Casada e mãe, porém continuo traindo
Meu Deus pq continuo traindo meu marido mesmo tentado ser fiel.
Eu acabei me separando do meu marido, e casando com o pai do meu filho o que começou com uma traição acabou em um grande amor, meu ex ficou em São Paulo e eu vim embora para um cidade no interior do Rio de Janeiro, estou muito feliz e realizada esses meses foram incríveis, porém algo veio destruir minha felicidade, será que eu sou a culpada? estava sozinha em casa quando ouvi a campainha tocar. Meu marido saiu para resolver os documentos e o bebê dormiu tranquilamente no quarto. Eu abri a porta e encontrei o vizinho do lado, um homem negro de 47 anos, corpo definido por anos de academia, pele escura brilhando levemente sob o sol da tarde. Ele segurava uma caixa grande com as duas mãos.
— Chegou uma encomenda para você — ele disse, voz grave e calma. — O entregador deixou comigo porque não tinha ninguém em casa.
Eu então sorri educadamente e estendi as mãos para pegar a caixa. Quando ele entregou, os dedos dele roçaram nos meus por mais tempo que o necessário. Eu já senti algo diferente no ar, um peso, uma tensão. Tentei fechar a porta, mas ele colocou o pé no batente.
— Posso entrar em um minuto? Quero te mostrar como montar essa coisa. É mais complicado do que parece.
Eu hesitei, mas acabei concordando não sabia mesmo montar. Deixei entrar e fechei a porta atrás dele. Fomos até a sala. Ele colocou a caixa em cima da mesa e começou a abrir, falando sobre os parafusos e as peças. Eu observava, mas não conseguia parar de olhar para os braços dele, os músculos saltando sob a camiseta justa.
De repente ele parou de falar. Olhou para mim de um jeito diferente. Deu um passo à frente. Eu recuei, encostando nas costas do sofá.
— O que você está fazendo? — perguntei, voz já tremendo.
Ele não respondeu. Agarrou meu pulso com uma mão só e a empurrou contra o sofá. Eu ainda tentei me soltar, empurrei o peito dele com a mão livre, mas era como empurrar uma parede. Ele era muito mais forte.
— Para... meu marido vai voltar — falei rápido, tentando manter a voz firme.
Ele segurou os dois pulsos agora, segurando-os acima da cabeça.. Com a outra mão, puxou minha blusa para cima, expondo meus seios. Eu me debati , chutei, mas ele segurou firme. Baixou a cabeça e chupou meus mamilos com força, mordendo de leve. Eu acabei soltando um gemido involuntário, misturado com raiva e surpresa.
Ele soltou os meus pulsos só para virar o corpo de frente para o sofá. Puxou a minha saia para cima, rasgou a calcinha com um puxão seco. Eu tentei me virar de novo, mas ele pressionou o corpo inteiro contra o meu. Ouvi o som do zíper dele descendo. Sentiu o pau grande e quente encostando na entrada da buceta era um pau grosso Enorme.
— Não, por favor... — implorei, voz abafada contra o tecido do sofá.
Ele empurrou. Entrou de uma vez, grande demais, abrindo sem piedade. Eu ainda gritei, dor e choque misturados. Ele não parou. Começou meter forte, segurando os meus quadris com as duas mãos, estocando fundo a cada vez. O som molhado do pau dele entrando e saindo ecoava pela sala silenciosa.
Eu apertei os olhos, lágrimas correndo. Tento empurrar o sofá com as mãos, mas ele era pesado demais. O vizinho metia sem parar, cada estocada mais profunda que a anterior. Eu senti o pau dele batendo no fundo, machucando e preenchendo no mesmo ritmo.
Ele segurou o meu cabelo com uma mão, puxando a cabeça para trás enquanto metia. Com a outra mão, brincava com um seio, beliscando o mamilo. Eu gemei agora, gemidos que saíam contra a vontade. O corpo começou a reagir, a bucetinha ficando mais molhada, aceitando o pau dele apesar da mente gritar para parar.
. Enterrou o pau até o fundo e jorrou quente dentro, enchendo sua buceta com porra grossa. Eu senti o líquido escorrendo pelas coxas enquanto ele ainda estava dentro. Ele saiu devagar, deixando o sêmen escorrer.
Eu fiquei ali, encostada no sofá, pernas trêmulas, respiração pesada. Ele arrumou o calça, pegou a caixa que nem tinha aberto de verdade e caminhou até a porta.
— Amanhã eu volto — ele disse, sem emoção. — E você vai deixar eu entrar de novo.
A porta fechou. Eu fiquei parada, uma buceta vermelha, o sémen dele correndo pela perna. Eu ouvi o carro do meu marido chegando na garagem. Corri para o banheiro, limpei o que consegui, vestiu outra calcinha e tentei controlar a respiração.
Quando o meu marido entrou, estava na cozinha, preparando café. Ele beijou a minha bochecha, perguntou como tinha sido o dia. sorri, disse que tinha sido tranquilo. O bebê acordou chorando no quarto. fui atender, as pernas ainda bambas , a sensação do pau dele ainda viva dentro.
Eu estava sozinha em casa quando a porta da frente rangeu. Meu coração deu um salto. Eu sabia que era ele, o vizinho do lado. Meu marido tinha saído há menos de dez minutos, e eu ainda estava de short jeans e blusinha fina, sem sutiã. Não tive tempo de fechar a porta.
Ele entrou sem pedir licença. Seus olhos me devoraram por cima a baixo. "Hoje vai ser diferente", ele disse, e antes que eu pudesse responder, ele me empurrou contra a parede da sala. Suas mãos rasgaram minha blusa, expondo meus seios. Eu tentei gritar, mas ele cobriu minha boca com a mão grande e áspera.
"Fica quieta, vadia", ele rosnou. Ele me virou de frente para o sofá e puxou meu short para baixo, junto com a calcinha. Eu ouvi o barulho do zíper dele descendo. Segundos depois, senti a cabeça grossa do pau dele pressionando contra minha boceta seca. Ele cuspiu na mão, passou na cabeça do pau e enfiou tudo de uma vez.
Eu gemi de dor. Ele não parou. Começou a me foder com força, segurando meus quadris com tanta força que eu sabia que ia ficar marcada. Cada estocada era profunda e brutal. Eu sentia o pau dele me abrindo, me rasgando por dentro. Ele puxou meu cabelo, me forçando a arquear as costas enquanto me fodia sem piedade.
Quando ele gozou, ele me segurou contra ele, enchendo minha boceta com porra quente. Eu estava tremendo. Ele saiu de mim, mas não saiu de casa. Ficou ali, olhando para mim enquanto eu caía no chão, com as pernas abertas, a porra escorrendo pela minha coxa.
Eu pensei que tinha acabado. Mas ele voltou no dia seguinte.
Meu marido estava no trabalho de novo. Eu estava na cozinha quando ouvi a porta dos fundos se abrindo. Dessa vez ele não disse nada. Apenas me agarrou pelos cabelos e me arrastou até a mesa da cozinha. Me dobrou sobre ela, puxou meu vestido para cima e enfiou dois dedos grossos na minha boceta sem aviso. Eu estava molhada. Eu odiava isso.
Ele riu. "Olha só, a putinha já está molhada pro meu pau." Ele tirou os dedos e enfiou o pau de uma vez, me fodendo contra a mesa. A madeira rangia a cada estocada. Ele segurava meus pulsos atrás das costas enquanto me fodia, me chamando de vadia, de puta, de buraco de porra.
Eu gozei. Eu não quis, mas meu corpo traiu. Eu gozei gritando enquanto ele me fodia sem parar. Quando ele gozou dentro de mim de novo, ele cuspiu na minha bunda e esfregou o cuspe no meu cu, ameaçando me foder ali também.
Ele saiu me deixando ali, debruçada na mesa, com as pernas tremendo e a porra dele escorrendo de mim. Eu não contei pro meu marido. Eu não podia.
Mas ele voltou. E eu sabia que ia voltar de novo.
Semanas depois eu estava na cozinha, a luz fraca do abajur iluminando apenas a mesa onde eu me apoiava. Meu filho chorava no quarto ao lado, mas eu mal ouvia. Seu foco estava todo no homem atrás dela.
O vizinho, 47 anos, pele negra brilhando, segurava os quadris com força. Ele me penetrava sem pressa, cada estocada profunda e rítmica, fazendo o corpo da tremer contra a bancada.
Eu gemei baixo, mordendo o lábio. Um mês atrás, ele forçou a sua primeira relação quando foi entregar uma encomenda. Eu resisti, empurrei, implorei para parar. Mas ele não parou. E agora... agora eu mesma abria as pernas sozinha, empurrava o quadril para trás, pedindo mais.
— Mais fundo... — sussurrava , voz rouca.
Ele obedeceu, metendo com mais força, o som molhado ecoando na cozinha silenciosa. As mãos dele sobre meus seios, beliscando os mamilos inchados. Eu senti o prazer subir rápido, o corpo se contraindo ao redor do pau grosso dele.
Foi quando a luz do corredor acendeu.era meu marido, 60 anos, parado na porta, olhos arregalados. Eu congelei por um segundo, mas o vizinho não parou. Continuo metendo, segurando-me no lugar.
— Luane...? — a voz do marido saiu fraca, trêmula.
Eu olhei para ele, respiração acelerada, corpo ainda sendo fodido. O filho continuou chorando no quarto. O vizinho sorriu, sem parar com as estocadas.
— Não para... — Eu mesma pedi, voz baixa, olhando para os olhos do marido. — Por favor, não para.aquele homem mais velho ficou lá, assistindo, enquanto o vizinho gozava dentro dela, enchendo-a, o sêmen escorrendo pelas coxas de. O choro do bebê ecoava pela casa.
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