#Gay #Incesto #Teen #Trans

A Putinha que Sempre Soube

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AnonimOPS

Homem que desde novo mamava o primo e engolia sua porra descobre seu lado submisso. Anos depois, drogado de cocaína, marca no Grindr com uma trans de 19cm

Desde novo eu já sabia o gosto que tinha. Meu primo, um pouco mais novo, era curioso e sempre duro. Começou como brincadeira no quarto dele, quando os adultos não estavam olhando. Primeiro só tocando, depois chupando. Eu mamava com mais vontade. Ele gemia baixinho, segurava minha cabeça e gozava na minha boca. Eu engolia tudo. Com o tempo virou rotina. Toda vez que a gente se via, eu terminava de joelhos ou de quatro, chupando até ele explodir na minha garganta.

Aos 16 anos o pau dele cresceu. Ficou grosso, veioso. Eu via ele endurecer na minha frente e babava. Continuei mamando. Ele gozando na minha boca era o ponto alto. Eu engolia tudo, lambia os lábios e pedia mais. Aos 20 anos ainda fazíamos. Eu já sabia que gostava de ser usado. Queria me sentir mulherzinha. Comecei a roubar lingeries da minha mãe e das minhas namoradas, vestia escondido e me olhava no espelho, rebolando, imaginando uma rola me comendo.

Anos depois, aos 27, me separei da minha ex-mulher. O vazio bateu forte. Baixei o Grindr numa noite em que estava sozinho em casa cheirando cocaína. O tesão veio violento. Comecei a conversar com uma trans que morava no mesmo bairro. Nome: Letícia. 24 anos, baixinha, corpo delicado, cabelo longo trançado, maquiagem pesada, boca pintada de preto. Foto dela era linda. Feminina pra caralho.

Mandei mensagem:

“Quero dar o cu. Quero ser bem fodido. Topa?”

Ela respondeu rápido, animada. Disse que tinha exatamente o que eu precisava. Me encorajou a sair. Eu tava nervoso, drogado, coração acelerado. Pedi sigilo absoluto. Combinei de pegar ela numa rua escura. Antes, passei na boca de fumo e peguei mais cocaína. Fiquei enrolando, quase desisti. Ela ligou. A voz dela era manhosa. Fui.

Quando ela entrou no carro, o perfume dela invadiu tudo. Shortinho curto, blusinha justa. A bunda dela era pequena, mas o volume na frente era visível. Falei que era tímido. Ela sorriu. No meio do caminho, com a voz rouca de tesão, perguntei:

— Você vai meter no meu rabo com força?

Ela ficou sem jeito no começo, mas respondeu baixinho:

— Vou sim...

Chegamos no Motel Desejo, em Porto Alegre. Entrei no quarto tremendo. Acendi um cigarro enquanto ela tirava a roupa devagar. Quando abaixou a calcinha, o pau pulou. **19cm grosso, torto pra esquerda, cabeça bem saliente**, daqueles paus pretos curvos de pornô. Fiquei hipnotizado.

Fui pra cima dela. Chupei por uns bons 5 minutos, ajoelhado entre as pernas dela enquanto ela estava deitada na cama. Lambia a cabeça grande, tentava engolir o máximo que conseguia, babando no pau torto. Ela gemia e segurava meu cabelo.

— Quero que você me foda agora — pedi.

Ela colocou camisinha, passou lubrificante e mandou eu deitar de costas. Subiu por cima. Forçou a entrada. Doeu pra caralho. A cabeça saliente abriu meu cu de uma vez. Tentei esquivar, pedi pra ir devagar. Ela ignorou completamente. Segurou meus quadris e empurrou até o talo. Eu gemi alto, quase gritei. Quando entrou tudo, a dor foi passando. Meu cu já era treinado de consolos grandes. Respirei fundo e relaxei.

— Pode meter... — sussurrei.

Ela começou a bombear. Forte. O pau torto batia fundo, pressionando minha próstata. O barulho molhado enchia o quarto. Depois de um tempo eu pedi:

— Quero de quatro.

Fiquei de quatro na cama, bundão empinado pra cima. Ela ficou de pé atrás de mim. Segurou minha cintura e meteu com tudo. Eu comecei a forçar meu rabo pra trás, indo de encontro às estocadas. Rebolava como uma puta, gemendo alto, pedindo mais força.

— Tu não disse que ia foder meu rabo com força no carro? Tô esperando você cumprir o que falou...

Isso acendeu ela. Letícia ficou selvagem. Metia fundo, batia forte, a pele da minha bunda grande estalando contra o corpo dela. O barulho era obsceno. Plap. Plap. Plap. Eu empurrava pra trás, querendo tudo, sentindo cada centímetro daquela rola grossa e torta me arrombar.

Depois de uns bons minutos assim, ela tirou o pau, me virou de barriga pra cima e tirou a camisinha. Eu pedi:

— Goza na minha barriga.

Ela bateu uma punheta rápida e gozou forte. Jatos grossos e quentes caíram na minha barriga, no peito, até respingou no meu pau pequeno. Fiquei ali, sujo de porra, cu piscando, respirando pesado.

**História real.**

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