#Outros

Sexo selvagem com o cara que eu mais odeio

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Lola Luna

Ele fazia bullying comigo na época do colégio... Agora que estou gostosa, a gente ainda se odeia, mas se encontra regularmente pra foder com raiva!

Eu odiava muito aquele sujeito maldito filho de uma puta...
Mas me odiava muito mais a mim mesma, por ser uma vadia safada incapaz de resistir ao desejo que sentia de dar a buceta pra grande e grossa rola que ele tinha!

O desgraçado vivia fazendo bullying comigo no colégio, me zoando e chamando de gorda na frente de todo mundo quando éramos mais novos... Porém agora que estávamos na universidade e eu tinha passado a frequentar a academia, ficado mais vaidosa e começado a me arrumar mais... Ele vivia atrás de mim, me procurando com o único propósito explícito de me comer e usar como depósito pessoal de porra!
E eu, por mais que me detestasse por causa disso, estava cada dia mais viciada na sensação de ser fodida com força por aquele sacana, recebendo dele, o meu opressor do passado, a maior e mais honesta validação possível para a minha aparência... Pois um pau duro é sempre sincero!

Por isso eu, apesar de todo ódio enraizado e ressentimento profundo que nutria contra ele, estava naquele momento com o rosto enterrado no colchão da minha cama, praticamente de quatro, completamente nua e com a raba toda empinada... Oferecendo a buceta pra ele!
E o canalha, ao invés de me comer logo de uma vez e acabar com aquilo, saciando o tesão de ambos, fazia questão de provocar, pincelando a glande rosada daquele pauzão cabeçudo entre os meus lábios vaginais já encharcados de vontade de engolir aquela piroca inteira.

— Cê gosta, né, safada? Gosta de levar pica nessa xota molhada... Gosta de ser minha putinha particular... Não gosta...?

Perguntou, já direcionando a ponta quente e babona do membro avantajado latejante para a entradinha da minha xana sedenta que piscava de desejo, me fazendo suspirar e gemer com o rosto abafado entre as almofadas, sem responder as perguntas sacanas.
Então o cafajeste insistiu.

— Responde, piranhazinha safada... Tu gosta, né? Quer que eu enterre meu pauzão nessa bucetinha apertada, não quer...? Então pede! Implora pela pica, vadia...!

O arrombado gostava mesmo de me humilhar. Queria me fazer suplicar pra ser comida e fodida por ele. Queria me forçar a abrir mão do meu último resquício de orgulho e amor próprio, me fazendo clamar por aquilo.
E eu, que já estava no limite do meu tesão, com a libido pelas alturas, a ponto de explodir, mais uma vez fui fraca e cedi a suas exigências.

— Gosto!! Eu quero, tá?! Quero que você me coma! Me fode inteira! Arregaça a minha buceta e me enche de porra, seu pauzudo filho da puta!!!

Exclamei quase gritando, arrebitando ainda mais a bundona branca praquele desgraçado e já dando uma jogadinha repentina pra trás, que fez o cabeção inchado violar a minha grutinha e começar a me invadir.
Sem demora, o meu comedor maldito respondeu ao meu clamar com ações ao invés de palavras, agarrando-me pela cintura com ambas as mãos firmes e jogando o quadril de uma vez só contra mim, com todo o ímpeto!

O pobre do meu estreito canalzinho vaginal precisou se ajustar de repente e esticar de uma hora pra outra, sem tempo pra se preparar, ao receber a inserção subita, brusca e potente daquele membro rombudo!

Eu vi estrelas e gemi alto ao sentir a glande se chocar dolorsoamente com toda a força contra a boca do meu útero!
O desgraçado enfiou o pau todinho de uma vez só, numa única metida impiedosa! Só pra me ouvir gemer de prazer e desconforto.
Ele sempre fazia isso, de forma bruta e inesperada. Eu já devia estar acostumada a esse ponto, mas era sempre uma surpresa impossível de suportar em silêncio.
Eu podia sentir a sua pélvis bem encaixada e colada na minha bundona...

— Geme, vadia! Geme que eu gosto de ouvir choro de puta! Vai!

Exclamou ao me dar um baita tapão estalado na raba branca, certamente deixando uma marca vermelha com o formato do seu mãozão. Aquilo doeu, e doeu muito, se somando ao incômodo já contundente da penetração profunda, e me deixou com mais raiva dele do que já tinha. Ele sabia que eu odiava quando ele me batia assim do nada...

— Ai!!! Filho da puta...!!!

Reclamei com irritação inflamada na voz manhosa. Porém, o maldito também sabia que eu, apesar de toda a pose de brava, no fundo na verdade adorava quando ele me dava tapas a contragosto, só pra me provocar... Então respondeu os meus protestos com mais dois tapões ainda mais fortes, um em cada banda da minha bundona, curtindo ouvir o som dos estalos ecoar pelo quarto junto dos meus ganidos e gemidinhos de dor. E na mesma hora, sem me dar a chance de ralhar com ele de novo, começou o vai e vem, me comendo com rapidez e brutalidade desde o início!

Antes que eu pudesse reclamar dos tapas, me vi sem forças e sem ar para argumentar, devido as consecutivas, ininterruptas e insuportáveis "marteladas" que recebia a cada metida poderosa e profunda na minha vulnerável xaninha indefesa.
O desgraçado me fodia com ímpeto animalesco, como se eu fosse uma puta barata ou meramente uma boneca inflável... Um brinquedinho sexual cujo o único propósito nessa vida era lhe servir e ser usada por ele pra extravasar o tesão.
Não havia amor ali. Nenhum mínimo sinal de carinho. Apenas sexo, poder e desejo.

Ele gostava de me ter assim, submissa, entregue, a sua mercê... Sentia tesão em me "maltratar" daquele jeito.
Já eu, adorava saber que meu corpinho, que no passado ele tanto críticou, era agora seu objeto de desejo, capaz de lhe levar até aquele nivel de loucura luxuriosa.

Não demorou para o prazer e a dor se misturarem numa mescla deliciosa, e para eu ir me habituando uma vez mais ao modo brutal que aquele maldito tinha de me foder sem dó nem piedade... Ao ponto em que eu já estava suspirando, gemendo e vibrando de satisfação a cada pirocada que ia até o fundo e parecia que ia me atravessar e sair pela goela...! Ao ponto em que eu já começava a rebolar na picona daquele desgraçado bem dotado, pedindo por mais...

— Mais... Aaaaiiinnn! Mais...! Aaaahhhh...! Me come mais...! Me fode mais...! Ãaanhhh...! Mais rápido...! Mais forte...! Mais fundo...! Destrói a minha buceta, seu cachorro!!!

Ordenei suplicante, lançando a bunda contra sua virilha a cada vez que ele investia com o quadril na minha direção, ocasionando numa penetração ainda mais profunda que a anterior.
E o sacana miserável ficou feliz em atender ao meu pedido, ajustando um pouco a sua posição, se pondo meio erguido na cama, sem ficar de pé... Apenas o suficiente para passar uma das pernas por cima de mim e pisar na minha cabeça enquanto aumentava até o limite máximo possível a intensidade das metidas!

Senti meu rosto afundar no colchão com o peso do seu pé oprimindo a minha nuca, ao mesmo tempo em que precisei de toda a minha força de vontade e constituição física para suportar receber dele aquilo que lhe implorei... Me esforçando para não sucumbir e aguentar receber cada uma daquelas pirocadas brutais e vigorosas que afligiam a meu canalzinho vaginal e a entrada do meu útero com "cabeçadas" sem fim.

Aquilo doía, era incômodo, desconfortável, humilhante... Mas ao mesmo tempo era tão bom...
Parecia que a minha buceta ia quebrar, explodir e derreter de tão quente...
Virei o rosto de lado para conseguir respirar, gemer e pedir por mais, como a boa vadia submissa que eu era...

— Isso...! Aaahhh...! Assim...! Vai...!! Aiiiinn!!! Não para!! NÃO PARA!! Me fode!! ME FODE!!!

Implorei, abandonando momentaneamente o meu último vestígio de dignidade, ao gritar clamando pra ser fodida por aquele canalha odioso.
E o cafajeste, por sua vez, me vendo ali 100% entregue e submetida a ele, pisou mais forte na minha cabeça e bufou de satisfação, voltando a estapear minha raba com um misto de fúria e desejo, sem parar de me comer com toda a gana que tinha.

Eu reconhecia aquilo.
Aquele padrão de comportamento. Quando ele ficava assim era sinal de que estava prestes a ter um orgasmo...
Mas eu, como quase sempre ocorria quando fodiamos juntos, acabei gozando primeiro.

Eu já estava no meu limite e não conseguia mais me segurar. Levei uma das mãos até a minha buceta por baixo e bastou triscar no meu clitóris com a ponta de um dos dedos para já alcançar o clímax!
Explodi num gozo absurdo e avassalador, gritando e gemendo como uma cadelinha no cio, ainda levando varada daquele macho pirocudo escroto!
Com a consciência arrebatada, eu fui ao céu sentindo ondas e mais ondas de prazer percorrerem cada milímetro do meu corpinho, enquanto eu me tremia inteira abaixo da figura poderosa daquele homem desprezível, mas que transava tão bem!

Percebendo que eu estava tendo um orgasmo, o pirocudo urrou de satisfação e cravou o pauzão inteiro bem lá no fundo de mim!
Minha pepeca em frangalhos pela foda intensa estava tão sensível que eu juro que tive a nitida impressão de sentir o buraquinho da uretra na ponta da glande cabeçuda dele se "encaixar" bem no ponto exato em que ficava o pequeno orifíciozinho fechado no final do meu canal vaginal, que era a boquinha e entrada do meu útero.
E assim, com os dois sistemas reprodutores "concectados" e "engatados", o filho da puta fez questão de gozar dentro de mim!

Senti com clareza quando a cobrona dele pulsou dentro ds minha pererequinha e o primeiro jato potente jorrou com impeto, direto no meu ventre! Não deu pra contar com quantas cargas de sêmen ele me recheou, mas foram muitas! Tantas que parecia que não teria fim!

Mais uma vez, o desgraçado que eu mais odiava na vida estava me fazendo de depósito de porra, enchendo a minha fertil xoxotinha indefesa com rios de esperma farto e fresco!

Já havia pedido a ele para usar camisinha ao vir se encontrar comigo ou que ao menos tirasse o pau de dentro de mim antes de gozar, mas o canalha se recusava. Parecia até que queria me engravidar! Ele gostava da sensação de me inundar e lambuzar de gala toda maldita vez! Dizendo que, seu eu quisesse evitar a gravidez, deveria tomar remédios contraceptivos eu mesma...
O que eu fazia, pois não deseja ficar gravida de um maldito daqueles. Embora, no fundo, adorasse receber aquelas leitadas cheias de virilidade (mesmo que jamais fosse admitir isso). Aquele tanto de porra dentro de mim era a prova cabal de que o meu corpinho, que antes ele zoava, agora era capaz de lhe fazer esporrar como um garanhão reprodutor!

Extasiada e com a mente ainda girando de prazer, permaneci ali de raba erguida pra ele, levando cada jorro vigoroso de liquido seminal que parecia esguiçhar diretamente no meu útero!
Continuei assim, submissa e entregue ao meu papel como fêmea passiva, até receber a ultima gota de gala espessa contendo centenas de milhares de espermatozoides em busca de um óvulo pra fecundar.

Foi só então que o miserável finalmente tirou o pé da minha cara, soltou minha cintura e se desengatou de mim, afastando o quadril da minha bunda o suficiente pro pauzão meia bomba escorregar pra fora, seguido de uma cachoeirra de semen branquinho.
Ele respirava fundo, visivelmente satisfeito e cansado. Mas eu estava destruída, acabada, arfando de exaustão após ter tido de suportar mais uma foda intensa daquelas.
Tombei de lado no colchão, tentando recuperar o fôlego e reaver as forças. E já o via descendo da minha cama e buscando vestir novamente as roupas e se preparar para partir.

Era sempre assim entre nós.
Só um pente e rala.
Uma transa e então "tchau".

Não éramos namorados. Não éramos amantes. Não éramos ficantes. Nem mesmo chegávamos a ser amigos. Éramos só dois ex colegas de escola que se encontravam para foder com força, e nada mais.
Pra ele eu era uma mera ferramenta sexual com a qual podia esvaziar as bolas e aliviar o tesão sem compromisso.
E pra mim ele era simplesmente um enorme vibrador humano vivo, que eu adorava ter na minha pepeca carente da validação masculina tardia que só ele podia me dar.

Assim, antes me mesmo que eu conseguisse me recompor por inteiro, ele já estava vestido, de pé e pronto pra ir embora.
Me deu ainda um último tapinha ardido na raba já vermelha e sensivel de tanto apanhar, me fazendo ganir baixinho de dor e reclamar com um palavrão qualquer ao lhe ver partir do meu apartamento.

Era meio humilhante saber que ele tinha vindo só pra me comer e que saia assim que conseguia aquilo que queria. Me fazia sentir como uma puta barata.
Mas, tudo bem. Era melhor assim.
Não ia mesmo querer aquele idiota ficando na minha casa após terminarmos o que estavamos fazendo.

Mais tarde naquele dia, já de noite, recebi dele uma mensagem com uma imagem e um comentário atrevido.

"Rreconhece essa raba? Heheh".

Era uma foto minha, pelada, de quatro, com a cara enterrada no colchão e a bunda empinada pro pau dele.
O maldito havia feito esse registro com o celular sem permissão, quando eu não tava vendo!
Xinguei muito ele por ter feito isso e o mandei apagar aquilo. Mas ele riu, disse que não apagaria e me mandou relaxar, pois não mandaria pra ninguém e que nem dava mesmo para ver o meu rosto...

Não sabia se dava para confiar na palavra dele, mas também não fiz questão de brigar mais por causa disso, pois no fundo gostei de me ver naquela imagem, naquela situação, naquela posição pra ele... E adorei saber que o safado queria ter uma foto minha assim pra guardar e se lembrar das nossas transas. Rsrsrs

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