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Meu primeiro emprego: Geninho bebeu demais e falou besteira... mas eu acabei gostando

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Marquinhos

Sem falar nada, ele levantava e abaixava meu corpo, esfregando minha bunda no seu pau, que a essas alturas, já estava duro. Eu insistia para que me soltasse.

Liberto dos meus medos e receios, me entregava por completo, assim que entrávamos naquela salinha escura. Estávamos ousados, e não hesitávamos, era só atravessar a porta, e já tirávamos nossas as roupas. Por várias vezes, cheguei a montar as telas, com o pau dele já enfiado na minha bunda.
Acabei sendo efetivado.
Numa segunda feira, já no mês de abril, Geninho veio trabalhar mal, tossindo bastante. Disse que tinha ficado o fim de semana bebendo até tarde, na friagem. Ele tinha pego um resfriado mais forte, e acabou se afastando pelo resto da semana. Alberto, o encarregado, veio fazer o serviço dele.
Nos dias de montar as telas, Alberto voltava para o outro setor, e eu ficava sozinho, na salinha escura, me acabando na punheta, lembrando do Geninho.
Alberto adiantou bastante o serviço, e no sábado, daquela mesma semana, não tínhamos muito o que fazer, então, eu e a Juliana, resolvemos dar uma boa faxina na sala.
No meio da faxina, Alberto chegou, e como estava sem serviços importantes, ele pediu para eu ir com o Paulo, fazer entregas. Meu irmão e o Ailton, que costumavam fazer esse serviço, estavam bem atarefados.
A perua kombi estava lotada de coisas, e acabamos demorando bastante para entregar tudo. Retornamos depois do meio dia, depois que a fábrica estava fechada.
Paulo foi guardar a perua, e passou na casa dos donos, que moravam perto, para pegar a chave do salão, onde trocávamos de roupas.
Entramos, baixamos a porta, e fomos nos trocar.
_Não vai tomar banho porquinho? Tá todo suado! Perguntou Paulo.
Normalmente não tomava banho, aquele dia nem estava quente, mas realmente estava bem suado.
_Não tenho nada aqui...nem toalha nem sabonete...
_Ó...usa essa toalha aqui...eu ia usá-la na semana que vem, eu vou usar essa, que vou levar para lavar...e o sabonete eu tenho aqui...
_Bom...nesse caso...acho melhor tirar o suor né?
Tirei a roupa, e a colocava numa sacola, para levar para casa, quando fui surpreendido por um abraço, por trás.
_Me larga Paulo...tá doido, me solta...
Reclamei, me debatendo tentando escapar dele.
Paulo não era alto, era um pouco maior que eu, era magro, mas era forte, nesse abraço, ele acabou me levantando, e como também já estava pelado, deixou seu pau bem no meio da minha bunda.
Sem falar nada, ele levantava e abaixava meu corpo, esfregando minha bunda no seu pau, que a essas alturas, já estava duro. Eu insistia para que me soltasse.
_Pára....me solta Paulo...não gosto dessas "brincadeiras"...não sou o Agnaldo...
Paulo costumava brincar desse jeito com o Agnaldo, principalmente na hora da entrada em serviço. Quando o Agnaldo ficava de cueca, Paulo o agarrava por trás, e ficava desse jeito, esfregando a bunda dele, no seu pau. Só que ele estava de calça, não era pelado. Agnaldo era baixinho, ele ria e se debatia para escapar, acho que ele levava na brincadeira mesmo...mas eu notei que algumas vezes, assim que Paulo colocava o Agnaldo no chão, o pau dele estava duro, dava para notar o volume sob a calça. Teve uma vez, que Paulo sarrou tanto a bunda do Agnaldo, que a cueca dele, entrou na bunda.
Ali no vestiário, todo mundo ria da "brincadeira", inclusive o irmão do Agnaldo, o Ailton. Ele ria e não brigava com o irmão. Eu achava estranho.
Bem, voltando ao conto, Paulo me segura erguido, e passa a caminhar para o reservado do chuveiro.
Em vão, continuo me debatendo, e pedindo para ele me soltar. Assim que chegamos no reservado, falo de maneira mais ríspida:
_Me solta caralho...já disse que não gosto dessas brincadeiras!
Enquanto deslizava minha bunda lentamente pelo seu pau, e me colocava no chão. Paulo falou:
_Depois do que o Geninho me contou, acho difícil acreditar em você.
Gelei na hora, fiquei imóvel....calado...sem reação.
Paulo ainda não havia soltado minha cintura. Eu estava na pontinha dos pés, com o pau dele encaixado bem no meio do meu reguinho.
_O quê que foi? O gato comeu sua língua? Perguntou.
_E o quê foi que ele disse? Falei todo desconfiado.
_Se quiser te conto tudinho, com todos os detalhes, tudo o que acontece naquela salinha escura...sei até que no inicio ele usou óleo singer...
Nossa...que ódio do Geninho, aquele linguarudo.
Do jeito que as coisas estavam ali, se desenrolando no box dos chuveiros, já imaginava que seria ameaçado. Nem fiz rodeios, fui direto.
_Tá Paulo...tudo bem...não precisa falar o que você sabe...e acho que ja sei o que você está querendo...tudo bem...você pode fazer o quê quiser comigo, só não fale nada para o meu irmão...por favor...
_Boa...pelo jeito você é um garoto inteligente, tá combinado então...
Nisso, ele abriu o chuveiro, e voltou a me abraçar, só que mais apertado agora, seu pau rasgou pelo meu rêgo, e foi direto cutucar meu cuzinho.
Confesso que não estava nem um pouco confortável, aliás, estava morrendo de medo, achava que as coisas estavam saindo do controle, meu irmão sempre fazia entregas com o Paulo.
Tenso, não conseguia relaxar, nem mesmo quando ele acariciou e apertou meus mamilos. Na minha cabeça, aquilo ia dar merda, e eu ia me foder.
À vontade, sabendo que estava com meu corpo à disposição, ele passa a explorá-lo. Sua boca desce, e ele vem passando a lingua bem no meio das minhas costas. Acabei ficando arrepiado.
Sua boca chega na minha bunda. Ganho uns beijinhos, e também, uns tapinhas nas bandinhas. Começo a estremecer, e vou me entregando, solto os primeiros gemidos.
Paulo não tinha barba, mas usava bigode, e sua língua tocando minha bunda, associada aos pelinhos do seu bigode me pinicando, fui enlouquecendo. Mal sabia eu, que iria perder totalmente o senso.
Foi quando ele abriu minha bandinhas, e meteu a língua no meu cuzinho. Soltei um gemido alto, e fiquei na pontinha dos pés sassaricando na cara dele. O quê era aquilo? Era bom demais! Meu pinto parecia que ia estourar de tão duro que ficou. Comecei a bater uma punheta, e não aguentei cinco minutos, gozei como um cavalo. Fiquei alguns minutos com a cara para cima, recebendo a água morna do chuveiro, só para relaxar, e curtir mais um pouco daquela linguinha safada.
Depois de me deixar com as pernas bambas, Paulo se levanta, ensaboa meu cuzinho, depois, ensaboa sua rola, e soca com tudo no meu rabo.
_Aaaiiiii....tá ardendo. Falei.
Ardeu, mas foi só na hora que entrou, depois ficou bom. O pau do Paulo, era muito parecido com o Geninho.
Paulo passou a socar forte no meu cuzinho, e eu, já sem ligar para mais nada, pedia mais e mais.
_Bem que o Geninho falou...você é uma putinha moleque....toma...toma...toma...
Gemendo com o entra e sai do pau dele, acabo gozando novamente. E mais alguns minutos, é a vez dele encher meu cuzinho com sua porra quentinha.
Durante o banho, ainda mamei a rola dele, e acabei tomando seu leitinho.
_Ahhhh...que delícia moleque...ahhhh...vai me desculpar Marquinhos, mas essa bundinha gostosa não vai ficar só para o Geninho não, vou querer também...
_Tá Paulo...tá bom...só não comenta com mais ninguém, não quero que meu irmão saiba, e nem os donos daqui...
Tudo combinado, terminamos o banho, ele foi devolver a chave, e eu fui embora...pensativo.
Não tinha certeza que ele cumpriria o trato, mas agora não tinha mais jeito...era deixar rolar.
Minha experiência com o Paulo foi muito gostosa, mas fiquei chateado com o Geninho, por ele ter contado...fiquei remoendo isso no fim de semana.
Na segunda, fui trabalhar desconfiado, morrendo de medo que o Paulo abrisse a boca, mas ele agiu normalmente comigo, e até fez aquela "brincadeira" com o Agnaldo.
Geninho estava de volta ao trabalho, e só não falei com ele ainda pela manhã, porque a Juliana estava na sala, mas sabia que à tarde tinha uma tela para montar, então, conversaria nesse momento.
Depois do almoço, assim que entramos na sala para montar a tela, já fui falando:
_Olha Geninho...tenho uma coisa para falar para você!
Ele me agarrou, me beijou, e nem me deixou falar.
_Ahhhh....depois você fala o que quiser...tô morrendo de saudade dessa bundinha...
Sem me dar tempo para nada, ele já foi arriando minha calça, tirando minha camisa, e quando me dei conta, estava apoiado na bancada, levando estocadas na bunda. Eu rebolava no pau, e pedia para ele bater na minha bunda.
Foram uns quinze minutos bem selvagens, e Geninho gozou forte no meu cuzinho.
Um pouco cansado, mas ainda com o pau duro, ele se deita sobre o papelão, e pede para eu sentar no seu pau. Obedeço, e cavalgo gostoso. Quando gozei, melei o peito dele. Ainda precisei rebolar por um bom tempo na rola, até fazê-lo gozar.
Cansados, ficamos de conchinha no papelão.
_O quê você ia me dizer mesmo? Perguntou.
_Nada...não era nada importante...deixa para lá. Falei.
Achei melhor não falar nada...resolvi deixar as coisas acontecerem.
_Bem...então o que você acha de dar aquela mamadinha para encerrar o dia de hoje. Falou.
Virei meu corpo, e abocanhei sua rola. Geninho pega meu pinto, e inicia uma punhetinha. Com a outra mão, um dos seu dedos brinca com sua porra que sai do meu cuzinho. Chegamos ao orgasmo, quase que ao mesmo tempo.
Nos recompomos, nos limpamos, nos arrumamos, e voltamos para a sala normal.
Durante a semana, transcorreu tudo normalmente, estava até mais tranquilo.
No sábado, trabalhávamos 4h15, e se não fosse para concluir algum serviço, a gente não imprimia nada, por causa do tempo para preparar tinta, limpar a tela....normalmente fazíamos faxina e preparávamos os materiais para a semana seguinte.
Bem, estávamos nessa faxina, quando umas 9h, a mulher do dono veio me chamar. Disse que era para eu ir como Paulo fazer as entregas, e era para ir logo, que já estava tarde.
_Ei Marquinhos...cuidado com o Paulo, ele é perigoso...kkk. Falou Geninho.
Intrigado com o comentário, cutuquei:
_E como que você sabe?
_Ele mora perto de casa...de vez em quando tomamos uns "porres" juntos...
_Vamos Marquinhos...deixa de conversa e vai logo, o Paulo já está esperando. Disse a Patroa.
Como a mulher era bem chata, resolvi ir logo.
Quando me viu, Paulo abriu um sorrisão, e apertou o pau sob a calça. Fechei a cara na hora, ele estava um pouco para trás de onde estava meu irmão.
_O que foi? Que cara é essa? Perguntou Paulo, ao entrarmos na perua.
_Você é doido? Ficou alisando o pau bem do lado do meu irmão, e apontando pra mim...
_Ele nem viu...calma...
_É...mas se ele olha para trás...
_Relaxa Marquinhos...você viu aí durante a semana? Ninguém nem imagina o que aconteceu entre a gente no final da semana passada. Disse ele, apertando minha coxa.
Acabei deixando escapar um sorrisino tímido.
_É...isso é verdade, você foi bem discreto.
_Pô...a gente tem um trato...não tem? Perguntou, já colocando minha mão sobre seu pau duro.
Apertei seu pau, que estava sob a calça, e respondi:
_Temos...
Entre uma loja e outra, enquanto ele dirigia, eu ficava apertando o pau dele sob a calça. Somente quando estávamos voltando para a empresa, abri sua calça, e coloquei a rola para fora, aí, fui punhetando, até chegarmos de volta.
Dessa vez, já estávamos com a chave, e enquanto Paulo foi guardar a perua, eu fui para o vestiário.
Entrei no chuveiro, e logo em seguida ouço o barulho da porta.
_Caramba...nem me esperou para a gente tomar banho juntos. Disse Paulo, na entrada do box.
Fiz uma carinha de puta, virei a bundinha para ele, e falei:
_Vem...vem lamber meu cuzinho...
O homem se desfez das roupas ali mesmo, e como um animal selvagem, entrou no box, e foi direto com sua língua no meu cuzinho.
_Ahhh...é bom demais. Dizia eu, rebolando sem parar.
Adorava o Geninho, mas o Paulo, com aquela linguinha....ahhhh...ele me deixava doidinho, eu me sentia uma vadia com ele.
Gozei horrores com a linguinha enfiada no cú. Depois, Paulo se levantou e meteu a rola. Sem dó nem piedade, ele socou forte, até encher meu cuzinho de porra. Antes de irmos embora, ainda mamei sua rola, e tomei seu leitinho quente.
Enquanto nos arrumávamos, fiz um comentário sobre os "porres" dele com o Geninho, e foi aí que fiquei sabendo, que foi num desses porres, que Geninho falou demais.
_Kkkk.. quem fica bêbado é ele, aí acaba falando demais...nesse dia, ele estava tão bêbado que me contou de você...acho que ele nem se lembra disso...kkkk...
Bem, renovamos nosso pacto, e fomos embora...
Com tempo, percebi que o Geninho não lembrava que tinha comentado a meu respeito com o Paulo.
Por cinco meses, me dividi com aqueles dois tarados, só que aí, tive um desentendimento com a patroa, e pedi as contas.
Meu irmão e meu pais não gostaram do que eu fiz, disseram que eu era muito cabeça quente.
Dei sorte, e antes só final do ano, arrumei outro emprego, melhor e ganhando mais...só não rolava putaria lá...pelo menos não percebi isso.
O tempo foi passando, essas coisas foram ficando para trás, conheci uma garota, casei...e é isso...
Hoje, quando lembro dessa fase, dá uma certa saudade, e um certo arrependimento, por não ter aproveitado mais....

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