Catálogo de roupas íntimas infantis II

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Minha mãe e eu chegamos no studio improvisado. Era um galpão muito grande. Ainda sim, estava lotado. Havia cartazes indicando onde cada idade iria realizar o teste. Localizamos o setor de 10 a 12 anos. Havia uma fila enorme, mas estava tão empolgada que nem me importei.
O rapaz com o microfone se identificou como Ricardo. “Bom dia meninos e meninas, pais e mães! Obrigado por participarem da nossa seleção! Está muito cheio aqui, mas infelizmente apenas alguns ficarão após os testes. Também temos umas cotas pra atingir, então serão selecionados um grupo determinado de meninos, meninas, brancos, negros, magros e uns mais fotinhos. Cada criança irá participar de três sessões de fotos, a primeira de roupas íntimas, a segunda de roupas de banho e a terceira de pijamas. Forneceremos as roupas de banho e pijamas, mas primeira sessão será com as roupas íntimas de vocês mesmo. Então para agilizar, gostaria que vocês permanecessem nas filas, mas já de roupas íntimas. Então por gentileza, tirem as roupas e deem para seus pais segurarem.
Neste momento ouviu um grande barulho de conversa, parecia que todos falavam ao mesmo tempo. Todas as crianças demonstraram constrangimento, mas todas começaram a se despirem. Tirei o meu vestido e entreguei à minha mãe. Pelo menos havia vestido uma calcinha e um top bonitos. Eram brancos, e a calcinha tinha um lacinho rosa no elástico. Estava com vergonha, principalmente porque havia meninos na fila e muitos pais. Porém como os meninos estavam de cueca, acabou diminuindo meu constrangimento. Comecei a reparar as pessoas na fila e encontrei alguns colegas de escola e vizinhos. Fiquei impressionada como muitos meninos ainda usavam cuecas de criança com estampas infantis, mesmo tendo 12 anos. Uns usavam cuecas box sem estampa nenhuma, mas a maioria era aquelas pequenas, com super heróis, carrinhos, até do Mickey, eu vi! Tinha meninas com calcinhas bem infantis também, aquelas de algodão bem larguinhas e com estampas, mas eram as mais novas, de 10 anos. As de 11 e 12 usavam calcinhas mais cavadinhas e lisa. Mas o que me impressionou era que muitas meninas de 10 e 11 anos foram sem sutiã, e muitas delas já começaram a brotar peitinhos. Das que estavam só de calcinha, a maioria não tinha nada ou apenas os mamilos mais inchadinhos, como uma azeitona. Mas havia algumas que já tinham um voluminho maior! Eu jamais teria coragem de ficar assim. Alguns meninos riam e apontavam. Alguns pareciam estar até com os pintinhos durinhos.
Por fim, a sessão começou. Esperei uns 40 minutos até chegar minha vez. Havia um pano branco grande, que ia do teto até uma parte do chão. O Ricardo mandou eu ficar em pé nesse pano, com as mãos na cintura. Ele tirou a primeira foto. Depois mandou eu sentar com perna de índio. Depois pediu pra eu apoiar os braços pra trás e abrir as pernas. E por fim, pediu pra eu ficar de pé e virar de costas. Bateu a foto e pediu pra eu permanecer nessa posição mas empinando mais o bumbum. Fiquei com vergonha, mas fiz. Depois o acompanhei pra um ambiente ao lado. Ele me deu um maiô e pediu pra que eu vestisse. Perguntei se era pra me trocar ali mesmo, e ele disse que sim. Meu coração até disparou de vergonha. Minha mãe pegou uma toalha e fez uma cabaninha pra mim. Tirei a calcinha, vesti a o maiô até a cintura, tirei o top e terminei de vestir o maiô. O Ricardo disse que as próximas trocas deveria ser mais rápidas. Fiz as mesmas posições da sessão anterior. Durante essas fotos, chegou um menino, com seus pais, que estava atrás de mim na fila. Ele acabou as fotos da sessão anterior, agora ficou esperando eu terminar pra ele fazer as dele com a roupa de banho. Parecia ter uns 12 anos, apesar da cuequinha do homem aranha. O Ricardo trouxe um biquíni agora, pediu pra eu tirar o maiô e vestir a peça que ele trocou. Minha mãe veio com a toalha, mas o Ricardo pediu pra ela aguardar fora do lado de fora do pano branco, pra não atrasar. Estava morrendo de vergonha de me despir na frente do menino e do pai dele. Pelo menos o homem estava onde os pais ficam, um pouco mais afastado. Mas o menino e o Ricardo estavam praticamente do meu lado. Virei-me de costa, tirei o maiô. O Ricardo me passou a calcinha do biquíni, vesti. Estiquei a mão pra ele me passar a parte de cima, mas ele pediu pra virar pra ele. Sem saber o que fazer, cobri meus pequenos peitos com as mãos e me virei. Então o Ricardo disse: me dá licença, vou verificar o tamanho. Se inclinou em frente a calcinha e passou os dedos no elástico da cintura, puxando para frente e para os lados. Quando puxava pra frente, minha perereca ficava exposta pra ele. Eu estava toda corada de vergonha. Ele disse que o caimento não ficou legal. E puxou a calcinha até o chão, pedindo pra eu levantar os pés pra ele guardar a calcinha. Fiquei sem reação, não esperava por aquilo. Agora estava pelada na frente dele. O Ricardo estava ajoelhado na minha frente, procurando outro modelo no saco. Cobri meus peitos com uma mão e a outra desci pra cobrir a perereca. Sempre tive muita vergonha de nudez. E no final do ano passado, começou a nascer meus primeiros pelinhos, aí minha vergonha aumentou. Não deixava nem meu pai me ver. O Ricardo achou outro modelo, esticou os braços e me ajudou a vestir. Passei uma perna pelo buraco da calcinha, depois o outro. Ele foi subindo, e quando passou dos joelhos, retirei a mão, até que ele chegou a cintura. Puxou o elástico ajustando a calcinha no meu corpo. Agora ele havia aprovado. Estava tampando os peitos, mas ele disse: agora abaixe os braços. Com vergonha, eu baixei. Agora meus peitos estavam a mostra. Eram peitinhos, na verdade, do tamanho de limões, mas apenas minha mãe que via. Agora o Ricardo, o menino e o pai dele assistam de camarote. Para piorar meu constrangimento, o Ricardo disse: huum, seus peitinhos já começaram a desenvolver, então esse modelo aqui ficará melhor em você. Pegou o sutiã de um biquíni e me ajudou a vestir. Nesse momento, chegou mais uma menina para a segunda sessão de fotos. Mas ela veio acompanhada pelo pai, mais um homem! Que azar! Terminei as fotos do biquíni, ele me ajudou a tirar as duas partes,fiquei nua novamente. Perguntei se poderia vestir minha calcinha. Ele disse que não, que agora era os pijamas. E que gostava de fotografar os pijamas sem calcinha pra marquinha da calcinha não aparecer, já que os tecidos eram bem finos. Enquanto o Ricardo procurava um modelo pra mim na sacola dos pijamas, olhei ao meu redor se as pessoas olhavam pra mim. Todos olhavam. O menino que me aguardava pro teste, estava cobrindo discretamente o pênis, sua cuequinha estava meio esticada, acho estava com ereção. O Ricardo me deu uma camisola e me ajudou a vestir. Tirou umas fotos. Depois pediu pra eu aguardar, que seu assistente iria trazer outro pijama. Pelo menos pude esperar usando a camisola.
Então o Ricardo chamou o menino. Ele veio cobrindo o pinto. O Ricardo mandou ele ficar com os braços de lado. Realmente estava de pintinho duro. Apontava pra cima, quase furando a cueca. O Ricardo pegou uma sunga, se abaixou na frente da criança e retirou sua cueca. O menino ficou com o rosto vermelho! Talvez se tivesse com o pinto normal, não teria chamado tanta atenção. Mas estava pra cima, não era grande, devia ter uns 9cm, mas de tão duro, a cabecinha saia um pouco da pelinha que a cobria. Apesar de parecer ser um ano mais velho do que eu, ainda não tinha pelo, era um pintinho todo infantil. O Ricardo vestiu uma sunga nele, e começou a fotografar. Ao longo das fotos, deu pra perceber o volume reduzindo de tamanho. Parece que voltou ao normal. Em seguida, o Ricardo tirou sua sunga e procurou o pijama pro garoto. De fato, seu pintinho agora estava mole, agora parecia bem menor, uns 5, 6cm. O Ricardo achou um pijaminha e vestiu nele, sem cueca também. Nesse momento o assistente do Ricardo trouxe um pijama pra mim. O Ricardo tirou minha camisola, deixando me nua na frente do garoto. Seu pintinho ficou duro de novo, o pijama dele até levantou com o volume. Ele assustou e tampou com as mãos. Eu também estava com vergonha, mas estava sentindo uma coisa tão gostosa de ficar peladinha na frente do menino e daqueles homens, que eu nem me cobria mais. O Ricardo vestiu o pijama em mim e tirou as últimas fotos.
Duas semanas depois, chegou o resultado. Infelizmente não fui selecionada, e meu sonho de ser modelo terminou ali.
Mas essa experiência foi tudo gostosa e excitante, que até hoje, às vezes me masturbo pensando no Ricardo esticando e baixando minha calcinha e vendo meus primeiros pelinhos. Falando que meu peitinho já estava desenvolvendo. E aqueles pais me olhando. E aquele menino com o pintinho duro por minha causa. Valeu muito a pena.

Fim

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