As sobrinhas da minha esposa estão me tentando. Parte 4
Mais um conto qualquer de qualquer um que qualquer um fez.
Capítulo 4
Na manhã seguinte, Karla e eu fomos à escola que ela havia pesquisado. A coordenadora, uma mulher de uns quarenta anos chamada Denise, era exatamente o tipo progressista que eu imaginava. Sorria o tempo todo, elogiava o salão de beleza de Karla sem parar e dizia que seria um prazer ter as sobrinhas da Karla estudando lá e que naquela semana menos ia acontecer uma festa a fantasia que seria perfeito pras meninas se enturmarem com o restante dos alunos.
Karla estava radiante. Eu apenas assenti, Saímos de lá com a matrícula feita e os uniformes nas mãos.
Quando chegamos em casa, as meninas estavam na sala. Karla foi logo contando animada:
— Meninas, vocês começam amanhã! A escola é ótima, a coordenadora é um amor. Vocês vão adorar.
Thais e Thamiris se olharam e não parecendo muito empolgadas com a parte de “estudar”, mas quando souberam que já começariam no dia seguinte, Thais deu de ombros:
— Tá bom, tia. A gente se arruma então.
Na quarta-feira, levei as duas de carro, ambas tinha ajustado a saia do uniforme ficando bem mais curta do que o padrão, e olhavam para tudo com um desde natural, quando eu as desejei um bom primeiro dia, Thais me respondeu com:
— Vai se fuder Roberto!
Enquanto Thamiris so me deu um tchauzinho.
Mais tarde naquele dia quando peguei elas, vieram comentando sobre os alunos, os professores e o quanto a escola era “diferente”. Thamiris disse que tinha conhecido uma garota ótima de nome Winnie, ela é ruiva e tinha um estilo transado de pulseiras e maquiagem, pensei comigo:
— Deve ser puta!
Thais só sorriu de canto quando olhei para ela no retrovisor.
Na quinta-feira o clima mudou, quando fui buscá-las à tarde, Thais estava com o botão da blusa do uniforme aberto e tinha amarrado a parte de baixo da camisa na cintura, mostrando a barriga, de longe eu vi a garota ruiva que fez amizade com elas e não tive mais nenhuma duvida que era uma piranha. Ela também tinha feito ajustes no uniforme igualmente vulgares ao das sobrinhas de Karla, pediu carona me chamando de tio e sentou na frente sorrindo pra mim, ela tinha coxas bem alvas e grossas, ja foi logo ligando o som do carro e pondo numa dessas radios que só toca porcaria, elas riam no carro comentando sobre o professor de educação fisica ser um gostoso. Eu fingi que não ouvia.
Em casa, Karla perguntou como estava sendo a escola. As duas responderam juntas:
— Legal!
À noite, notei que as duas estavam mais quietas que o normal. Quase civilizadas.
Na sexta-feira pela manhã, vi uma movimentação rapida das duas no quarto e podia jurar ter sentido o cheirinho da maldita perto do quarto delas, Karla fazia um lanche para elas levarem, pois segundo elas teria uma aula de campo.
Mais tarde mandaram mensagem dispensando a carona e voltaram na garupa das motos de dois rapazes quando desci, as duas já estavam se despedindo deles e ja foram entrando e se arrumando. Depois de banhadas e arrumadas, percebi que elas vestiam a mesma fantasia de diabinhas, cropped vermelho curto, chifres pequenos, rabo de diabinha, asinhas vermelhas, minissaia de tule preta e botas, deixava pouco para a imaginação. Thamiris olhou pra mim e perguntou:
— Titio, o que achou? — perguntou girando na minha frente.
— Vocês vão assim?
— É uma festa a fantasia…Daaa.
respondeu Thais com aquele jeitinho peculiar.
— Karla ainda tirou uma foto delas na sala.
Entao, por volta de umas 19 horas deixei as duas no salão da escola que já estava cheio de alunos fantasiados e perguntei:
— Precisam de dinheiro?
Thais riu da minha cara e balançou a bolsinha de piriguete que ela levava consigo.
— Venho buscar vocês às onze e meia.
— Tá bom!
Disse Thamiris, já se afastando atrás da irmã.
Voltei para casa e guardei o carro, Karla e eu ficamos na sala vendo um filme romantico e namorando um pouquinho, quando deu umas onze e vinte, Karla me lembrou de ir apanhar as meninas para não ficar muito tarde.
Quando cheguei, o baile ainda estava rolando, procurei elas por todos os lugares mas não as vi, foi quando vi um professor saindo para ir fumar no estacionamento interno, fui até lá e bem mais ao fundo mesmo naquele breu eu vi
Thais estava de joelhos, chifres ainda na cabeça, chupando um garoto alto fantasiado de pirata. Thamiris estava agachada ao lado, mamando outro aluno com vontade, o rabo de diabinha balançando enquanto ela movia a cabeça. Os dois garotos gemiam baixo, segurando o cabelo delas.
Fiquei parado nas sombras, sem conseguir me mexer. Depois de alguns minutos, os garotos gozaram. As meninas engoliram, limparam a boca e se levantaram rindo, vi eles trocarem algo entre di, mas não vi oque era.
Voltei para o carro e esperei uns minutos antes de mandar mensagem avisando que já estava na frente.
alguns minutos depois as meninas apareceram caminhando em direção ao carro.
Thais foi direto para o meu lado, bateu no vidro com a mão. Abaixei o vidro e antes mesmo de eu falar qualquer coisa, ela abaixou o rosto bem perto do meu e soltou o bafo com cheiro de porra e pica direto na minha cara, aquela filha da puta.
Enquanto eu tossia e passava a mão no nariz, ela aproveitou e disse:
— Eu sei que você tava lá assitindo a gente chupar piroca seu filho da puta!
Ela deu risada e só então deu a volta para entrar no carro. Thamiris entrou do outro lado rindo também.
No caminho, elas comentavam superficialmente sobre o baile:
— Foi bem legal… a decoração tava da hora. Disse Thamiris.
— E os caras até mandavam bem!
completou Thais, rindo.
Eu fiquei em silêncio, peguei um pacote de chiclete que tinha comprado e ofereci para elas.
— Querem?
Thais pegou debochando.
— Olha só o titio... já tá aprendendo!
Thamiris deu uma gargalhada e pegou um também.
Eu apenas sorri sem graça, e disse:
- Meninas tem uma coisa que eu queria convesar com vocês...
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Comentários (1)
Pocah: Delícia!
Responder↴ • uid:1dvfahx0elkc