Tana- a garotinha andarilha

Olá pessoal, meu nome é Brenda (tana) e hoje vim aqui contar p vocês um pouco da minha história. Sei que aqui existem vários contos fictícios mas a minha história é verdadeira. Porém prefiro contar minha história como uma terceira pessoa, assim mostro meu ponto de vista de menina e o meu ponto de vista adulta, além de que, dá um ar mais excitante quando eu conto como se fosse uma terceira pessoa.
Tana era uma menina criada pela avó Ieda, andarilhas viviam em situações críticas como dormir em passeios… pedir esmolas…

Sua avó era uma senhora muito velha, era uma senhora meio perturbada difícil de falar o que ela tinha, ao mesmo tempo que parecia ser uma pessoa normal também mostrava uma lado problemático, não se sabe se era velhice ou realmente ela sempre foi assim.
Com 6 anos tana estava com a avó pedindo esmola em uma praça, quando sua avó pediu esmola para um casal… um casal que iria mudar para sempre a vida de tana. Não se sabe ao certo o que comoveu aquele casal, mas eles ofereceram uma moradia para a dona Ieda.

Tana não entendia nada, aquela não foi uma esmola comum. Depois de muito tempo de conversa entre o casal e sua avó, eles às levaram p um carro, o casal na frente e tana e a avó na parte de trás. Tana muito abobada viajava com a paisagem do lado de fora do carro, nunca havia andado de carro na vida. Depois de um tempo chegaram em uma rua sem saída com algumas árvores que tinha em frente as casas. O casal conduziu às duas p um lote onde havia um barracão bem pequeno ao lado de uma casa que estava sendo construída. Entraram no barracão e mostraram o lugar, o lugar que seria o novo lar de tana. Tana era muito nova p saber realmente o que estava acontecendo, só mais tarde que soube, que a esposa que se chamava marli era espírita e era uma mulher que fazia muitas caridades, por serem um casal que tinham muito dinheiro (eles eram donos daquele lote, além de morar ali em frente), marli se achou na obrigação de deixar as duas morarem ali por um tempo, já que tinham “casa sobrando”. O barracão já estava mobiliado e para tana era como se ela estivesse em um sonho, poder dormir em uma cama…. Tomar um banho quentinho… assistir televisão…

Já tinha casa, já tinha móveis, agora faltava um meio de sustentar a casa, foi aí que a marli conseguiu colocar a dona ieda p trabalhar como faxineira p uma amiga dela.
Tana só conhecia a marli e o afonso, só mais tarde conheceria mais alguns de seus vizinhos como: a família da marli ( que ela já conhecia), era a marli uma mulher uns quarenta e poucos anos, seu marido afonso que parecia ser mais novo do que ela, um filho de 12 anos o lucas e uma filha de 5 anos a amanda, um ano mais nova do que tana naquele tempo; a família do geraldo: um professor recém casado com a aline; e tinha também a família do paulo: um homem divorciado, que morava com um filho de 5 anos o arthur e uma filha de 13 a carol.

Por eles morarem em uma rua sem saída que não tinha perigo de carro, os meninos, mesmos os mais novos podiam brincar na rua, eram cerca de 10 meninos brincando na rua incluindo os que citei, a maioria tinha a idade ente 5 e 7 anos, os mais velhos eram a carol que tinha mais corpo e o lucas que apesar da idade parecia ter uns 9 anos.
De início foi difícil enturmar com a turminha que não queriam brincar com a tana, porém o lucas muito amigável brigou muito com os meninos p poderem deixar a tana brincar, e após um tempo ela estava brincando com todos como se fossem amigos à anos. À princípio, tana se sentiu mais próxima da amanda e do lucas que eram irmãos, amanda se tornou sua melhor amiguinha e o lucas se comportava como se fosse seu irmão mais velho também, sempre a protegendo e a ajudando.

O tempo foi passando e após um anos tana conseguiu mais uma conquista. O Geraldo, seu vizinho quando ficou sabendo que tana não estava matriculada na escola, foi ate a porta da casa da dona ieda e a chamou, dona ieda atendeu a porta com a tana ao lado.

Geraldo- … então, ela vai fazer sete anos e está na hora de começar a estudar, se a senhora quiser eu sou professor e posso conseguir uma vaga p ela…
Ieda- o meu fi, Jesus te abençoe, eu não entendo nada desses troços, mas pode colocar ela p estudar né, se tornar alguém na vida…
Geraldo- tudo bem, ai você me dá os documentos dela
Ieda- mas eu não tenho nada dessa menina
Gerlaldo- então vai ter que correr atrás, mas me passa o nome dela completo p eu segurar a vaga p ela.
Ieda- brenda ****
Geraldo- uai, mas o que tem haver brenda com tana, por que esse apelido?
Ieda- é tana de tanajura kkkkk- e caiu na gargalhada- desde que ela era pequititinha, ela já tinha esse bumbum grande- e rindo deu um tapa na bunda da menina.

Geraldo não deu muita ideia, anotou o nome da garota e saiu.
As férias estavam acabando, e os meninos p aproveitar brincavam até tarde da noite. A casa que estava sendo construída (embora as obras tinham parado) ao lado do barracão que morava a tana, era conhecida pelos garotos como a “casa mal assombrada”, pelo seu aspecto velho, escuro, aquele matagal na frente… mas era um ótimo esconderijo para o esconde-esconde. Com o passar do tempo tana já estava estudando, as brincadeiras dos meninos começaram a mudar…verdade ou consequências….
Tana mesmo novinha era uma menina muito safada, sempre escolhia consequência, mesmo sabendo que seria um beijo nos meninos. Mas ela se destacou entre as outras meninas, pois, “ela deixava tudo”. As outras meninas quando iam beijar era selinho, coisa rápida. Já a tana não, ela beijava de língua (embora não soubesse), deixava os meninos passar a mão na sua bunda, no seu peito.

Na hora do esconde-esconde o lucas teve a ideia do “chupar pinto”, e depois dessa ideia os meninos até brigavam p esconder com a tana. Mas não era nada demais, coisa boba de menino, era tudo pintinho fininho e pequeno, além disso a tana chupava em tempo, tipo chupava durante 5 segundos um menino e pronto.
Foi um tempo bom toda essa aventura, mas o tempo foi passando, alguns meninos mudaram dali, outros afastaram, o lucas e a carol pararam de brincar na rua, continuando apenas uma turminha. Tana estava com 9 anos, era de noite e ela estava na casa mal assombrada deixando um menino relar o pintinho na pererequinha dela, quando saíram da casa o lucas estava entrando p casa dele, porem ao ver os meninos caçoou:

Lucas: vocês ainda tão nessa? … o menino que estava com a tana tentou zoar ele também
Lucas: o meu negócio agora é pegar mulher de verdade, num é ficar nessas brincadeiras de criança não
Menino: mas os meninos lá da peladinha falou que você não pega ninguém. Seu bunda mole
Quando ele falou isso o lucas irritou e deu um cocão nele, o menino começou a chorar e o lucas entrou p casa rapidinho.

Os anos foi passando e tana foi mudando. Quando fez 12 anos, tana estava muito mudada: seus cabelos ondulados quase na cintura, sua cor era parda, sua bunda que motivou seu apelido cresceu e ficou bem mais avantajada (muito mesmo p uma menina de 12 anos), em contra partida não desenvolveu muito seios, eram come se fosse dois limões. Por seu desenvolvimento rápido suas roupas acabaram ficando curtas e apertadas… os homes já não à olhavam como antes….
Mas não era só ela que havia mudado, carol com seus 19 anos já parecia uma mulher, tanto no corpo como no jeito, mas em pouco tempo foi morar com a mãe p poder estudar. O lucas que estava com 18 anos, antes era um menino bem franguinho, cresceu tudo que tinha que crescer de uma vez só, estava maior que o pai, com pêlos no rosto e a voz grossa igual trovão.

Ali na rua também tinha um barzinho, e a tana e os amiguinhos sempre ficavam ali com os pais de alguns dos amigos, eles adoravam ficar brincando na sinuca quando não tinham ninguém, brincavam com a bola branca. Tana porém preferia brincar na rua, na verdade preferia brincar de esconde-esconde na casa mal assombrada.
Certo dia, eles estavam no barzinho, então tana chamou os menino p brincar, alguns foram e o resto disse que iria depois. Eles desceram a rua e passaram pelo lucas que estava acompanhado de dois rapazes, um de boné quase tapando os olhos e o outro com umas correntes cor de ouro, todos três sentados na porta da casa do lucas tomando cerveja.

Então começaram a brincar, uma hora tana contava, outra escondia e fazia uma sacanagem com um dos meninos, e contava de novo….
O léo, um dos meninos estava contando, tana correu p casa mal assombrada, naquela escuridão só com uma pouca iluminação da lua que entrava pela janela…
Tana- ahhh- soltou um grito quando viu três vultos se aproximando dela.
Lucas-calma tana sou eu- disse ele sussurrando
Tana- você me assustou.
Lucas- é que eu lembrei de quando a gente era mais novos, e brincava…é…de você me chupar, você lembra?
Tana- aham
Lucas- então, você topa fazer essa brincadeira de novo?
Essa brincadeira já era comum p tana, quando ela ia ali com os meninos nem falava nada, pois já sabia o que tinha de fazer. Então respondeu sem pensar, automaticamente
Tana- uai se você quiser…
Lucas- então vem cá

Ele a puxou pelo ombro, forçando-a a ajoelhar.
Fez um barulho de zíper abrindo, lucas segurou a cabeça de tana. Ela fez o formato de boca que sempre fazia quando ia chupar os meninos (um biquinho com um buraco do tamanho de um dedo), mas não foi suficiente, quando a ponta da cabeça do pau do lucas encostou nos labios dela, ele começou a empurrar p dentro, e ela foi abrindo a boca. Ela estava impressionada, sempre colocou na boca um pau fininho, agora tinha que arreganhar a boca p chupar. Enquanto ela ia chupando o lucas, ouviu mas dois zíper se abrindo
“Chupa o meu agora” – e outra mão pegou a sua cabeça, e outra rola entrou na sua boca… mamou mais um pouquinho e foi para o terceiro.
Chupava…. chupava…. enquanto chupava um os outros ficavam passando a cabeça do pau na sua cara… no seu ouvido… começaram a meter de com força na boquinha dela
“calma aí zé, agora sou eu” e puxava com violência pelo cabelo
Só se ouvia o barulho
“glog…glog…glog…”- que era da rola entrando na boca dela. E também dos gemidos dos garotos que murmuravam…
“ahh que boquinha quentinha…. Essa putinha chupa gostoso”
“ ahhh eu vooou gozarrrr”- falou um dos garotos tirando o pau da boca dela e batendo punheta.
Tana sentiu uma coisa quente espirrar no céu da sua boca… depois outro espirro no seu lábio…e p todo lado
Lucas –“ ahhh eu também vou, eu também..” ele nem terminou de falar e jatos de porra saiu do seu pau, foi no cabelo dela, na testa, nos olhos…
O Lucas saiu e veio o último que pegou ela pelo cabelo com a mão esquerda e ficou batendo punheta com a outra.
Tana já estava desesperada, não sabia o que estava acontecendo, nunca os meninos tinha soltado alguma coisa pelo pinto.
E ali estava ela, ciente que viria mais coisa na cara…. mais porra
“ anda logo zé”
“calma aí… to quase”
Ele continuou na punheta.
E sem aviso tana sentiu mais jatos de porra voar na sua cara.
O último rapaz fechou o zíper.
“ vão bora…” e saíram.

Tana se levantou, seu rosto estava pingando porra, ela limpou apenas os olhos com os dedos e abriu os olhos bem pouquinho, o suficiente para enxergar, abriu os braços e fez uma posição como se fosse corcunda para que a porra não continuasse pingando em sua roupa, então saiu da casa em direção a sua casa com o rosto ainda coberto de porra.
“que isso no seu rosto?” ouviu um menino perguntar, mas não respondeu, entrou p sua casa e lavou o rosto no tanque, após enxugar o rosto vocês podem pensar que ela ficou chocada, amedrontada ou com vergonha, mas não, tana não foi criada pelos pais, não teve educação sexual de ninguém. Não teve uma mãe p falar que ela já estava virando mocinha, que tinha que usar sutiã, que suas roupas estavam muito curtas… Não teve um pai p falar como eram os homens, o que eles queriam e como ela deveria reagir…. Não sabia nada sobre sexo, o que sabia era apenas das coisas bobas de criança que seus amigos falavam, na rua e na escola. Sendo assim tana cresceu tendo ela mesmo que se educar sexualmente, decidindo o que podia ou não fazer. E como sexo é muito bom, da p imaginar como ela recebeu isso.

Tana estava excitada, empolgada, se sentindo superior aos demais amigos. Embora estivesse escuro e ela não tivesse visto+ com clareza o pau dos rapazes, sentiu, pegou e chupou… sabia que era maior, que era um pau completamente diferente dos seus amiguinhos, sua vontade agora era de poder ver como era o pau de um adulto, ver nítido, na claridade… outra coisa que a deixava curiosa era o que tinha saído do pau dos rapazes, o que era aquilo?

Voltou para a rua, lucas e seus amigos estavam no portão ainda bebendo, os três ficaram olhando para ela quase com um sorriso no rosto, com uma expressão que misturava satisfação, desdém, deboche e ao mesmo tempo agradecimento.
“tana, o que aconteceu?”
E ela se juntou aos amigos
“o que era aquilo no seu rosto? … eu foi entrar na casa mas tinha uma tábua bloqueando…. por que você demorou?…” e encheram ela de perguntas
Tana- “ eu cai perto de uma poça, não sei o que tinha lá só me sujou e eu…” e contou um lero para os meninos. E após isso voltaram a brincar. Não demorou e lucas se despediu de seus amigos e cada um foi embora.

Tana estava novamente na casa mal assombrada, de joelhos pronta p chupar um amiguinho. Quando ela pegou no pintinho dele com os dedos, foi aí que ela percebeu:… que aquilo agora perdeu a graça p ela, pegar naquele pintinho não tinha a mesma adrenalina de pegar no de um adulto…. a graça acabou, mas mesmo assim ainda brincava, mais para não perder a amizade dos meninos, mas por parte dela não tinha graça. Não via a hora do lucas voltar lá na casa…

Os dias se passaram, tana percebeu que sua melhor amiga amanda se afastou dela, ainda brincavam mas percebeu que amanda a evitava.
Já era de noite, tana estava jantando quando bateram na porta. Sua avó foi atender e voltou com marli e afonso entrando na cozinha…
Ieda- “… Não reparem a bagunça…”
Marli-“ de jeito nenhum…” e sentaram na mesa.

O casal cumprimentou tana com um sorriso e aceitaram o café que dona ieda serviu.
Marli- “ a gente veio aqui conversar com a senhora, mas tana, tem como você dar licença meu anjo?”
Tana- “ta bom”- respondeu a menina sentindo uma dor na barriga com medo do que viria. Levantou e foi p quarto. Nem precisava fazer esforço para ouvir, pois o barraco era muito pequeno, mas ficou na gretinha da porta para ver o que iriam falar.
Marli- “ …então dona ieda. Chegou ao meu saber que a tana esta com brincadeiras indecentes com os coleguinhas dela, e recentemente ela fez esse tipo de brincadeira três rapazes sendo que um deles é meu filho…” – ela fez uma pausa como se esperasse uma reação de dona ieda, porém ela continuou com a mesma expressão.
Ieda- “… ham? E ai?

Afonso um homem moreno nem gordo e nem magro, estava sentado com as pernas cruzadas e o braço também, se apressou a falar
Afonso- “… mas não preocupa, eu já dei uns cascudos naquele rapaz e dei um castigo p ele…”
Marli- “ mas do mesmo jeito a gente veio te pedir desculpas e também te alertar desses tipos de brincadeira da tana, porque ai a senhora conversa com ela”
Dona ieda agora agitada, colocando mais café pra o casal, falou com um sorriso no rosto tentando ser agradável:
Ieda- “ o minha filha, num precisa pedir desculpas por isso não, isso é brincadeira de criança”
A marli se levantou irada
Marli- “ é brincadeira de criança? Você ouviu que ela fez essas BRINCADEIRAS com três RAPAZES?”
A marli foi ficando vermelha, o afonso levantou tentando acalmar a esposa.
Ieda-“ mas quem nunca brinc..?”
Marli- “ ahh eu não vou ficar perdendo tempo não”- e saiu irritada

Ieda- “ afonso, eu não tô entendendo. Gente do céu toda criança tem essa fase… é coisa boba, coisa de menino”
Afonso-“ ah dona ieda, a marli é muito boba com essas coisas. Eu também acho que num tem nada haver, é coisa de criança. Mas quando ela falar alguma coisa deixa, finge que concorda. Eu vou lá “acalmar a fera”, desculpa qualquer coisa. Se despediu e foi embora.

Tana se sentiu aliviada, sua avó não ligou, agora sabia que não estava fazendo nada de errado…. Era só coisa de criança.
Continua…

Avalie esse conto:
PéssimoRuimMédioBomExcelente
(Média: 5,00 de 1 votos)
Loading...