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Aventura da minha esposa

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Não gostava muito quando minha esposa relatava coisas sobre seu passado sexual. Ficava com ciúmes. Já não morávamos em nossa cidade natal fazia 10 anos e poucas vezes retornamos lá. Com isso as pessoas que conhecíamos foram ficando mais distantes com exceção de raros colegas.
Certo dia uma amiga de minha esposa e sua filha vieram passar uma semana de férias aqui em casa.
Sua filha era companhia para meu menino, já que ambos tinham dez anos. Passavam a maior parte do tempo jogando no celular e pc.
Ficávamos livres para beber um vinho na varanda e lembrar de coisas antigas, principalmente as besteiras da juventude.
Quando o álcool agiu, já deixando todos menos inibidos o assunto foi pro lado das aventuras sexuais. Eu não falava muito, pois não achava que devia compartilhar certo assuntos com minha mulher. Mas ela dessa vez, encorajada pela amiga se pôs a falar.
— Amiga lembra das safadezas que inventávamos no ônibus, na volta da praia.
— Claro que sim. Vou contar pro seu maridinho uma dessas aventuras.
Nós duas morávamos bem perto de uma praia, mas não era muito bem frequentada. Por isso, íamos para uma praia distante uma hora de nossa casa. Era uma praia menos urbana, frequentada em sua maioria por jovens e surfistas. Nesse dia fez muito calor e apesar de ser dia de semana a praia encheu. Na hora da volta já era certo: ônibus cheio.
Já tinha um lugar que a gente sempre ficava sentada. Era um degrau atrás do banco alto. Não era confortável, mas era melhor que em pé. Sentamos , mas o ônibus ficou bem cheio e somos espremidas ali no cantinho. Como só descíamos no fim, era só aguardar a viagem.
Nisso três garotos pararam de pé, próximos a nós. Como estávamos sentadas num degrau, suas bundas ficavam na altura de nossos rostos. Até que um dos meninos, para ficar com o rosto na janela, se vira de frente pra gente, e acaba ficando com seu membro bem pertinho.
Sua esposinha começa a rir para mim, e fingia que ia segurar o cacete. Fingia que dava lambidas. E agente ria. Numa dessas percebemos que o pau foi crescendo. O cara tava sem cueca e com essas bermudas de praia, o que o deixava bem marcado. Nossa brincadeira continuou. E ele percebeu. Quando ela foi fingir mais uma vez, ele deu uma chegada pra frente e fez com que ela apalpasse a rola. A gente ria alto. Ele entrou na brincadeira e começou a nos espremer no cantinho, tocando seu cacete em nossa cara, coberto apenas com aquele tecido fino.
Umas cinco estocadas e o pau já estava mega duro. Era um cara sarado, uns cinco anos mais velho que a gente. E que não estava para brincadeira. Já devia achar que a gente éramos duas putinhas. O que era uma brincadeira entre as amigas se tornou sério no momento que ele colocou a jeba pra fora. Que pauzão. Não sabíamos o que fazer. E ele continuou a forçar em nossa direção. O pau esbarava em nosso rosto. Se embolava nos cabelos, e a gente sem acreditar.
Até que sua santinha resolveu encostar os dedos na cabecinha. O cara ficou doido e deu uma punhetada na rola bem ali na nossa cara. Não resistimos e enfiamos o caralho na boca. Enquanto ela mamava e chupava as bolas e depois revesávamos. Mamamos gostoso uns dez minutos, até que ele anuncia seu gozo. Sem saber o que fazer meti o pau dele na boca da sua mulherzinha, que tomou umas três golfadas de leite na garganta e depois tirou pra fora. O leite ainda jorrava forte e acertou uma na cara, vindo depois em minha direção, onde coloquei na boca e terminei de ordenhar aquela delícia. Ele guardou o pau, acabei por beijar minha amiga e trocamos porra.
Agora o safado dá o lugar a um de seus amigos, que de costas pra gente acabava fazendo uma barreira, não permitindo que os demais passageiros vissem nosso boquete.
Esse segundo garoto, já veio orientado pelo primeiro, e logo que virou já deixou o pau de fora. Era enorme. Um cabeção lisinho e melado. Já partimos pro ataque. O tesão já nos dominava. Sua esposa já tocava a buceta pela lateral do short, enquanto se esforçava para tentar abocanhar a vara. Mais dez minutos revezando boquete, punheta e chupas no saco e a porra é liberada. Muito menos porra que seu amigo. Mas uma porra grossa, que ao entrar em contato com a saliva mal dava pra ser deglutida. Mais uma vez compartilhamos do leite. Sua esposa colocou os dedos melados de sua pepeka na nossa boca. rimos muito e lambemos aquele melzinho com a porra do gostoso.
Sai o segundo e pra finalizar vem o terceiro carinha. Pau na média, mas bem gostoso. Esse já chegou socando na garganta. Fazia de puta mesmo. Agarrava pelos cabelos. Três ou quatro minutos e anunciou o gozo. Não encheu a boquinha como os outros. Quis judiar. O que seu pau era menor sua porra era mais volumosa. Muita porra mesmo. Cara, cabelo, nos olhos, na boca, pescoço. Tinha pras duas.
E pra ficarmos mal, ele gozou e os três saíram na sequencia. Não deu pra gente se limpar. Então nos atracamos como num beijo de namorados para esconder o leite que escorria pela face.Mesmo engolindo tanta porra, não era possível limpar tudo. E assim fomos pra casa com pelo menos o cabelo grudado de leite de macho. E aquele cheiro de gala e piroca na cara. KKKKKKKK.
Eu só ouvia, quieto na minha. Um pouco enciumado, mas não deixei de ficar de pau duro, que foi percebido pelas duas, que ainda tiraram sarro. Antes de dormir, não pude deixar de dar uma leitada na boca da minha esposa. Coisa que só havia feito duas vezes nesses dez anos, em sinal de respeito.

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