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Família incestuosa – Tio Carlos (parte 1)

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Aqui inicio a minha saga dentro de uma família incestuosa. A partir daqui já me identifico como feminina.

Após minha primeira experiência, passei a ser a putinha dos meninos. Além deles, eu dava secretamente pra mais dois separadamente. Engraçado que eles mantinham segredo com receio de serem zoados, porque eu era o viadinho da turma e eles não queriam admitir que me comiam.

Já com 12 anos, numa festa de fim de ano na casa da minha tia, tudo mudou.

Só tive contato com minha família materna, pois meu pai sumiu quando soube que minha mãe estava grávida. A família é composta por minha tia Helena, 36 anos (na época) casada com o tio João, mãe da Marcinha (14 anos) e Mariana (12 anos), minha mãe Sílvia com 33, tia Bruna (32 anos) e casada com um senhor bem mais velho e rico, de longe a tia que mais gostava que dava os melhores presentes e, por fim, tio Carlos o caçula com 30 anos na época, que era o mais legal. Meus avós já eram falecidos na época. Aparentemente uma família como outra qualquer, mas só na aparência.

Passávamos as festas de fim de ano na casa da tia Helena. Um belo sobrado, com garagem e quintal nos fundos. O lugar que eu mais gostava da casa era o quarto dos fundos, que já foi o quarto da empregada na época em que minha tia ainda trabalhava. Tinha apenas uma cama, umas tralhas e era usado pra minha tia passar roupas. O motivo de gostar tanto de lá era justamente as roupas que estavam lá. Nem sempre tinha alguma roupa lá, mas sempre que via calcinhas ou outras peças femininas eu arriscava e usava. Sempre tomava cuidado pra não ser pega. Naquele final de ano eu dei a desculpa que ia dormir pra aguentar acordada na virada. Não dava pra dormir no quarto das meninas porque elas estavam lá, no quarto da tia era proibido, porque tinha um espelho enorme na porta do guarda roupas que já havia sido quebrado numa brincadeira nossa, e na sala estavam os homens, então só sobrou o quarto dos fundos.

Infelizmente não tinha muitas opções de roupas, mas achei uma calcinha e um sutiã que, certamente, eram da Marcinha e um vestidinho. Enfiei a tanguinha rosa com bolinhas brancas e soquei no rabo, vesti o sutiã e coloquei o vestidinho, me sentido menina. Meu corpo ainda estava em desenvolvimento, mas já tinha um bumbum lindinho, sempre que usava calcinha, socava no rabo, pois cansei de ver minha mãe usando fio dental e percebi que os machos adoravam. Até mesmo quando usava cueca, dobrava as laterais para simular uma calcinha. Tinha uma certa inveja da Marcinha pois ela já tinha seios, não eram grandes, mas suficientes para usar sutiã, eu era lisinha. Estava curtindo meu momento de menina, tomando cuidado para não ser pega, olhando a todo momento pela fresta da janela do quarto. Desfilava pelo quarto, rebolava como mulher, subia e descia, imitava movimentos que via minha mãe fazer com os machos, quando a espiava e olhava pra trás tentando ver meu bumbum com a tanguinha socada nele. Fui tentar achar alguma coisa pra colocar no sutiã e imitar seios e me distraí, quando ouço uma voz e me assustei:

_O que você está fazendo aqui?

Me virei trêmula e vi Marcinha vindo em minha direção, não pude dizer nada:

_Seu viadinho. Tira já meu vestido, bichinha!

Marcinha levanta o vestido e vê a calcinha dela. Em fúria ela começa a me bater:

_Seu viadinho de merda. Toma, pra você aprender a não vestir mais minhas roupas. Bichinha nojenta. Vou contar pra sua mãe e você vai apanhar.

Quando Marcinha vira, dá de cara com tio Carlos, que a segura e tampa sua boca:

_Calma, princesa. Não precisa entregar seu primo, pode ficar tranquila que eu converso com ele.
_Mas tio, olha esse viadinho usando minhas roupas. Não gostei disso.
_Princesa, confia no tio. Deixa eu resolver isso com ele. Depois nos falamos.
_Tá bom tio, mas nunca mais ele usa minhas roupas.

Marcinha abraçou o tio e saiu. Eu estava no canto da cama, chorando baixinho, meu tio sentou-se bem perto e perguntou:

_Fabinho, por que você está vestido assim?
_Me desculpe, tio. – murmurei.
_Não! Perguntei por que está vestido assim? Pode me responder, não vou brigar com você.
_Porque eu gosto.
_Gosta de se vestir de menina? Faz isso sempre?
_Gosto tio. Aqui na casa da tia só de vez em quando, mas em casa uso da minha mãe escondido.
_Olha, entendo que gosta, mas tem que tomar cuidado. Não pode deixar ninguém saber. Vou falar com sua prima e vai ser nosso segredo, tá?
_Tá bom tio.
_Agora fica aqui em pé que vou tirar essa roupa e vamos voltar pra lá.

Fiquei em pé e meu tio tirou o vestido, me deixando de calcinha e sutiã. Senti suas mãos percorrer meu corpo e me arrepiei. Disse pra eu ficar de costas e passou a mão na minha bundinha. Levou suas mãos até o sutiã, como se estivesse acariciando meus seios. Me puxou pro colo dele e continuou acariciando meu corpinho. Fiquei quietinha e sabia muito bem o que ele estava fazendo, só achava estranho por ele ser meu tio. Senti ele me beijar na nuca e me arrepiei. Foi inevitável sentir sua rola dura e ele sussurrou:

_Você está gostosinha. Quero ensinar uma brincadeira, mas hoje não dá.

Ainda me acariciou e esfregou seu pau duro na minha bundinha, deu mais um beijo na minha nuca e disse pra eu me trocar e voltar.

Passou o final de ano, sem mais novidades. Marcinha nem olhava na minha cara.
Depois daquele dia, ficava pensando no que meu tio tinha me dito. Achava estranho, mas gostei do carinho dele.

Ainda nas férias, eu sempre ficava na casa de uma vizinha que cuidava de mim enquanto minha mãe trabalhava. Num final de semana tio Carlos veio nos visitar. Minha mãe disse que a vizinha ia viajar uns dias de férias com a família e não sabia o que fazer comigo. Muito esperto, meu tio se ofereceu pra ficar comigo.

(continua…)

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3 Comentários

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  • Responder carlos dos anjos

    estou aqui acabando de ler a primeira parte e meu pau já duro que nem pedra. vai ser impossível chegar no último sem uma boas gozadas e muita imaginação.
    Minha família é grande e desde os 7 anos de idade aprendi a chupar pica. Tinha uns primos de 13, 14 que me ensinavam jogos onde quem perdesse chupava a rola de todos. Ficava uma roda de 4, 5 primos. todos mais velhos. só eu o viadinho novinho. faziamos isso no fundo do quintal e já me excitava o perigo de alguém descobrir. mami um a um até porque descobri que perder nem sempre é ruim. eu perdia no joguinho sacana e ganhava aquelas rolas na minha boca. quando terminávamos as sessões eu tinha a boca toda melecada de gala. fui crescendo e as brincadeiras pararam. quando eu tinha meus já 12, 13 anos peguei vários deles que já tinham 17 a 20. aí a coisa ficou séria e muito gostosa. fodi com todos eles em particular e até hoje é o nosso segredinho. hoje todos casados com netos inclusive, temos boa relação e ninguém fala disso claro. eu continuei viciado em rola a vida toda e parti pros cinemas pornô pois descobri que adoro ser currado por estranhos e que também sou exibicionista pois me excita muito saber que vários estão me observando.

  • Responder Tiozão

    Delícia vou acompanhar

  • Responder Casadobi

    Q tesao adoro cdzinha