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Dei para um desconhecido do chat – parte 2

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Ele parou, ainda com a cabecinha dentro do meu cuzinho. – O que você disse sua puta? – Tá doendo, para. – E qm disse que você pode pedir alguma coisa?

PARTE 1 AQUI: /2022/09/dei-para-um-desconhecido-do-chat/
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Eu estava delirando de tesão. Queria mais, muito mais. Entre gemidos e com uma voz bem safada, eu disse:
– Você não sabe fuder? Isso é o máximo que você consegue?

Ele ficou louco. Começou a socar cada vez mais forte, puxando meu cabelo com tanta força que pensei que o arrancaria. Eu gritava e gemia.
– Sua puta! Eu vou arrebentar essa buceta sua. Vagabunda! Você vai se arrepender de ter me feito esse pedido.

Ele não parava de bater na minha bunda. Ele tirou o pau e antes que eu pudesse pensar ou dizer qualquer coisa, senti ele começar a enfiar no meu cuzinho. Eu tinha dado poucas vezes – e a última fazia mais de 1 ano!
– Tá doendo, para, por favor! Por favor, para.

Ele parou, ainda com a cabecinha dentro do meu cuzinho.
– O que você disse sua puta?
– Tá doendo, para.
– E quem disse que você pode pedir alguma coisa aqui?
E empurrou mais um pouco. Acredito que por ser muito apertado, ele estava com dificuldades.
Eu comecei a chorar. O prazer de alguns minutos atrás tinha desaparecido, eu estava sentindo muita dor.
– Ah, vagabunda tá chorando, é? Vou te dar motivos pra chorar de verdade, cachorra!

Então ele colocou todo o resto e começou a socar sem dó nenhuma. Ele gemia alto, minha dor era o prazer dele.
– Vou arrombar cada centímetro desse seu cuzinho de puta, sua vagabunda. Quanto mais você chora, mais tesão eu tenho. Então chora, puta, chora!

O mix de sensações voltou a me tomar. Eu sentia dor, mas a forma como ele me tratava me excitava. Entre lágrimas, eu gemia. Ele me batia tanto, que com certeza minha bunda branca já estava roxa.

Ele parou e me mandou sentar na cama. Veio por trás de mim e segurando meu pescoço me fez olhar para o espelho. No reflexo, meu rosto vermelho e com lágrimas ainda escorrendo.
– Olha que linda sua carinha de puta, do jeito que você queria.
Ele lambia minha orelha e ria, enquanto encarava nossas imagens refletidas no espelho.

Com a mão livre, ele passou a massagear meus peitos. Apertava, batia, beliscava os bicos. Depois desceu pela minha barriga até chegar a buceta toda encharcada.
Ele variava entre esfregadas, dedadas, tapas e beliscos no grelo. Eu gemia de dor e prazer, e via o tesão estampado nos olhos dele.
– Agora deita que eu ainda não terminei.

Ele veio por cima e sem muita cerimônia começou a socar com toda a força que tinha. Com uma mão, segurava meu pescoço; com a outra, apertava a minha boca para que pudesse cuspir dentro dela.
– Sua vadia! Tá gostando de ser puta, tá? Realizou sua vontade? Me responde, vagabunda, anda!

Eu apenas balançava a cabeça em afirmação. Sentia cada centímetro do meu corpo se arrepiar. Apesar de assustada, eu tava amando. Nunca entendi o pq, mas eu sentia um tesão enorme em ser tratada assim.

A cada tapa que levava na cara, eu gemia mais alto e dava uma risada safada. Ele urrava de tesão enquanto metia feito um animal em mim. Avisei que iria gozar.
– Goza no meu pau, sua puta, goza!
Senti meu corpo estremecer, tentava me agarrar na cama, meus olhos reviravam… Ele socava ainda mais forte.
– Vou encher sua buceta de porra, vagabunda. Do jeito que você gosta, sua puta, depósito de porra.

Senti o líquido quente jorrando dentro de mim. Eu estava exausta, mas ele parecia o oposto.
– Que delícia, sua cachorra. Vem cá, vem.
O pau dele estava delicioso com nossos gozos misturados. Chupei com muita vontade, como se fosse a última rola do mundo.

Ele tombava a cabeça para trás enquanto forçava a minha contra o pau dele. Sentia socar minha garganta, eu engasgava, a baba escorrendo…
– PELO AMOR DE DEUS, ME FODE!

Ele riu. Me empurrou na cama e, mais uma vez, enfiou de uma vez só. Eu gemia feito uma cadela, enquanto ele batia na minha cara. Os olhos deles brilhavam de prazer.
– Você é uma puta mesmo! Cachorra, vagabunda. Cê quer pica nessa buceta sua, quer? Então toma sem reclamar, vagabunda do caralho.

Depois, ele me deitou de bruços e colocou de novo no cuzinho. Dessa vez não doeu. Ele segurava meu cabelo e, deitado sobre mim, lambia minha orelha.
– Já tá tão arrombada que nem chorou dessa vez, né, sua putinha. Cachorra.

E foi assim por mais algumas horas. Ao final, eu estava vermelha de tanto tapa. A buceta e o cu pareciam estar em chamas. Meu desejo de me sentir uma verdadeira puta tinha sido realizado. Mal sabia eu que esse episódio abriria portas para vontades ainda mais obscuras e sacanas.

Nos dias seguintes, ficava admirando meu corpo cheio de marcas. Eu mandava fotos e ele ficava louco, doido para repetir a dose.

Ele ainda vai voltar em mais histórias aqui, não tenho dúvidas.

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1 comentário

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  • Responder Yara ID:bf9ui0kv9j

    Nossa, que delícia de conto! Também sonho em ser tratada feito uma verdadeira puta, fiquei excitada só de ler e me imaginar no seu lugar