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Peças que o destino prega. Parte 7

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Depois das filhas foi a vez da mãe, na festa comi mais duas.

O dia amanheceu nublado, acordei com o cantar dos galos, e fiquei mais um pouco na cama pensando em tudo que tinha acontecido. Que fase? Não dava nem pra acreditar. Eu estava no paraíso, bendita “serra pelada”… benditos garimpos que deixou a região carentes de machos. O cheiro do café de D. Socorro invadiu o ambiente. Fui fazer a higiene matinal, e encontrei com seu Paulo no igarapé.
– Bom dia seu Neto!
– Bom dia seu Paulo! – Fizemos a higiene e fomos tomar café. Encontramos todo mundo já sentados à mesa, e fomos convidados também a se sentar. Comprimentamos a todos, as meninas agiram como se nada tivesse acontecido. Falamos da possibilidade da chuva atrapalhar a festa, mas tanto seu Pinduca como seu Paulo, que conheciam bem a região e o clima, afirmaram que se houvesse chuva seria durante o dia. Todo mundo foi cuidar dos afazeres, as meninas tratar dos animais, Nenem tirar o leite, seu Pinduca e seu Paulo para a cerca, D. Socorro na sua cozinha e eu fui pro rancho. Não demorou muito D. Socorro apareceu…
– Oi! Estava doida pra te ver sozinho.
– Me abraçou e nos beijamos, pegou no meu pau por cima da roupa, que já tava duro, apertou e disse vou dar um jeitinho e antes do almoço quero ficar com vc, e voltou pra cozinha. Me deitei na rede para aguardar. Entrou quem eu não esperava… Sôninha.
– Neto… a mãe quer saber se tem roupa suja pra gente lavar. – Levantei-me e fui no quarto pegar e ela me acompanhou,  peguei umas roupas num cesto e entreguei, ela jogou num canto e me deu um abraço e começamos e se beijar logo levantei sua blusa para chupar seus seios quando ouvi os cachorros latir e alguém me chamar…
– Seu Neto… oi seu Neto!
– Já estou indo.  – respondi. – nos ajeitamos rapidinho e Sôninha pegou a roupa, dei um tempinho pro pau baixar e fui ver quem era.
– Oi seu João! O que te trás por aqui? Vamos entrar! – entrou e sentou-se.
– Sabe seu Neto, vim aqui para o Sr. dispensar seu Pinduca hoje para ele me dar uma ajuda lá em casa.
– Isso só depende dele. O seu Paulo também está trabalhando aqui e se precisar dos dois e eles concordarem pode levar-los.
– Melhor ainda… vou falar com os dois.
– O Nenem tinha acabado de tirar o leite, então madei chamar os dois. Logo chegaram e aceitaram ir ajudar Sr João preto na realização da festa. Ficou combinado que eu levaria o pessoal restante à boca da noite. Fui leva-los até a entrada da fazenda do seu João e aproveitei para dar um pulinho no povoado. 

     Passei primeiro na casa de D. Nega para pegar a chave com Júlia. Quem abriu abriu a porta foi Mada, que fez logo um rebuliço.
– Júlia…Júlia é o Neto! Não esperou né?  – Me cobrou por não te-la esperado no dia que fui pra lago azul.
– Tinha que chegar cedo na lago azul, não dava pra esperar.
– Vc vai ficar aqui hoje ?
– Não… vou não ! Vim aqui rapidinho.
– Poxa! Que pena… – Júlia já chegou com a chave na mão.
– Vai precisar de mim lá?
– Não vai ser rápido e logo trago a chave. Mas amanhã venho pra cá. – Despedi e fui primeiro no seu Nonô e comprei umas coisinhas, depois no Chico magarefe e comprei uma carne de sol e ele me deu uma ossada para colocar no feijão, aproveitei para pegar umas sobras e peles para levar pros cachorros. Abri a casa que tava bem limpinha e fui no fundo do quintal avisar que seu Paulo só viria amanhã. Veio um garoto moreninho e mandei o recado pra dona Catarina.
– Vc é irmão da Regina… – balançou a cabeça afirmativamente.
– Fala pra ela que tenho um presente pra ela. – Ele saiu correndo pra dar o recado.
      Sentei na cama tirei a botina peguei uma revista e resolvi descansar um pouquinho. Não demorou nadinha a Regina entrou esbaforida.
– Meu irmão disse que vc tem um presente pra mim?
– Sim… pega um pacote que tá em cima da mesa da sala. – Chegou com o pacote na mão…
– Que tem aqui dentro? Parece ser roupa…eeh? – Balancei a cabeça concordando.
– Vai lá na sua casa e experimenta pra vê se serve em vc… se não, trás pra trocar. Ela pulou em cima de mim e me encheu de beijos.
– Vai lá…vai lá… – e acenei com a mão.
– Aaaah! Fala pra sua mãe que foi seu pai que mandou pra ela não brigar tá?
– Vou falar que foi vc! Ela não briga não…já volto. – E saiu tão rápido como chegou. Tornei a pegar a revista e voltei a ler.
– Neto! Neto! Serviu tudinho… – baixou a cabeça e reclamou… – pena que não tenho um calçado pra por junto. – Olhei naqueles olhinhos brilhantes, que me derreteu na hora.
– Tá bom! Sem tristeza… vou comprar um pra vc. – Ganhei outro abraço.
– Deixa eu ver o tamanho desse pé. –  depois de medir tornei a me deitar.
– Cadê a revista?
– Não esqueceu garota?
– Vc prometeu que ía deixar eu ver.
– Tá bom! Pega lá ó… – mostrei a revista. – Ela pegou e deitou-se do meu lado.
– Se sua mãe fica sabendo que vc está deitada aqui comigo pode dar problemas, ela deixou vc vir?
– Liga não! Ela deixou… e não vem ninguém não. – Fiquei mais aliviado pois podia ser mau interpretado com ela na minha cama. Ela folheava a revista com curosiedade, virou pro meu lado e mostrou uma mulher pelada…
– Olha que piriquitão! Nossa que peitões!
– Balancei a cabeça concordando. E ela continuou folheando. Terminou e entregou a revista.
– Essa só tinha mulheres, as do meu irmão tinha homens e mulheres fazendo besteira. Eu escondi uma e ele procurou que só. – E riu da travessura…
– Vc quer ver eu trago pra vc.
– Outra hora, vc é muito danada menina. – Ela enrolava o dedinho nos cabelos do meu peito e acariciava…
– Gosto muito de vc! – Aquelas palavras bateram forte e dei um abraço nela e falei.
– Eu também gatinha! – Me bateu uma ternura enorme por aquela menina.
– Agora vai para casa, que vou pra lago azul. – Levantou-se e perguntou…
– Quando vc vai me levar lá pra conhecer?
– Na hora que seu pai deixar… pede pra ele!
– Vesti a camisa e acompanhei-a até a cerca.

     Quando cheguei na lago azul palhaço e negão veio fazer a festa comigo e dei o que tinha trazido pra eles.
– Vc já almoçou ? – perguntou dona Socorro.
– Não senhora… Nenem vai pegar umas coisas lá no carro. – ordenei e ele saiu rapidinho pra buscar.
– A gente já almoçou! Pensei que ia comer lá no povoado.
– A senhora acha que ía trocar seu tempero… nem morto.
– Esse santo quer reza! Garanto! – e entrou rindo. Entrei a seguir e me sentei à mesa. Nenem trouxe e primeira leva e foi buscar a outra. Aproveitando a ida dele falou…
– Não deu certo, mas mais tarde vou dar um jeito de ir lá. – E apontou o rancho. Balancei a cabeça concordando. Almocei e fui pro rancho.

     Dona Socorro entrou e informou…
– As meninas estão lavando roupa e mandei Nenem ir tirar palmito. Vamos dar uma rapidinho? – Não perdi tempo e entramos no quarto e fomos logo tirando a roupa. Ela estava inteirassa, carnes firmes pelo trabalho do dia dia, poucas estrias, seios firmes que dariam inveja a muitas novinhas, tava explicado o porque das filhas terem os seios tão durinhos e bonitos. Deitei-a na cama e parti para chupar sua buceta cabeluda, abri bem às pernas e meti a língua… logo começou a gemer falando entrecortadamente…
– Nossa! É muito bom, nunca fizeram isso comigo…vai continua… – Fiz ela gosar gostoso.
– Quero te chupar também… – E colocou meu pau na boca e começou meio desajeitada, mas depois de uma pequena explicação chupou gostoso até eu gosar na sua boca e mandei ela engolir. Fiquei chupando aqueles peitões gostosos e logo meu pau estava em ponto de bala e encaixei na entrada da sua buceta que engoliu tudinho e começamos um vai e vem alucinante e logo gosamos juntos.
– Nossa! Foi gostoso demais…muito mais que imaginava.
– Da próxima vez vou comer seu cuzinho.
– Nunca dei… mas quero experimentar. Já fez com as meninas?
– Ainda não…mas vou fazer também.
– Posso te fazer uma pergunta e quero que me responda honestamente.
– Pode fazer…não temos mais segredos.
– Tenho certas desconfiança com o Nenem… será que ele é? – e virou a mão evitando dizer o nome certo.
– Infelizmente eu acho que ele é. – Também evitei dizer a palavra viado. Ela balançou a cabeça e não tocou mais no assunto. Se vestiu e voltou para o rancho deles.

     Chegamos na casa do seu João preto e já tinha muita gente pra festa. Procurei um lugar discreto debaixo de uma mangueira. Eu tinha colocado um colchão de solteiro na carroceria do carro para o pessoal vir d’boa e daria pra mim dormir se tivesse vontade. O pessoal desceu, estavam todos na melhor roupa. Tinha uma fogueira pronta para ser acesa num canto do terreiro. Seu Pinduca e seu Paulo vieram em nosso encontro, entreguei sua família e fui comprimentar seu João. Sandrinha correu e me abraçou sem o menor constrangimento. Seu João deu-lhe uma bronca.
– Menina vc tá deixando seu Neto sem graça… deixa de ser acesa!
– Que nada pai, ele num liga não…não é  Neto?
– Não…não ligo. Pode deixar. – Ele desistiu de dar mais bronca, sabia que aquela não tinha jeito de por arreio.
– Fica à vontade seu Neto, qualquer coisa me chama. – E foi vistoriar como andava as coisas. Os tocadores ainda não tinham começado, estavam se preparando. O pessoal conversavam em rodinhas e grupinhos, numa algazarra total. O lugar mais frequentado era a barraca de bebidas. Sandrinha estava agarrada na minha mão. Logo veio também a Telminha e me deu um abraço e beijo no rosto.
– E aí tá gostando? – perguntou com um sorriso brejeiro.
– Acabou de melhorar com sua presença.
– Hummm… mentiroso tem um monte de meninas bonitas doidas por ti, que vc ía querer com uma feinha como eu ? – falou toda coquete. – Puxei seu rosto e sussurrei  em seu ouvido.
– Quem disse que vc é feia? Eu acho o contrário… o que eu quero, mostro pra vc mais tarde, pode ser? – Ela respondeu que sim… também baixinho.
– Quem cochicha o rabo espicha. Que vocês estão fuxicando aí?
– Nada…curiosa! – Sua mãe chamou-a e ela foi atender sem antes me dar um aperto na mão.
– Ela tava combinando se encontrar com vc né?  E ainda se diz virgem… vc vai meter nela? – Metralhou  Sandrinha…
– Não menina! só tava dizendo que a achava bonita.
– E precisava cochichar?  – rebateu me olhando desconfiada…
– Larga de ser ciumenta criatura.
– Eu quero dar uma metidinha com vc hoje. Vou te chupar gostoso e deixar vc gosar na minha boca como aquele dia. Vc gostou num gostou?
– Muito e quero mais sim.
– Se vc quiser eu dou até o cuzinho pra vc… tu quer comer? Eu já dei pro Tião.
– Claro que quero.
– Agora? – Me olhava anciosa!
– Não… mais tarde. Tá todo mundo de olho. Vou conversar com seu Pinduca e mais tarde te procuro tá?
– Mas procura mesmo… viu?
– Sim! Pode deixar. – me encaminhei para perto do seu Pinduca e falei…
– Meu patrão tá precisando de dinheiro?
– Se o Sr puder arrumar algum… – levei-o num cantinho e arrumei o que me pediu,  procurei seu Paulo e fiz o mesmo. Dona Socorro se aproximou e murmurou…
– Tá disputado heim? Espero ter uma vaguinha. – Só sorri e me aproximei das meninas e abracei ambas.
– Achei que tinha esquecido de nois?
– Reclamou Soraya
– Nunca faria isso com minhas princesas!
– Redarguí
– Eitá menina acesa… tá doidinha pra te dar de novo. – Alfinetou Sôninha – Hoje nós vamos acabar com vc, pra não sobrar pra ninguém. – e deu uma gargalhada acompanhada da irmã.
– Não vai sobrar nadinha pra elas. – completou Soraya.
– Deixa de maldade meninas, e eu vou estar de olho em vocês. 

     Fui dar uma volta junto com seu Paulo pelo local, ouvimos os primeiros acordes da sanfona e a música começou e os casais se encaminharão para o barracão de festa. Quase não se via homens jovens, ou era garotos novinhos ou senhores acima dos 45 anos mas mulheres tinha aos montes. Seu Paulo disse:
– Vou dar uma dançadinha seu Neto. – Se encaminhou para o barracão, ele tinha fama de ser um pé de valsa. Seu João começou a soltar os fogos e acendeu a fogueira. Não parava de chegar gente… a pé, a cavalo até de carro. Me sentei em um tronco que servia de cadeira e olhava o crepitar das chamas laranjas avermelhadas fazendo sua dança evolutiva, meninos brincando de correr e cachorros querendo entrar na brincadeiras. Me tocaram no ombro… era Soraya me convidando pra dançar. Entramos no barracão… estavam tocando um forró, Soraya dançava bem, vi Telminha com um rapazote dançando e também Talita agarrada com seu João preto, depois de duas músicas, Sôninha me tirou da irmã, que dancei mais três e saímos pra descansar. Fui na barraca de bebidas e pedi uma cerveja gelada e três copos. Soraya e Sôninha também bebiam. Nisso encostou Sandrinha com Nenem. Dei dinheiro pra eles comprarem um refrigerante pros dois. Logo chegou um rapazote e chamou Sôninha pra conversar, notei que foi a contragosto, estavam numa certa distância, aí ele a puxou pelo braço pra irem para um lugar mais isolado e vi a sua recusa. Perguntei pra Soraya quem era e ela respondeu que era Luis do Feitosa. Sôninha veio em nossa direção e ele ainda tentou segura-la mas sem sucesso. Ela chegou e comentou com a irmã.
– Nossa! O Luis tá um chato.
– Eu te avisei né ? – Não entrei na conversa. Logo Nenem e Sandrinha se juntou a nós. Veio um garoto e levou Soraya pra dançar então Sandrinha me pegou pela mão e quase me arrastou pro barracão. Não é que ela sabia dançar… entramos no meio do pessoal, a danada aproveitava a dança para esfregar a xaninha na minha perna. Dançamos um pouco e saimos para pegar um ar. Seu Pinduca e esposa estava juntos com Sôninha e Nenem, Soraya ainda dançava. Nenem foi pro barracão com Sôninha e seu Pinduca com dona Socorro, então peguei Sandrinha pela mão e fomos pra um escurinho e ela me conduziu pra um lugar que ela conhecia. Retirei o pau pra fora e ela logo o agarrou e começou a chupar… eu sentia um prazer enorme vendo aquela garotinha chupar tão bem meu pau, que não demorei a gosar muita porra na sua boquinha deliciosa. Ela tava de saia, que levantei, dei uma bela chupada na sua xaninha lisinha até ela gosar gostoso, sentei ela no meu colo e penetrei sua xaninha até o talo, ela subia e descia no meu pau até eu gosar gostoso dentro da sua bucetinha, enquanto chupava seus peitinhos em formação. 

     Por volta da meia noite, Sôninha se aproximou de mim com cara de choro e logo chegou Soraya, que foi logo falando.
– Não te disse que esse moleque não prestava. – Então entrei na conversa…
– Que está acontecendo? – Perguntei a Sôninha.
– Eu não quis dançar com o Luis então ele disse que não posso mais dançar com ninguém na festa.
– Já falou com seu pai ?
– Ele não vai entrar nisso porque o Luis tá armado com uma peixeira e tá bebendo, ele é muito brigão.
– Está bom fiquem aqui ! – E saí a procura do Luis. O vi conversando e rindo com mais dois rapazes, fiquei a espreita e logo ele se esgueirou pra um escuro onde tinha escondido uma garrafa de cachaça, era costume nessas festas. Bebeu uma golada e escondeu de novo, ele se assustou com minha presença e tentou puxar a faca, peguei no seu braço e torci para trás e ele soltou um grito e falou…
– Tá doido cara vai quebrar o meu braço! Que vc quer? – Com uma das mãos peguei a peixeira que estava na cintura e soltei seu braço e peguei-o pelo pescoço e falei baixinho pra ele…
– Olha aqui muleque! Sou namorado da Sôninha e se vc meter a besta com ela de novo vou cortar seu pescoço tá ligado?  – Dei uma sacudida nele e falei…
– Vc entendeu o que disse ?
– Entendi sim…não vou mexer com ela mais não.
– Tá bom…isso vai ficar só entre nós e só quando vc for embora vc pega a faca com seu João.
– Tá certo ! – Soltei-o e falei…
– Não vai me convidar pra tomar um gole dessa cachaça?
– Vou sim ! – pegou a garrafa de novo e me deu, tomei uma golada e ele outra e tornou a esconder. Guardei a peixeira na minha cintura peguei ele pelo ombro e ordenei…
– Vamos lá falar com a Sôninha e vc diz que foi uma brincadeira certo?
– Certo! – Chegamos perto das meninas e ele fez o que mandei e foi embora.
– Como vc fez isso Neto?  Ele tá armado…
– Tava!  – E mostrei a faca. – Fui no seu João e entreguei a faca avisando que era só pra ser entregue quando ele fosse embora pra evitar problemas.
– Vc não contou que aconteceu? – Contei mais ou menos o que aconteceu e  falei pra ele que ela era minha namorada pra sair do pé dela.
– Vc não existe ! – Brincou Soraya
– Só errou por não dizer que nos duas somos suas namoradas.
– Verdade! – Sorri… – Isso mostra que não sou perfeito.
– Vc deu uma sumida e também não vimos a Sandrinha, tava comendo aquela enxirida?
– Imagina garotas !
– Estamos de olho…
– Lá pelas duas as meninas foram pro carro e deitaram um pouquinho no colchão na carroceria…e eu falei que ia tomar uma e logo voltaria.
– Oi Neto ! – Olhei…Era Telminha!
– Até que em fim aquelas meninas deram uma folga heim ? Estou esperando vc me mostrar…
– Vem cá… – E levei-a para o escuro. Dei-lhe um abraço e comecei a beija-la, levantei sua blusa e chupei seus peitinhos, ela pegou no meu pau por cima da roupa…
– Nossa! É grandão! Vamos lá no meu quarto vem! Não se preocupe tá todo mundo na festa…vamos! – acompanhei-a  e entramos pelo fundo da casa. Chegamos no seu quarto e ela logo tirou a roupa e eu a minha, só dava pra ver seu corpo na penumbra e alguns rasgos de luz que vinham da fogueira. Deitamos e nem houve preliminares fomos logo pro principal, ela tava molhadinha e encostei meu pau na entradinha de sua bucetinha e empurrei, só deu um pouco de trabalho mas logo entrou tudo…não era virgem mas tinha pouco uso.
– Não goza dentro tá?  – pediu. Comecei a bombar lentamente e fui metendo mais rápido.
– Hummm….tá muito gostoso ! Vai enfia tudo…levantei suas pernas e coloquei  até o fundo – aiiiii ! Fode…enfia e começou a tremer toda e logo gozou… continuei mais um pouco, tirei pra fora e esporrei em sua barriga.
– Hum! Foi muito bom!
– Vc não era mais virgem?
– Eu só dei pra um garoto, vc é o segundo.
– Voltei pro carro e as duas meninas estavam abraçadinhas no colchão e o Nenem cochilava dentro do carro. Dona Socorro e seu Pinduca chegaram e me perguntou se queria ir embora.
– Depende de vocês !
– Então vamos convidou dona Socorro. –  Seu marido pediu um tempinho e foi comprar dois litros de cachaça.
Continua…

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6 Comentários

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  • Responder .

    Exelente seus contos.

  • Responder Digão dom

    Melhor série desse site

    • Arthur

      Você só pode estar brincando, escrita péssima, sem concordância verbal, sujeito e predicado totalmente desconexos, impossível ler “isso” e não ter pena do autor, esse tipo de escrita de pessoa mal alfabetizada só satisfaz alguém com o mesmo nível de alfabetização.

    • Zorro

      Ô Artur gênio… cadê seus contos? Ou não tem capacidade para escrever. Mostras os seus. Idiota!

    • Henrique

      Oloko mais aí vc tá com inveja Arthur. Ele elogiou o conteúdo, que sem dúvidas é um dos ou até o melhor

  • Responder Neto

    Excelente! Pública mais!