, me fazendo sentir uma fêmea completamente à mercê dele. Naquele momento, ele poderia fazer o que bem entendesse comigo e, aliás, fez.

Em determinado momento, senti o pau dele pulsar fundo dentro de mim e apertei com força com as paredes da minha vagina. Ele gozou com tudo, e eu também. Deitamos na cama, lado a lado, e eu conseguia ver a minha buceta completamente melada com o esperma dele que escorria.

Descansamos um pouco e decidi ligar para a minha mãe. Inventei que passaria a noite na casa de uma amiga que tinha sofrido um acidente, só para o nosso filho ficar por lá. Com você fora de cena, Marcelo, eu tinha a noite inteira livre e muito mais tempo para dar. Eu estava acesa como nunca estive em toda a minha vida.

Para ser sincera, até eu passei a me estranhar, porque aquele definitivamente não era o meu comportamento normal. Não sei explicar... talvez fosse a quantidade absurda de adrenalina que ainda estava correndo no meu sangue.

Enquanto o tempo passava, fiquei deitada conversando com o José sobre as minhas mágoas em relação ao nosso casamento e o que seria do meu futuro a partir dali. O clima estava quase sério, até que ele olhou para mim, mudou o tom e soltou: "E essa bundinha aí? Vai dar para mim?"

Eu acabei rindo, porque na mesma hora lembrei de você, Marcelo. Lembrei de quando você tentou comer a minha bunda, bem no início da nossa relação. Foi tudo tão desajeitado que, sinceramente, acho que você nem sabia o que estava fazendo e simplesmente desistiu. Nunca mais tentou.

Agora, eu tinha uma nova oportunidade de descobrir de verdade qual era a sensação, então concordei na hora. O José pediu para eu esperar um instante e foi rapidinho até o apartamento dele, voltando logo em seguida com lubrificante e camisinha.

Agora veja se aprende alguma coisa, Marcelo. O José passou bastante lubrificante na entradinha do meu cu e começou a brincar ali, de leve, com um dedo. Eu sentia a minha bunda toda melada de tanto gel que ele passava, e logo já eram dois dedos ali dentro, me cutucando sem pressa nenhuma.

Não sei precisar quanto tempo durou essa preparação, mas quando ele sentiu que eu estava pronta, me colocou de ladinho na cama. Ele abriu bem as minhas pernas, encaixou a cabeça do pau na portinha e ficou brincando ali: ora empurrava só um pouquinho mais para dentro, ora tirava.

Ele sussurrava no meu ouvido, dizendo para eu relaxar e deixar o pau entrar. Aos poucos, fui cedendo, até que senti os pentelhos dele roçando na minha bunda. Estava todinho enterrado dentro de mim. Foi aí que ele começou a manipular o meu clitóris com os dedos enquanto fazia os movimentos de entrar e sair, o que me deu uma descarga de tesão que eu nunca tinha sentido antes.

Aos poucos, fui me conectando ao ritmo dos movimentos dele, rebolando no pau e aproveitando cada segundo daquela sensação nova. Mais uma vez ele pediu para trocar de posição e eu fiquei de bruços na cama.

Agora eu já não tinha a mão dele me manipulando na frente, mas sentia todo o peso do corpo do José me pressionando contra o colchão, além daquelas estocadas fundas e fortes que vinham por trás, até que ele não aguentou mais e gozou tudo dentro do meu cu.

Descansamos, conversamos e, depois de ser muito bem comida, fiz questão de ir para a cozinha preparar um jantar caprichado para o José. Eu queria que ele ficasse comigo a noite inteira, e foi o que nós fizemos: dormimos abraçados, peladinhos, de conchinha até o dia amanhecer.

Quando acordamos, já passava das dez horas da manhã. Eu estava faminta, de comida e de sexo também. Fomos direto para o chuveiro e tomamos banho juntos dentro do box, uma coisa simples que nós dois, Marcelo, nunca fizemos em anos de casamento.

Ali debaixo da água, começamos a brincar, um manipulando o corpo do outro, até que o José me virou de costas, me apoiou na parede e começou a me comer em pé. Mais uma experiência deliciosa que eu nunca tinha experimentado na vida e que você nunca teve a capacidade de me dar.

Com ele apalpando os meus seios e manipulando o meu clitóris com os dedos molhados, foi fácil chegar a mais um orgasmo intenso ali mesmo, em pé. Como o José ainda não tinha gozado, eu fiz questão de me ajoelhar naquele chão molhado do box e comecei a chupar com vontade aquele pau que tanto prazer estava me proporcionando.

Chupei até ele explodir de tesão, recebendo os jatos quentes de esperma dele no meu rosto e enchendo a minha boca.

Totalmente saciados, o José foi embora e eu fiquei ali sozinha, mais uma vez com aquele gostinho de quero mais — e que, certamente, eu terei.

Entenda uma coisa, Marcelo: hoje eu me sinto uma nova mulher. Estou livre de preconceitos, livre de amarras e não estou nem aí para o que a sociedade ou você possa pensar. A vida é minha, só minha, e eu escolho exatamente com quem quero compartilhá-la.

Agora eu não preciso mais mentir para você. Felizmente você voltou dois dias mais cedo daquela viagem e nos viu ali na cama. Aquele flagrante foi o seu choque de realidade.

Agora, Marcelo, engula o seu orgulho e aceite o pedido de divórcio que eu já tinha feito meses atrás. Aquele mesmo que você vinha adiando, me pedindo tempo, dizendo que ia consultar advogado e tentando de tudo para manter as aparências da sua família de comercial de margarina. Acabou e não vejo a hora de assinar a homologação.

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