Engrenando com dois
No meu quarto, eu lia. Focado, resolvi o questionário para verificar se havia captado o conteúdo. Uma foto e viajei longe nos pensamentos. Concluído, tomei um banho indo fazer outras coisas evitando alimentar as ideias. Fiz a janta e deixei a mesa arrumada para quando meus pais chegassem. Olhei o relógio e liguei para marcar o compromisso.
- Nove horas?
- Sim.
- Tá.
A indicação de emprego partira da Dona Izilda. Novinho, magro, olhos castanhos, branco, eu precisava começar a trabalhar.
Dia seguinte, conversei com o seu Juliano no comércio dele. Senhor moreno claro, baixo e gordinho, cabelos grisalhos, 55 anos.
Na prática, ele precisava de repositor, atendimento ao balcão e dar baixa no estoque via computador.
Meu pai gostou da ideia assim como a minha mãe, seu Juliano é conhecido, gente que trabalha bastante, era o momento.
Peguei a dinâmica do trampo e quinze dias depois, o Genival, filho da dona Izilda aparece na loja por volta de 17 horas.
Genival, negro, magro e baixo, 41 anos, passou o balcão vindo falar comigo lá no fundo. Ele é meu macho e fiquei com medo dele falar alguma coisa.
Ouvi dele:
- Entra ali.
O seu Juliano começou a abaixar a porta e fiz aquilo que o Genival pediu. Ele já veio atrás e falei:
- Deu algum problema?
- Relaxa.
Aguardamos o seu Juliano chegar. Ele fechou a porta e falou:
- Hoje a brincadeira é quente.
Genival tirou a rola preta para fora e seu Juliano a dele na maior cara de pau no depósito! Caramba! Falei:
- Não vai dar problema?
Ouvi do patrão:
- Se você não quiser ser demitido, é só contribuir.
Agachado, caí de boca na rola do seu Juliano e dei um belo trato até endurecer. O Genival também ganhou a minha contribuição! Deixei os paus duros!
Meu tesão disparou naturalmente. Dois? Novidade! Meu receio era alguém saber e o seu Juliano garantiu que ficava ali.
Fiquei em pé e tirei a roupa após levar passada de mão do patrão. Caí de boca na rola preta do meu macho e seu Juliano, safado, pediu:
- Abre a bunda.
Corado, corpo fervendo por dentro, senti o toque e ganhei saliva no cu para levar pica morena! Hum!
- Ai!
O velho botou o pau para trabalhar e abri a boca após uma enterrada. Eu babava no caralho preto e fui sentindo o poder do pau moreno que rasgou bem!
- Ai, nossa, ai! Hum!
Mão sobre o meu bundão, pegou velocidade e abri bem a bunda! A entrega foi quase automática. Excitadíssimo pela novidade, deixei acontecer!
Meu corpo mostrou vontade de putaria, safadeza. Seu Juliano mostrava uma tara por novinho impressionante. Indo e vindo, ele comia com gosto!
- Ai, ai, ai!
Ganhei um tapinha no rosto enquanto mamava a pica preta do Genival e ele disse:
- Quando o patrão pedir, já sabe, ouviu?
- Uhum!
Engoli a rola ganhando garganta profunda e seu Juliano aproveitou para destruir meu rabinho! Castigou bem e gemi com o pau preto na boca!
- Ah! Nossa!
Tomei fôlego e deixei o patrão meter! Eu só não entendia como o Genival pintou por lá e o seu Juliano topou comer meu cu.
Na prática, os dois são amigos e eu não sabia. O velho safado do seu Juliano viu a chance de papar um cu novinho e como eu estava “dificultando” mesmo com troca de olhares, o Genival veio e deu carta branca.
O detalhe: seu Juliano é casado! Casado e safado, traindo a mulher comigo. Este era o motivo de evitá-lo. Agora, já era.
- Ele gosta de rola. Fode.
Confirmei segurando a pica preta na mão e babando. A foda com dois é algo que mostrou um lado erótico que eu não esperava.
Seu Juliano segurava minha cintura impondo sexo rápido. Eu gemia, olhava para ele e voltava a mamar rola preta.
Aquilo era excitante e muito melhor que sexo solo. Meu cu estava em tesão completo resolvendo a tara do patrão metedor.
A pica tinha um corredor completo e percorria tudo dando no fundo. Ele reduziu as metidas e ouvi:
- Ah, oh, ah rabudo, ah!
Curvou nas minhas costas mandando esperma dentro! Hum! Abri um lado, fiquei na boa sendo leitado! Tirou e meu cu soltou porra!
- Aguenta aí que tem mais.
O cu escorria leite, melou meu saco, eu apertava o pau. O Genival veio e meteu o pau preto lá dentro dando sequência!
- Ai, hum! Ai, ai!
O rabo melado por dentro fazia pica preta escorregar dando forte. Gemi, mordi o lábio com olhos fechados, deixei! Se eu gosto de sexo, estava merecendo rola!
Fiquei passando a língua no pau melado do seu Juliano e fui bem castigado pela rola preta tarada! A minha sintonia sexual com ela veio em tensão!
- Ai, ai caralho! Ai! Ain!
Genival sabia que meu cu precisava de pau! Novinho, erotizado, pudesse, eu dava todo dia! Seu pau preto sabia bem do meu gosto! Sexo rápido com gozada e…
- Oh! Ah! Gostoso do caralho! Oh!
Segurando firme minha cintura, soltou jatos fortes dentro do meu cu! Sorri olhando o seu Juliano enquanto recebia mais esperma! Tirou e falou:
- Delícia do caralho. Quando ele pedir, dá!
Meu cu deu uma piscada e o leite caiu no chão. O resto melou minha bunda. Chamei os dois de safados e eles sorriram. Safadeza gostosa!
Limpei aquilo e vesti a roupa. Cheirava a sexo e não tinha como tomar banho. Saímos dali e cheguei em casa por volta de dezoito horas. Normal.
Tomei um banho antes de iniciar a janta.
Conversando depois com dona Izilda, ela achou normal. Disse que isto faz parte da vida e o negócio era aproveitar.
Negra, magra e baixa, sua experiência de 65 anos conta nestas horas.
Ela sabia que meu lado erótico precisava ser saciado. É fase como ela dizia.
Seu Juliano transformou meu cu na casa do seu caralho. Minha sorte foi a mulher dele não ter descoberto nada.
Por lá, era sexo com ele ou em dupla com Genival. Tudo proibido e em segredo. O meu cu estava sendo realizado botando mais fogo por sexo.
A tal “fase” estava quente. Delícia.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Luiz: Uma das melhoresa experiencias que tive da meu cu para o patrao tarado
Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic