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Papai sabe o que tá fazendo 7

1525 palavras | 12 |4.21
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No aniversário do tio Luciano fomos todos num clube frequentado pela família e amigos. Nesse dia Vandré não pôde ir, mas ainda seria divertido pois meu pai estaria lá.

Tinha uma menina da minha idade lá e o meu pai não se preocupou muito em cuidar de mim, já que muitos adultos estavam nas piscinas e ao redor delas. De vez em quando éramos chamados para comer carne e eu sempre recebia os pedaços dos dedos do meu pai. Sempre fazíamos isso, então nenhuma intenção diferente seria notada. Meu pai sorria de um jeito que só a gente entendia. Ele sabia que eu entendia. Sempre que ele me entregava a carne, eu queria poder lamber um pouquinho a ponta dos dedos dele e depois colocar o dedo inteiro na minha boca, mas sabia que não podia fazer isso na frente de ninguém.

Depois do almoço eu insisti que ele entrasse na água comigo e não é mistério que eu tenha conseguido. De calção mesmo ele entrou na piscina e saiu me carregando pela parte mais funda sabendo que eu continuaria grudado em suas costas enquanto ele só ia nadando de vagar. As vezes o meu pai brincava de mergulhar e eu ia junto por saber mergulhar um pouquinho. Quando cansou ele me segurou de frente e de pernas abertas. De sunga era mais fácil sentir os pelos da barriga do meu pai que eram bem grossos. Ele ficava alisando minha bunda enquanto a gente ia nadando, às vezes ele até forçava minhas coxas em sua barriga e fez o meu pinto ficar duro roçando daquele jeito. Eu ria e ele não tinha medo nenhum de me alisar embaixo da água. Quando ninguém viu ele virou o meu rosto e beijou minha orelha bem de vagar, fez cócegas e eu ri mais. Bem baixinho ele dizia que eu era o filhinho gostoso dele e que seria uma delícia beijar minha boca ali. Dizia também que isso deixaria todos os homens com inveja, porque minha boca sempre foi muito carnudinha e muito gostosa.

Só que nesse dia aconteceu algo que assustou o meu pai. Por insistência da minha mãe, fomos eu e ele até os banheiros. Ela disse que não iríamos embora molhados e sem antes de um banho. Às vezes realmente tomávamos banho antes de sair do clube. Nesse dia ficamos por último, acho que por decisão do meu pai e eu sabia que ele iria querer que eu brincasse com a rola dele ali também. No banheiro ficamos pelados e entramos os dois no chuveiro.

– Vira a bunda pro pai – ele disse já com a mão toda ensaboada.

– Mamãe mandou me lavar bem.

– Se ela mandou, então o pai tem que caprichar.

Ele ficou meio que de joelhos e tocou a minha bunda. Começou suave, mas foi esfregando mais, abrindo bem ela. Uma vez ele deixou o dedo dele bem no meu cu e eu dei uma tremida, o que fez ele rir.

– Gostou, filho? É bom quando o pai faz isso?

– Aham.

– Vou fazer de novo só mais um pouquinho.

– Pode fazer – eu disse.

Ele fez de novo. Ficou passando o dedo no meio da minha bunda e depois empurrou um pouquinho. Não doeu não, mas a unha dele me incomodou e por isso eu me mexi muito. Vendo isso, meu pai chegou bem mais perto e tirou o dedo de lá, mas depois voltou com o dedo mais quente e molhado de um jeito diferente.

– A gente faz isso pra facilitar, sabia?

– Tem que mexer assim? Eu já mexi no banheiro tomando banho sozinho, pai.

– É gostoso, né?

Ele segurou meu ombro e me puxou um pouquinho pra trás fazendo o dedo dele entrar mais um pouquinho. Eu quis reclamar, mas era até bom, eu lembro. Gostei de primeira daquele carinho.

– É gostoso mesmo – eu respondi.

– O pai gosta demais de mexer assim em você – ele falou bem pertinho do meu ouvido. Sua voz era tão boa de ouvir.

– Mexe mais.

– Mais?

Já estava tão fundo o dedo dele. O dedo dele é grande e acho que tinha metido metade dele em mim, porque eu já estava grudado na mão dele. Lembro de dobrar os joelhos e ficar como se estivesse sentado porque meu pai me aguentava fazendo isso. Teve uma hora que ele gemeu no meu ouvido e disse sussurrando que estava gozando. Eu não vi, mas sei que ele gozou muito como das outras vezes, porque depois ele tirou o dedo da minha bunda e ficou todo mole. Eu até ri do jeito dele.

Quando eu ia pegar no pau dele ouvimos um barulho na porta e ele logo se levantou respirando forte, acho que ainda resultado da gozada rápida demais. Ele ficou lá de costas para mim e para a passagem e eu vi um primo dele, o Tadeu, passar por nós. Ele olhou rápido e depois olhou de novo demorando mais.

– Porra, de pau duro na frente do moleque? – O Tadeu segurava um calção que vestiria quando tirasse a sunga e ele não parava de nos olhar. O meu pai teve que virar só um pouquinho pra ele pra não dar muito na cara, mas já era tarde.

– Do nada essa merda. – Meu pai riu pro Tadeu.

– O Eric vai querer pegar achando que é pra brincar, hein.

Os dois riram e eu olhei fixamente o pau do meu pai. Depois olhei o Tadeu e deu tempo de ver a mão dele amassando o saco por cima da sunga. Hoje sei que queria aquela brincadeira e o que o pau dele também deveria estar acordando naquela hora.

– Ele sabe que não pode, né Eric?

Me olhou todo sério, sabendo o que eu responderia.

– Não pode não – eu disse.

Depois que o Tadeu saiu eu ganhei um tapa na bunda do meu pai que já tinha até vestido a roupa seca.

– É esperto demais esse meu filho.

Depois disso só rimos mais e eu ganhei um beijinho antes de sair do banheiro.

Só tempos depois eu fiquei sabendo que o meu pai precisou descer dois socos na cara do Tadeu quando estavam em um encontro entre homens e o primo, para lá de bêbado, comentou que o meu pai gostava de ficar de pau duro enquanto me dava banhos demorados. Essa foi uma brincadeira que deixou todos os outros homens do grupo enraivecidos, mas só eu sei quantos deles me tocaram de forma diferente em vários encontros familiares de forma discreta, escondida, sempre disfarçada no meio de um abraço ou cumprimento simples e longe dos olhares do meu pai.

O próprio Tadeu uma vez me provocou de forma muito sexual.

Foi no sítio dos meus avós. Era bem de tardezinha e todo mundo ou pelo menos a maioria dos adultos já estavam pra lá de alterados. Tadeu era o brincalhão e suas brincadeiras de bêbados são sempre ignoradas porque são sempre sem graça ou sexuais demais. Naquele dia brincamos muito de futebol na chuva. Todos os meninos de sunga e os adultos de calção. Meu pai também brincou com a gente e eu adorava ficar olhando ele correr de um lado pro outro porque a rola dele marcava muito no calção molhado e eu sabia exatamente como ela era. Não só sabia como adorava brincar com o seu formato e o peso dela nos meus dedos miúdos. Num momento que quase todos já tinham cansado ou se retirado das brincadeiras, eu estava em um lado mais distante da casa e o Tadeu chegou apressado perto de mim já metendo a mão no calção anunciando que estava apertado para mijar. Eu não falei nada, só ri e fiquei assistindo ele tirar o pau mole pra fora, expor muito bem a cabeça escura dele e começar a mijar do meu lado. Enquanto mijava segurava o pau de forma que eu continuasse vendo bem ele e até se esticava um pouco exibindo ele pra mim. Eu continuei calado, mas muito atento aos movimentos dele. Quando acabou, deu um balançada forte e riu pra mim perguntando se eu estava olhando porque queria fazer aquilo por ele. Perguntei se ele falava sobre balançar o pau e ele respondeu que sim.
Eu só balancei a cabeça deixando ele entender que balançaria se quisesse e o Tadeu virou a rola pra minha direção. Eu toquei sem pressa nenhuma e dei uma balançadinha que deixou as pontas dos meus dedos molhadas com o resto do mijo na cabeça na pau. Tadeu riu dando uma tremidinha e falou em um tom que só hoje eu sei que é safado:

– Mãozinha ligeira, hein, Eric…

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12 Comentários

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  • Responder Jairo

    Boa, incluía o Tadeu na brincadeira. Grupinho é sempre bom

  • Responder Sour

    Chamem no telegram @milkshakeice

    • Anonimo

      não achei

  • Responder cara perv

    meu usuario @Mtpani

    • Anonimo

      não achei

  • Responder PicaGrande

    Continua !!! Uma das melhores história do site! s2

  • Responder PERV de Sinop

    @LikeEKG me chamem galera de Sinop, Cuiabá e Mato Grosso em geral.

  • Responder Adalberto

    Eita kralho. Posrta mais cara. Tu é o melhor autor daqui. Arruma muitos cacetes diferentes pra o pedrinho, esse deposito de gala gostosinho

    • Eric e o papai

      Caramba, eu comentário delícia. Vou postar mais, sim. Minha história é longa.

  • Responder Agnaldo

    Telegram @gugui15 mandem mensagem lá

  • Responder Vagner

    Que delícia

    • Eric e o papai

      Delícia, né?