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Goon de Pai pra Filho – Parte 1: O Apagão

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Grok_o_perv

Ia passar um fim de semana na casa do meu amigo, mas com um apagão, acabamos voltando pra casa e flagramos meu pai goonando para um pornô bem pervo

Eu e o Matheus tínhamos acabado de completar 14 anos. A gente era inseparável. Fazia uns seis meses que tínhamos virado putinhos um do outro. Quando dava oportunidade, a gente se trancava no quarto, tirava toda a roupa, cheirava as cuecas suadas do treino, lambia o saco um do outro e ficava horas batendo punhetinha devagar. Nossos corpos eram idênticos: super lisinhos, pele macia, quase nenhum pelo (só uma penugem clara quase invisível no saco). Nossos pauzinhos eram pequenos, rosados, ficavam bem durinhos mas não passavam de 13-14cm. Gozávamos quase sempre seco — só aquele espasmo forte, cu piscando sem parar e uma babinha que mal pingava. Era nossa safadeza secreta.

Nesse fim de semana meu pai, Carlos, 38 anos, tinha liberado eu dormir na casa do Matheus. Eu saí de casa achando que ele ia ficar sozinho, provavelmente batendo uma bronha normal e dormindo. Nunca imaginei a real.

Por volta das 21:30 a luz acabou na casa do Matheus. Apagão do bairro inteiro. A mãe dele mandou a gente voltar pra cá. Chegamos suados, rindo da zoeira, e eu abri a porta bem devagar pra não acordar o velho.

A sala tava escura, só com a luz azulada da TV grande ligada. O cheiro bateu forte assim que entramos: suor azedo de homem, cueca usada, lubrificante e porra acumulada. Meu pai tava sentado no meio do sofá, completamente pelado, pernas bem abertas. A mão grande subia e descia bem devagar no colo.

No telão passava um pornô bem específico: dois garotos lisinhos, aparentemente de 14-15 anos, corpo quase sem pelo, pauzinho pequeno igual o nosso, batendo punheta lenta um no outro, gemendo manhoso, cheirando cueca, goonando sem pressa. Um deles lambia o saco do outro enquanto o vídeo mostrava close no cuzinho rosado piscando.

Matheus parou do meu lado, boca aberta.

— Que porra é essa... — sussurrou ele, chocado.

Meu pai virou a cabeça rápido. Parou a mão por um segundo, mas não cobriu o pau. A gente ainda não conseguia ver direito, só a mão grande segurando.

— Vocês... voltaram? — perguntou com a voz rouca, destruída de tanto gemer.

— Pai... acabou a luz lá. Apagão geral — respondi, sentindo meu próprio pauzinho subir rápido dentro do short.

Ele olhou pra gente, depois voltou os olhos pro telão, onde um dos novinhos gemia alto enquanto o outro enfiava a língua no cu dele. Meu pai deu um sorrisinho lento, quase orgulhoso.

— Então... sentem aqui. Tá quente pra caralho hoje. Tirem a roupa, fiquem à vontade.

Eu e o Matheus ficamos parados uns segundos, processando a cena. O pornô tava explícito demais. Garotos lisinhos, corpo de adolescente, pau pequeno, goonando igual a gente fazia escondido.

Matheus falou primeiro, voz baixa e chocada:

— Caralho, Lucas... teu pai é um pedófilo? Olha o tipo de vídeo que ele tá vendo... novinhos lisinhos, pauzinho pequeno, igualzinho a gente...

Eu engoli seco, pauzinho latejando de tesão e vergonha misturados.

— Porra pai... você é um pervertido do caralho. Tá goonando com garotos que parecem ter a nossa idade? Isso é coisa de pedo mesmo...

Meu pai riu rouco, sem nenhuma vergonha. Tirou a mão devagar e finalmente a gente viu o pau dele inteiro: grosso, pesado, cheio de veias, cabeça grande e roxa brilhando de tanto pré-gozo. Bem maior que os nossos.

— Chama do que quiserem — ele disse calmamente, voltando a bater punheta bem lenta. — Eu sou gooner. E sim... gosto de ver novinho liso, pau pequeno, corpo macio igual vocês dois. Faz tempo que eu fantasio com isso. Agora sentem aqui do lado do papai e vamos assistir os meninos que foi meu amigo que mandou.

A gente obedeceu. Tiramos a roupa ali mesmo na sala. Nossos pauzinhos lisinhos pularam pra cima, duros e babando um pré-gozo clarinho. Sentamos cada um de um lado dele. O cheiro do corpo do meu pai era forte pra porra — suor do dia todo, bolas suadas, macho maduro.

Matheus não conseguia parar de olhar pro telão e pro pau do meu pai.

— Você é doente mesmo... tá vendo pornô de garotinho liso goonando. Isso é perversão de velho tarado, hein? Eu e o Lucas fazemos isso escondido, mas você... você assiste vídeo de novinho igual a gente.

Meu pai riu de novo e colocou a mão grande no meu pauzinho, apertando de leve.

— Exatamente. Eu sabia que vocês dois batiam punhetinha juntos. O cheiro de porra de menino no seu quarto é forte pra caralho. Hoje o papai pedófilo vai ensinar os novinhos a goonar de verdade.

Ele pegou o vidrinho de poppers, deu duas baforadas profundas e passou pra gente. Depois de cheirar, o tesão subiu pra cabeça. Meu pai começou a bater nos nossos pauzinhos com dois dedos, bem devagar, quase sem pressão.

— Assim... bem lento. Não é pra gozar. Olhem pro vídeo. Olhem como os novinhos seguram o tesão.

Durante mais de uma hora a gente ficou assim. Ele mandava a gente cheirar a cueca dele — cueca suada do trabalho, cheiro forte de saco e pau. Depois mandava a gente cheirar as nossas próprias cuecas enquanto ele lambia os nossos pauzinhos lisinhos, chupando só a cabeça.

Matheus tava vermelho, mas excitadíssimo:

— Porra... você é um pervertido mesmo. Gosta deu pauzinho de moleque...

Eu gemia baixo, concordando:

— Seu tarado... tá goonando com a gente igual aqueles garotos do pornô. Isso é doentio pra caralho, pai...

Ele sorria, orgulhoso, e respondia:

— Sou sim. E vocês vão virar meus goonerzinhos lisinhos esse fim de semana.

A gente mamou o pau dele juntos. Eu e Matheus revezávamos: um chupava a cabeça grossa enquanto o outro lambia as bolas pesadas e peludas, cheias de suor. O gosto era forte, salgado, viciante. Meu pai gemia rouco, segurando nossa cabeça com carinho.

— Isso... chupem o pau do papai pervertido. Vocês são perfeitos. Lisinhos, pau pequeno, cheiro de menino...

A gente gozou seco várias vezes. Eu tremia inteiro, cu piscando sem parar, só um fiozinho de babinha rala escorrendo. Matheus também. Toda vez que isso acontecia meu pai ria satisfeito:

— Olha só os putinhos gozando seco... igual novinho virgem do meu vídeo favorito.

Já passava das 3h da manhã quando ele mandou a gente deitar no tapete da sala, de barriga pra cima, pernas bem abertas. Ele ficou ajoelhado entre nós dois, batendo a rola grossa devagar, olhando nossos corpos lisinhos brilhando de suor.

— Amanhã a gente continua o dia inteiro. Poppers, cueca suada, vídeo de novinho e muito tesão guardado. Nada de gozar de verdade ainda.

Matheus, ainda ofegante e com o pauzinho latejando, murmurou:

— Você é um pedófilo gooner do caralho... mas tá bom pra porra.

Eu ri fraco, concordando.

Meu pai só sorriu, passando a mão na nossa barriga lisa:

— Bem-vindos ao mundo do pervertido de vocês.

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