Identidade Sexual Não Impede Expêriencias!

Autor

Sinope:
""" Ronaldy 76 anos agricultor, descendência chinês ou nissei, Jamilly 75, anos, descendência Árabe, administradora de empresas e veterinária, educadíssimos e objetivos:
– Quero ver você transar com minha mulher e, depois quero que você seja o meu homem; quero ser passivo para você – disse ele.
E ela completou: – Eu abro o cu dele, coloco vaselina e o restante é com você e seus brinquedinhos """.

É tudo uma questão de identidade sexual e comportamento erótico.
Casada há 39 anos, nunca traí meu marido.
Só transo com ele.
E com todas as mulheres que eu conseguir.
E já foram muitas na minha vida.
Meu marido sabe que de madrugada eu estou de volta para fazer sexo com ele.
A gente Se dá super bem.
Oral vaginal e anal.
Para ele, sou mulher.
Para as mulheres, sou macho.
Com elas faço tudo e mais um pouco.
Esta clara definição determina meu comportamento. Não impede, entretanto, que eu aprecie novas experiências.
Como a que é vivi com um casal que respondeu à um anúncio meu, em que pedia só mulheres.
Estava disposta a não responder à carta, bastante explícita, com fone para contato.
Mas, depois de ler e reler várias vezes, telefonei.
Marcamos um encontro em local público.
Com 60 anos de casados, (casaram com 16 anos, no Líbano) sem filhos, estabilizados, queriam um pouco mais de prazer em suas vidas.
Ronaldy 76 anos agricultor, descendência chinês ou nissei, Jamilly 75, anos, descendência Árabe, administradora de empresas e veterinária, educadíssimos e objetivos:
– Quero ver você transar com minha mulher e, depois quero que você seja o meu homem; quero ser passivo para você – disse ele.
E ela completou: – Eu abro o cu dele, coloco vaselina e o restante é com você e seus brinquedinhos.
Eu fiquei passada ao ouvir. Mas o tesão dominou e se impôs:
– Aceito. Na semana que vem a gente se encontra. Despedimo-nos. Fui para casa e, depois da super transa com meu marido, fiquei pensando: será que conseguiria fazer com o chinês ou nissei, tudo que faço com mulheres?
O encontro foi no apartamento do casal.
Depois de uns coquetéis caprichados, embalados por música suave, eu e a Jamilly fomos para um banho de espuma maravilhoso. Seu corpo bem torneado, coberto por uma perfeita pele, pura seda escura, era de dar inveja em muita jovem.
Na cama, fiquei encantada. Jamilly correspondeu completamente o que eu imaginava. Cada chupão no grelo, cada estocada de dedo no cu era um gemido de fera no cio. Derepente, encontrei seu ponto G. Ela se contorcia, implorando:
– Não pára, não pára! fica aí, chupa aí, chupa forte, enterra a língua! – e me acariciava o cabelo delicadamente, em contraste com o fogo de seu gozo. Num instante ela retomou fôlego suficiente para pedir:
– Agora quero os brinquedinhos.
Primeiro no cu! Já transei com muita mulher, mas Jamilly me surpreendeu. Rebolada alucinada em cima do meu caralho de silicone. Cavalgava nele de costas para mim, expondo o belo cu. A rola entrava, saía e ela uivava. A foda estava tão louca que esqueci de Ronaldy.
Tomei um susto ao vê-lo num cantinho, pau na mão, os dedos melados de porra. Finalmente, a Jamilly desentalou do caralho e fomos para sala, descansar um pouco, depois do banho.
Descanso rapidíssimo:
– Agora,Gracielle, quero ver desabrochar a rosa do meu marido!
Já comeu pau afivelado na cintura, fui para cima.
Ele, tímido, tentava pegar.
Dei umas caralhadas na cara dele e disse, dengosa:
– Agora vou foder você gostoso, quer?
Ele disse que sim e, com ajuda de Jamilly que lubrificou a entradinha, num instante ele rebolava entusiasmado na minha rola.
Excitada, ela pediu, antes de entrar por baixo dele para abocanhar a manguara:
– Come ele todinho, Gracielle, come, mesmo!
O resultado é que eu fiquei maravilhada quando Ronaldy encheu a boca de Jamilly de porra quente.
Saí com novas idéias, disposta não abrir mão nem da minha identidade sexual nem de novas experiências. Até hoje saio frequentemente com Ronaldy e Jamilly. Sou o homem deles. Mas estou à procura de casais só passivos para mim, além de mulheres e homens sós. Só para sexo, pois como já disse sou casada. Tenho 57 anos 60 kg 1,60m e possuo acessórios variados. Sou muito feminina, mas com instinto masculino.

Gracielle

Escrito por: Sueli Santos
Escritora – Independente – Voluntária
suelyysuelisantos@gmail.com