#Grupal #Incesto #Teen #Voyeur

Família nova — Samara descobre algo

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Sun tzu

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Após a briga, passei os dias me recuperando em minha casa enquanto meus ferimentos se curavam, sem sair muito.

Como naquele dia, minha mãe continuou com sua queda perante Ezequiel. Sempre pondo um sorriso sedento na boca quando o via surgir. E ele sempre a cumprimentava do mesmo jeito. Com um tapa na bunda. Não tendo mais o senso de respeito que fingia ter antes, quando não estavam no quarto.

Ficou mais frequente eu entrar na cozinha e vê-la chupando-o, encostado na pia. Ou dando, debruçada sobre a mesa. Sem se importar com minha presença.

Nossos momentos íntimos sozinhos também foram alterados.

Ela ainda me deixava fodê-la, porém era tudo bem mais rápido. Batia punheta como se quisesse arrancar-me o membro, chupava com pressa, e, quando fazíamos sexo, parecia apressar-me, tomando conta do ritmo. Tudo para me fazer gozar o quanto antes.

Só deixava-me fodê-la por mais tempo quando Weverton estava presente e a mandava me servir mais vezes, ou quando Ezequiel estava ocupado com um de seus esquemas, não lhe dando muita atenção.

Isadora continuava a mesma. Porém, mais atenciosa do que de costume. Ainda me provocava, porém sempre se mostrava disposta a estar junto comigo, quando eu a queria. Inclusive, passando a me chupar quase todos os dias.

Samara mandou-me muitas mensagens nesse meio tempo, perguntando se eu estava bem. Até que resolveu me visitar.

Coisa surpreendente, uma vez que seus pais eram rígidos quanto às suas saídas.

Avisei a minha mãe, Isadora e a Weverton e Ezequiel, para que deixássemos a casa em ordem e não fizéssemos nada fora do comum. O que não seria problema tão grande, esperava eu.

Era de manhã e estávamos todos em casa, com exceção de Weverton. Ela chegou vestindo uma calça jeans e camisa agasalhada de manga longa. A corrente de seu pingente de cruz estava visível em seu pescoço.

Ficamos, eu, ela e Isadora na sala assistindo um filme.

Samara se mostrou bem preocupada por mim, e quis pôr a em dia o tempo em que passamos separados. Colou junto a mim no sofá e não fazia menção de querer se separar.

Assistimos por um tempo até minha mãe passar por nós e dizer que iria na casa da vizinha. A conversa parecia girar sobre bandas e filmes que gostávamos, quando Ezequiel desceu e o assunto mudou.

— E aí, você tá melhor? — perguntou Samara, vendo-o se aproximar.

— Minhas mãos ainda tão doendo, mas tô de boa — respondeu ele alisando os braços. Usava uma regata e um short curto de academia, que ia até um pouco acima de seus joelhos.

— Obrigada por nos proteger e ao Anderson. Não sei o que teria acontecido se você lá — declarou Samara, com uma voz recheada de consideração.

Observei um sentimento estranho em seus olhos, mas considerei como sendo apenas coisa da minha cabeça.

— Que é isso. Tô aqui pra cuidar do meu irmãozinho e da gata dele mesmo — disse com grande animação.

Samara riu, e eu sorri, um tanto sem graça.

— Tá, tá, bonitão, sai da frente que eu quero assistir — reclamou Isadora.

— Legal, mas só vou pegar um lanche na cozinha e depois vou voltar lá para cima — afirmou, saindo.

— também tô com fome — Isadora anunciou que ia preparar uma pipoca e também foi até a cozinha.

Passados cinco minutos, os dois não voltam e Samara pergunta se eu quero beber algo, no que já se levanta para buscar. Nisso, sei apenas o que ela me contou depois. Que foi o motivo de retornar com uma expressão dúbia no rosto.

Assim que entrou pela cozinha, deu de cara com Ezequiel encostado junto ao balcão, com o short abaixado e o pênis pendurado para fora, a boca de Isadora em sua ponta. E as mãos espremendo sua extensão.

Ezequiel fechava os olhos, passando a mão nos cabelos de minha irmã e bombando de leve, sentindo a sua boca trabalhar.

Sentiu um frio na barriga, e uma sensação de cabeça planando no espaço, mas não saiu do lugar e não parou de olhar para os dois enquanto a boca de minha irmã engolia àquele caralho negro.

Imagino que tenha sido a primeira vez que ela tenha visto um de verdade.

Ezequiel abriu os olhos e a notou, olhando de repente para onde estava. Samara tremeu de medo, se encolhendo atrás da geladeira, e quase correu. Porém ele fez um gesto para que ela se acalmasse e depois para que ficasse em silêncio. Metendo na boca de Isadora enquanto olhava para minha namorada.

Samara me relatou depois que sentiu ao mesmo tempo, forte repulsa, e uma sensação hipnótica naquilo. Pois Aline vez ou outra contava-lhe histórias sobre seus ficantes, sem entrar em mais detalhes na maioria das vezes, pois Samara a interrompia antes disso. Porém com Ezequiel a história foi diferente. Ela não dava tempo para ser rejeitada e falava com uma energia que não dava espaço para ser interrompida.

Samara ouvia os relatos íntimos da amiga, meio que a contragosto. Confusa a princípio, duvidando da verdade no que Aline dizia.

Ao ver o pênis de Ezequiel naquele dia, no entanto, pôde comprovar que pelo menos o tamanho dele era real. E uma ponta de dúvida se formava a respeito do resto. Do que a amiga dizia sentir nas relações.

Tanto que me confidenciou que o real baque em pensar que era Isadora com meu meio-irmão só veio depois.

O milho começou a estourar com mais força e Isadora se levantou, para desligar a pipoqueira. Ezequiel fechou o zíper e fez um gesto para que Samara entrasse.

Ela o fez, tentando parecer normal. Não sabia bem porquê simplesmente não saiu dali naquele momento, porém apenas pegou um copo no balcão, onde Ezequiel se mantinha encostado e foi até a geladeira pegar água. Não sei como Isadora reagiu, mas Ezequiel comentou comigo depois que ela parecia um gatinho assustado, quando viu Samara entrar.

Os três voltaram para a sala. As duas claramente inquietas e Ezequiel, agindo normalmente. Como só ele sabia fazer.

Sentaram no sofá. Samara ao meu lado, Ezequiel ao seu, e Isa na outra ponta. Comemos pipoca e assistimos o filme.

Samara bem menos falante do que antes. O que me fazia puxá-la para trocar alguma conversa. O que permitiu que eu olhasse na direção de Isadora e Ezequiel, notando que minha irmã se mantinha inquieta, encostada no braço do sofá, com uma expressão estranha no rosto. Suas pernas estavam cobertas por um edredom, que também cobria a Ezequiel.

Isa sempre se vestia da mesma forma em casa. Shorts curtos e camisetas. Então devia ser simples para Ezequiel enfiar a mão no meio de suas pernas. E parecia ser o caso.

Queria fazer com que parassem, mas não podia dar bandeira disso, pois Samara estava bem ao nosso lado.

No entanto ela já tinha percebido, apenas fingia que não.

Infelizmente, o risco e a excitação em saber o que acontecia ali, se misturavam em minha cabeça, e acabei por me excitar. E Samara percebeu. Descolando um pouco o seu corpo do meu.

Um tanto constrangido, me levantei e fui ao banheiro, para me acalmar.

Quando retornei, Samara estava ao lado de fora da porta, inquieta para ir para casa. Apenas esperando que eu aparecesse para se despedir.

— Eu queria ficar mais, mas preciso ir mesmo. Tchau — Me deu um beijo rápido, e depois foi embora.

Abri o portão e ela saiu.

Quando retornei, notei Isadora um pouco deitada no sofá, enrolando-se no edredom e Ezequiel saindo da cozinha, com uma lata de monster.

O que tinha acontecido eu só soube depois.

Após eu subir ao banheiro. Ezequiel perguntou a Samara se ela tinha gostado do que viu. E enquanto Samara e Isa ficavam confusas com a pergunta, ele tirou o edredom, mostrando o short de Isa já afastado para a metade de suas coxas, e começou a massagear o clitóris dela de forma brusca, fazendo-a gozar.

Isa esguichou um pouco, e Samara assistiu a tudo.

Ezequiel lambeu os dedos, falando que Aline não gozava daquele jeito. Depois perguntou a Samara se ela já tinha visto algo assim.

Minha namorada não respondeu. Apenas levantou, e foi até a porta. Se mostrando nervosa. E de fato estava, mas por muitos motivos diferentes. Infelizmente.

Após ela sair, minha mãe chegou e a casa retornou a sua normalidade. Ainda que não tenha rolado nada além do que se espera em um ambiente familiar até a noite.

Ezequiel saiu para dar uma volta, e passou a noite fora.

Tentei conversar com Samara pelo whatsapp, mas ela não parecia disponível, demorando para responder e não dando continuidade às mensagens.

Tentei e tentei, até ela me dizer que ia dormir.

Devo ter aparentado estar bem desanimado, pois Weverton me puxou para o quarto, onde ficamos eu, ele, minha mãe e Isa. No que fodemos por horas, até eu não aguentar mais.

Minha mãe, embora não parecesse gostar muito do sexo comigo, tinha enorme prazer em receber meu oral, e assim eu a fiz gozar repetidas durante a noite. A comi de quatro e depois alternamos, com seus peitões balançando enquanto ela galopava.

Isso ao mesmo tempo em que ouvia os sons do meu lado.

“Plop, plop, plop…”

Isa pedia ao “papai” para comê-la com vontade. E ele respondia, estourando sua buceta de ninfeta num papai e mamãe acelerado, onde o saco pendurado dele batia contra a bunda dela.

Gozei e fiquei derrubado por um tempo. Minha mãe saiu de cima do meu corpo, e ficou sentada de lado, assistindo o marido foder sua filha.

— Fode tua filhinha! Goza na tua putinha, papai — pedia Isadora.

A mãe se aproximou, e começou a beijar Isa na boca. Apertando os peitos, enquanto meu padrasto comia a xota com vontade. Até que ele grunhiu, gozando finalmente.

Minha irmã fechou as pernas nas costas dele, sentindo sua porra, gozando também.

Weverton saiu de cima de Isa e a deixou na cama. Depois começou a beijar minha mãe e mamar seus peitos. Ela ficou acariciando o penis dele, ainda em riste e então baixou sobre ele, chupando a goza da filha que melava o pau negro.

— Anderson — Isa me chamou, fazendo um gesto de gancho com o dedo. Abrindo as pernas quando olhei.

Levantei e fui até ela, me pondo entre suas coxas e sugando o que vazava de sua buceta.

— Gosta de lamber porra de macho, seu frouxo? — provocou, acariciando minha cabeça.

Não respondi, sabendo que era apenas manha, e fiquei pincelando seu clitóris com minha língua.

— Imagina chupar a Samara assim. Ela vai delirar. Imagina sua namoradinha certinha se tremendo por causa dessa língua… ai, ah, ahhh — Ela espirrou um pouco na minha cara, e ficou estirada na cama, com o corpo amolecido.

Não me importava em ouvir mais a Isa. Sabia que era apenas provocação. Meu pênis endureceu mais um pouco, e eu a penetrei, enquanto seu corpo ainda estava sensível por conta dos orgasmos. O que devia aumentar o prazer sentido, pois ela apenas me recebeu, fechando os olhos e suspirando, com a boca aberta.

Ao nosso lado, Weverton estava de coxinha com nossa mãe, fodendo-a de ladinho.

A forma como gemia esquentava o sangue de qualquer homem. Inclusive o meu, que macetava Isa, tentando me concentrar em controlar a ejaculação, mantendo um ritmo de estocadas.

Num certo momento, sua buceta se apertou ao meu redor, como se fosse uma mão apertando meu membro, e Isa soltou um gemido fino, esfregando o clitóris, e apertando um dos seios. Estava gozando no meu pau.

Perceber isso me estimulou, me fazendo meter com mais força.

— Pera! Para um pouco! — ela botou uma mão no meu peito, e ficou respirando, ofegante.

— Gostou? — perguntei, tentando provocá-la.

Isa sorriu, jogando a cabeça para trás.

— Até que tu tá aprendendo a foder. Mas deixa eu te chupar, que não tô muito legal agora para meter.

Saí de dentro dela e Isa começou a me chupar, e bater punheta. Quando estava prestes a gozar, avisei, e ela chupou a glande, enquanto ordenhava o resto, recebendo meu gozo.

Isa que precisava descansar e então foi tomar banho.

Fiquei por mais algum tempo no quarto. Recebi um boquete da minha mãe e depois chupei sua buceta gozada. Então fui para o meu, dormir.

Fui olhar o celular e vi uma mensagem de Samara dizendo: “Desculpe por sair tão rápido hoje. Apenas não me senti bem. Vou te visitar outro dia. Te amo”.

Respondi com: “Tudo bem. Também te amo”.

Então fui dormir.

Comentários (2)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk
  • O inquisidor: Mestre na arte da guerra se eu for tirar o cabaço de uma menina tenho de dizer que vou colocar no cuzinho e então meto de repente na buceta ou ao contrário preparo ela pra perder o cabaço enfio no cuzinho dela ..atacar o inimigo onde ele não espera..

    Responder↴ • uid:5h7a9hr9