Como Pode Ser Tão Gostoso?
Foi uma aposta. E eu perdi. Agora estou confuso. Mas que dar o cu é mesmo gostoso pra caralho, isso eu não posso negar.
Um colega meu é bi. Sempre sacaneei ele. Mas há dois meses ele me lamçou um desafio. Sim desafio impossível de recusar. Se eu vencesse, me daria a sua Land Rover novinha. Se eu perdesse, não levaria nada. Mas já teria levado. Ele disse que se eu desse o cu pra ele, que ele me faria gemer e até gozar levando dentro e que da metade da foda para frente, eu já estaria sentindo prazer suficiente para me contorcer de tesão. Isso ficaria só entre nós dois. E não haveria qualquer sentimento ou compromisso emocional. Seria só diversão. Ele me deu a chave do carro e teria que ser já. Como ele sempre foi sério e de palavra, percebi que era sério e não apenas uma brincadeira dele. Ele estava realmente incomodado com a minha última piadinha. Me olhava sério na mesa do bar, enquanto bebia mais um gole de cerveja. Eu olhei para o carro dele na calçada e para a chave na minha mão. Voltei a olhar para ele e ele falando baixinho como desde o início da proposta disse que era pegar ou largar. Se eu não gozasse sem que meu pau fosse tocado ou estivesse sendo pressionado e se eu não gemesse, ainda que minimamente, o carro seria meu. Mas eu disse que para ganhar essa aposta, eu teria que virar viado. Então ele riu de nervoso, balançando a cabeça, e pegou a chave de volta, dizendo que eu não deveria aceitar a aposta porque depois que eu desse a primeira vez seria impossível não dar novamente. Então se aproximou um pouco mais e falou no meu ouvido:
— Se eu te comer, brother, por mais que eu goste de você e te considere um irmão, não dou um mês para você estar bebendo leitinho igual uma puta.
Eu não gostei de ouvir aquilo. Fiquei realmente chateado. Mas eu achava que seria impossível que eu gostasse. E embora não quisesse me submeter a outro homem, aquela maravilha de SUV eu juro que já via na minha garagem. Então olhei para ele bem sério, enquanto bebia mais um pouco, com ele me olhando com sorriso sacana, e perguntei se eu poderia desistir a qualquer momento. Ele disse:
— Claro! Mas não leva o carro e só de você ter pensado na possibilidade, isso já virou uma chave dentro de você. Já era, Aurélio! Agora é só questão de tempo.
Eu realmente havia me imaginado de costas para ele e ele me segurando enquanto me enrabava. E não foi nada legal ter aquela imagem na mente. Só que ela parecia uma porcaria de flash insistente. Então ele me ofereceu novamente a chave.
— Pode dirigir até o hotel que achar mais discreto. Ninguém vê a gente de fora. Ninguém nunca vai saber. E se você vencer a aposta, vai levar essa belezinha direto para a sua garagem. É muito sério, Aurélio. Agora, você acha que eu iria correr o risco de perder meu carro? Claro que não! Então, se você não quer correr o risco de sentir muito prazer no cu e talvez até pedir mais, hoje mesmo, não aceite a aposta. Porque você já perdeu, cara.
Bem... Eu aceitei a aposta. E eu me submeti a ele. Foi constrangedor pra caralho virar a bunda pra ele e deixar ele me tirar a calça. E mais constrangedor ainda foi ver ele de pau duro, passando gel. E quando ele encostou a cabecinha no meu anus, espalhando gel nele com ela, me pincelando, eu pensei em desistir. Me retraí e disse que não queria mais. Então ele riu, dizendo que só de ter encostado a piroca no meu cu, isso já quebrava o hétero que havia em mim. Ou seja, eu já não era mais hétero. Só que ia sair disso sem nada. Se cheguei até ali, por que não sair com o carro dele para minha casa? Então eu voltei à posição, de costas para ele, escorado sobre almofadas no sofá.
Quando ele ajeitou o pau para dentro, passando a cabecinha, um calafrio atravessou meu corpo. Achei que doeria, mas não doeu, pois ele parece ter esperado o meu relaxamento. Então ele disse:
— Agora, se você não quer sentir muito desconforto, quando eu disser, faça força como se estivesse no vaso.
Eu como direto o cu da minha mulher. E sei que o esfíncter é o que faz doer. Mas relaxar e ainda fazer força de expulsão para o pau dele deslizar para dentro de mim, isso me causou uma sensação de humilhação que eu me perguntei se isso valia um carro. Mas ele me segurou pela cintura e disse:
— Tá pronto, Aurélio? Posso empurrar?
Como senti vergonha. Que situação horrível. Mas eu balancei a cabeça, morrendo de vergonha. Não conseguia nem falar ou olhar para ele. Então eu fiz força para cagar. E lá estava eu ficando na pontinha dos pés com aquela pressão provocada pela piroca dele abrindo caminho dentro do meu cu. E quanto mais entrava, da forma lenta como ele estava empurrando, maior era a pressão. E eu não esperava sentir o que senti. Meu pau começou a subir e ficar muito duro. Quando eu achava que já tinha entrado tudo, ele retirou um pouquinho e voltou a empurrar até eu ter que me segurar para não soltar um gemido. Minha bunda estava encostada na púbis dele e eu tive um novo arrepio. E quando ele ficou latejando a piroca dentro do meu cu, enterrada, eu senti calor e senti meu pau começando a liberar pré gozo. Não era possível! Aquilo nem tinha começado e eu já estava sentindo algo que não queria admitir que estava. Mas aí eu fui surpreendido por ele com algo que não fazia ideia do quanto era prazeroso. Ele começou a retirar. Eu senti como se estivesse defecando, quando a vontade aperta e vem aquele alívio bom. E quando parecia que a piroca ia deixar meu cu, comigo totalmente arrepiado, ele voltou a empurrar. Pronto! Perdi a aposta. Eu soltei um gemido involuntário. Mas ele voltou a retirar, causando novamente aquele alívio. Isso acabou comigo. Eu abri os olhos e olhei para trás. Ele estava com olhar de vitorioso. Então ele disse, enquanto voltava a empurrar, me causando um novo arrepio e um calor que me fez sentir o bater do coração irradiando por todo o corpo:
— Se quiser eu já posso tirar. Você já perdeu a aposta. Sabe disso, né?
E quando eu ia dizer sei lá o quê, ele voltou a retirar, até quase sair. Eu suspirei e não consegui dizer nada, quando ele veio com vontade, trazendo a piroca de volta com tudo de uma só vez, já me agarrando pela barriga e começando a estocar. Puta que pariu! Os gemidos escaparam do meu controle. Que troço gostoso do caralho. Meu pau estava liberando prégozo de ficar um fio pendurado no sofá. Ele me puxou, me forçando a ficar em pé, com seus braços cruzados e suas mãos em meus peitos e acariciando com os dedos meus mamilos.
— Eu disse pra você, Aurélio! Eu te disse. Isso é maior do que qualquer coisa, cara! Tá sentindo esse fogo te consumindo de dentro pra fora?
Eu estava dominado por ele, que requebrava com a piroca entrando e saindo em meu cu. Olhei para ele. Não queria. Mas olhei. Sabia que a minha cara estragava o prazer que ele estava me proporcionando. Então ele foi me levando para a cama, e eu não impedi. Ele me fez ficar de quatro sobre a cama e foi montando em mim. E começou a revezar o ritmo e jeito das estocadas. Eu não conseguia pensar em nada. Minha mente estava dormente e meu corpo dominado. Então ele começou a pressionar minha próstata com a cabeça da piroca dele durante as estocadas. De repente nos vi pelo espelho. Eu não podia acreditar que estava naquela posição, naquela situação humilhante, mas insuportavelmente deliciosa.
— Eu disse que ia fazer você gozar, não disse? Então pode se preparar, porque eu vou gozar junto contigo. Você vai sentir a minha gozada na tua próstata. E assim que você começar a gozar, vou enterrar a minha piroca até o talo e encher as tuas fezes de porra.
Eu nem tive tempo para processar, quando veio a vontade de gozar, ficando cada vez mais quente lá dentro. E antes de eu começar a gozar, já não segurando os gemidos e suspiros, tal como ele havia dito, eu senti aquilo. Um impacto molhado e quente e a piroca dele começando a pulsar na minha bunda, que me fez gozar logo em seguida. Um dos jatos da minha gozada atingiu a minha mão. E quando ele enterrou tudo pra dentro de mim, eu estava tão alucinado de tesão, que até deitei os braços a a cabeça na cama, ficando literalmente com o cu empinado pra ele. Acabei recebendo um jato da minha própria porra no meu queixo, enquanto sentia a gozada dele no fundo do meu cu. A imagem que se formou na minha mente, da boquinha da piroca dele cuspindo leite nas fezes lá dentro, ao invés de me causar nojo ou algo assim, fez eu sentir ainda mais tesão, enquanto sentia a piroca latejando e meu cu piscando.
Quando ele foi saindo de cima de mim, que eu me estiquei na cama, pelo espelho vi a piroca dele saindo da minha bunda e ainda saindo um pouquinho de porra dela, que pingou em meu rego. Ele se levantou e me olhando pelo espelho deu um sorriso de campeão. Então disse:
— Então é isso. Agora você sabe como é. Paramos por aqui ou você quer ver até onde vai esse Horizonte que acabou de atravessar?
Eu fechei os olhos. Estava com uma mistura de sentimento de derrota e vergonha. Mas meu corpo estava em tremor e ainda quente. Meu cu, eu sentia molhado e eu estava sentindo a minha porra na região do peito e da barriga, no lençol. Então eu senti ele dando um tapinha nas minhas bunda e abri os olhos. Virei a cabeça para olhar para ele. E então ele estava me segurando pega cintura e me forçando a virar, ficando de barriga pra cima. Quando vi ele se ajeitando para me comer de frango assado, apenas fechei os olhos e deixei ele me arreganhar e depois voltar a me penetrar.
Ele me destruiu naquela tarde. E como ele havia dito, nem precisou tanto tempo. Uma semana depois eu estava fazendo boquete nele na Land Rover. E sim... Eu tomei toda a sua gozada. E gostei pra caralho da sensação daquilo sendo depositado na minha boca. E mais ainda, quando ouvi o barulho do meu estômago, quando a porra chegou lá dentro.
Agora eu também sou bissexual. E estou morrendo de vontade de me assumir publicamente.
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Comentários (1)
Jpires: Nossa que delicia esse conto. Me deixou com muito tesão.
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