#Corno #Grupal #Teen #Traições

Família nova — Orgias diferentes

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Sun tzu

Ezequiel havia tirado a virgindade de Samara, no final das férias de julho. Isso sem que eu percebesse. Passei três dias doente naquela semana. E só a vi de novo quando voltamos para a escola.

Ela estava diferente. Mais reservada. Tanto pessoalmente, quanto no celular. Perguntei se havia ocorrido algo, mas sempre desconversava. Nem imaginava o que realmente tinha acontecido e o que continuava a acontecer.

Mas via.

Vi várias vezes vídeos que Ezequiel me mandou, sem saber que eram ela junto a ele.

Ele filmava apenas a buceta dela sendo penetrada e aberta por seu pau desproporcional. Samara de quatro, com sua bunda empinada, rebolando contra Ezequiel. Engolindo-o, ao som dos estalos das estocadas.

Eu achava alguns detalhes do corpo familiares, mas não conseguia fazer a conexão entre aquela ninfeta que Ezequiel estava comendo e minha recatada e respeitosa namorada.

E então veio o vídeo que me deixou desconfiado.

Ezequiel havia gravado a boca dela sobre o pau dele. E então mandou que fizesse uma espanhola.

A garota embalou aquele membro negro do tamanho de uma espiga de milho e o apertou entre seis seios bem dotados, subindo e descendo. Ela ainda usava o crucifixo entre os peitos. E ele era constantemente acertado pelo pau de Ezequiel.

Via apenas do pescoço para baixo, então seu rosto não aparecia, mas meus olhos se fixaram no crucifixo e a ideia me passou pela mente, como um lapso.

Continuei vendo, preocupado em saber se o rosto apareceria para enfim me livrar das suspeitas, mas não. Apenas assisti a porra ser expelida do pau de Ezequiel, como um vulcão derramando lava, melando o crucifixo e escorrendo sobre seus seios, pintando-os de branco. Ezequiel ainda esfregou a cabeça envolta dos mamilos repletos de gozo. Daí o vídeo acabou.

Embora a desconfiança dançasse em minha mente, eu estava de pau duro. E como também já não era nenhum santo, não fiquei apenas excitado olhando por muito tempo

Ezequiel dormiu fora aquela noite também. Não sei se com Samara. Provavelmente não, pois ela conversou bastante comigo no celular antes de dormir. Porém isso não importava a mim, que passei boa parte da noite sentindo o calor dos corpos das mulheres de minha casa.

Fodia a minha mãe de quatro, enquanto Isa sentava com o cu no pau de Weverton. Depois chupava minha irmã, ao mesmo tempo que minha mãe fazia um meia nove com o esposo. Assisti, me recuperando, as duas cavalgando sobre a pica e o rosto de meu padrasto e depois fui montado por Isa, sentindo sua xota estrangular minha pica.

Francamente, hoje digo que eu merecia o que estava acontecendo entre Samara e Ezequiel. Mas a experiência de descobrir ainda foi difícil, e excitante.

Saber que algo só meu tinha sido tomado por outro.

Ela continuou indo para minha casa e eu para a dela. Não conseguia entrar no assunto dos vídeos que recebia, obviamente. Em parte por não saber como fazê-lo, em parte por querer acreditar que era só invenção minha. Pensava isso, apesar de perceber uma estranheza na sua mudança de comportamento. Sendo que desde aquela mamada que Samara me deu, vez ou outra, fazíamos algo além dos abraços e beijos.

E, numa tarde de sábado, em que estávamos novamente sozinhos no meu quarto, ao invés dela chupar meu pau, insisti para ser eu a dar-lhe prazer com a boca, vencendo sua recusa inicial.

Aparentemente, ela não queria que eu enfiasse a boca lá, onde Ezequiel havia-lhe fodido tantas vezes. Mal sabia Samara que eu já estava acostumado àquilo, mesmo que na época não tivesse certeza que de fato eles trepavam.

De qualquer modo. Tirei suas calças, e me pus entre suas pernas, encarando a buceta marrom escura, cor café com leite.

Primeiramente beijei suas coxas, descrevendo um caminho até seu canto mais precioso. Fazendo Samara rir com as cócegas causadas. E depois lambi seus lábios, sentindo seu sabor pela primeira vez, e aos poucos comecei a trabalhar, pincelando seu grelinho com minha língua. Fazendo-a ter leves tremeliques. Então encaixei minha boca completamente em sua buceta e comecei a chupar e a lamber de fato. Sentindo a umidez começar a hidratar meus lábios.

Samara abafou um gemido com a mão, e ficou respirando rápido enquanto eu continuava.

Estando com a xota na minha boca, não podia deixar de lembrar daqueles vídeos. Me perguntando se era ela ou não. E por mais que me doa admitir, a ideia de sua buceta sendo comida por uma pau grande, só me acendia mais. Então continuei lambendo, devorando-a com minha língua

Olhei para cima, vendo a expressão de prazer de minha. Prazer esse, dado por mim. Ela continuou com uma mão sobre a boca, e a outra sobre um dos seios, por cima da camisa e sutiã. Fiquei brincando com seu grelo, enfiando dois dedos em sua buceta, até Samara gozar na minha boca, apertando minha cabeça com suas coxas macias e molhando-me o rosto.

Não conseguiu abafar os gemidos dessa vez. Deixando sua bela voz ecoar pelo quarto.

Senti o gosto de seu orgasmo, satisfeito por tê-lo provocado, e continuei me deliciando com sua xana, beijando seus lábios com os meus.

Vendo sua xota úmida tão próximo a mim, não resisti. Levantei e tirei minha camisa, como também o short, ficando nú, com a pica envergada, apontada para Samara. E quando aproximei uma da outra, ela praticamente pulou da cama.

— Espera, Anderson, não. Acho que agora não é o momento — disse, bem nervosa.

— Mas eu te amo e te quero tanto, amor — confessei, dando vazão aos meus desejos.

— Eu também, mas só não tô pronta, ainda — disse, como se ainda fosse uma virgem.

A realidade era bem diferente. Ela não queria que eu descobrisse que seu hímen já havia sido violado por outro. E que sua buceta engolia outro pau continuamente.

Depois de insistir mais um pouco e ser de novo negado. Me contentei em receber outro boquete seu. Notando que ela havia melhorado. Babava mais, chupava as bolas, punhetava o pau. Lambia de lado, desde a glande até o talo. E depois engolia tudo, usando a garganta.

Fora bem treinada por Ezequiel.

Avisei que ia gozar, mas ela não parou. Recebeu tudo na boca e engoliu, para minha surpresa. Depois subiu por cima de mim e deu-me um beijo molhado de forma apaixonada. Acariciando a minha pica, ainda latejante.

Aparentemente, pelo que me contou depois, Ezequiel lhe falou para fazer isso quando eu gozasse em sua boca.

Ainda que fosse para me humilhar de certo modo. Não podia deixar de me sentir excitado, e apertei seu corpo num abraço. Pondo uma mão em sua bunda e a apertando.

Depois de alguns segundos, nos afastamos lentamente.

Samara se vestiu e foi ao banheiro, fazer sua higiene. Fiquei no quarto, pensativo. Desejando que a desconfiança fosse coisa da minha mente.

Afastei os pensamentos de minha cabeça e me vesti, saindo do quarto e dando de cara com Isadora, que havia voltado sem percebermos, conversando com Samara no corredor.

Minha namorada estava visivelmente incomodada, dado o hálito.

Isa a segurou por algum tempo e depois deixou que fosse ao banheiro. Se virou para mim, notando-me, e deu um sorriso esperto. Já tendo descoberto o que estávamos fazendo.

Não achei que seria um problema.

Minha mãe, que estava no andar de baixo, já havia se tocado do que fazíamos. Mas, por motivos óbvios, não dava muita atenção. Se fazendo de sonsa. Isa, no entanto, deu-me um sorriso que significava problemas.

Samara foi para casa, e naquela noite quando estava tomando banho, Isa entrou no banheiro, tirou a roupa, e entrou dentro do box comigo, abraçando-me por trás e segurando meu pênis.

— Meu irmãozinho tava no quarto com a namorada?

— Sim, tava, e daí — falei, sentindo suas mãos se moverem.

— Deu um trato nela, né? Fe longe, senti o cheiro da tua porra saindo da boca dela.

Fiquei sem graça. Falar de Samara era um tanto constrangedor, uma vez que eu ainda pensava em nossa intimidade como sendo nossa. Mesmo vivendo da forma que vivia com minha irmã e mãe.

— Não fizemos nada demais — Me virei, e Isa se agachou.

— Ela te chupou que eu sei. Aquela menina recatada chupou esse pau — ficou punhetando e olhando para meu membro, deixando-o mais duro. — Queria ter visto isso.

— A gente namora a um tempo, então não tem nada estranho.

— Imagino se foi bom — ficou encostado a boca na minha glande, como um gato se esfregando na perna do dono.

— Foi — respondi.

— Bom assim? — abriu a boca e começou a chupar a cabeça até a metade do meu pênis, num vai e vem com os lábios macios.

— Ah, porra — gemi, sentindo o interior de sua boca quente, enquanto a água fria batia em mim.

Isa chupou com a mesma maestria de sempre, me olhando nos olhos, acariciando minhas bolas com as mãos, ao mesmo tempo em que fazia um vácuo na boca, sugando a minha cabecinha. Depois engoliu até eu sentir o pau encostar no fundo de sua garganta, desaparecendo dentro de sua boca.

— Gooh… kh.. — fazia enquanto mantinha tudo dentro. A saliva em sua boca foi lavada pela água do chuveiro.

— Vou gozar! Vou gozar — Avisei e ela tirou da boca, pegando meu membro e meus testículos com as duas mãos e os puxando com intensidade.

Então pinha porra saiu, misturando-se a água do banho.

Isa sorriu, vendo-me contorcer em suas mãos.

— Talvez eu deva ensinar isso a Samara, né? — brincou, ainda mexendo em meu membro, que desinflava.

Ouvi isso, e ao invés de me incomodar com a provocação, imaginei as duas, Isa e Samara, na mesma cama. Guardei esse pensamento na cabeça, certo de que ele ficaria apenas nas minhas fantasias.

Isa se levantou e saiu do chuveiro, secando-se com a toalha. Pôs a roupa no cesto e saiu do banheiro, nua.

A noite chegou e Weverton se achegou para mim antes do jantar para conversar. Perguntou como as coisas iam. Se eu já tinha superado o ocorrido da briga. Falei que sim, que estava bem. Então ele me perguntou como estava indo as coisas com Samara. E eu engoli em seco.

Me revelou depois que sabia, através de minha mãe, sobre o que fazíamos no meu quarto. Disse que não havia problemas, mas falou para nos cuidarmos e sermos discretos. Além de dizer para eu ter responsabilidade com a garota e não a magoar. Pois já bastava Ezequiel sair com uma menina diferente toda semana, sem se importar com falatórios.

Agradeci os conselhos e a preocupação.

Então ele me olhou nos olhos e falou que sabia não ser a melhor pessoa para me dizer aquilo, mas acreditava que eu não deveria continuar fazendo o que fazia pelas costas de Samara. Pois ela era uma menina “pura”.

Senti o coração doer no mesmo instante.

Era a primeira vez que alguém dizia isso a mim diretamente. Disse que ia pensar nisso, e encerramos a conversa aí. Não passei a noite com o resto da família, ficando sozinho no quarto, enquanto Ezequiel e Isa foram ao dos meus pais.

Mastiguei àquelas palavras na minha mente até dormir, acordando tarde no dia seguinte.

Era domingo, Estavam apenas minha mãe e Weverton em casa e Samara estava ocupada, ajudando uma tia sua, disse. Então decidi fazer algo que não fazia há muito tempo, devido ao meu namoro e ao tempo gasto me distraindo em casa. Saí com a galera da minha sala para jogar bola em outro bairro. Não tinha muitos amigos, e eles mal andavam em minha casa, depois que me mudei. Só ocorrendo de os ver na escola. Então também não saíamos muito.

Naquele dia eu saí para um lugar. Só não sabia que Samara e Isa tinham ido para outro, junto de Ezequiel. É um pouco degradante para mim, o fato de terem me contado isso rindo, mas prosseguirei juntando o que os três disseram sobre o ocorrido daquele dia.

Minha irmã foi levada por nosso irmão mais velho até a casa de um amigo seu, um apartamento kitnet no segundo andar de um prédio. Os dois ficaram esperando na entrada, até que Samara chegou a esse mesmo lugar, quinze minutos depois, se surpreendendo ao ver Isa, que ficou confusa da mesma forma.

Ezequiel apenas olhou pro celular e disse:

— Vamo subir.

As duas foram atrás dele sem trocar muitas palavras. Ambas hesitantes.

Samara havia visto Isa e Ezequiel naquele dia. E Isa conhecia bem nosso meio irmão. Então ambas sabiam para quê estavam ali. Só não esperavam uma pela outra. Como também não esperavam que haveria mais gente no apartamento.

Dois amigos da turma de Ezequiel na faculdade, aguardavam lá dentro.

André, um cara mulato com feição de índio e Ravi, um loiro, branco de olhos claros. André era falso magro, e Ravi tinha o corpo enorme, como o de um jogador de futebol americano. Não era definido, porém havia mais músculo que gordura nele. O apartamento era dele, por sinal.

Ambos cumprimentaram Samara e Isa quando elas entraram, elogiando suas belezas.

Samara usava calças e uma camisa de botões e mangas longas azul escura, e Isa, shorts jeans e uma camisa simples, com a gola aberta.

Um engradado de camisinhas estava sobre a mesa, e ao ver aquilo, ambas se viraram para Ezequiel, assim que chegaram, perguntando o que aquilo significava.

— Ué, eu disse que ia dar a vocês uma coisa que nunca esqueceriam hoje, né? — disse ele.

As duas passaram um tempo questionando, até que Ezequiel de alguma forma as convenceu a não sair, e depois tirou a roupa. Com os outros dois fazendo o mesmo, deixando seus cassetes à vista das duas.

— Qual o problema? — perguntou Ravi — Vai ser só dessa vez, meninas. Ninguém vai saber.

— É, vocês são tão lindas, e já estamos todos aqui, vamos ter uma tarde boa — insistiu André.

O pênis de ambos rivalizavam com o de Ezequiel de alguma forma.

André era longo e torto para a esquerda, embora fosse fino. E Ravi era uns três centímetros menor que Ezequiel, mas era grosso e envergado para cima como o chifre de rinoceronte, com uma grande cabeça vermelha na ponta.

Isa e Samara se sentiram sem escolha, após tanta insistência. Deixaram suas coisas de lado, despiram-se das roupas, ficando ambas nuas na presença de três paus grandes.

Samara olhou para os três, mas olhou mais para Isa, percebendo o corpo nú de minha irmã pela primeira vez.

Ezequiel foi até Samara, beijando-lhe e deixando-a no clima, da forma que sabia. Deslizando os dedos por seu corpo, enquanto as mãos dela alisavam seus músculos, procurando seu pau, e o acariciando. André foi por trás dela, pondo as mãos em sua cintura. Encostando o pau quente em suas costas. Samara se virou, um tanto assustada e ele enfiou a língua dentro de sua boca, a beijando. Pouca resistência Samara fez. Ou melhor, nenhuma, estando entre dois homens.

Isa foi até Ravi. E ele, sendo mais de vinte centímetros mais alto do que ela, se abaixou para beijá-la, passando as mãos por suas costas nuas, até apertar sua bunda, lá embaixo, erguendo-a na ponta dos pés.

Aos poucos, e de certo modo tão facilmente, as dúvidas foram sendo deixadas de lado. E só restou o desejo em seus corpos.

Isa se ajoelhou ante o urso a sua frente. Abriu a boca, e chupou como pôde aquele pênis, que era forçado contra ela. Imagino como deveria ser a visão de uma ninfeta como minha irmã lutando para fazer caber a ponta avermelhada daquele pau grosso em sua boca.

Do outro lado, André e Ezequiel aproveitavam para tocar e beijar todo o corpo de Samara. Os peitos, a bunda grande, as coxas e sua buceta. A fizeram masturbar ambos os pênis, e agachar-se no meio deles.

Então Ezequiel resolveu testar sua coordenação motora, mandando-a revezar chupando e batendo punheta para os dois. Quando passava tempo demais com somente um na boca, o outro batia com o pau em seu rosto, fazendo-a trocar. De repente André teve uma ideia de brincadeira.

Os dois iam só estalar os dedos, e quando o fizessem, Samara teria de trocar.

Minha namorada contou, animada, como estava sendo difícil chupar, mover a outra mão de forma ritmada e prestar atenção no som dos estalos.

Como ambos podiam estalar, às vezes o faziam ao mesmo tempo, ou consecutivamente, um depois do outro. A obrigando a trocar de pau a cada segundo. Enfiando um na boca, tirando e colocando o outro. Isso só para implicar com ela, segundo Ezequiel me contou depois.

Isa, por outro lado, tinha recebido outro comando.

— Não use as mãos — disse-lhe Ravi, e ela obedeceu.

Mamou com as mãos abaixadas, movendo a cabeça, e usando apenas a boca para chupar aquele pau branco. Lambeu de lado, beijando, babando e saboreando a glande, e quase deslocou o maxilar ao tentar engoli-lo por inteiro. Tal como um puta faria.

Pegando em seu cabelo, Ravi segurou a cabeça de minha irmã com as mãos e ordenou numa voz de comando:

— Aguenta, vagabunda! — começou a estocar, fodendo a garganta de Isa. Ela abriu a boca o máximo que conseguiu e fez de tudo para não regurgitar, agarrando as coxas peludas dele.

Ravi fez isso por mais tempo do que Isa pensou que aguentaria, grunhiu e então tirou. Espuma branca ligava sua pica à boca de minha irmã caçula, e escorria pelo corpo dela, sobre o pescoço, peitos e coxas.

Isa tomou uma lufada de ar, recuperando o fôlego, e levou as mãos até o pênis babado de Ravi, deslizando o seu couro em movimentos giratórios.

Samara estava tão coberta de baba quanto minha irmã, ou mais. Pois André gostava de apertar seus peitos enquanto ela o chupava, e depois bater o pau neles, melando-os de saliva, quando minha namorada estava ocupando a boca em Ezequiel.

— Caralho, não aguento mais. Preciso comer essa gostosa — declarou André, tirando o pau da boca de Samara.

Os dois a levaram para o quarto, a pondo na cama de solteiro. Ezequiel encostou as costas na cabeceira, sentado, e botou Samara para mamar, enquanto ela empinava o rabo para André. E assim que viu sua buceta, o desgraçado enfiou nela a língua, antes de vestir a camisinha e ajeitar-se na entradinha. Samara ofegou um pouco, segurando o pau de Ezequiel e depois soltou um meio gemido de dor, ao ter uma nova pica a penetrando. Sentiu as mãos dele agarrarem sua bunda, e a cabeça deslizar por seu interior na medida que ele bombava.

— Ei, não para, não — disse Ezequiel. — Pode continuar chupando.

Samara ficou um tempo processando o que Ezequiel a estava mandando fazer, até ajeitar a rola dele em sua boca e começar a chupá-lo novamente.

André não havia exagerado na vontade que estava, e fodia Samara com força, puxando a cintura dela contra seu pau, enquanto estocava. E Samara se esforçava para continuar chupando Ezequiel, com a buceta engolindo outra pica com gosto.

Na sala, Isa se sentava de costas para Ravi em cima do sofá, sofrendo para aguentar sua rola grossa. Até o momento que ela se cansou e Ravi apenas segurou em sua cintura, parando-a, e começou a golpeá-la por baixo.

O tanto que Isa fora arrombada ali, eu não sei descrever. Apenas posso dizer que ela gozou bem gostoso, e o cara que a fodia não parou.

Isa deitou sobre Ravi, tremendo, e ele passou ambas as mãos em volta de seu corpo. Uma segurando o seio, e a outra esfregando no clitóris molhadinho. Deixou o pau dele inteiro dentro dela, deslizando para fora e depois de volta para dentro com movimentos lentos.

Minha irmã perdeu as forças e apenas virou o pescoço para beijar o homem que lhe proporcionara tamanho prazer.

Ravi esperou que ela recuperasse os sentidos e a deitou de costas, no sofá. Levantando suas pernas e enfiando-lhe o cacete mais uma vez, de forma violenta, até gozar. Espirrando a porra dentro da camisinha. Isa disse que ele grunhia como um animal, enquanto ejaculava com ela embaixo, suportando o peso do homem.

Ao terminar, Ravi tirou seu pau, com a ponta da camisinha pendendo para o lado, recheada de gozo. Havia amolecido um pouco, mas logo se recuperou. Todos os três haviam tomado viagra antes daquilo.

Isa ficou derrubada no sofá e Ravi pegou uma bebida na geladeira, rumando para o quarto, depois. Onde André se acabava de meter em Samara, chamando-a de puta e bucetuda gostosa. Falando pra ela aguentar tudo. Ele havia a girado, lhe deitando de lado, passando a martelar a buceta dela, segurando sua perna para o alto. O peito virado para cima de Samara balançava no ritmo das estocadas. Pelo menos quando André ou Ezequiel não o apertavam.

Ezequiel tinha ficado de joelhos de frente para o rosto de Samara. E ela continuava chupando e punhetando seu cacete. Isso até ele finalmente parar, gozando.

André tirou seu pau de dentro de minha namorada, respirando fundo e chamando-a de gostosa.

Samara, porém, não teve descanso como Isa.

Ezequiel se preparou para fodê-la e combinou algo com Ravi, que tinha entrado no quarto há um tempo. Fez Samara se deitar, com a cabeça virada para a borda, fora da cama, e já abriu suas pernas.

Ela viu tudo de cabeça para baixo e perguntou o que iriam fazer, mas Ezequiel apenas falou para ela relaxar a cabeça. Como estava com metade da cabeça fora da borda, Samara ficou com ela dobrada um pouco mais baixo que o corpo, com o rosto ao contrário. E a boca do jeito que Ravi queria.

Ele pôs seu volumoso membro no rosto de Samara.

— Abre a boquinha e chupa, gostosa — mandou.

— É difícil assim — avisou ela, sentindo o desconforto da posição.

— Essa é a graça — respondeu ele, esfregando o pau nos lábios dela.

Samara ainda ia falar mais, porém Ezequiel a penetrou, arrancando-lhe o ar.

— Vai, abre a boca, safada — Ravi insistiu e Samara o fez, deixando o homem forçar o pênis até dentro de sua garganta. Segurando seus seios como se para ter apoio. Com Ezequiel do outro lado, comendo a buceta.

Em pouco tempo estavam os dois empalando minha namorada como um frango no espeto.

Samara ficou sufocada, sem conseguir mover a boca, com o queixo doendo de tanto se esticar. Ainda sim, fez sua parte, sugando o cacete até o fundo de sua garganta, enquanto espremia o de Ezequiel com sua bucetinha. Apertando-o toda vez que meu irmão o tirava para enfiar mais uma vez.

Não sabia o que fazer com as mãos e apenas as pôs em volta de Ravi. Dando tapinhas desesperados em sua cintura, quando não aguentava mais e precisava respirar. Ele tirava seu pau e mandava punhetar, coisa que não precisou repetir depois da segunda vez. Então dava-o de novo para ela chupar lentamente, antes de enfiar tudo mais uma vez. Pondo uma mão em seu pescoço, sem apertar, deixando o peito dela balançar devido às estocadas constantes de Ezequiel.

Samara não gozou uma vez nessa brincadeira, mas duas. Abrindo as pernas na segunda, e arqueando o corpo, do quadril até os peitos. Com exceção da cabeça, presa ao pau de Ravi, sufocando ao gemer com ele na boca.

A essa altura, sua expressão era de sofrimento, porém seu corpo sentia prazer ao invés de dor.

— Tá gozando? Diz se tá ou não — bradou Ezequiel.

— Aham, sim! Simmm! — Samara gritou, tirando o pau de Ravi da boca.

— Diz onde tá gozando.

— No teu pauuu… ahh — choramingou.

Ezequiel riu, tirando o pau, com apenas a cabecinha dentro de Samara.

— Isso, goza gostoso, negona tesuda — rosnou Ravi, dando tapinhas leves no rosto de Samara. Passando apenas a bater bunheta, com a glande sendo sugada dentro de sua boca.

— Ei não deixa marcas nela, se não o namorado vai notar — avisou Ezequiel, estocando até o fundo de uma vez, e deixando cravado lá, dando um espasmo em Samara, antes de tirar e repetir.

Ela soltava um guincho toda vez que ele fazia isso, estando hipersensível devido aos orgasmos. E Ezequiel adorava ouvi-los.

Ficou fazendo isso, e então quis gozar, socando com mais rapidez, até parar, com o membro até o talo dentro de Samara. Suspirando, ele puxou para fora, deu uma batidinha na testa da buceta com o pênis e depois saiu do quarto. Foi até a lixeira da sala, rebolar a camisinha.

Passou pela sala, onde Isa chupava André, sentado no sofá. Ela sugava um testículo de cada vez, batendo uma punheta no pênis, molhado por sua saliva.

— Ah, seu filho da puta. Tu fode essas minas o tempo inteiro e só agora nos apresenta? — brincou ele, olhando para Ezequiel, que deu de ombros.

— É meu presente para vocês pelo projeto, então aproveitem.

André sorriu.

— Presente? — Isadora questionou, risonha olhando também para Ezequiel.

— Sim, vocês são as surpresas uns dos outros — respondeu ele, de forma curta, indo até a geladeira e pegando água.

Isa bufou e voltou a chupar André.

— Vai se ver comigo depois — disparou, fingindo raiva. — E que ideia foi essa de trazer a Samara?

— Eu ia trazer a Aline, só que não deu. Então achei que seria mais divertido trazer ela.

— E se o Anderson descobrir?

— E daí, ele gosta de ser corno, né?

Minha irmã revirou os olhos.

— Acho que é meio tarde pra se preocupar com isso — apontou André, abrindo a embalagem de uma camisinha. — Já deu o cu, safada?

— Pfft, muitas vezes — brincou Ezequiel.

— Só quando eu tô com vontade — respondeu ela.

— Acho bom estar agora — afirmou André, pondo a camisinha, e levantando.

Isa riu.

— Sabe o que a gente podia fazer agora? — comentou Ezequiel, pegando outra camisinha na mesa.

Isa, ainda de joelhos, olhou para ele, e mordeu um dedo.

O encaixe depois foi bem simples.

Ezequiel metendo embaixo, Isa devorando seu pau com a buceta, e André pendurado em cima dela, rasgando seu cu.

Minha irmã diz ficar molhada só em lembrar.

Ficaram os três assim até todos gozarem. Isa antes dos outros dois.

No quarto, Samara continuava mole, recebendo um trato da língua de Ravi. Ele agarrava suas coxas e lambia sua vulva, causando-lhe silenciosos gemidos arfantes. Ela apertava os seios e fechava os olhos, derretendo com o prazer relaxante que aquilo lhe causava, mas ansiando por mais até não suportar ficar apenas na língua dele.

— Mete, mete, por favor — pediu com voz de sussurro.

Ravi se ergueu, indo por cima dela, roçando o grosso pau em sua xaninha. Ela deslizou as mãos por seu corpo, sentindo seus músculos.

Ele parou e pegou em seu pingente de cruz, tomando-o na mão.

— Católica? — perguntou.

Samara confirmou com a cabeça.

Ravi a olho nos olhos.

— Não é uma boa, então — deslizou o pênis na xana, forçando a entrada e a alargando.

Samara tomou fôlego e apertou os dentes, suportando o pau que a penetrava.

Ravi colou seu corpo no dela, movendo apenas os quadris. Samara agarrava suas costas, gemendo e urrando, sendo amassada pelo homem acima dela. Sentindo seu corpo ser empurrado e puxado por inteiro a cada movimento dele.

A esse ponto, nada passava em sua mente, além da onda de prazer emanada desde o seu ventre, martelado inúmeras vezes.

Quando Ravi ficou cansado da posição, eles mudaram, com ele se sentando na cama e a pondo abraçada sobre seu corpo. Instruindo como deveria fazer para ficar mais confortável, cruzando as pernas nas costas dele. Então a beijou, com seu membro por inteiro dentro dela, cutucando seu interior, puxando-a pela bunda.

Samara estava sem fôlego. Apenas o abraçou por cima dos ombros, e retribuiu o beijo, esfregando seus seios e corpo no dele.

Ravi chupou seus peitos, continuando parado dentro dela. E Samara começou a se mover sozinha, se esfregando nele. Ravi então deitou, e sem dizer nada, a deixou fazer o que quisesse. E Samara o cavalgou, balançando os quadris. Deixando sua buceta sentir aquele pau cada vez mais. Até que gozou, com as mãos sobre as de Ravi, segurando seus peitos. Então desfaleceu na cama.

Ravi tirou a camisinha, não tendo gozado ainda. Pegou o crucifixo de Samara, o pôs na boca dela, e a fez mordê-lo. Passou as pernas em volta da barriga dela, com o pau apontado em seu rosto, mandou que ela juntasse os seios e bateu uma pinheta.

Esporrou na cara e nos peitos de Samara.

— Porra, como eu amo novinhas — declarou ele, passando o pau em seus seios.

Os dois ficaram mais cinco minutos no quarto e depois foram para sala. Ravi lhe deu uma bebida, e Samara a aceitou, olhando em volta.

Isa estava no banho, e André e Ezequiel na mesa, mexendo no celular.

— Acho que já tá na hora de ir — comentou Ezequiel. — Vai tomar banho depois que a Isa sair, e aí vamos embora.

Vinte minutos depois, os três se vestiram e desceram do prédio. E ficaram esperando um uber.

Samara admitiu para mim que na hora estava um tanto desanimada, arrependida pelo que tinha feito. Tendo me traído daquela forma. Mas então Ezequiel percebeu e a fez admitir que sentia. Daí disse algo a ela que mudou para sempre sua mentalidade.

— Você não o traiu. Digamos que só deu o troco, né Isa?

Clique no nome e leia as partes lançadas anteriormente.

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