# # #

Meu menino de ouro 22

2130 palavras | 8 |4.41
Por

Arthur e Tom acordam na cama, e passam um momento de pai e filho juntos.

Arthur acordou quando já era de noite, ele se espreguiçou na cama, esticando os membros doloridos, sua barriga roncou de fome, e ele lembrou que havia pulado o almoço, o homem olhou pro lado, desviando o olhar do teto, quando sentiu um pequeno e quase imperceptível movimento ao seu lado, grandes olhos azuis o encaravam fixamente.

— Boa noite papai – o dono dos olhos azuis falou.

Tomas estava encolhido ao seu lado, ele parecia confortável, mesmo que o corpo de Arthur estivesse tomando boa parte do espaço, com os braços abertos e a pernas estiradas, Tom tinha a cabecinha apoiada no bíceps do pai e estava deitado de lado, com a cabeça virada pra cima, encarado seus olhos, o homem sorriu pra criança e bocejou.

— Boa noite bebê – respondeu, também se virando de lado, envolvendo o corpo do filho com o seu – dormiu bem?

— Dormi – ele respondeu, logo em seguida fazendo uma caretinha – mas meu bumbum tá doendo e eu tô com fome.

— Está doendo é? – o pai perguntou, preocupado que tivesse exigido demais do menino – Talvez seja bom deixar ele descansar alguns dias – ele resmungou, mas para si mesmo, mas em resposta o menino arregalou os olhos azuis.

— Não papi – Tom falou afobado – Eu não quero parar – ele completou com o rostinho desesperado.

— Filho… se a gente não parar por uns dias você pode se machucar mais – ele respondeu, envolvendo o rostinho pequeno com sua mão esquerda.

— Não – ele disse com os olhinhos se enchendo de lágrimas — papai tá doendo, mas é bom, por favor…

— filhote… – ele chamou, vendo que o menino ia começar a chorar, trouxe o corpo pra cima do seu, deitando de costas com o corpo pequeno sobre o seu, o garotinho esfregou o nariz contra os pelos loiros de seu pai, sentindo o cheiro reconfortante do homem.

— Mas papi se a gente parar… – ele fez uma pausa, levantando o tronco e apoiando as mãos contra o peito peludo, para conseguir olhar nos olhos de seu pai – Você vai ficar com aquele menino grande bobão – ele disse finalmente, meio gritando e com os olhos cheios de lagrimas.

— Bebê! – o pai disse surpreso – filho… eu… eu… – ele balbuciou, surpreso demais com aquela reação de Tom, o menino nunca tinha demostrado ciúmes de outras crianças, não do primo pelo menos – filho, eu posso até ficar com o outro menino, mas isso não me faz te amar menos.

— Promete? – Tom respondeu, dessa vez com as lagrimas rolando pelo rosto e o beicinho tremendo, Arthur sentou na cama com a pernas cruzadas, trouxe o filho para mais próximo de si, envolvendo-o completamente com o seu corpo.

— Prometo meu amor, nenhuma outra pessoa pode ocupar seu lugar, você é meu filho – ele inclinou o corpo afim de que pudesse esfregar o nariz contra o nariz de seu filho – eu amo você mais que tudo filhote – ele disse, selando as bocas juntas, sentindo a macies dos lábios cheinhos e pequenos contras os seus, ele abriu a boca, chupando a linguinha pequena e rosada, beijando cada vez mais profundamente, sentindo o gosto do menino e tentando de alguma forma passar todo o seu amor através daquele gesto, quase obsceno.

— Eu não quero parar papai – ele disse quando Arthur parou de beija-lo – eu quero você.

O homem abriu as pernas, tentado demais por aquela simples frase, deitou o menino entre suas pernas, era uma visão divina, o garotinho nu com o rosto vermelho e as bochechas machadas de lagrimas, os olhinhos azuis fixos em si, e o cabelo longo e cacheado espelhado pela cama, as pernas flexionadas e abertas aos lados das suas, expondo seu pauzinho duro por causa do beijo.

— lindo – ele disso, com a respiração pesada, já excitado demais.

Ele se inclinou sobre a criança, sentido o cheiro limpo e fresco do filho, ele estendeu a língua e lambeu o pescoço, sentindo o gosto da pele, degustando do menino, em seguida beijou, pequenos selinhos sobre o corpo, descendo-os pelo corpo sensível que tremia e arrepiava com os beijos.

— papai – o menino chamou, ele tinha a respiração pesada e os olhos fechados.

— você gosta disso filho – ele perguntou provocando, o menino confirmou com a cabeça, os olhinhos entreabertos – você quer que o papai te foda, hem?

— papi – ele respondeu, com um resmungo no final.

— responde bebê – ele disso, vendo o corpo do filho tremer de excitação – você quer que o papai te fodo, como aquele cachorro te fodeu? Responde amor, eu não posse fazer nada sem a sua permissão, Quer ser fodido minha putinha?

— Quer papai! – ele disse, desesperado, sentindo seu buraquinho dolorido piscar, faminto por um pau, ele olhou pra baixo, procurando com os olhos o que ele queria, sentindo a boca salivar quando encontrou, completamente duro e babando – quer… – ele repetiu.

— mas eu não vou… – o pai respondeu – eu sou um bom papai, não quero machucar minha putinha.

— naanhuuum papi – o menino falou com lagrimas descendo pelo rosto, em uma tentativa desesperada, ele puxou as próprias pernas pelos joelhos, expondo seu buraquinho, estava completamente vermelho e inchado, piscando desesperadamente – eu preciso de você aqui papai.

— amor – ele disse com os olhos presos a aquela visão – ele respirou fundo, antes de se debruçar mais uma vez sobre o menino, com as mão tomou o lugar, das mãos pequenas de Tom, segurando os joelhos para trás o mais abertos possíveis, dobrando o menino quase completamente ao meio, e então afundou o rosto entre os dois pãezinhos cor de caramelo, sentindo o gosto aquele buraquinho pulsante, sentindo as preguinhas quase inexistentes daquele buraquinho abusado, lambendo e tentando enfiar a língua o mais profundamente possível naquele cuzinho guloso.

— papai… papai… haaãm papi – o menino gritava, sentindo as sensações boas, os choques que eram transmitidos diretamente para seu pauzinho duro – eu quero você papai! Quero você! – ele gritava desesperadamente.

Arthur grunhia em respostas, como uma fera faminta, sem tirar em nenhum momento a língua de seu filho, ele largou um dos joelhos do menino, levando a mão para o pauzinho duro, afim de que o garotinho gozasse a seco em sua língua.

Não demorou muito pra que todo o corpo do menino se contraísse, os dedinhos dos pés se separassem, sobrecarregados pelas sensações e choques de prazer que percorriam seu corpinho e então relaxasse, Arthur soltou a perna do menino, vendo-o de olhos fechado e respiração pesada, esparramado na cama, o homem se ajoelhou sobre o corpo do menino, e pegou seu pau duro na mão, e se masturbou, rápido e duro, desesperado para gozar, com um gemido alto seu pau cuspiu um jato branco sobre o menino, sujando o rostinho e o peito de branco.

Ele depois de sentir as sensações eletrizantes pararem se deitou a lado menino, olhando-o fixamente, amando-o com os olhos.

— só até amanha filhote, pra você ficar melhor — ele disse, puxando o menino para o colo, e se levantado da cama – sem discutir, é para o seu bem.

— mas papai…

— shiiiu – ele calou o menino – sem discutir, me obedeça filhote.

— tá – ele disse com a bochechinhas inchadas, chateado.

— vamos comer agora?

— Sim! Eu tô morto de fome – ele disse acariciando a barriga – minha barriga não para de fazer barulho.

O homem sorriu, sentou o menino na cama afim de vestir os dois, mas quando procurou elo quarto só encontrou seu próprio short e decidiu deixar o menino nu, sem se preocupar com quem veria, pois sabia que os outros dois homens na casa, apreciavam Tom, como ele e provavelmente manteriam seus próprios filhos nus tanto quanto possível.

Então Arthur vestiu o calção de banho e pegou Tomas no colo, assim que saiu do quarto onde estavam, sentiu o cheiro de carne assando, e desceu pulando os degraus de tanta fome, na área de lazer, ao lado da piscina estava Augusto ao pé da churrasqueira virando a carne, dentro da piscina, no lado raso estava Henry com Nico nas costas, e carregando Manu nos dois braços, parecia ensinar o garotinho a nadar, Nico gritava de alegria, quando viu o menininho bater as pernas e espirrar agua por todos os lados, em uma das espreguiçadeiras estava Duda sentado, fingindo prestar atenção no celular, mas na verdade completamente distraídos pela farra dos menores com Henry dentro da piscina.

Quando Tom viu a farra na piscina, se remexeu no colo do pai para descer, e quando chão correu para a piscina com os braços abertos.

— NICOOOOO! – Tom gritou enquanto correu na direção do primo.

— Tomtoooom – Nico gritou em resposta saindo das costas do pai quando Tom pulou na piscina, e pulando sobre o primo, por ser raso não corria perigo de perigo, então os adultos não interferiram – Eu queria acordar você o papai não deixou – ele disse afobado, circulando a cintura do primo com as pernas e enchendo o rosto de Tom com beijinhos – vamo brincar?

— vamo – ele respondeu, com um sorrisinho no rosto – você viu eu com o cachorrinho – perguntou, o primo respondeu balançando a cabeça e com um sorrisinho malicioso – eu peguei tudinho viu!

As crianças continuaram conversando Nico parecia admirado com o primo e tomas parecia orgulhoso, Arthur desviou os olhos dos meninos e olhou para Henry, seu melhor amigo olhava para ele, dizendo quando explicitamente através daquele olhar para ele parar de se preocupar com tomas, pois ele conhecia o homem e sabia que a mente de Arthur estava cheia de paranoias sobre talvez possa ter ido longe demais.

Ele caminhou até a piscina, Henry ficou em pé com Manu em seu colo, a água da piscina infantil dava em seus joelhos, ele colocou Manu no chão, que não perdeu tempo em ir brincar com as duas outras crianças, saiu da piscina e abraçou Arthur.

— Pensava que você nunca mais ia acordar – ele disse com semblante divertido – você dormiu das três ate as seis, cara!

— e você deve ter a festa sem mim aqui ne? – ele disse com um sorriso conhecendo o amigo que tinha.

— ciuminho é? Fica magoadinho não, gravei tudo pra você ver depois – disse, com um sorriso de lado, provocando o melhor amigo.

— se foder Henry – Arthur disse sorrindo.

— depois… – falou com um meio sorriso, secando o corpo do melhor amigo – tire esse short cara, fica só de sunga, a gente ta tudo assim. – ele falou já puxando o elástico do short para baixo.

— Eu to pelado por baixo mané – Arthur disse tentando afastar as mãos atrevidas do melhor amigo de si.

— pelado é? – ele perguntou, ao mesmo tempo que agarrava o quadril de Arthur e trazia contra o seu, pressionando seu pau, que mesmo mole era volumoso na suga apertada que usava, Arthur sentiu o seu responder ao movimento.

— Henry… – ele falou, respirando fundo – Agora não.

— depois? – ele perguntou, moendo o quadril no outro.

— depois… – satisfeito com a promessa ele se separou de Arthur, os dois possuíam volumes agora claros contra suas roupas, os dois ainda com os olhos fixos um no outro que só foram desviados quando Gus chamou.

— Tem churras saindo já – o homem disse com um meio sorriso sugestivo no rosto.

Ficaram tranquilos durante o resto da noite, comendo carne e conversando, as crianças brincavam na piscina, parando somente para comer e então voltando, Duda parou de fingir usar o celular e pulou na piscina, mais seu irmãozinho, Tom e Nico.

Voltei, a vontade de escrever voltou a mim como nova. Fui mais leve nesse, um momento de afeição entre pai e filho, achei que eles precisavam disso, mas o futuro promete, inclusive já tenho ideias para os próximos dias nas casa de praia. spoiler: ainda na mesma noite: cantar parabéns pro Tom e usar o glace do bolo para os gatinhos lamberem os meninos. sexo entre Arthur e Henry. no outro dia: dia na praia provada da família do Arthur (talvez eles encontrem um desconhecido e deixem ele usar os meninos) e talvez uma interação entre todas as crianças antes de ir embora (seção de fotos?).

Mas é só isso por enquanto, espero que vocês tenham gozado 😉

⏩ O melhor site de desenhos animados pornô do 🇧🇷, HQs eróticas🔥

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 4,41 de 17 votos)

Por # # #
Comente e avalie para incentivar o autor

8 Comentários

Talvez precise aguardar o comentario ser aprovado
Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Responder Yh ID:1dai7ufw41

    Por favor que o desconhecido seja parecido com Augusto e nem dotado e por favor uma sessão de fotos com os meninos usando roupas de praia super pequenas

    • MenteCriativa ID:81ritu3fid

      Os capítulos estão sendo quando da…

  • Responder Yh ID:1dai7ufw41

    Os capítulos estão sendo semanais?

  • Responder Luiz ID:dlns5khrd

    Tem que tirar a menina do meio legal so com os meninos

    • MenteCriativa ID:81ritu3fib

      Não tem menina, Manu é de Emanuel.

  • Responder K23 ID:g3jl2adv4

    Eu gosto mais da interação do Arthur e Tom doq com os outros

  • Responder Tgggt ID:w72k6vzk

    Faz chuva dourada neles

    • MenteCriativa ID:81ritu3fib

      Com certeza, oh Seria legal ver o Duda fazendo isso…