Pureza Conservada: ela deu o cuzinho para se manter virgem

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Micaela estava prestes a sair do quarto do namorado muito ruborizada, mas ele a agarrou com muitos beijos molhados que invadiam a sua boca que sedia ao ato carnal, a moça quase se entregava, mas quando o rapaz enfiou a sua mão por baixo do vestido e pegou a sua bunda de mocinha indefesa, ela não pensou duas vezes em gritar desesperada e se desvencilhar daquele garanhão com uma piroca duríssima por dentro da bermuda, um membro que muito a amedrontava, um membro que queria entrar dentro dela.

– Eu só quero o seu cuzinho, meu amor!

Carlinhos estava com a cara de cachorro abandonado e com o olhar triste de homem apaixonado enquanto pegava o cacete por cima da bermuda como se fosse um ultimato, um pedido de socorro. Como ele poderia estar excitado se já tinha acabado de receber um boquete e gozado em abundância na garganta da pobrezinha? Os hormônios da juventude! O rapaz queria muito foder, queria sentir a piroca abrindo um túnel, mas a mocinha queria se manter virgem por que o pai dela era pastor e enfiou na cabeça dela que iria para o inferno se cedesse o cabacinho para um homem. Portanto, ele queria apenas o cuzinho, assim, o paizinho da namorada não tinha o que reclamar!

Pobre daquela mocinha apaixonada que passou semanas sentindo a pica dura do namorado a prensando entre os muitos beijos escondidos do pai, até que o rapaz deu o ultimato: Ou chupa a piroca ou o namoro está terminado! Que horror! Micaela, desesperada, com medo de perder o seu amor, aceitou fazer o sexo oral e sentir o esperma descendo pela sua garganta, mas o pior era a brutalidade de Carlinhos que metia o pau em sua boquinha em muitas gargantas profundas… Mesmo se sentindo impura, a jovenzinha ficou feliz em ver o homem que amava aliviado e satisfeito, se sentiu orgulhosa, porém nunca aceitaria fazer sexo anal, não, era sujo, era coisa de mulher vagabunda!

– Você não me ama!

Micaela o acusou chorando com medo do olhar de luxúria do namorado que com toda a certeza queria devorá-la como se fosse um alimento e o fato dele pegar o cacete por cima da bermuda apenas reafirmava isso, porém ela não era um alimento, um objeto, um animal, não, ela era uma princesa, a filhinha do pastor, um dos homens mais importantes daquela pequena cidade, ou seja, merecia ser respeitada por Carlinhos, um rapaz cheio de fogo no pau!

– Você só quer me usar!

Carlinhos se mostrou muito decepcionado com essas duras palavras, aliás, tirou a mão do cacete para imediatamente colocar uma camisa e tampar sua nudez parcial, não, a mocinha tinha sido muito cruel e os olhos do rapaz que antes tinham luxúria, naquele momento tinham a tristeza de perceber que a jovenzinha estava com medo e raiva dele que tanto a amava. Como Micaela poderia dizer que ele não a amava? Como poderia dizer que ele só queria usá-la? Realmente, o relacionamento dos dois não tinha como ter futuro.

– Você não quer me provar o seu amor, Micaela, não quer provar que realmente é capaz de fazer um mísero sacrifício ao contrário de várias menininhas dessa cidade que se rastejam por mim e que seriam capazes de me darem a própria vida, porém eu não quero outra garota, eu te amo, é você que eu quero, mas como namorar alguém que não quer tranzar? Esse é o seu dogma, não o meu… Está acabado! É melhor acabar antes que a gente se magoe mais, antes que não reste nem a amizade.

O coração de Micaela se apertou de forma tão brutal que ela se debulhou em lágrimas por perceber que o seu amor estava desapontado, ora, ela o amava e queria vê-lo feliz, mas realmente Carlinhos pedia algo que ela não poderia dar, não, mesmo mantendo a virgindade, só de imaginar o ânus sendo dilacerado, a pobrezinha tremia dos pés as cabeça em medo, não, jamais profanaria o corpo dessa forma, nunca! Portanto, sem ter o que fazer, a jovenzinha saiu do quarto em silêncio para voltar para casa enquanto o pranto a consumia em perceber que o namoro tinha chegado ao fim, que horror, estava tudo acabado.

Trancada no quarto, a jovenzinha se recordava das juras de amor, dos beijos apaixonados, de como ele conseguia levá-la ao prazer com suas carícias, aliás, num dos muitos encontros, o namorado havia a agarrado de forma tão avassaladora que a mocinha começou a gemer de prazer sentindo a calcinha ficando encharcada, assim, depois dessa sessão, uma cachoeira começou a descer por suas pernas sempre que ele a beijava, agarrava os seus seios, pegava na sua bunda, oh, como ele queria dar prazer a ela que fugia sem dó nem piedade deixando um homem para se aliviar sozinho… Micaela chorava no travesseiro se considerando a mulher mais má do universo por não querer aliviar um homem que tanto a amava, realmente, era o homem da sua vida!

Micaela sabia que ele era o homem da sua vida, mas ele pedia muito e não entendia como era importante para ela manter a virgindade, ora, ele não entendia o sacrifício que ela fazia para colocar aquela piroca na boca em meio ao nojo por saber que daquela serpente latejante saia urina, mas ela lutava contra a repulsa e salivava chupando como um pirulito, até que ele pegava os seus cabelos e metia até o talo para que o seu narizinho se alojasse nos pelos pubianos, oh, como a jovenzinha se dedicava para ver o namorado feliz, aliás, por ver o seu amor satisfeito é que ela aceitava lamber o seu saco escrotal cheio de pelos, que dava mordidinhas no pau, que contornava a linguinha na glande e que aceitava as gargantas profundas que a sufocavam… O amor dela era muito grande, mais ele pedia mais, ela abria mão de sua pureza, mas ele pedia mais, ela tinha medo do que o pai iria pensar dela chupando uma pica, mas ele pedia mais, ele pedia mais, ele sempre pedia mais…

Micaela o amava muito, mas amava muito mais a sua crença! Portanto, tentou curar a sua tristeza na igreja enquanto o pai pregava que a virgindade era o único meio de se chegar aos céus e que a mulher que cede as investidas de um homem com toda a certeza iria para o inferno mais terrível impossível.

Os dias se passaram e a mocinha via o namorado na escola sempre cercado de várias putas que eram loucas por ele, oh, como chorava no banheiro escondida só em imaginar que ele fodia elas e finalmente aliviava a tensão que o consumia, porém estava decidida a manter a sua pureza, se manter virgem, até que ela viu o rapaz beijando uma vagabunda no pátio do colégio, na frente de todo o mundo, não, foi cruel de mais e a pobrezinha entrou em profunda tristeza que a obrigou a voltar para casa e se trancar no quarto, assim, quem sabe não morreria de amor? O que Micaela tinha de diferente da vagabunda da escola? Simples, ela era uma puritana que não tinha provado o seu amor, mas a outra sim era dedicada, se doava, aceitava fazer o que um homem precisa para ser feliz… Ora, num impulso abominável a jovenzinha tomou uma decisão, assim sendo, enviou uma mensagem ao ex-namorado que imediatamente respondeu marcando um encontro na cada dele, pois os pais jantariam fora. O que ela pretendia fazer? Tudo! Queria o namorado de volta e para isso faria um sacrifício que toda a mulher deve fazer, mesmo que lhe custasse muito…

Carlinhos era o homem mais realizado do mundo ao ver aquela mocinha entrando no quarto cheio de pôster de mulher pelada, o ninho de amor, estava tão contente que tirou o pau para fora da bermuda e pediu para ela chupar. Como ele fazia isso? Não percebia que a pobrezinha tinha medo? Não, ele já estava completamente pelado e guiava os ombros da moça para que ficasse com a cara no cacete para que ela enfiasse a boquinha, o que foi feito com muito carinho, pois ela queria vê-lo feliz e ficava contente em ouvir os seus gemidos de prazer, em sentir a mão dele em seus cabelos e de perceber que ele havia colocado a perna esquerda no braço da poltrona, pois assim ela conseguiria lamber os seus testículos com mais precisão.

– Porra! Caralho! Sua boquinha é profissional… Isso, agora chupa, saliva no cabestro, lambe a cabecinha, isso, arranha, ah, gostosa…

Carlinhos sentia a chupada da namorada com muita satisfação, pois se sentia o macho alfa que havia dado uma ordem obedecida por sua fêmea submissa, uma fêmea que era instruída para um bom boquete, que lambia a glande, até que ele tirou a piroca da sua boquinha para que muito delicadamente a levantasse da poltrona, assim, o rapaz começou a desabotoar o seu vestido, porém ela se esquivou ruborizada fechando novamente o decote.

– Não quero ficar nua!

– Como?

– Sinto muita vergonha, por favor, não quero ficar nua.

– Mas como é que eu vou te foderr?

O medo tomava conta do corpo da mocinha que tinha lágrimas nos olhos e toda se tremia, mas se encheu de coragem para suspender a barra dos vestido e tirar a sua calcinha de forma que não ficasse exposta, oh, os olhos do rapaz faiscaram e sua piroca ficou tão dura que Micaela realmente sofreu pelo seu corpinho que seria agredido por aquela barra de ferro, mas o que tinha a fazer? O seu namorado queria uma prova de amor e ela tinha fazer o que ele queria para manter o seu namoro, pois muito o amava.

– Você vai se casar comigo?

Micaela perguntou com uma voz chorosa de mocinha sofrida e o rapaz respondeu com olhar de homem apaixonado:

– Sim, vou me casar com você, Micaela, você é a mãe dos meus filhos, a mulher da minha vida, eu te amo, eu te amo, eu te amo…

Com essa promessa a coragem tomou conta do coração da jovenzinha que se dirigiu a cama do rapaz como se estivesse indo para a forca, mas apenas se deitou de bruços e levantou o vestido para que a bundinha ficasse exposta. Que cena linda! O caralho chegou a babar, mais duro que o diamante, mais grosso que um cacetete, era um pênis bastão! Carlinhos subiu em cima dela abrindo bem aquele cuzinho para contemplar como se fosse uma obra de arte.

Era minúsculo!

Uma caverna fechada, intocada, que deveria ser arrombada!

Inteligentemente, o rapaz pegou óleo de bebê e despejou na bunda daquela que constrangida tampava o rosto com os cabelos, ora, era um devassidão sentir as mãos daquele monstro deslizando pelas suas nádegas e entrando pelas abas para chegar ao seu ânus, mas ele deslizada o tempo inteiro os seus dedos jogando mais óleo.

– Gostosa, você é gostosa, gostosa pra caralho, ah, tô quase gozando só de ver seu cuzinho…

Todavia, não iria desperdiçar leite assim, não, o óleo de bebê já estava longe, as pernas da pobrezinha bem fechadas e o caralho apontado num ânus que se contraía, o pau já encostava na passagem, a diferença de tamanho entre a piroca e o cuzinho era enorme, mas era o ciclo natural da vida, o cuzinho tinha que ser estraçalhado…

– Vou meter só a cabecinha, tudo bem?

O que Micaela poderia responder? Já estava entregue e subjugada, apenas bastava esconder o rosto no travesseiro e esperar o momento que seria empalada, assim, em meio ao óleo abundante, a glande deslizou pelo ânus rasgando uma passagem que fizeram os olhos da pobrezinha lacrimejar, que horror, a cabeça do pau já estava dentro e ela, arrependida, mordia o travesseiro para evitar gritar… Carlinhos, o garanhão, prometeu enfiar só a cabecinha, mas ela já estava dentro, o que deveria fazer agora? A piroca deslizou para dentro até o talo, num só golpe que arrancou um gemido choroso daquela que padecia, não, o pênis era muito grande para suportar.

Carlinhos suava em cima dela, ora, ele estava ofegante, com os olhos em brasa, com a piroca espremida dentro de um canal minúsculo, assim, deitou o corpo em cima da namorada, ficando bem próximo de seu ouvido para pegar o seu cabelo e sussurrar com muita paixão:

– A primeira vez dói mesmo, gostosa, mas já já passa, é só relaxar o cuzinho…

Um rosnado de raiva foi emitido por Micaela que no travesseiro lacrimejava o empalamento, mas isso não intimidou o Carlinhos que movimentou os quadris, tirou um pouquinho do pau e depois meteu até o talo, agressivamente, para depois dar outra metida, depois outra metida, depois outra, outra, outra… O rapaz metia na pobrezinha puxando os seus cabelos como um alucinado, pois era muito praserozo sentir aquele cuzinho apertado que queria expulsá-lo… Cada metida era uma dificuldade para o garanhão, mas ele arrombarava enquanto gritava, urrava, gemia…

– Isso, gostosa, isso, toma caralho, toma caralho, porra, você é muito gostosa, toma, toma, toma…

Uma cama rangia enquanto o macho fodia a sua fêmea como se fosse a última foda de sua vida e quem padecia era Micaela que mordia o travesseiro, desesperadamente, para não gritar e alertar os vizinhos o que estava acontecendo, pois Carlinhos metia, metia, metia, metia enquanto se deliciava com isso. De vez em quando, ele parava de meter e sussurrava no seu ouvido como se fosse um alucinado.

– Tô muito apaixonado, gostosa, pois seu cuzinho é minúsculo, mas eu tô abrindo a passagem, não é? Está gostando? Está que eu sei, então, toma, toma, toma…

Micaela percebeu que ele estava adiando o gozo, maldito, ele estava prolongando a foda enquanto a pobrezinha padecia por aguentar um caralhão no ânus… O sexo durou muito, até que ele deu um urro de prazer:

– Estou gozando, ah, caralho, estou gozando no seu reto, ah, tô gozando…

Depois de ejacular abundantemente, o macho virou para o lado com um sorriso de satisfação por ter profanado a pobrezinha, mas dizendo que a amava muito, que a idolatrava, que ela havia provado o seu amor, que o havia aliviado muito, ora, colocou Micaela no alto de um altar em que ela era rainha, porém, ela havia percebido que tinha caído numa cilada, pois ele não a tratava com respeito.

– Eu me enganei…

Sussurrou a moça que finalmente tinha percebido que não queria se casar com ele. Por quê? Era um brutamonte, machista, possessivo, agressivo… Por que quis tanto se casar com ele? Por que deu o cuzinho para ele? O que importava? Micaela se vestiu, deu adeus a Carlinhos e foi embora sabendo que tinha condenado a alma por um homem que não a merecia…

O que Carlinho fez? Cocou o saco, pois ele sabia que a fêmea voltaria para aliviar o macho que ele era…

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