#Traições

Vizinha casada depois da caminhada

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anderson

Transei com a vizinha casada, nem imaginava nada com ela, do nada aflorou um desejo, fomos ficando íntimos e transamos.

Olá sou Anderson, casado a 10 anos.
Tinha pouco contato com minha vizinha, ouvia ela do muro cantarolar ou conversar com parentes, marido, filha, mas eu mesmo pouco tinha conta, raramente cumprimentava. Um certo dia topei ela na padaria perto de casa e vi que ela era magrinha cabelão encaracolado afro, branca, não muito bonita de rosto, mas uma bundinha apesar de magra arrebitada, vi a moça conversando com ela pelo nome, Joelaine, achei diferente mas foi só uma olhada sem intenção.
Dias passarão e eu estava sedentário demais, apesar de ser magro, mas precisava me exercitar, fiz um propósito, de começar uma caminhada, e não tinha outro horário a não ser de pelas 5h da manhã, segui firme, e não é que na caminhada a topei com a vizinha no caminho também caminhando, nos cumprimentávamos todas as vezes, mas só isso. Até que um dia precisei receber uma entrega dela, pois ela não estava em casa, a embalagem estava meio deteriorada, e vi que era uma lingerie, fiquei curioso, acabei abrindo com cuidado e vendo aquela lingerie, minúscula. Me deu um baita tesão imaginar aquela calcinha nela, que envolvi ela no meu pau, e bati uma punheta até gozar, depois guardei com cuidado a calcinha. A tarde ela veio buscar o pacote e entreguei expliquei que veio daquele jeito a embalagem, ela ficou brava, que toda vez vinha estragada. E falei pra ela:
_Tá firme na caminhada heim.
Ela disse:
_ Precisa né, sou magrinha mas sedentária, precisava fazer algo, e você também está.
Eu disse:
_Também estou nessa vibe aí, estava parado demais. Mas é bom mesmo né.
Despedimos, no outro dia acordei mais cedo uns 10 minutos e saí pra ver se topava ela mais antes, ela já tinha saída a pouco tempo, fui alcançando ela, e comecei a admirar aquele bumbum magrinho empinado e e pensando loucuras pegando aquele cabelão cheio de cachos. Ela estava mais acelerada, como se desconfiasse, mas quando chegamos em determinado ponto da caminhada, ela me cumprimentou e fomos batendo um papo até chegar em casa de novo, e ao decorrer dos dias fomos criando intimidade de conversa, e todos os dias saíamos praticamente juntos, íamos e voltávamos conversando, ela só tinha receio do marido sair no portão e falava, por favor vai por outro lado quando chegar perto de casa, para evitarmos conversinhas. E assim fizemos por um longo tempo, e eu com vontade dela.
Até que um dia na caminhada eu soltei um elogio no macacão que ela colocou, e ela disse, a para, sou feia, magra, casada, eu insisti linda sim, ela agradeceu e disse que nem lembrava de um elogio do marido. Eu fiquei indignado, ela insistiu mas eu sou feia também, eu insisti não é nada, te acho linda, ela ficou trêmula, arrepiada, e eu segurei o braço dela na pista de caminhada ainda pouco movimentada, paramos de andar e trocamos aquele olhar profundo, e beijamos, vi que não vinha ninguém apertei a bunda dela, ela estremeceu toda e tirou minha mão, voltamos pra casa e ficamos de conversar outra hora.
O marido dela saiu pra trabalhar e a minha esposa também, eu me revirando em pensamentos, fui até a casa dela, e apertei o interfone, ela atendeu e entrei na casa dela e fui beijando, ela pediu pra parar, insisti pegando forte na bundo enfiando a mão na bunda dela, e falando que queria comer ela. Não resistiu e se entregou, ao mesmo tempo que estávamos os dois com medo e um fogo enorme. Fui tirando a roupa e tirei a dela também quando tirei a calça dela minha surpresa aquela calcinha que tinha masturbado aquela vez, enfiadinha naquele rabo arrebitadinho, já botei ela de 4 no chão da sala e cai de boca naquele cuzinho de calcinha enfiada apertando os peitinhos dela, ela gemeu louca, e que nunca havia feito isso. Depois chupei a buceta dela, que ficou muito molhada, tirei a calcinha dela e ela ficou de franguinha, enfiei sem dó na bucetinha dela, ela gemia forte, peguei ela no colo encaixada e fomos pra cama. Reviramos a cama só metendo de franguinha. Falei que queria comer o cuzinho dela, ela se assustou pois nunca tinha feito, só tentativas, não queria, mas convenci ela tentar, ela ficou de 4, fui molhando com o melado da buceta dela estava apertado, ela reclamando que doía, estava difícil entrar, até que de muito insistir entrou a cabecinha, ela gritava aí, aí, eu perguntei se queria que parasse, ela falou não continua, forcei a entrada, senti meu pau rasgando aquele cuzinho magro arrebitadinho, que delicia apertadinho, fui bombando devagar puxando aquele cabelo dela e ela gritava, aí que delicia, como estava muito apertado, meu pau inchou e mandei aquele jato quente naquele rabo gostoso, ali terminamos, coitada custou disfarçar que estava com o cuzinho doendo, depois.
Continuamos nossas caminhadas, nosso segredo, e queremos mais oportunidades, se rolar mais uma, venho aqui falar pra vocês. Enquanto isso deixei umas fotos que male má consegui tirar.

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