Garotinha da praça part3

Olá leitores desculpem a demora estou de volta para continuar o relato do que aconteceu comigo para quem não leu recomendo que leem garotinha da praça parte1 e garotinha da praça part 2 https://contoseroticoscnn.com/2016/07/garotinha-da-praca-part2.html
Estava dirigindo indo ao encontro do meu amigo André e não parava de olhar Camila. Aquela delicinha do meu lado, coxas pequenas, pele lisinha e perfeita digna de uma garotinha no auge dos seus 11 aninhos. Meu coração estava saindo pela boca para quebrar o silencio eu disse – você é muito linda. Ela deu um sorriso, parecia que ela nunca tinha andado de carro, ficava olhando pela janela com um jeitinho curioso … foi aí que perguntei – você já andou de carro? Ela disse – Não só de ônibus. Agente anda e desce pela porta da frente. Eu não parava de olhar aquela sainha jeans e aquela blusinha rosa, aqueles carocinhos de peitos bem pequenos um tesão.
Nisso chegamos até onde estava o meu amigo. Ele estava sentado ne um desses canteiros mais altinho e quando nos viu foi em direção ao carro, entrou na porta de trás e disse oi. Nesse momento senti que ela ficou mais tímida mas respondeu baixinho oi. Foi quando disse pra ela. – Esse é o meu amigo que eu te falei, ele é gente boa vai com a gente até a entrada. Ela sorriu e balançou a cabeça positivamente. Dirigi mais um pouco, estava indo em direção a um bom motel que fica em uma avenida movimentada de bh próximo ao anel rodoviário. Já tinha olhado em relação ao perdia, um período de tempo durante o dia. Já tinha pesquisado no site e sabia qual suíte iria pedir. Suíte luxo hidro size, que segundo especificações do site tinha uma hidro grande ar condicionado cama queem size ducha dupla. Por R$185,00 de seg a sext de 07:00 as 17:00 isso mesmo para vocês verem a veracidade do conto.
No caminho alguns quarteirões antes de chegar, meu amigo estava com os fones ouvindo música. Sai da avenida e entrei em uma rua mais tranquila onde parei o carro. Eram dois muros grandes parecendo de empresa olhei pra ela e disse – Nós estamos chegando agora ninguém pode te ver, você vai ter que ir no porta malas. Ela olhou com uma carinha que não gostou muito, aí eu disse. – Vai valer a pena, é rapidinho está perto e depois quando a gente tiver aproveitando lá ele é que vai ficar no porta malas. Apontando para o meu amigo. Ela sorriu e disse ta bom. Abri o porta malas sai do carro junto com ela e fui ajudar ela entra. Já tinha deixado um cobertor desse mais grosso forrando o porta-malas do carro do André e uma almofadinha para ela colocar a cabeça. Ajudando ela a entrar deixei o André olhando se não tinha ninguém olhando e coloquei ela lá dentro. Nesse momento em um dos movimentos na entrada ela abriu a perninha deixando aparecer a calcinha de algodão um pouco enroladinha na parte de baixo bem no meio das pernas, a visão era linda que já deixou meu pau acordado eu estava louco só de imaginar que em alguns minutos aquela delicia seria toda minha, estaria ao meu dispor. Eu estava imaginando como seria aquela bucetinha e tudo o que eu iria fazer com ela.
Terminei de coloca-la voltei para o carro junto com André. Ele por distração já estava entrando no banco de trás quando eu disse. – Ouu aee aqui ne uber não vei, você tem que vir aqui na frente. Ele foi e sentou na frente rindo ai eu disse zuando – agora nós somos um casal. Ele olhou pra mim e falou – sai fora zezao, e coloca mais umas duas breja (cervejas) aí na minha conta é o mínimo. Nos dois rimos e liguei o carro em direção ao motel.
Chegando la entramos abaixei o vidro do carro a atendente me desejou um bom dia e me perguntou qual suite eu iria querer. Disse que queria a suíte luxo hidro size ela me entregou a chave e me orientou o caminho.
Ao chegar a porta da garagem estava aberta entrei com o carro e rapidamente fechei a porta.
O André olhou para mim e disse – ae mano vai lá eu fico aqui de boa qualquer coisa tamo aí.
toquei na mão dele e disse. – falo parceiro.
Sai do carro abri o porta malas e disse a Camila. – Chegamos. Ela com o olhar assim de quem não estava entendendo disse – é aqui? Eu disse – mais ou menos. Ajudei ela a sair do porta-malas e fomos em direção ao quarto. Quando entramos os olhinhos dela brilhavam, estava deslumbrada. Olhou tudo e falou. – Nossa aqui é muito lindo. Eu disse – não te falei que você ia gostar? – Eu amei. – Pode ficar à vontade linda. Ela não sabia o que fazer, foi até a mesa pegou um chocolate abriu e começou a comer. Quando ela estava comendo eu cheguei por trás peguei ela no colo levei pra cama e disse eu quero você só pra mim. Ela deu um sorriso e me deixou surpreso ao dizer. – Eu sou sua já. Nisso eu cheguei perto da boca dela e comecei a beijar-la, que delicia aquela boquinha infantil. Ela beijava de olho aberto até o momento que eu coloquei a minha mão por baixo da sua saia e segurei na sua bundinha gostosa ela fecho os olhos. Como eu imaginava a bundinha daquela criança cabia na palma da minha mão. Foi um beijo demorado e minha mão passeava naquele corpo, minha mão na bunda dela e meu dedo já chegando no reguinho da sua bunda.

Parei de beija-la e disse – quero te ver sem nada. Ela balançou a cabeça e eu levantei aquele corpinho e fui tirando a camisetinha rosa que maravilha ver aqueles peitinho lindos, pequenos parecia brotar daquele corpinho, um carocinho. Ali a pele dela era mais clara pela falta de sol e os biquinhos escurecidos, não posso chamar de biquinho, afinal era um montinho a coisa mais linda que já vi na vida. Não resisti e fui com minha boca direto neles, lambendo chupando sugando cada um. Senti que ela estava gostando pois ela passava a mão e enfiava os dedos nos meus cabelos. Eu queria sentir cada pedacinho daquele momento, fiquei assim até o momento em que parei e comecei a tirar a saia dela bem devagar, revelando aquela calcinha que eu tinha visto quando a colocava no porta-malas, agora podia contemplar de uma forma mais ampla uma calcinha branca, um branco um pouco encardido não suja mas apenas escurecido pelo uso, com alguns moranguinhos vermelhos desbotados uma coisa muito linda foi quando eu fui tirando ela lentamente e assim foi se revelando aquilo que eu tanto sonhava , a pele daquela região era diferente era mais macia era mais lisinha de repente surgia aquela fendinha no meio das pernas infantis de Camila aquela bucetinha linda, perfeita, bem fechadinha mas com um grelinho arrebitadinho lindo. Uma maravilha não resisti o tesão e fui abrindo aquela bucetinha com o meus dedos indicador e polegar meu pau estava a ponto de bala, e me deparo com aquela maravilha, aquela bucetinha por dentro rosada, avermelhada, rubra. (imaginem leitores aquele chocolate com recheio de morango aquele contraste do negro e do rosa) era isso uma pele moreninha e o interior de uma bucetinha rosada, que pasmem acredito que com o beijo e chupada que dei em seus peitinhos micro ela se excitou.
Quando abri aquela maravilha ali estava uma gosminha transparente, um fiozinho de uma babinha unia os dois lados daquela bucetinha. Naquele momento eu olhei para ela e vi… 1 Seu corpinho todo nu, 2 meus dedos entre sua bucetinha, 3 os seus olhinhos fechados. Foi quando cai na realidade, eu tinha uma criança todinha pra eu penetrar, uma menininha virgem que iria ser descabaçada e alargada pelo meu pau. Meu pau que também iria ser esfolado por aquela bucetinha tão apertada. Bucetinha que depois desse dia não seria mais a mesma, não resisti nesse momento o que eu mais queria era sentir o gosto daquela garotinha o sabor daquela xotinha. Aproximei a minha boca daquela pequena buceta e a lambi trazendo aquela babinha na minha língua e engolindo, a sensação, o gosto não poderia ser melhor. Tudo isso com uma pequena tremida de pernas e um agarrar de lençol que ela deu ao sentir a minha língua percorrendo a sua bucetinha.
Aquela babinha da sua buceta em minha boca e descendo na minha garganta era mil vezes melhor do que eu podia imaginar nas minhas melhore fantasias com uma garotinha, viver a fantasia é algo indescritível.
Abaixei novamente minha cabeça e dessa vez lambi chupei suguei aquela xotinha. Endureci minha língua e socava naquela bucetinha ne um gesto de fode-la com minha língua. Ela estava alucinada não parava de mexer as pernas e gemia baixinho, uns grunhidos, um gemidinho de gatinha no cio. Foi quando eu parei olhei pra ela e disse – ta gostando? Ela não me disse sim nem não apena disse – não para continua. Foi melhor que qualquer resposta que eu pudesse querer.