#Gay

Afeminado que adorava ser ativo

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Ramon

ROBSON: afeminado, cheios de trejeitos, roupas andróginas de preferência e ninguém diria que era adorava comer "cu de macho", como dizia

Conheci ROBSON em uma festa de casamento de uma amiga em comum, ficamos na mesma mesa (aquelas grandes de casa de recepção) e trocamos contatos porque ele trabalhava numa loja de moveis planejados e eu estava querendo fazer uma cotação. Na outra semana, passei por lá e, encerrada a questão profissional, nossa conversa se estendeu para falar do casamento, como a gente conheceu a noiva e por aí vai. Notei que ROBSON – ROB ou ROBINHO, como era também chamado – estava dando mole e eu, que nessa época eu estava numa seca incrível, já tinha gostado do jeito mocinha dele e visto que a bunda dele deveria ser apetitosa, entrei no clima.

Resultado: marquei para conhecer o apartamento de ROBSON no outro dia, à noite, para jantar e eu também veria a cozinha do apartamento dele, uma desculpa que nós dois aceitamos. Cheguei na hora certa e ele estava com uma bermuda de algodão que destacava a bunda. ROBSON é moreno claro, corpo normal para cheinho sem barriga e tinha usado maquiagem no rosto.

Falamos um pouco sobre os moveis da cozinha e já incluímos uma conversa mais safada, não demorou muito para ele me beijar e tudo começar. Ali mesmo na cozinha já foi um pega-pega e fomos para a cama onde já deitamos nus. O pau dele era médio, bom tamanho, ele todo depilado, a bunda era linda mesmo e fomos para o 69, a gente de lado. Eu enfiava a língua no cu dele, ROBSON gemia e devolvia com uma linguada ainda mais intensa.

- Vamos fazer, meu lindo?, ele me perguntou
- Claro que sim
- Você curte o tudo?
- Pode ser, mas depende
- Eu a-d-o-r-o um cuzinho de macho, disse ele rindo e insinuando que queria começar como ativo
- Taradinho safado, mas eu tenho de comer essa bundinha deliciosa, passei o tempo todo pensando nela

ROBSON concordou, pegou o gel e ficou de frango assado. Puxei-o para a beira da cama e fui metendo naquele cu lindo e quentinho. “Me chama de putinha, eu adoro”, falava ROBSON enquanto se masturbava. Quando anunciei o gozo ele aumentou a velocidade e gozou pouco depois de eu meter porra no rabo dele. ROBSON pediu para que eu não tirasse o pau de dentro e a cena era eu em pé, segurando as pernas dele, a barriga dele toda melada do próprio gozo e ele me elogiando enquanto dava uns apertos na minha rola com o cu.

- Tô com vergonha de pedir uma coisa, disse ROBSON
- Que foi, minha putinha?, perguntei sem me mover e mantendo meu pau no cu dele
- Lambe um pouquinho da minha porra e me dá um beijo, aí você vem já se esfregando e fica aquela meladeira... ah ah ah

Eu nem quis pensar, meti a língua na barriga dele, captei uma boa quantidade de porra e fui beijá-lo enquanto me deitei em cima. ROBSON bebeu a própria porra numa sede incrível, o beijo estava forte e ficamos assim por alguns minutos.

Levantamos, nos organizamos e jantamos conversando sobre sexo. ROBSON já foi ficando de pau duro. Fomos para o segundo round, eu sendo obviamente passivo e ROBSON soube fazer o negócio. 69 e ele me deixa de bruços e parte para chupar muito e muito bem o meu cu e meu rabo, ele dizendo que ia me fazer de mulherzinha, que macho na cama dele tinha de ser mulherzinha, que eu ia me viciar e coisas do gênero. Pegou o gel e senti o dedo dele me untar por dentro; olhei para trás e ele pediu para eu abrir a bunda e dar uma “empinadinha” no rabo. Fiz isso e senti aquele cacete me penetrando, eu estava com tanto tesão que meu cu engoliu aquele caralho sem maiores dificuldades. ROBSON se deitou sobre mim, botou os braços por debaixo dos meus sovacos e se apoiou para começar a arrombar meu cu. Metia com força e velocidade, me dava beijos e lambidas e se eu reclamasse ele dizia “veio pedir pica, não reclama da pica, calado”. Ele gozou e ficou me cobrindo de beijos e elogios.

Pediu para eu dormir lá só que eu não podia, porém eu tinha chegado cedo e ainda deu tempo para mais uma trepada, com ele me comendo de novo, com a mesma intensidade, a diferença era a quantidade de porra que obviamente diminuiu. Era realmente tarado em cu de macho (não curto yags, nem trans, dizia ele).

Ficamos mantendo um relacionamento sexual. Ele, todo mocinha, às vezes dava uma de cdzinha e me recebia de enfermeira, bruxinha, etc. Não era sempre, o costume era ele me receber sempre de calcinha e ROBSON tinha uma coleção que eu aumentei dando algumas outras para ele. Maquiagem? Sempre. Uma putinha que fazia tudo para seu macho. Na hora do sexo, entretanto, ele só queria me comer, dava a bunda sem problema, mas ser ativo comigo era sua tara, muitas vezes ele me ligava “suplicando” para que eu desse uma passada na casa dele, “rapidinho”, porque ele estava “daquele jeito” e eu ia, sabendo que era só para dar a bunda a ele e ROBSON me comia às vezes na sala, eu em pé com a calça abaixada, levada a rolada, a gozada, ia no banheiro fazer o “asseio” e ia embora para algum compromisso que tivesse. Também curtia muito golden shower, tanto fazer quanto levar.

Quando eu podia, dormia por lá e aí era quando meu rabo voltava esfolado, porque ROBSON ficava insaciável. Repito: saía da cama, ele assumia o papel da submissa a ponto de ir buscar água para mim na geladeira. ROBSON fazia pequenos consertos de minhas roupas, mesmo quando eu comprava os ingredientes era ele quem cozinhava (e sabia muito), fazia questão de lavar os pratos, enfim, minha mulher.

A exigência dele era comer muito mais meu rabo do que eu o dele, motivo por que ele me pediu e eu deixei ele me depilar... foi o tempo em que eu andava lisinho no ventre e na bunda ah ah ah. Sempre mantive os pentelhos baixos e no rego tenho poucos pelos, ROBSON curtia tudo zerado e fiz isso por ele.

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Ramon #Gay

Comentários (1)

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  • Velhomarobo: Até dá inveja

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