Futebol fica melhor com uma aposta pervertida entre pai e filho
Não sou o maior fã de futebol, mas se é pelo entretenimento e pela safadeza, sou capaz até de entrar numa aposta.
Meu pai passou o final de semana dizendo que a gente ia assistir a partida entre Brasil e Japão na casa de uns familiares. Eu não queria sair, repeti uma porrada de vezes que preferia ficar em casa porque não ia ter aula na faculdade, que era melhor passar a tarde trepando em paz na nossa cama confortável do que aturar a família que não dá um momento de paz.
“Não vai ter nada divertido pra mim naquela casa, pai” repeti fingindo estar emburrado.
Nós dois estávamos na cozinha e eu praticamente já tinha me preparado inteiro para ir com o cara assistir a partida do jeito que ele tanto queria, mas quando se trata de um filho provocando um pai, é sempre bom fazer uma ceninha pra ele não se acostumar muito rápido com a parte boa desse nosso tipo de relacionamento.
Meu pai chegou por trás de mim encostando primeiro seu volume sobre a bandinha do meu rabo, depois a barriga nas minhas costas e por fim me deixou sentir seu bigode na minha nuca. Subiu um arrepio pela minha coluna que fez o cara abrir o maior sorrisão, afinal sabe que não pode encostar em mim que imediatamente me acorda o maior tesão. Não é por morar com meu pai e poder transar com ele a hora que eu quiser, que isso virou costume. Ainda sou um cara de 21 anos no auge da perversão, e isso sempre fica evidente.
Não dá pra perder os carinhos do meu homem, por isso virei meu corpo enquanto a gente se encostava e meti minha mão inteira dentro da calça dele, botando os dedos em volta do sacão pesado e quente, brincando com a cabeça da pica bem na palma da minha mãozinha macia.
“Como assim não vai ter nada divertido lá? Por acaso isso aí que você tá alisando tá podre?”
“Quando a gente vai pra casa dos nossos familiares quase não consigo ficar perto de você, quanto mais te beijar, te cheirar, brincar com sua pica.”
“Virou uma baita de um moleque reclamão, né?”
Botei um bicão só porque sabia que assim ganharia um beijo rapidinho. Quem estava certo outra vez? Eu mesmo. Meu pai me agarrou com força, enfiou a língua entre meus lábios e num segundo estava me sugando com muito desejo para dentro da sua própria boca. Gosto quando me beija molhado, com ruídos dos nossos lábios roçando um no outro, da nossa roupa se esfregando.
“Eu sei como fazer você se animar.” Falou quando a gente parou o beijo contra minha vontade.
“Entendeu que é melhor trepar a tarde toda? Vai chupar meu cuzinho no banho? Vai c pai… Duvido me convencer” desafiei.
“Bora fazer uma aposta.”
“Só isso?”
“Espera eu terminar pra reclamar. Vamos apostar assim… Cada gol do Japão você ganha uma mamada minha.”
“Opa! Tô vendo vantagem…” Me animei.
“E cada vez que o Brasil meter um gol, boto leite no seu rabo. Lá mesmo, no banheiro, em qualquer lugar.”
“Você não tem coragem.” Provoquei já de pau duro.
“Aposte pra ver!”
Só existe um jeito de melhorar uma aposta suja feita com um homem pervertido: se ele for seu pai. Apertamos nossas mãos, ele me deu mais um beijo molhado, sussurrei que estava indo colocar uma camiseta azul e saí todo empinado dizendo que estava tão disposto a fazer a nossa tarde ser a melhor possível que já até havia preparado o rabo.
Um puto prevenido vale por dois. Anote aí!
Chegamos com a galera já calibrada no álcool e na carne assada. Fizemos os cumprimentos básicos, falei mais intimamente com quem gosto, ignorei os familiares que enchem o saco, fui recebido por Caetano, meu tio, com um beijo no rosto que me deixou todo arrepiado na hora e procurei uma cadeira pra sentar na área em frente à televisão. Fiquei mais ao fundo, meu pai ficou umas três cadeiras de distância de mim sempre me lançando olhares cheios de desejo. Curioso, olhei na sua direção na hora em que mordia o lábio de baixo me encarando até ficarmos excitados direcionando meu olhar para o volume acordado na sua virilha. Usou uma calça de algodão mais solta no corpo e uma camiseta da seleção, um homem perfeito. O peito ainda estufa no tecido e emoldura seu corpo de pai de família. Sigo apaixonado em como os braços são largos, não porque é musculoso ou malha em exagero, nada disso, mas porque é naturalmente forte. Eu usei uma bermuda de tecido fino, cueca slip branca da Calvin, porque é o que meu pai gosta de encontrar quando abaixa minha roupa, e uma camiseta azul. Básico.
Meu melhor acessório foi a safadeza estampada na cara.
Começa a partida. Meu pai toma uma cerveja. Me olha ansioso. Sabia que havia uma chance enorme de meter gala no meu cu macio. Viro metade de uma limonada. Estava quente. Suspeito que fosse tesão, até porque tinha gente usando casaco.
Uma ameaça de gol, eu suspiro pesado, animado. Meu pai me olha, gargalha, reclama de algum lance que não faço questão de entender e me cobra.
“Não é filho? Tem que ver isso aí! Olha só esse movimento dentro de campo. Esse time precisa se ajustar, tem que botar mais no fundo, tem que fazer abrir por ali na marra.”
Eu concordo.
“Faz total sentido, pai.”
Quando levanta em outro lance perigoso o volume na sua calça entrega uma pica quase que inteiramente desenhada de lado na coxa. Me dá uma vontade absurda de voar nele, arrancar a roupa ali mesmo, cair de boca, mamar com força e guloso como sempre faço, mostrar para todo mundo que aquele cara faz mais do que me ensinar futebol: me faz homem. Mas para nossa surpresa é o Japão quem sai na frente. Um gol aos 29 segundos do primeiro tempo. Ninguém lembraria o nome do jogador.
Meu pai me admira com um brilho ansioso nos olhos e a boca entreaberta, surpreso pelo gol desavisado.
“Você me deve algo.” Sussurro.
É ele quem levanta primeiro e sai de fininho para onde eu bem sei. Não tem ninguém pela casa, é fácil chegar no banheiro social sem sermos vistos. Ainda na porta minha rola já aponta na bermuda e meu pai nem espera o ambiente ficar seguro para me tocar. Mas uma vez que fechamos a porta, rápido se coloca no chão de joelhos, estica o queixo pra cima, me olha safado e abre a boca. Sei o que devo fazer: abaixo minha roupa com a cueca e tudo, bato uma rapidinho pra terminar endurecer a piroca que o cara conhece direitinho, pincelo os lábios dele com o líquido transparente que jorra abundante por causa do meu tesão e boto tudo pra dentro.
“Engole o pau do seu moleque” falo baixo, mas com força. Ele gosta de me ver ser assim. “Aprendi contigo a botar pra mamar desse jeito. Não engasga, pai. Olha pro seu filhão enquanto chupa, vai.
Responderia, se não estivesse com a boca ocupada. Me chupa molhado, usa bem a língua, me olha com carinho, mas logo me entrega perversão. Delira, geme baixo porque lá fora a narração nos dá liberdade pra isso, aperta meu saco e me fez tremer rápido demais. Não me deixa gozar porque isso não estava na aposta. Foi ele mesmo que falou quando levantou, limpou o queixo babado e saiu rindo da nossa putaria.
Lá fora tive que me ajeitar na cadeira pra não mostrar minha rola dura.
No fim do primeiro tempo nos juntamos na cozinha pra reabastecer as bebidas. Entre uma cerveja e outra, um beijo. Outro amasso quando ninguém tava olhando, outro no corredor para o quarto do seu primo quando pediram pra buscar um santinho que estava em cima da cômoda, outro na volta com o santo embaixo do braço.
“Se prepara, filho. Tô sentindo que vem leite aí no segundo tempo.”
“Tomara” brinquei.
Ele apertou minha bunda com o dedo bem no meio da nádega.
Começa o segundo tempo. Seleção brasileira parece mais confiante, meu pai também. Meu coração acelera em muitos momentos, sempre ficando mais perdido quando ele me olha da sua cadeira, lambe os próprios lábios e parece dizer “se prepara!”. Parecia que estava adivinhando. 56 do segundo tempo, Bruno cruza e Casemiro vai de cabeça.
“De cabeeeeeeeeeça, filhão. Eu falei, porra. Eu falei!!!”
Ele grita, agitado demais, me olha com o maior ar de diversão nos olhos e aproveitamos a distração da comemoração caótica para fugir dali. De novo nem espera entrarmos no banheiro, me ataca ainda na porta com a mão inteira se enfiando dentro da minha bermuda caçando a entrada com o dedo esperto. Fecha a porta, me coloca de costas nela, empina sozinho a minha bunda, agarra pelo quadril, morde meu pescoço enquanto rosna que tinha me avisado, desce uma ou duas cuspidas no meu cu, nem sei direito, e entra com a maior facilidade do mundo. É claro que força um gemido, não seria diferente quando está metendo sua cabeça pela entrada no meu corpo, mas é o tipo de ruído que provoco o tesão dele. Bota rápido, tem pressa em ocupar seu lugar por direito e me fazer o viado mais usado da região. Ri e me beija de lado todo apertado, me faz tremer de novo, só que dessa vez é de dor e prazer ao mesmo tempo.
Bate a piroca com vontade no fundo do meu rabo ao ponto de me fazer sentir com precisão cada centímetro, cada veia, cada pentelho da sua virilha encostado na minha pele macia.
“Aguenta a rola do seu pai, rebola pra mim, arranca leite dessa piroca. Só vai sair daqui quando ganhar a porra que eu prometi. Aposta é coisa séria” ele repete grosseiro, mas sensual no meu pescoço.
Solta a bendita porra quando me sente piscar o cu no calibre perfeito da sua rola paterna. Solta gemendo enfiado na minha nuca cheirando forçadamente meu cabelo suado. Bota tudo dentro, não deixa nada escorrer. Segura, me deixa apertado, me faz suspirar agarrado ao seu corpo encostados na porta. Quando dou uma escorregada no piso úmido por causa da fraqueza nas pernas, ele ri passando o braço grandão ao redor do meu peito, me faz sentir segurança enquanto termina de arregaçar meu corpo.
“Não tira minha porra, deixa ela aí. Eu sei que vai ser 2 a 1, filho. Ainda vou te dar mais leite nesse cuzinho guloso.”
Parece que o Deus da safadeza estava soprando nos ouvidos do meu homem.
Voltamos para a área e percebemos que ninguém se importava com a ausência de pai e filho, isso foi até engraçado. Não sentei dessa vez, correria o risco de melar a cueca e estragar nossa fantasia, mas meu pai não tinha outra escolha, a não ser que pular e fazer sua rola dura quicar fosse uma intenção.
Quase fim de jogo, tesão escalando minhas costas, a porra quente do meu pai ocupando meu rabo, um calor fazendo minha nuca minar suor. Meu tio Caetano chega por trás sem aviso, segura minha cintura e aponta a tela falando qualquer coisa que eu jamais prestaria atenção. Ele respira o ar ao meu redor e não é inocente, deve saber que o cheiro que desprende do meu corpo é de sexo, de bunda usada, de pau melado e porra de homem maduro. Brinca que sou a única pessoa com calor ali e sai sem avisos do jeito que chegou. Respiro aliviado, mas ainda excitado.
Começam os acréscimos, meu pai me olha esperançoso, sussurra de onde está: “lá vem gol!”. Levanta outra vez, ajeita a vara dentro da calça sem cerimônia, alisa o volume por cima do tecido, me encara também excitado, de novo lambe os lábios.
“POOOOOORRA! É DENTRO, CARALHO! TOMA ESSA, FILHO DA PUTA. AQUI É BRASIL!”
Ele grita quando Martinelli faz o segundo gol, agarra a própria mala, massageia comemorando e sai correndo para o abraço. Nesse caso, o meu abraço. Me aperta, enfia a boca no meu pescoço, me beija forte pretensiosamente, esfrega a barba na minha pele e solta no meu ouvido:
“Segunda rodada de porra nesse cuzinho abusado. Bora!”
Me pega no banheiro num beijo molhado encostados na pia. Vai descendo minha roupa, sente minha bunda, coloca a bermuda na altura da coxa e me empurra até ganhar um quadril de quatro na sua direção. Sorri orgulhoso do que tem feito comigo, alisa a polpa da minha bunda, sente cada nádega, usa os dedos pesados brincando de me marcar. Apoio no sanitário para ter como ficar na posição que meu pai gosta.
“Gostoso demais usar minha porra como lubrificante pra meter minha rola no pelo nesse safado” fala inspirado pela nossa safadeza.
“Me enche de leite” solto em gemido.
“Nenhuma aposta chega aos pés dessa” ele sussurra ganancioso. “Isso aqui é coisa de puto de verdade.”
Não me deixa responder, bota ligeiro a vara dura de uma vez só até o final do meu cuzinho, me preenche inteiro até fazer a porra que estava lá sair e escorrer pela nádega. Dessa vez, cada bombada sai mais barulhenta, mais molhada e a trepada ganha ruídos mais violentos. Tenho vontade de soltar um gemido alto, sem vergonha nenhuma de deixar claro que tem gente sendo comida naquele banheiro apertado, mas meu pai se estica e cobre minha boca com os dedos melados pela própria porra quando entende que está me forçando além dos limites que aguento.
Me ajeita, tira da minha posição de quatro e empurra na pia. Não sai de dentro pra isso, se move totalmente engatado como um animal. Fodeu se olhando no espelho, botou fundo brincando com o nosso reflexo.
“É isso o que um pai quer quando bota o filho pra assistir futebol” assume.
“Todo pai é pervertido desse jeito?” Pergunto entre gemidos apertados.
“Não, só os mais divertidos fazem assim.”
E pra mostrar que sabe o que está fazendo apoia um dos pés no sanitário, ganha mais apoio e pode meter com mais força. Cada bombada dentro de mim parece ir mais fundo e faz vazar mais porra. Estou pronto para receber a segunda rodada.
“Vai rápido, pai. A gente tá demorando aqui. Ai, caralho. Tá melado demais, que delícia.”
“Tá demorando o necessário. Eu posso ficar aqui o quanto quiser com o meu filho.” Mas chega perto com a boca para falar na minha orelha, roçando a barba e tudo. “Posso socar na minha putinha a vontade, ninguém suspeita de nada. Pode até gemer pra mim, que ainda assim ninguém vai ter coragem de imaginar essa putaria.”
“Você é muito safado” solto pra ele. “Se eu piscar meu rabo ganho mais leite?”
“Ganha muito mais. Pisca pro papai. Garanto que vou molhar você todinho, vai ficar recheado.”
“Se eu rebolar ganho uma gozada grossa, papai?” Pergunto gemendo sofrido.
“Se rebolar vai arrancar o gagau do papai todinho, vai me fazer apaixonar nesse cuzinho, meu príncipe.”
Não digo mais nada, só empino o que posso e cumpro minha promessa de piscar a entradinha do cu pedindo por mais daquilo que estamos fazendo é rebolar de um jeito que nenhum outro conseguiria. Em segundos sinto a rola engrossar, emendo uma punheta pra duplicar a sensação que estava ansiando e numa explosão deliciosa de porra grossa, meu pai honra com a aposta feita na nossa cozinha. Bota tudo em mim, não deixa escapar, me faz tremer e me segura para não cair. Gargalha porque é fácil delirar com nosso tesão, e respira aliviado quando o corpo relaxa completamente após o orgasmo incestuoso.
A gente se abraça enquanto troca um beijo de puro carinho e o homem grandão cuida de me limpar como nos velhos tempos. Só lembramos que não estamos em casa quando alguém passa pelo corredor e pergunta por meu pai. Ele responde todo atropelado pelas palavras que está saindo, que não vai demorar e cobre minha boca para não cairmos em gargalhadas.
“Não vou aguentar segurar essa porra, pai. A primeira leitada foi suave de guardar, mas meu cuzinho tá aberto demais pra manter a segunda.” confesso.
“Segura essa pro seu paizinho” ele tenta me convencer com beijinhos curtos.
“Mas isso não depende de mim, você bota forte e me deixa escorrendo. A culpa é sua, pai.”
“Pode botar essa aí pra fora, nessa rola tem mais pra você.” Fala e gargalha.
“Isso é uma ameaça?” Provoco.
Não me diz nada. Vai saindo do banheiro sem receios no olhar, pelo contrário, se mostra inspirado a continuar me usando como meio para chegar aos seus fetiches mais absurdos. Estava prevendo que terminaríamos a segunda-feira suados em nossa cama.
Ainda era meio da tarde da segunda-feira. O telefone toca, estou no meio de uma palestra, é impossível atender. Entendendo isso, meu pai digita em mensagem:
“Viu só? Noruega bateu na Costa do Marfim. É bom você tá pronto, quem mandou dizer que me deixaria te arrombar se a gente ganhasse.”
Seguido disso mandou uma foto apertando o volume que a pica já estava fazendo na altura da virilha da sua calça social bege. Um perigo fazer isso naquele escritório espaçoso.
Talvez seja isso que todo pai quer quando insiste que o filho assista uma partida de futebol com ele. No fundo toda aposta vem com o desejo de envolver porra dentro no cu do moleque e uma mamada caprichada enquanto o narrador reclamada da entrada dura demais do adversário.
Eu, inclusive, jamais reclamaria dessa entrada.
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