Personal Casada Fiel
Meu nome é Roberto, tenho 39 anos e sou casado há 12 anos com a Juliana. Saí de São Paulo há quatro meses para Cuiabá por causa de um projeto grande de engenharia que minha empresa assumiu aqui no Mato Grosso. A Juliana ficou em Campinas, onde ela é coordenadora de uma multinacional de logística o trabalho dela não permitia transferência, então viramos um casal de “fim de semana” por enquanto. Sempre fui fiel. Pelo menos era o que eu repetia pra mim mesmo. Mas confesso: sou fraco pra um rabo de saia bem colocado. E em Cuiabá o calor infernal de 40 graus fazia as mulheres andarem com cada peça mínima que testava qualquer homem casado. Eu tentava me manter na linha. Dizia pra todo mundo que era bem casado, mas eu já havia traído antes, para os outros eu falava que a Juliana era o amor da minha vida, mandava flores pra ela de longe, postava stories com ela… a imagem perfeita do marido fiel.Foi numa dessas tardes escaldantes que entrei na Academia PowerFit, no centro da cidade. Logo na primeira semana conheci o Rafael, um personal trainer de outra academia próxima que treinava lá como aluno às vezes. Ele era casado também, uns 35 anos, falante pra caralho. Na segunda ou terceira vez que treinamos juntos ele apontou discretamente pra uma mulher que atravessava o salão.
— Olha lá, cara… a Adriana. Essa aí é foda.Adriana era a personal trainer mais desejada do lugar. Tinha 31 anos, casada com um empresário do agronegócio que viajava muito. E o corpo dela… porra, era pecado. Alta (quase 1,75m), pele morena bem bronzeada, cabelo preto liso que ela prendia num coque alto perfeito. O rosto era de mulher séria: olhos castanhos penetrantes, boca carnuda com um leve ar de “não me enche”. Mas o que matava mesmo era o corpo. Ombros largos de quem treina pesado, cintura bem marcada, barriga tanquinho levemente definida e, principalmente, um rabão absurdo — redondo, empinado, daqueles que balançam firme mesmo quando ela só caminha. Naquele dia ela estava com um macacão fitness preto brilhante, daqueles colados que parecem uma segunda pele. O tecido esticava violentamente na bunda avantajada, marcando até o desenho da calcinha por baixo. Os peitos eram médios-grandes, firmes, pressionando o decote em V do macacão. As coxas grossas e bem torneadas completavam o pacote. Uma mulher feita pra fazer homem babar.Rafael baixou a voz, rindo:
— Essa mina é gostosa pra caralho, Roberto. Olha esse rabão… parece que o macacão vai rasgar. Todo mundo aqui já tentou. Personal, aluno, até o dono da academia. Cantada pra todo lado. Ela dá um sorriso educado, fala que é casada e segue o treino. Ninguém consegue meter nessa gostosura. E olha que tem uns caras insistentes pra porra.Eu fingi desinteresse, dei de ombros e falei:
— Sou casado também, cara. Tô fora dessas coisas. A Juliana tá em Campinas, mas a gente tá bem.Rafael riu como se não acreditasse nem um pouco.A partir daquele dia comecei a observar Adriana de longe. Ela era profissional pra caralho. Treinava com foco, voz firme, corrigindo postura com autoridade. Mas o jeito como se vestia era uma provocação ambulante: macacões justos que marcavam cada curva, tops cropped que deixavam a barriga tanquinho à mostra, shorts cavados que mal cobriam metade daquela bunda gigante. Quando agachava pra demonstrar exercício, o tecido esticava tanto que dava pra ver o contorno perfeito da boceta por baixo. Os caras perdiam a linha.Vi de tudo. Um engenheiro casado chamado Lucas chegou junto um dia enquanto ela supervisionava um aluno:
— Adriana, você tá matando a gente com esse macacão hoje, hein? Quando vai deixar eu te levar pra tomar um açaí depois do treino?Ela sorriu educada, sem nem olhar muito pra ele:— Obrigada, Lucas, mas sou casada. E você também, né? Vamos focar no treino.Outro dia foi um médico musculoso, o Dr. Fábio, que tentou mais direto:— Adriana, seu marido viaja demais… você não fica sozinha e carente não? Eu sei cuidar bem de uma mulher como você.Ela só levantou uma sobrancelha, respondeu seco:
— Não fico não. E mesmo que ficasse, não seria com você. Respeito meu casamento.Os caras se atiravam, elogiavam o corpo, mandavam indirectas pesadas, alguns até ofereciam “treino particular em casa”. Ela nunca dava bola. Mantinha aquela vibe de mulher séria, inalcançável, quase intocável. E isso só fazia todo mundo ficar mais louco.Eu continuava representando o papel do marido fiel. Cumprimentava ela educado, falava da Juliana quando o assunto surgia, elogiava o treino dela sem nunca passar do limite. Mas por dentro… eu já estava fodido. Cada vez que ela passava do meu lado com aquele rabão balançando no macacão justo, meu pau latejava dentro do short. Eu imaginava como seria agarrar aquela bunda com as duas mãos, apertar forte, abrir e meter fundo enquanto ela gemia baixinho tentando manter a pose de mulher séria.E foi exatamente isso que começou a complicar tudo.
Como eu havia dito eu não era nenhum santo. Apesar de toda a pose de marido fiel que vendia pra todo mundo na academia, eu já tinha traído a Juliana algumas vezes em São Paulo. Uma secretária do escritório, uma cliente em viagem de negócios, até uma prima distante da minha mulher numa festa de família. Sempre soube separar as coisas: em casa eu era o Roberto carinhoso, fora eu era o homem que não conseguia resistir a uma mulher gostosa que demonstrasse o mínimo de interesse.E Adriana era o maior desafio que eu já tinha encontrado.Ela variava o look quase todo dia, mas sempre mantendo aquela elegância safada. Um dia era macacão vermelho vinho super justo, com decote nas costas quase até a base da coluna, marcando cada músculo das costas e fazendo aquela bunda enorme parecer ainda mais empinada. Outro dia era um shortinho cava alta cinza com um top esportivo branco que mal segurava os seios redondos e firmes. Quando ela agachava para mostrar o exercício, o short subia e deixava metade da bunda de fora, com a pele morena brilhando de suor. Os caras perdiam a linha.Ouvi cantadas de todo tipo:— Adriana, pelo amor de Deus, para de andar assim que eu vou acabar me divorciando hoje — dizia um aluno casado.— Você tá querendo me matar, né? Esse rabão no shortinho é provocação demais — soltava outro.Ela sempre respondia com o mesmo sorriso educado e frio:— Menos, gente. Sou casada, vocês também. Vamos treinar.Durante quase três meses eu joguei verde. Comecei leve: elogios ao treino dela, perguntava sobre a vida, falava da minha “saudade da Juliana” para passar a imagem de homem comprometido. Depois comecei a provocar mais:— Adriana, você sabe que esse macacão hoje tá perigoso, né? Tem marido que não aguenta uma visão dessa.Ela ria, balançava a cabeça e respondia:— Você também é casado, Roberto. Para de graça.Mas eu via que ela demorava um segundo a mais olhando pra mim. Comecei a mandar mensagens no WhatsApp sobre treino, depois umas piadinhas com duplo sentido. “Hoje você tá especialmente bem disposta… o marido deve ter feito o serviço direito ontem.” Ela respondia com emoji de riso, mas não negava.Numa sexta à noite, depois de um treino pesado, convidei ela para tomar uma cerveja gelada num barzinho ali perto “só para relaxar”. Para minha surpresa, ela topou.No bar, com duas longnecks na mesa, o papo fluiu. Ela me contou que era casada há 9 anos com o Marcelo, empresário do agronegócio que passava a semana inteira viajando. “Ele é bom pra mim… me dá tudo. Mas… sei lá.” Eu arrisquei, coloquei a mão na coxa dela por baixo da mesa e me inclinei para beijar. Adriana virou o rosto na hora.— Não, Roberto. Eu sou casada. Você também. Não vou fazer isso.Ela parecia realmente uma esposa fiel. Bem comida, segura de si, com aquele corpo que parecia ser satisfeito em casa. Era exatamente isso que tornava ela tão difícil: não era carente. Era uma mulher que tinha padrão e controle. Fiquei mais louco ainda.Passei mais algumas semanas insistindo, sempre respeitando os limites dela, mas plantando a semente. Até que um dia, na academia, o Rafael chegou com um sorriso que eu nunca tinha visto.— Cara…
eu consegui ele falou baixo, quase tremendo de excitação.
— Levei a Adriana pro motel ontem.Fiquei paralisado.Ele contou tudo, animado:— Ela tá casada há 9 anos, irmão. Disse que o marido é bom, compra tudo, viaja, mas que a vida sexual deles virou rotina. Fazia mais de um ano que não transava direito. Ela tava cansada de ser a esposa perfeita, fiel pra caralho. Queria novidade, queria se sentir desejada de verdade.Rafael descreveu a noite com detalhes que me deixaram duro só de ouvir:
— No motel ela mudou completamente, cara. Tirou o macacão devagar, de propósito, rebolando aquela bunda enorme pra mim. A boceta dela é rosadinha, lisinha, apertada pra porra. Chupou meu pau com vontade, olhando nos meus olhos, babando tudo. Depois pediu pra eu comer ela de quatro. Aquele rabão batendo na minha barriga… porra, que delícia. Ela gemia alto, falava “mete mais forte”, “me fode como o meu marido não fode”. Gozou três vezes. Na terceira ela sentou no meu pau e cavalgou igual uma puta insaciável, rebolando, apertando, pedindo pra eu gozar dentro. Nunca vi uma mulher casada tão safada na cama. Depois ainda quis mais uma rodada no banho.Fiquei com ciúme, tesão e determinação ao mesmo tempo. Se o Rafael tinha conseguido, eu também ia meter naquela gostosa.Mudei a estratégia. Parei de ser sutil. No dia seguinte, mandei mensagem direta:“Depois do que o Rafael me contou, não consigo mais te olhar da mesma forma. Quero você. Quero sentir esse corpo que tá me deixando louco há meses.”Ela demorou quase uma hora pra responder, só um “Você é louco” com emoji de riso. Mas não mandou parar.Comecei a provocar mais pesado na academia.
Quando ela passava do meu lado, falava baixinho:— Tô imaginando você de quatro naquele macacão… rabão empinado pra mim.Ela ficava vermelha, olhava ao redor pra ver se alguém escutava, mas não me repreendia. Uma vez, quando estávamos sozinhos na sala de alongamento, ela chegou perto e sussurrou:
— Você não desiste, né, Roberto? Sabe que sou casada…
— Sei. E também sei que você tá com fome de coisa nova… igual contou pro Rafael.Ela mordeu o lábio inferior, respirou fundo e saiu sem responder. Mas o olhar que me deu foi diferente. Era desejo misturado com culpa.Eu sabia que era questão de tempo. A barreira tinha rachado.
Depois da conversa com o Rafael, eu não conseguia mais pensar em outra coisa. Toda vez que via Adriana na academia, com aqueles macacões que pareciam pintados no corpo, minha cabeça viajava. Sabia que ela já tinha dado pro Rafael, que a “esposa fiel” tinha um lado putinha guardado. E eu queria aquilo pra mim.Esperei o momento certo. Uma quinta-feira à noite, a academia estava quase vazia. Ela tinha feito uma sessão longa e estava suada, o macacão preto colado na pele morena, o decote molhado entre os seios e aquela bunda monumental brilhando. Quando ela terminou o último aluno, eu me aproximei no corredor dos vestiários.— Adriana… preciso falar com você.Ela me olhou com aquela cara séria de sempre.
— Roberto, eu já te falei. Sou casada. Você também. Para com isso.
— Eu sei o que você fez com o Rafael — soltei direto, baixo. — E sei que você gostou.Ela congelou. Olhou pros lados, nervosa, e me puxou para dentro da sala de alongamento vazia, trancando a porta.— Você é louco? Não fala isso aqui!— Quero você. Hoje. Não aguento mais te ver rebolando esse rabão e fingir que não quero te foder.Adriana cruzou os braços, tentando manter a pose de mulher difícil.
— Eu não sou qualquer uma. Foi só uma vez com ele… eu tava fraca. Meu marido viaja demais, faz tempo que não me toca direito. Mas não significa que vou virar puta pra todo mundo.Ela ainda resistia. Olhos castanhos firmes, queixo erguido. Mas a respiração estava mais rápida e os mamilos marcavam o tecido do macacão.— Então vamos tomar uma cerveja e conversar — propus.Ela hesitou uns dez segundos, mas acabou aceitando. Fomos no mesmo barzinho de antes. Duas longnecks, o ar-condicionado gelado contrastando com o calor de Cuiabá. Conversamos sobre o marido dela, o meu casamento, a rotina que mata o desejo. Em determinado momento coloquei a mão na coxa dela por baixo da mesa e subi devagar.— Roberto… para
— murmurou, mas não tirou minha mão.Quando tentei beijá-la novamente, ela virou o rosto mais uma vez.
— Não aqui. Não sou assim.Paguei a conta e chamei um Uber direto para um motel discreto na saída da cidade. Durante o caminho inteiro ela ficou em silêncio, olhando pela janela, claramente travando uma guerra interna. Quando entramos no quarto, luxuoso e com luz vermelha fraca, Adriana sentou na beira da cama ainda vestida.
— Eu não sei se devo… — disse, voz baixa. — Meu marido confia em mim. Faz 9 anos que sou fiel… ou era.Me aproximei, fiquei de pé na frente dela e segurei seu queixo, levantando seu rosto.
— Você já quebrou a fidelidade com o Rafael. Agora para de se fazer de difícil e me dá esse corpo que eu tanto quero.Ela mordeu o lábio, respirou fundo… e finalmente cedeu.Adriana se levantou e começou a tirar o macacão devagar, quase como um striptease involuntário. O tecido deslizou pela pele suada, revelando os seios médios e firmes com mamilos escuros e duros, a cintura marcada, a barriga tanquinho e, por fim, aquela bunda gigante, redonda, empinada, com uma calcinha fio-dental preta quase desaparecendo entre as nádegas. A boceta estava inchada, o tecido molhado no meio.
— Você é um safado… — murmurou enquanto se aproximava e me beijava pela primeira vez.O beijo começou contido, mas logo virou fome. Ela enfiou a língua na minha boca enquanto eu apertava aquela bunda com as duas mãos, abrindo as bandas, sentindo o peso e o calor. Tirei minha roupa rápido. Meu pau estava duro pra caralho, latejando.Adriana olhou para baixo e lambeu os lábios.
— Gostoso…
— sussurrou.Ela se ajoelhou e começou a me chupar com vontade. Não era uma esposa certinha. Era gulosa. Lambia da base até a cabeça, enfiava fundo na garganta, babava, olhava pra cima com aqueles olhos castanhos enquanto eu segurava seu cabelo. — Assim… chupa gostoso, sua casada safada.Ela gemeu com meu pau na boca, acelerou o movimento. Depois se levantou, virou de costas e empinou aquele rabão monumental.— Quer foder? Então vem.Não esperei. Coloquei a camisinha rápido e encostei a cabeça do pau na entrada molhada. Adriana estava encharcada. Empurrei devagar, sentindo ela se abrir. Quando meti tudo, ela soltou um gemido longo e rouco.
— Ai, porra… bem fundo…Segurei na cintura fina e comecei a meter com força. O barulho da bunda batendo na minha barriga era obsceno. Adriana empinava mais, rebolava, pedia:— Mais forte… me fode direito… ahh, caralho!Virei ela de frente, coloquei suas pernas nos meus ombros e meti fundo, olhando nos olhos. Ela gozou pela primeira vez assim, tremendo, apertando meu pau por dentro, unhas cravadas nas minhas costas.
— Não para… eu quero mais…Coloquei ela de quatro na cama. A visão era perfeita: aquele rabão enorme empinado, bundinha rosada piscando. Dei tapas fortes, deixando marcas vermelhas, e voltei a meter com tudo. Adriana enterrava o rosto no travesseiro e gemia alto:Me usa… sou sua puta hoje… mete nessa casada… ahh, vai, Roberto!Ela gozou pela segunda vez, jorrando escorrendo pela coxa. Eu não aguentei. Tirei a camisinha, pedi pra ela virar e gozei pesado nos seios e na barriga dela, jatos grossos que escorriam pela pele morena suada.Ficamos deitados, ofegantes. Adriana passou a mão no meu peito e falou baixinho: Isso não pode virar rotina… sou casada.Eu sorri.—Claro. Só quando a gente quiser.Nas semanas seguintes nos encontramos mais algumas vezes. Sempre ela tentava resistir um pouco no começo “hoje não”, “meu marido volta amanhã”, “não sou assim”, mas bastava eu apertar aquela bunda e falar sacanagem no ouvido dela que a esposa séria desaparecia e a puta insaciável aparecia.No final, a “difícil” Adriana tinha se tornado meu segredo mais gostoso em Cuiabá. E eu, o marido “fiel” de São Paulo, continuava mandando flores pra Juliana em Campinas… enquanto fodia aquela bunda casada sempre que podia até perdemos contato complemente quando sai da cidade.....
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Comentários (1)
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