Lua, cenário de amor e sexo

09-05-18 Por 0 ★ 5.00

Nossos encontros e saídas eram sempre muito bons. Última sexta feira, foi mágico, estávamos a mercê de uma lua lindíssima. Passei na casa dela depois das 21 horas. Um abraço apertado um beijo e estava ela mais uma vez, muito bonita. Então, embarcados em meu carro fomos sair, sem ela saber qual o destino. Fomos caminhando pelo bairro dela, rumei por uma estradinha vicinal de terra e deserta, cenário bucólico para um casal. Andei alguns bons quilômetros, até mais a frente numa clareira, fazer a meia volta com o carro, estaciona-lo e apenas com o som ligado, pus a observar a lua. Ela veio para junto de mim e pela minha janela, pôs se também a observa-la. Há quanto tempo busco um momento único como esse. Colei minha boca a dela, como quem cala uma pessoa, nossos sabores tatuaram o destino com muita volúpia. Insano deseja me consumia por dentro e ávido a experimentar coisas novas, desci do carro trazendo-a pela outra porta, seu corpo febril para abraça-la, esfregando se em mim ensandecida de desejo, tatuou seus lábios aos meus. Rápida, desfivelou-me o cinto e segurando meu pau já duro, agachou quase que instantaneamente e pôs a chupá-lo com tamanha sofreguidão que pude uivar como um lobo. Eu batia com o cacete duro em seu rosto, enfiava até as bolas, algo que estava perita em fazer. Engasgava, mas não se arrependia da felação, digna de um troféu de chupeteira. As copas das árvores balançam como que acompanhando o movimento gracioso de seus cabelos cacheados, ela própria segurava os longos cabelos para sorver a cabeça reluzente do caralho, as bolas que tanto adorava chupar e não rara as vezes que vinha dos bares quando saíamos até sua casa ou motel, chupando e algumas vezes, engolindo minha farta porra que invadia sua boca em golfadas. Após alguns minutos, veio até minha boca e me beijava com vontade, derradeira vontade de entregar sem medo. Devaneios ladeavam nossos corpos em transe. Suas hábeis mãos, livraram seus seios da blusa, do soutian e sua calça desceu sem cerimônia até o tornozelo. Desci sua diminuta lingerie, foi o que me restava, para dedilhar sua intumescida buceta, arrancado gemidos. Foi a minha vez de descer a boca e sorver o mais gostoso dos néctares, mordendo seus lábios e simulando uma penetração com os dedos, levando lhe ao delírio total. Num outro rápido movimento, cravei seu pau em sua buceta, sem esperar o momento dela para a metida. Foram vigorosos vai e vem, puxando seus cabelos, estapeando seu bumbum, beijando sua nuca, mordendo o pescoço, tal como um garanhão cobre sua égua. Sua calça arriada, nem se importava em ser o tapete para nossos pés e arrastava no chão de terra batida. Fomos andando assim engatados até o capo do carro, para novamente açoitar suas entranhas com vigorosas arremetidas. Falando obscenidades em seu ouvido, podia ouvir de sua boca indecorosos palavrões. Obedecia cada ordem dela, para fode-la com vontade, meter sem parar, parando momentaneamente para começar uma investida eu sua linda bundinha.
Ela mesma abria as bandas para facilitar a penetração. E dizendo que iria comer a força, estourar suas raras preguinhas, mete a seco seu filho da puta, fode sem dó. Ouviu-se um berro ecoando na imensidão, calando o silêncio, acordando a coruja. Enfiava até as bolas, tirando e arremessando meu corpo contra o teu, sendo amparada pelo capô do carro. Foram bons minutos que seu cuzinho mastigava meu pau e ela pedia, vai amor, mete sem parar, da leite para meu rabo, me entope de porra seu devasso. Foi assim até gozar e somente parei de fustigar seu corpo, porque ao longe ouvia-se um som de uma moto. Entramos no carro e fomos terminar a noite em um motel.
Foram mais sessões de muito gozo, muitos gemidos e tesão a flor da pele. El goza muito gostosamente, goza de jorrar e foram muitas vezes. Sempre me acompanhava algum objeto que ela mesma introduzia em sua gulosa buceta. Dessa vez, levei uma abobrinha com uma grande cabeça numa extremidade com seu corpo longo e curvo. Assim ela fez, introduzindo, ajundando com os dedos, abrindo os lábios vermelhos de sua xoxota em brasa. Levantou se e me brindou com uma chuva de prata. Delícia sentir seu abundante gozo. Transamos por muito tempo em diversas posições. Para última cena dessa noite inesquecível, tirei uma meia e vesti como fosse uma camisinha e enfiei gostoso. Em pouco tempo, a meia estava ensopada, tamanha a lubrificação íntima e seu gozo abundante.
Meu último gozo foi após come-la e meter bastante, numa alucinante punheta até lavar seu rosto, aliás cara de puta safada, e cabelos enluarados de porra. Selamos nosso embate com um beijo apaixonado e num banho com sabonete Dove, devolveu-nos a razão, para ficar abraçadinhos e curtindo cada momento num beijo de amor, esperando o interfone, anunciar que nossa diária findou-se. Fim, até breve.

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