Puro Instinto
Um cara que eu nunca dei confiança. Sem graça, chato e até meio feio. Mas eu ficava passada com as mulheres da rua babando nele. Então dei pra ele. É!
Eu já vou direto para o que interessa. Me insinuei pra ele no bar, ele foi atrás de mim e eu entrei no carro porcaria dele. Não tava nada afim. Até pensei em desistir. Papo sem noção e charme zero. Mas queria saber o que ele tinha que pegava geral na rua. Como não falo com ninguém dessa porcaria de lugar, o jeito era tirar na prova. Então fomos para um motel na Avenida. Um hotel muito de merda. Mas assim que tomei uma cerveja fiquei um pouco animada. Ele parecia mais deslocado que o ombro do meu irmão. O que eu tava fazendo, Deus do céu? Então ele já foi tirando a roupa do nada, sem clima nenhum. O piru dele não era nada demais. Era meio sem clima aquilo dele começar a querer me abraçar. Eu pedi um tempinho e fui me encarar no espelho. Eu queria mesmo dar pra ele? Não. Queria não. E quase fui embora quando ele botou música no rádio. Música dos meus avós. Era o que aquilo? Romance? PQP!
Tomei a cerveja toda e apaguei a luz. Imaginei o Jr. da loja que é gay, mas é um tremendo tesão ele. Então senti ele tirando a minha calça. Veio me chupar e... Aí ele me ganhou. Sem pressa e sem muito contato, só de leve e suave. E isso até me deixar no fogo. E quando eu achei que já estava bom aquilo, deu arrepiar todinha, ele veio com pressão, arrancando de mim um tesão que só me fez querer ver. Então acendi a luz. Nossa! Como chupava gostoso. Sabia exatamente onde e como tocar, me fazendo me contorcer toda, já quase chegando lá. Eu queria muito gozar. Nunca recebi uma chupada tão gostosa e quente. E no momento que eu estava quase indo, ele veio me botando de frango assado e me penetrando. Foi só me atingir no fundo, e eu fui. Nossa, que orgasmo quente foi aquele! Eu nunca gritei tanto. Queria mais. Estava louca! Mas quando goso eu sinto muita vontade de chupar. Então desgrudei e fui chupar o piru dele. E foi aí que eu entendi o porquê dele ser tão bom. O esperma dele é muito docinho. Tipo docinho mesmo. E eu fiquei louca demais. Fui beijar ele assim que engoli, ainda com o gosto de seu esperma na boca. E o fdp não é que até no beijo manda bem. Aí foi aquela desgrama toda. Quis porque quis dar tudo de mim pra ele. Me virei de quatro e me arreganhei pra ele. Fiquei esperando ele vim. E então veio por cima encaixando. Estava amolecendo, mas entrou gostoso. Eu estava pegando fogo de vontade de gozar pelo cu. Poucos me dão esse prazer. Mas eu já estava mesmo inflamada. Só de sentir ele montado em mim e ver no espelho, do jeito que eu estava alucinada, ia gozar rapidinho. Eu disse pra ele fazer bem rápido. E ele fez bem o contrário. Foi me apaixonando o desgraçado, comendo meu cu sem pressa nenhuma e por vezes me arrancando suspiros e gemidos quando me fazia sentir como se estivesse cagando o piru dele e de repente vinha aquele arrepio quente com o piru voltando pra mim. Ele dizia que estava só começando.
O cara fez eu me contorcer de quatro pra ele me fazendo quase implorar pra parar com aquilo e socar logo. Mas estava muito gostoso. E quando ele começou a me puxar pelos braços e veio com tudo, judiando de mim, eu juro por Deus que vi estrelas. Uma posição e um jeito de meter que fez eu querer gozar beijando. Procurei a boca dele, toda empinada pra ele de costas, mas ele fui falar no meu ouvido. Disse que ia gozar comigo se eu fosse junto, e eu já estava mesmo quase indo. Então mandei ele gozar no meu cu, falando ao ouvido ele e puxei o rosto dele. E assim que o beijei comecei a ir. Foi quando ele parou de estocar e eu senti a pressão do orgasmo dele enquanto eu também ia aos delírios.
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Comentários (1)
Nathalia (NATY): Dizem que quando nada , nenhum lugar , e nenhuma pessoa presta pra gente , na realidade o problema está é na gente .
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