#Gay #Grupal #Teen

Moleque Flagrado No Vestiário É Destruído Pelos Jogadores

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Escriba-T-JC

Novinho gostoso e bundudo, é flagrado nu dentro do vestiário e fodido ferozmente pelos jogadores do time. Os machos estão desesperados para foderem um cuzinho.

Eu estava com dezesseis anos, com os hormônios em ebulição e cheio de vontade de levar rola de macho, no cu.
Jogava voleibol no time do colégio, mesmo sendo baixinho em comparação aos outros moleques, eu jogava muito bem, era um bom levantador e, por causa disso, todos me queriam nos times deles.
Eu gostava de ser disputado por eles e sempre dava um jeito de ir nos vestiários juntamente com eles. Sempre dava um jeito de mamar um pau, outras vezes levava umas rolas no cuzinho, cheguei até a dar pra vários moleques depois de um jogo que tivemos numa cidade vizinha, mas meu sonho mesmo era levar rola de macho adulto, homem formado. Queria ser uma putinha de macho pauzudo.
De vez em quando os caras do curso técnico noturno, todos adultos, iam lá na quadra e ficavam olhando a gente jogar. Me lembro do dia em que estava na quadra e ouvi um deles falando para o amigo:
— O Veadinho joga muito bem. É um bom levantador.
— Queria ver ele levantar meu caralhão no meio dessa bundinha gostosa que ele tem. Já ouvi falar que ele dá para os moleques do time. – O outro respondeu e ambos riram.
O cara que me elogiou era muito bonito. Estilo rústico, fazia Educação Física na faculdade, um moreno alto, bronzeado, meio peludo, barba rasa e cabelo curto, estilo militar. Ele sempre aparecia por lá para jogar futsal com os caras da noite. Ficavam até as 22:00h jogando. O Segurança tinha ordem para deixar o time do colégio jogar e treinar nesse horário.
Eu ficava com tesão nele sempre que o via, mas me continha, com medo de sofrer alguma agressão.
Vivia com aqueles machos jogadores na cabeça. Me excitava só de imaginar eles no vestiário, pelados.
Nesse dia específico eu conheci uma menina mais velha que eu, que estudava no colégio rival ao nosso, mas que sempre estava por lá à noite, vendo os caras jogarem. Passei a andar com ela sempre que ela me chamava.
Ela ficava com quase todos os jogadores. Tinha fama de putinha. Diziam que mamava os caras no vestiário. Ela se apegou a mim e passamos a aparecer nos treinos dos caras mais velhos, durante a noite. Muitas vezes ela me dava uns perdidos e sumia com algum jogador.
Alguns caras ficavam me olhando, acho que intrigados com o fato do veadinho do vôlei, estar sempre junto com a putinha do colégio rival.
Às vezes eu saía suado com ela depois do jogo, e tomava banho no vestiário dos caras, enquanto eles estavam jogando, tinha medo deles implicarem comigo por estar usando o vestiário deles.
Um dia ela sumiu, demorou a aparecer e depois me disse que estava namorando com um cara mais velho, por isso deu uma sumida da quadra.
Eu fiquei meio chateado por não ter minha amiga para ir ver os machos do time de futsal, mas um dia tomei umas cervejas com os moleques que jogavam comigo, logicamente que sem meus pais saberem, e resolvi aparecer no treino dos jogadores mais velhos, sozinho. Já passava das vinte e uma horas quando entrei no colégio e fui em direção à quadra, carregando minha mochila nas costas. Tinha jogado com os meninos antes de bebermos as cervejas escondidos. Estava me sentindo leve e excitado. Não tinha o costume de beber.
O segurança já me conhecia, perguntou por minha amiga, falei que ela estava viajando e que eu tinha vindo só falar com o pessoal do time. Ele piscou o olho pra mim e me mandou ficar à vontade.
Eu olhei para a quadra e vi que os caras já estavam se despedindo, o treino parecia ter acabado mais cedo. Eu me apressei e corri para o vestiário. Tirei minha roupa, passei óleo corporal hidratante na minha bunda e dentro do meu cuzinho, lubrifiquei bastante. Liguei o chuveiro e deixei a água cair no meu corpo. O efeito da água caindo sobre o óleo na pele da bunda deixava tudo brilhando, ressaltava a textura da pele de minha bundinha malhada.
Vi que quatro jogadores entraram no vestiário, entre eles o Robson, aquele que me elogiou na quadra e seu amigo putão, o Edson.
— Cara tu tá dando muito moleza no chute. – Reclamou o Robson com o amigo.
— Espera aí! Tem alguém tomando banho. - Falou outro, certamente se referindo a mim.
— Ah é o Betinho, o moleque do vôlei, amigo da Amanda. - Falou o Robson. Já sem camisa, me deixando com muito tesão.
— Tomando banho aqui, moleque? Cadê tua amiguinha gostosa? – Falou o Edson putão.
— Oi! Espero que não se importem, tô usando o vestiário de vocês. Estava jogando no colégio lá de baixo, tava muito cheio o vestiário de lá, resolvi parar aqui para tomar um banho. A Amanda tá viajando. – Eu menti descaradamente.
— Relaxa! Fica à vontade. - Respondeu o Robson, meio sem jeito.
Os quatro foram tirando a roupa e eu tive que me segurar para não pular em cima deles. Eram apenas quatro, os outros tinham ido embora sem tomar banho, mas pelo menos eu poderia apreciar aqueles machões fortes, com coxas grossas e peludas.
O álcool me deixou leve, meu tesão aumentou e eu virei a bunda para eles terem a visão do meu rabo, sem saber o que poderia acontecer.
Eu me sentia pequenino comparado a eles. Eram fortes e robustos e eu todo delicado e meio afeminado.
Logo comecei a notar o olhar de alguns para minha bunda, discretamente, claro.
O Robson ficou pelado e eu perdi o fôlego. Seu pau, mesmo mole, era enorme. Um pauzão grosso e bem sacudo, bolas grandes e pesadas.
— Vocês mandam bem, na bola. Eu vi o jogo no domingo passado. - Eu falei, tentando disfarçar, mas olhava para aqueles pauzões e nessa hora todos notaram.
— Você tá com um corpo legal, moleque. Tem quantos anos? - Perguntou um deles, com um jeito marrento.
— Vou fazer dezesseis, mês que vem. - Eu respondi, bancando o tímido novinho.
— Tá legal mesmo. Coxa grossa, bunda grande e redonda. – Disse o Edson com aquele jeito putão de falar.
— Que nada cara, estou melhorando. Tenho bunda grande não, tá pequena. – Eu disse, já sentindo um clima diferente no recinto.
— Pequena nada! Puta rabão! Parece rabo de mina. – Falou um deles sorrindo. Era meio baixinho e muito troncudo, forte. Eu fiz uma carinha de sonso.
— Você tá tímido no meio da gente? Pode ficar à vontade. – Falou o Edson que já estava no outro chuveiro, e massageava o pauzão com sabonete. Eu fiquei hipnotizado.
— Pode ficar relaxado. - Falou o outro ao meu lado, já passando a mão na minha bunda. Comecei a rebolar, enquanto ele apalpava a minha bunda.
— É galera! Acho que o veadinho quer rola. – Falou o outro, que esteve calado até então.
Não dava mais para segurar, eu me abaixei e caí de boca no pau do que estava ao meu lado.
Os quatro fizeram círculo em minha volta e fui mamando, um por um. Uns bem grossos, outros grandes e grossos, um normal., mas muito duro, apontando pra cima.
O pau do Robson era um monumento à parte. Era grosso, cheio de veias, com a cabeça grande. Ele empurrou minha cabeça contra o pau dele e eu me engasguei, mas engoli aquela pica grossa e cabeçuda. Seu sacão pesado batendo na minha cara.
— Caralho! Chupa putinha! - Falava o Edson putão, enfiando tudo na minha boca. Eu também passava a língua e engolia suas bolas.
— Vai levar muito rola, putinho. Vem cá. Fica aqui pra ser arrombado do jeito que você quer. – Falou o troncudo me colocando de quatro em cima de um banco de madeira.
— Arreganha essa bunda, moleque! Abre o cuzinho com as duas mãos. – Ordenou o Robson. Eu só obedeci e arregacei meu cuzinho já lubrificado.
Ele deu uma cuspida na portinha do meu cu e foi metendo. Seu pau era muito grosso, e a cabeça redonda, roliça demais.
— Ah Caralho! Tá doendo! Põe devagar! - Eu gemia e gritava de dor.
— Tapa a boca do veado. – Mandou o Robson.
Logo o troncudo enfiou o pau na minha boca, enquanto o Robson ia me estourando as pregas. Ele também dava uns tapas na minha bunda, enquanto socava metidas certeiras, bem fundas, no meio do meu cuzinho. Aquele pau estava me rasgando. Eu gemia, com um pau no rabo e outro atolado na minha boca.
O Robson foi bombando com força, meteu por um tempo e soltou muita porra quente dentro do meu cu, urrando como um cavalo. Ele mal saiu e já veio outro. Começaram um revezamento de rolas, dentro do meu cu.
— Vou gozar caralho! Vou dar leitinho pro veado. - Falou mais um, gozando dentro do meu rabo.
— Isso mesmo! Vamos fazer esse putinho sair daqui todo arregaçado. Vazando leite do cu. - Falou o Robson, que já tinha tomado banho e se vestia, enquanto olhava tudo de perto.
— Ah Porra! Tá gostoso! Arromba meu cu, seus putos. – Eu gemia e pedia mais, sempre que tinha a boca livre, sem uma pica dentro.
— Vou te engravidar, moleque. Vou encher esse buraquinho com meu mingau. – Gemeu o cara do pau normal, metendo aquele tronco duro feito pedra no fundo do meu cuzinho. Ele segurou minhas polpas e tremeu dentro de mim. Eu sentia tudo intensamente.
— Agora é minha vez, moleque. Vou arrebentar esse teu cuzinho gostoso. Sempre te vi com aquela putinha e quis meter em teu cuzinho. Veadinho gostoso. Putinho novinho. Aguenta firme que eu vou te arregaçar. – Falou o Edson putão, me pondo de frango assado e olhando dentro dos meus olhos.
Ele deu um tranco forte, se afundou dentro de mim e estocou sem dó. Arregaçando meu buraco, indo fundo. Eu olhei para a cara de macho que aquele cara fazia, enquanto me arrombava e não me contive. Gozei gostoso sem tocar no pau.
— Ah caralho! Gozei! Meu cu tá arrombado. – Eu gemi.
— Assim que eu gosto, putinho. Gozou com meu pauzão lá no fundo. Sente meu leite te invadindo. Sente lá no fundo. – Ele falava e seu pau pulsava dentro de minhas entranhas.
Todos saíram e eu fiquei ali sozinho, sentindo a porra escorrer do meu cu que estava inchado e muito dolorido. Passei os dedos no meu cuzinho e senti tudo aberto. Eu estava destruído, mas realizado. Foi tudo melhor do que eu imaginei em minhas fantasias eróticas.
Tomei banho, desliguei as luzes, encostei a porta e fui saindo, caminhando com dificuldade, sentindo meu cuzinho arder a cada passo que eu dava.
— Chega aqui moleque! – Ouvi a voz do segurança ao me aproximar dele, na saída.
— Oi, já tô indo! Fechei tudo lá no vestiário. – Eu falei.
— Hoje eu gozei só de olhar os caras te arrebentando. Não consegui segurar. Mas você está me devendo uma. Vai voltar aqui outro dia e mamar meu pauzão e sentar gostoso em minha vara. – Ele disse piscando o olho e passando a mão em meus cabelos.

Eu nem conseguia pensar direito. Olhei para aquele negão imenso, pai de família, e sabia que voltaria ali em outra noite.

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Uma aventura cheia de malícia para vocês.
Espero que gostem.
Votem e comentem. Incentivem o escritor a postar mais contos.

Abraços a todos!!!

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