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As sobrinhas da minha esposa estão me tentando. Parte 5

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Miapica

Mais um conto qualquer de qualquer um que qualquer um fez.

Capítulo 5

Na quarta-feira pela manhã eu tive uma reunião com o Fausto, o acionista majoritário da empresa. Ele me recebeu bem, mas disse que eu parecia abatido e perguntou se estava tudo bem. Depois foi direto ao ponto: estava com possíveis investidores argentinos, mas os caras são acostumados a fechar negócio com diversão e acompanhantes no meio. Me perguntou se eu não poderia ajudar com isso.
Nesse momento entra o Jair na sala, nos cumprimenta e pede perdão pelo atraso. Ele também é um dos acionistas chave da cúpula dos cinco.
Fausto completa:
— Tava contando pro Roberto o caso dos argentinos!
Jair solta, inocente:
— O Roberto deve saber. Meus filhos comentaram que ele estava com duas verdadeiras maquinas em casa.
Fausto olha pra mim e pede pra eu explicar melhor. Contei superficialmente a questão da hospedagem das sobrinhas da Karla. No final ele me pergunta se eu não me importaria de mostrar uma foto das garotas. Eu disse que não tinha nenhuma, mas o Jair falou que tinha uma no celular. O Fausto ficou bem impressionado, até colocou os óculos pra ver melhor. Tentei ver a foto, mas eles encerraram o assunto de forma evasiva.
Então o Fausto, com aquele jeitinho dele, me pediu pra ver com as moças se elas topavam só sair pra jantar com os investidores, rir das piadas deles e fazer companhia. Fiquei meio receoso e disse que a Karla não ia gostar. Mas o Fausto estava acostumado a me dobrar no papo, principalmente quando me mostrou a gigantesca soma que aqueles investidores poderiam injetar na empresa. Acabei dizendo que ia pensar e que qualquer coisa falava com as garotas e dava retorno.

Voltando ao carro na sexta:

— Manda o papo, Roberto! — falou Thais de forma enérgica.
Eu respirei fundo, olhando pelo retrovisor. Contei resumidamente sobre a reunião com Fausto, dos investidores argentinos, do projeto importante e, por fim, da “sugestão” que eles fizeram.

O silêncio durou poucos segundos. Seguidos de uma gargalhada da Thais.
— Roberto, você sabe que acompanhante é eufemismo pra puta, né?
— Eu não disse que sim. Falei que ia pensar, mas o Fausto é insistente e como é um negócio grande.

— Grande quanto? Quanto a gente vai ganhar pra meter com seus clientes?

— É titio, manda a letra. Quanto? completou Thamiris.

A retórica delas quase me fez bater o carro. Sem ter o que dizer, perguntei:
— Quan... quanto... vocês... querem?
Thais mandou na lata:
— 20 mil. Dezão pra cada vai?
— É uma soma interessante… Eu tenho que ver com o Fausto...
— É, mas não demora muito não, que é pra evitar da tia Karla ficar sabendo, né? Vai que ela pensa que o marido dela tá prostituindo as sobrinhas…
Thamiris riu em seguida e aquelas palavras me rasgaram feito navalha por dentro. Ela tinha deixado tudo muito claro.
No dia seguinte, sábado, Karla saiu cedo pro salão dizendo que as meninas haviam lhe pedido para ela leva-las para dar um tapa no visual, fazer um dia de princesa, com tudo que tinha direito, cabelo, unhas, depilação, logo eu percebi oque quanto elas eram praticas e apenas lhe dei as chaves do carro.
Passei boa parte da manhã nervoso e por volta das onze horas, Fausto me ligou, ele cobrava uma resposta, pois os argentinos já tinham chegado e o happy hours ia ser domingo à noite.
Eu confirmei, mas falei que ia precisar de uma ajuda de custo. Ele mandou na lata:
— Não tem problema!
Quando ele dizia isso é porque dinheiro não era problema.
Horas depois recebi uma encomenda do escritório: duas caixas. Abri e quase tive um treco. Eram dois vestidos cheios de brilho, decotes e bem curtos — o famoso kit piranha.
Quando as meninas chegaram estavam lindas e radiantes, na encolha me perguntaram se estava tudo em cima para o evento e eu disse que sim que o pagamento estava garantido e os clientes ja eram para o dia seguinte, elas deram risada e bricaram me chamando de titio cafetão.

No domingo pela manhã comentei com Karla que sentia que as meninas eram mais ligadas a elas e que talvez fosse bom eu fazer um programa sozinho com elas para a gente se vincular melhor, não queria ser tratado com tanta estranhesa dentro da minha casa, eu não era só o tio chato.

Minha esposa quase chorou com oque eu disse, me abraçou e disse que eu era um marido maravilhoso que eu me interessar assim em me aproximar da familia dela era um sonho que se realizava e disse que eu tinha todo seu apoio, então eu disse que mais tarde levaria as meninas para passear, fazer um lanche e ver um ou dois filmes e perguntei se ela se importava, ela sorriu e disse:

— De modo algum!

No domingo ali na boquinha da noite, em meu carro, a caminho do restaurante que Fausto me passou o endereço, as duas tiraram a roupinha comportada que sairam de casa e sem a menor vergonha sentadas no banco de trás ficaram peladas, fizeram uma maquiagem mais pesada uma na outra e vestiram os vestidos brilhantes e curtíssimos, que ficaram perfeitos nelas — pareciam duas putas de luxo.
Os argentinos eram homens na faixa dos 50 anos, másculos e bronzeados.
Quando chegamos e eles viram as meninas a reação não podia ter sido diferente:

— Carajo… que guapas são essas putanas que trouxeste, Roberto.

Eles não perderam tempo.
Gonzalo puxou Thais pro sofá e enfiou a mão direto dentro do vestido dela e ja foi dedando sua xota enquanto a gente conversava, ele simplesmente trazia os dedos a boca e os chupava com uma cara de canalha absurda. Santiago deu um leve tabefe na cara de Thamiris e a fez se abaixar debaixo da nossa mesa para chupar a rola dele, enquanto Fausto explicava os números do trimestre.
No meio do jantar, Gonzalo já tinha a mão toda dentro do vestido da Thais, apertando o rabo dela com força, enquanto Santiago lambia o pescoço da Thamiris e apertava suas tetas mantendo ela sentada no colo dele.
— Vocês topam ficar com a gente até amanhã de manhã? — perguntou Gonzalo.
Thais olhou pra mim de canto de olho, depois sorriu pra ele:
— Depende…
Karla me ligou bem nesse momento. Pedi licença e saí pra atender. Ela perguntou como estava o cinema, se as meninas estavam gostando. Eu disse que sim, mas que tinha saído porque o lanterninha ficou apontando a lanterna pra mim devido ao barulho do celular. Ela riu e perguntou que horas íamos voltar. Falei que quando o filme acabasse. Ainda perguntou qual era o filme. Eu disse que não lembrava que era um filme argentino. Ela achou graça do meu esquecimento e nos despedimos.
Quando voltei pra mesa, o garçom estava reclamando que não podia fazer certas coisas ali. Os argentinos riram, jogaram dinheiro na cara dele e saímos. Fomos direto pra lancha deles na praia.
Fausto também estava louco pra se divertir com as minhas sobrinhas na lancha.

Assim que chegamos na lancha, os argentinos não esperaram muito, ja deram bebida e outras coisas para elas que as deixou ainda mais desinibidas.
Numa das cabines, Gonzalo jogou Thais de bruços na cama e rasgou seu vestido, a deixando pelada e lhe arrancando um gritinho de surpresa. Thais gemeu alto quando ele lhe cravou a rola sem dó, ele metia com força, sorrindo de prazer por estar comendo aquela "tica" segundo ele.
Santiago sentou a mão na cara da Thamiris e lhe cravou a vara no cu com certa violencia, ela gemeu manhosa mas submissa ao caralho grosso dele, que passou a cavalga-la louco de tesão.

Fausto não ficou de fora. Pegou Thais pela cintura assim que Gonzalo gozou dentro dela e beijou a garota enquanto ia metendo na xota dela, ele achava um barato ela ser novinha e eu sabia que ele tinha tesão em saber que ela era da minha familia e a fodia o mais forte e rapido que conseguia chegando a urrar de prazer:

— Aaarrrhg! Gozei dentro dessa novinha safada!

Eu ficava sentado no canto, vendo tudo.
Eles trocaram as garotas várias vezes.
Thamiris foi fodida como se fosse a puta mais vagabunda do mundo, levando pirocada na cara e apanhando deles que pareciam adorar judiar dela. Thais levou piroca na boca, na xota e no cu ao mesmo tempo, eles a fodiam chamando de porca e tudo que era palavrão.
Gonzalo segurava a cabeça dela olhando em seu olhos como um demonio possesso enquanto lambia seu rostinho.
Os gemidos delas se misturavam noite a dentro e o som dos tapas nas bundas e os palavrões em espanhol enchiam a lancha.
Em certo momento colocaram as duas de quatro uma do lado a lado e ficaram revezando seus cus, metendo forte enquanto mantinham seus cabelos presos em suas mãos, quando eu olhei para seus rostos pensando que ia encontrar uma expressão chorosa e triste, foi justamente o contrário, ambas estavam sorrindo e abrindo as bocas para gemer mais alto em pleno gozo.
Todos ali gozaram várias vezes e eu acompanhava tudo horrorizado, me mantendo longe daquela suruba depravada e disfarçava olhando para o mar.
Por volta das quatro da madrugada eles finalmente pareciam satisfeitos e deram um belissimo bonus de dinheiro vivo para cada.

— Tuas putanas são de primeira, Roberto.
— Hahaha de primeira Belo! Hahaha

Eu agradeci e as coloquei no carro para irmos. Quando chegamos em casa, Karla ja estava dormindo — ainda bem. Já era de manhã e as meninas fediam ao odor pungente de trepada violenta e rola de macho.

Fim da primeira Temporada.

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