#Coroa #Estupro #Gay #Zoofilia

Meu avô e Pretinho

1.3k palavras | 0 | 4.00 | 👁️
silva.p

de quando peguei meu avô engatado no nosso cachorro.

Meu avô voltou da missa evangélica por volta das dez e meia da noite. A caminhonete velha parou em frente de casa com aquele barulho conhecido. Ele desceu ainda vestido com a camisa social branca de manga curta, calça jeans escura e a Bíblia velha na mão. Aos 68 anos, meu avô era um homem imponente: negro, pele retinta, cabelo curto bem grisalho, barba grisalha por fazer que deixava o rosto mais rude e marcante, peito largo e peludo com fios brancos misturados, braços grossos e fortes de quem ainda trabalhava pesado no sítio.
— E aí, vô? O culto foi bom hoje? — perguntei da varanda.
Ele parou, suspirou e respondeu com aquela voz rouca e grave:
— Foi uma bênção, filho. O pastor falou sobre resistir às tentações da carne. Palavra que corta o coração da gente.
Ele entrou, tomou seu café preto sem açúcar, trocou de roupa e saiu só com um calção velho de nylon cinza-claro, daqueles bem finos e surrados que grudavam nas coxas grossas e negras, marcando o volume pesado entre as pernas. Pegou a lanterna e disse:
— Vou lá cuidar dos animais. Encher os bebedouros, jogar milho pras galinhas, fechar o galinheiro e ver se o Pretinho tá bem. Não demoro.
Fiquei sentado mais uns minutos, mas a curiosidade me consumia. Fazia semanas que ele demorava muito nessas saídas noturnas. Levantei e fui atrás dele, descalço pelo caminho de terra, pisando leve pra não fazer barulho.
O ar da noite estava fresco, cheirando a mato molhado, terra e esterco. Quando cheguei perto do galinheiro velho, comecei a ouvir os sons: respiração pesada, gemidos roucos e um barulho molhado ritmado.
Me escondi atrás de uma pilha de tábuas velhas e observei.
Meu avô estava agachado no chão de terra batida, iluminado pela luz fraca da lanterna. Ele fazia carinho no Pretinho. No começo era normal: coçando atrás das orelhas, passando a mão grande e escura no lombo musculoso. Logo as carícias desceram. Ele começou a massagear entre as patas traseiras do cachorro.
O Pretinho abanava o rabo rápido, excitado. Logo o pau vermelho e brilhante do cachorro saiu da bainha: grosso, longo, veias saltadas. Meu avô respirava mais pesado. Segurou o pau do Pretinho com a mão grande e escura e começou a masturbar devagar.
Depois se aproximou, cheirou fundo e lambeu a cabeça pontuda várias vezes. Abriu a boca e enfiou o pau do cachorro, chupando com fome crescente. Os sons eram obscenos: sucção molhada, saliva escorrendo abundante pelo queixo e pingando no peito negro peludo com fios grisalhos, gemidos roucos saindo da garganta enquanto ele mamava cada vez mais fundo, balançando a cabeça.
Depois de uns minutos chupando com vontade, ele soltou o pau do cachorro, virou de quatro no chão de terra, empinou a bunda grande, negra e peluda e deu tapinhas na própria coxa:
— Vem, Pretinho… vem, meu filho…
O cachorro grande subiu imediatamente nele. As patas da frente se apoiaram na lombar escura. O pau vermelho acertou o cu e entrou fundo com uma estocada bruta. O Pretinho começou a meter rápido e selvagem. O saco pesado batia forte e constante contra a bunda do meu avô — ploc… ploc… ploc… ploc —, um som molhado e ritmado que ecoava na noite.
Meu avô gemia rouco, a cara quase encostada na terra:
— Isso… mete… vai, Pretinho…
Foi nesse momento que eu saí de trás das tábuas.
Meu avô abriu os olhos e me viu parado ali, com o pau duro pra fora. O rosto negro ficou branco de choque e vergonha.
— Não… Meu Deus do céu… volta pra casa, menino! Por favor! Isso não é pra você ver! — implorou, a voz tremendo.
Eu não me movi. Parei na frente dele e encostei a cabeça molhada do meu pau nos lábios grossos dele.
— Chupa, vô.
— Não… eu não faço isso… isso é pecado… eu não sou dessas coisas… eu sou homem de Deus… — resistiu, virando o rosto.
Bati com o pau pesado várias vezes na cara dele: nas bochechas, nos lábios, na barba grisalha. O pré-gozo espalhou pela pele escura.
— Chupa — repeti.
Ele ainda hesitava. Dei palmadas mais fortes com o pau na cara dele e falei firme:
— Ou você chupa agora… ou amanhã cedo eu conto pra vovó tudinho que você faz com o Pretinho toda noite.
Ele fechou os olhos por longos segundos, respirando pesado, humilhado. Depois abriu a boca e passou a língua devagar na cabeça do meu pau, lambendo com receio.
— Isso… lambe direitinho — murmurei. — Mas o de cachorro você engole inteiro, né, vô? Vi você mamando o Pretinho todinho. Agora vai fazer o mesmo comigo.
Ele gemeu de vergonha profunda, mas abriu mais a boca. Eu segurei a cabeça dele e enfiei devagar, fodendo sua boca quente e molhada enquanto o Pretinho continuava metendo forte no cu dele, o saco batendo sem parar.
Depois de um tempo o nó do Pretinho desengatou. O cachorro saiu de cima, mas o pau vermelho ainda estava duro, latejando, sem ter gozado. Eu tirei meu pau da boca do meu avô, dei a volta e meti fundo no cu dele de uma vez, sentindo o calor escorregadio.
Enquanto eu fodia ele por trás com estocadas firmes, o Pretinho rondava do lado. Eu segurei a cabeça do meu avô e forcei o pau do cachorro contra os lábios dele novamente. Dessa vez ele abriu sem resistir, deixando o cachorro meter na sua boca. O pau vermelho e brilhante do animal enfiou até os pelos da bainha encostarem no queixo. As patas do cachorro se apoiaram na cabeça dele, e ele começou a meter rápido, fodendo a garganta do meu avô enquanto eu fodia o cu dele.
Enquanto ele era fodido pelos dois lados, eu comecei a masturbar o pau pesado dele, sentindo o volume grosso pulsando na minha mão. Depois de poucos minutos, senti o pau do meu avô latejando forte. Ele gemeu com a boca cheia do pau do cachorro e gozou, esguichando grosso no meu punho. O leite branco escorreu pelos dedos, quente e denso.
Agora só faltávamos eu e o cachorro. Eu continuei metendo no cu do meu avô até não aguentar. Tirei, andei até a frente dele e apertei o pau até a glande tocar os lábios dele. Gozei muito, jorrando no rosto dele, nos lábios, na barba grisalha. Enquanto o leite branco escorria pela cara dele, o Pretinho latiu curto, empinou e gozou, esguichando fundo na boca do meu avô. Meu avô engoliu com dificuldade, a cabeça jogada pra trás, a garganta subindo e descendo.
Ele ficou de quatro, tremendo visivelmente, todo melado de porra, o cu levemente aberto pingando na terra escura. Ele não conseguia me olhar nos olhos.
Eu passei a mão no cabelo curto e grisalho dele e falei baixinho:
— Amanhã à noite eu volto aqui. E você vai fazer tudo de novo.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos