História de família- segunda parte
Na primeira parte relatei o primeiro dia de minha vida sexual, naquele mesmo dia, depois de gozar na boca de meu pai, tomamos o primeiro banho juntos, pelo menos do banho que me lembro, ocasião que aproveitei para contar a ele que o tinha visto com mamãe e titia mais cedo e ele passou a complementar as informações que eu tinha, realmente ele durante algum tempo era namorado de minha tia, até que atraíram para a cama deles minha mãe que tinha na época quatorze anos e apesar de todo cuidado que tomavam nas brincadeiras, minha mãe ainda virgem engravidou, os três resolveram que continuariam formando um trio e meu pai casou com minha mãe e a deflorou, meses depois apareceu meu tio Fernando que acabou casando com tia Clara que já sabendo das coisas, fizeram a primeira troca de casais na lua de mel, ao lado de meu berço. Ao ouvir esses detalhes, minha imaginação foi longe, então não era só minha tia que comia meu pai, minha mãe também comia meu tio, era uma loucura e nesse instante meu pai muito sério falou que o erro de eu engravidar virgem como minha mãe não podia acontecer e passamos a estudar quando eu poderia tomar anticonceptivos e que teríamos que falar para minha mãe o que tinha acontecido mais cedo, pois ele tinha adorado. Concordei. Naquele dia, papai foi trabalhar sem dormir a tarde e no horário normal, mamãe chegou, eu não sabia como abordar o assunto, mas papai facilitou tudo. Vi mamãe conversando ao telefone e me olhando com um brilho estranho no olhar e assim que desligou me abraçou, me deu um selinho e disse: "Filha, o que acontece em nossa família, não se comenta aí fora, seu pai me contou que finalmente não precisamos mais ter segredos". Naquela noite, mamãe contou-me quase tudo que tinha acontecido entre ela e tia Clara, papai e tio Fernando, salientando que tudo que havia acontecido tinha sido consensual e assim deveria continuar acontecendo, devendo-se tomar todos os cuidados para não ocorrer nova gravidez. No dia seguinte, durante o almoço, o clima entre nós três parecia outro, muita tesão no ar, mas o mesmo respeito de sempre, naquela tarde, mamãe não foi dar aulas, levou-me à ginecologista e na tarde seguinte, um sábado, tio Fernando e papai estavam de folga, deveriam passar a tarde estudando juntos, mas resolveram fazer um churrasco em casa, eu sabia que aquele churrasquinho era em minha homenagem, mas ninguém falou nada e fui acordada por titia e por mamãe com café na cama e logo após, entramos as três no banheiro da suíte de mamãe e as duas armadas com coisas para depilação, começaram por desenhar minha sobrancelhas, depilaram meu corpo inteiro e só deixaram um caminhozinho de pelos que nascia do alto de minha rachinha até minha linha de cintura, bem clarinhos ainda os pelinhos e durante a depilação ainda "brincaram" com meu grelinho. Aquele foi um churrasco bem diferente, papai e titio só usaram aventais sem nada por baixo e nos três só usamos calça de biquini, mal comemos alguma coisa e logo estávamos os cinco trocando carinhos e fomos todos para sala, quando então os veteranas tiraram minha calcinha para mostrar a seus respectivos maridos a depilação, senti-me pertencente ao grupo liberal que eu agora sabia existir e não demorou para alguém colocar uma música e meu tio me tirar para dançar, ele já não estava mais com o avental, sua bengala dura se acomodou em minha barriga no instante que papai me abraçou por trás, as duas bocas uma em cada lado do meu pescoço me colocou na porta do céu e aparentemente combinados, levaram-me ainda dançando para próximo do sofá, um dos dois levantou minha perna, apoiando meu pé no assento do sofá, e ambos ajoelharam, a primeira língua que senti foi a de meu tio em minha bucetinha encharcada, logo em seguida, uma nova sensação estrema, pois papai abrindo minhas nádegas lambeu meu anel e enfiou a língua em meu cuzinho, só não cai porque titia e mamãe estavam me amparando enquanto mamavam em meus seios e com o corpo inteiro tremendo sem controle, tive meu mais forte orgasmo até então, aquelas quatro bocas em ação, tiraram-me todo o controle e enquanto voltava a situação normal, recebi meu primeiro beijo na boca de mamãe, em seguida de titia. Pude ver mamãe chupar o pau de meu tio enquanto minha tia masturbava meu pai. Naquele quadro de união erótica entre os quatro me permiti bolinha com uma mão a buceta de minha mãe e com a outra a buceta de minha tia ouvindo aquela sinfonia fruto do prazer grupal, cheguei próximo de gozar de novo, mas não o fiz e ao ver o pau de meu pai lançar esperma no ar sujando o tapete, eu abocanhei aquela rola e a limpei todinha. Deitamos os cinco no chão e trocamos carinhos aleatórios até que minha mãe se colocou de quatro e meu tio pincelou seu buraquinho de trás com seu piroca que continuava dura e a expressão que ela fez ao ser penetrada me convenceu que eu tinha que tomar no cu também e não podia negar o privilégio de arrombar minhas pregas a meu pai, assim esfreguei minha bunda em seu pau, papai colocou-me de joelhos no chão e eu dobrei o corpo sobre o assento do sofá e senti aquelas pinceladas gostosas no meu rego, titia me perguntou: "Você acha que está preparada, temos tempo, não precisa ser hoje". Nesse exato instante mamãe e titio gemeram alto indicando que ambos estavam gozando e me decidi e disse: "Eu quero, pode doer o quanto for, eu aguento". Minha tia sabendo o que eu ia enfrentar, pois a rola de meu pai embora pouco mais curta que a de meu tio é bem grossa, pegou duas almofadas deitou com as costas no chão e grudou sua boca em minha buceta, papai então colocou minhas mãos em minhas nádegas e eu entendi que deveria usa-las para abrir caminho e ele segurando sua cobra forçou a entrada, de fato minha entradinha era muito apertada para uma piroca como a de meu pai, para tentar diminuir a dor que passei a sentir, cravei meus cinco dedos de cada mão em uma banda de minha bunda e segurei o choro, pois sabia que a recompensa viria e ouvi minha mãe falar: "Calma filha, se concentra na língua da Clara em você, rebola para entrar com mais facilidade". O silêncio só foi quebrado por meu gemido, meu tio não aguentou ver a cena e mergulhou entre as pernas de minha mãe e sem gozar pelo cu, senti meu canal anal receber o leite de meu pau que urrou como uma fera. Titia continuou devorando minha buceta e assim que meu pai tirou seu pau de dentro de mim, gozei pela primeira vez na boca de titia.
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