O amigo do trabalho que esta me deixando louco - Parte 2
Fala pessoal, estou aqui de novo, atualizando vocês em tempo real sobre esse conto:
Vamos lá. Como prometido no conto anterior, este conto seria 100% real, sem ficção. Então vamos para a atualização.
Ontem, dia 03 de junho, eu estava no trabalho. Estava meio atarefado e quase não fui tirar uma casquinha do meu amigo Luca, mas, já indo para o final do dia, fui lá e o chamei para ensinar uma parada de relatório, com a desculpa de:
— Só eu sei fazer. Se eu precisar me afastar por um tempo, ninguém vai saber fazer.
Mas aí beleza, fiquei pelo canteiro com ele e tal.
Como no dia seguinte, no caso hoje, dia 04 de junho, é feriado na cidade, até então nem eu nem ele trabalharíamos. Não lembro como chegamos no assunto, mas combinamos, ainda no trabalho, de ir ao shopping.
Ficamos naquela porque estávamos apenas com a roupa do trabalho e tal. Aí eu falei:
— Pô, tem um shopping perto da minha casa. Vamos direto do trabalho e passamos lá. Eu te empresto uma roupa.
Aí beleza. Combinamos que iríamos ao cinema do shopping e tudo mais.
Mas, no final do dia, pediram para ele trabalhar no feriado, no caso hoje. Aí já desanimei, pensando que ele não iria mais querer ir e tal. Só que então ele falou:
— Pô, na sua casa tem sofá? Para eu dormir lá hoje?
Como minha casa é relativamente mais próxima do nosso trabalho, é óbvio que aceitei. Mas falei para ele que não ia deixar ele dormir no sofá, porque isso acaba estragando o sofá. E isso nem foi na maldade; eu realmente não deixaria ninguém dormir no meu sofá.
Aí dei a opção de ele dormir na cama comigo. Ele respondeu:
— Tá doido? Se você falar isso para o pessoal aqui, vão ficar zoando.
Nem respondi.
Depois viemos de trem, inclusive uma péssima experiência, lotado. Mas enfim.
Quando chegamos ao centro da cidade onde eu moro, decidi passar no mercado para comprar pão para ele comer pela manhã e também levar para o pessoal que estaria no canteiro no dia seguinte.
Entrando no mercado, passamos na parte das bebidas, e foi aí que tudo começou a desandar e eu acabei ferrando a história toda.
Olhei para ele e disse:
— Vamos levar quatro Skol Beats?
Ele ficou meio assim porque agora está na igreja, mas respondeu:
— Mas você não vai contar para o seu tio, não, né?
Meu tio é pastor dele.
Aí eu falei:
— Cara, óbvio que não. Às vezes fico te zoando e tal, mas eu sei o que falar. Igual à parada de você dormir na cama comigo. Eu não falaria isso para ninguém, porque pegaria mal até para mim. E espero que você também não comente com ninguém sobre as coisas que eu falo contigo e tal.
Mas enfim, compramos as bebidas e chegamos à minha casa.
Logo tirei a camisa, guardamos as bebidas e acabamos decidindo não ir para lugar nenhum e assistir a um filme em casa.
Ele ficou meio assim porque falou que era viadagem assistir filme em casa, e eu disse que ele tinha a masculinidade muito frágil.
Enfim, eu decidi tomar banho.
Saí de toalha apenas para pegar uma roupa, mas me troquei longe dele.
Aí chegou a vez dele ir tomar banho. Já na maldade, dei apenas um short para ele. Quando ele tirou a camisa, meu Deus, que corpo do caralho. Fico duro só de lembrar.
Olhei para ele e falei:
— Nossa, uma DLC, hein? Se ficar duro aqui, vai ter que abaixar, hein?
Aí ele respondeu:
— O pai é gostoso, né?
Mas então ele fechou a porta do banheiro para tirar o restante da roupa.
Nessa hora, notei que ele tinha deixado o chinelo do lado de fora. Então gritei:
— Luca, deixou o chinelo aqui! Não toma banho sem chinelo, porque esse chuveiro fica dando choque. Deixei o chinelo na porta.
Depois sentei no sofá, que fica de frente para a porta do banheiro.
Mano, ele abriu a porta só de cueca e, cara, meu Deus, ele é muito gostoso mesmo.
Aí eu disse:
— Poxa, achei que já ia estar pelado.
Ele riu e respondeu que ainda estava de cueca.
Então eu falei que ia ter que inventar outra desculpa depois para ele sair pelado, e ele ficou rindo.
Aí ele disse:
— Se tu ver, tu se apaixona.
E eu fiquei rindo.
Então falei:
— Fica falando que eu sou curioso e qualquer hora eu entro aí com você tomando banho, hein?
Aí ele respondeu:
— Eu duvido.
Eu disse:
— Repete que eu vou.
Ele repetiu.
Então falei:
— Cara, eu vou mesmo.
E ele continuou:
— Eu duvido. Eu duvido.
Aí eu fui até a porta e fingi que ia entrar. Ele continuou duvidando.
Quando puxei a porta, ela estava trancada.
Ele continuou provocando, e eu falei:
— Se você continuar, eu arrebento essa porta e entro, hein.
Mas ele continuou.
E um detalhe: a porta do banheiro era daquelas portas sanfonadas, bem frágeis.
Como ele continuou dizendo que duvidava, eu fui lá, arrebentei e abri.
Na hora ele falou:
— Caramba!
E ficou rindo.
Aí vi ele completamente pelado. Mano, ele estava de pau mole, mas devia ter uns 13 cm mole, eu acho.
Só vi durante uns cinco segundos e depois saí e fechei a porta.
Aí já fiquei de pau duro, porque aquele mlk é muito gostoso, mano.
Mas enfim, ele saiu do banheiro sem camisa, mas depois colocou. Aí pegamos um pão e uma Skol Beats, e aí tudo desandou muito. Acho que botei tudo a perder.
Começamos a beber e, tipo, eu sou muito fraco para bebida. Sentamos no sofá com uma coberta e começamos a beber. Rapidinho eu já estava meio altinho, e eu já fico logo safado.
Comecei com as brincadeiras e tal, de pegar no pau dele e no peito, e às vezes ele até dava um tapinha no meu pau.
Começamos também, não lembro como, porque eu já estava meio bêbado, a ver garotas de programa (quase pedimos). Ficamos passando as fotos, e ele falando que ia dar ruim para ele e tal, porque ia ficar com tesão.
Mas enfim, ficamos nisso. Às vezes eu passava a mão no pau dele e tal, mas teve uma hora que insisti porque queria colocar a mão por dentro. Aí ele não deixou e ficou todo tenso (mas o pau dele não estava duro, não).
Então falei para ele que achava que ele estava com medo de me deixar colocar a mão e acabar ficando duro e tal. Aí comecei com aquela ladainha:
— Cara, qualquer pessoa que colocar a mão aí vai ficar duro. Isso não te faz gay.
E tal.
Mas aí teve uma hora que eu deitei para o outro lado do sofá e botei as pernas em cima das dele. Aí ele foi e passou a mão na minha perna e foi subindo.
Eu disse que ia ficar duro, e ele foi e colocou a mão bem rápido e depois tirou. E eu realmente fiquei duro.
Aí eu falei:
— Agora vai ter que abaixar ele.
E deixei meu pau duro aparecendo na cueca. Ele ficou rindo.
Então eu tirei o pau da cueca, e ele virou o rosto e falou:
— Isso aí eu não vou ver, não.
E ficou rindo.
Aí guardei.
Eu estava bêbado para caralho e acho que cochilei. Depois acordei e estava levemente mais sóbrio.
Vi um volume no pau dele e pus a mão. Aí ele disse:
— Ainda não está muito duro, não.
Mas, porra, estava quase duro.
Eu apertei, e ele tirou minha mão. Eu queria pegar mais, mas ele não deixou.
Aí, nesse ponto da história, eu acabei com tudo.
Disse para ele:
— Eu acho que sou bi, porque eu gosto disso.
Ele olhou para mim e disse:
— Tu é viado?
Aí eu respondi:
— Não sou bi. Quer dizer, acho que sou. Sei lá, eu sinto atração nisso e tal, sinto vontade de pegar, mas também gosto de mulher.
(Mentira, eu acho kkkkk.)
Aí ele falou:
— Beleza, mas não vou ficar com você, não.
Na hora já fiquei meio desanimado.
Então começou a misturar o medo de ele espalhar essas paradas no trabalho e tal.
Pedi para ele não falar para ninguém, e ele disse que não ia falar.
Também pedi para que ele não me tratasse diferente por causa disso e tal.
E ele concordou.
Mas enfim, fiquei desestabilizado, mas eu ainda estava bêbado e fomos dormir. E o que estava ruim eu consegui piorar.
Minha cama é de solteiro e tal, então ele deitou para um lado e eu para o outro. Aí eu fui e botei a mão no pau dele, mas ele não deixou. Eu insisti e tal, mas nada.
Cochilei e, quando acordei, botei de novo. Mas não sei se ele estava dormindo ou não. Fiquei acariciando, e mechendo por cima do shortve aquilo foi ficando duro, e eu ficando louco. Consegui tirar para fora e senti o pau dele pela primeira vez, e fiquei doido.
Fiquei batendo para ele e realmente não sei se ele estava acordado ou não, e eu senti que tava babando tbm. Aí me levantei e comecei a mamar ele. Que pau grosso da porra. Fui pasando a lingua na cabeça do pau e batendo, mamando, e o pau dele babando mas aí eu queria baixar mais a bermuda dele.
Quando tentei, ele "acordou" e falou que eu era doido e pediu para parar. Mas eu já estava fudido mesmo e tentei insistir. Só que ele não deixou.
Aí eu falei:
— Pô, tu estava babando para caramba agora e não quer deixar eu acabar?
Mas enfim, fomos dormir.
Antes de acordar de novo, botei a mão, e ele estava com a mão em cima para eu não botar, eu acho. Então disse algo como:
— Ah, eu vou embora, hein. Você não quer deixar eu dormir.
Aí eu parei e dormi.
Ele levantou para ir trabalhar e tal. Depois eu também levantei, falei com ele e pedi desculpas, kkk.
Ele foi para o trabalho e, quando chegou lá, me mandou um vídeo falando:
— Eu aqui trabalhando e você aí dormindo. Deve ser muito bom ser sobrinho do patrão.
Ah, e um detalhe: antes de eu comentar sobre ser bi com ele, quando estávamos só bebendo, ele disse algo como:
— Eu que deveria estar te influenciando a ir para a igreja, e você que está me influenciando.
Aí eu falei que ninguém influenciava ninguém e tal.
Mas é isso, galera. Estou muito sem graça com ele. Pelo WhatsApp eu até pedi desculpas de novo, e ele disse:
— Você é maluco, mas pode ficar de boa. Eu te considero para caramba.
Mas é isso. Estou com medo de ele falar essas coisas no trabalho, meus tios ficarem sabendo e tal. Também estou com vergonha de ver ele de novo na segunda.
E acho que deve ser meu último conto, porque acredito que não vá rolar mais nada. Agora que ele acha que sou bi, não vai levar mais nada que eu faça na brincadeira.
Enfim, até mais, pessoal. Espero não me fuder. Ja bati duas punhetas desde que acordei pensando nos acontecimentos, mas com medo tbm, enfim valeu pessoal.
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