#Bissexual #Corno #Lésbica #Virgem

Comi a amiga lésbica da minha namorada, com ela assistindo.

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Fazedor de CORNOS

Quando eu era mais jovem, comecei a namorar uma mulatinha rabuda chamada Camila.

Camila, era uma negra linda, com os olhos verdes, tinha mais ou menos 1,52 de altura, com uma bunda redonda e empinada.

Camila era extremamente tímida, para uma garota de dezoito anos.

Foi difícil conquistar essa jovem acanhada.

Eu estava no hipermercado, quando a vi pela primeira vez.

Fiquei intrigado com sua beleza e seu sorriso contido.

Desde aquele dia fiquei com ela em meus pensamentos, esperando uma oportunidade de encontra-la novamente

A vi pela segunda vez, em uma festa de aniversário.

Ela estava no canto, com uma loirinha, que tempos depois descobri ser sua melhor amiga.

Nossos olhares se cruzaram e reconheci ela na hora, sabia que era aquela garota do mercado.

Cheguei perto com cautela e cumprimentei as duas, pedi licença para amiga e sai para fora, conversar com a mulatinha.

Até então não sabia seu nome, nos apresentamos e começamos um papo descontraído.

Bom, o tempo foi passando e aos poucos fui ganhando sua confiança.

No nosso primeiro encontro, a amiga foi junto, a pedido dela, (temor eu acho), fomos a uma praça pública, próximo de nossas casas.

Apesar da amiga segurar vela, ela nos deixou a vontade para nos conhecermos melhor.

Tentei dar um selinho nela, ela ficou vermelhinha e apavorada, ali percebi que ela era extremamente tímida.

Com jeitinho acalmei ela, conversando e elogiando, depois de mais ou menos duas horas, aconteceu nosso primeiro beijo.

A amiga ficou olhando surpresa, pois conhecia o jeitinho dela.

Bom, conversamos mais alguns minutos,sobre diversas coisas e fomos para sua casa.

Chegando lá conheci seus pais, sua mãe era uma mulata, tão linda quanto a filha e seu era um loiro com aparência um pouco velha que a mãe.

Nós conversamos um pouco e logo expressei minhas intenções com sua filha.

A mãe foi de boa, mas o pai foi um pouco relutante, mas no fim tudo deu certo.

Descobri que eram evangélicos, por isso a relutância do pai em liberar sua princesinha para o relacionamento.

Seus pais tentaram me convencer a ir a igreja que eles frequentavam, mas recusei educadamente (eles não gostaram).

O tempo foi passando, fomos pegando intimidades, ela se soltando mais.

Chegava na casa dela e ia entrando, pois os pais dela trabalhavam e só voltavam ao anoitecer.

Eu ficava aos beijos e abraços, era bom demais, eu estava completamente apaixonado alisava suas pernas e tocava na sua xaninha depilada, ela ficava alucinada, toda molhadinha, fechava os olhos e ficava com a boca aberta sem emitir nenhum som.

As vezes íamos para o quarto dela e fazíamos sexo oral, era delicioso chupar bucetinha dela, cheirosinha e bem fechadinha, mas eu era um cabaço, não sabia fazer direito, mas apesar desse detalhe, me esforçava e conseguia fazer ela estremecer na minha língua.

O tempo foi passando e nossa intimidade era muito boa, quando ela retribua o oral, era espetacular, ela me chupava olhando em meus olhos, com aqueles olhos verdes, fazia uma coisa gostosa com a língua, girando, depois mordiscava e sugava com pressão, colocava no fundo da garganta e eu ficava maluquinho, adorava gozar na boca dela, que não desperdiçava nem uma gota.

O problema é que ela era filha de evangélicos e tinha muito medo de perder a virgindade e os pais descobrirem.

Tentei colocar no rabinho dela algumas vezes, mas ela sempre fugia, tinha muito medo, eu era meio afobado e não tinha paciência.

Eu não sabia preparar antes de penetrar, quando consegui enfiar a cabeça uma vez, ela gritou bem alto, começou a chorar, entrei em desespero por que ela chorava e se debatia, depois desse dia, ela nunca mais deixou eu tentar.

Nosso relacionamento continuou a todo vapor, os amassos eram constantes, encoxava aquela rabuda direto, roçava naquele cuzinho sem roupa, as vezes gozava só na portinha, mas era o máximo que ela deixava(ficou expert no oral, praticávamos sempre).

Passeávamos, íamos ao shopping, assistir uns filmes e se curtir.

Íamos a praia,(escondidos dos pais dela de vez em quando), íamos a vários lugares.

Ela tinha uma amiga chamada Mariana, ela era uma lésbica bem safadinha.

Se conheciam praticamente a vida toda, muito alegre e divertida.

Elas eram muito apegadas, sempre estavam uma na casa da outra, as vezes na minha, pois éramos vizinhos na época.

Essa amiga dela, (Mariana) era linda, corpão violão, uma boca carnuda e chamativa, cabelo comprido, abaixo da cintura, que cobria seu bundão e os seios empinadinhos, que dava vontade de chupa-los.

Eu praticamente, era tarado por essa mulher.(mas, respeitava ela e minha namorada)

As vezes ela ficava lá em casa, com alguma ficante, ela tinha um bom gosto, pegava cada mulher mais linda do que a outra.

Ela era uma pegadora de mão cheia, tinha muita facilidade de ficar com as garotas, uma lábia impressionante.

Até que ela começou a demonstrar interesse pela minha namorada, aí a coisa ficou feia, comecei a ficar chateado com ela, (porra mulher filha da puta), pegava um monte de mulheres ainda queria a minha.

De tanto insistir, ela conseguiu nos convencer a ficar com minha namorada uma vez, com a condição de me fazer um boquete caprichado.

Minha namorada me convenceu,(vamos amor, só uma vez, eu experimento uma mulher e você mata a vontade de ficar com uma lésbica) e o besta aqui caiu no papo delas.

Confesso foi maravilhoso, essa mulher caprichou, até estranhei por ela ser lésbica, (afinal não mais né, agora bi) ou sei lá, fiquei confuso.

Ela chupou meu pau com vontade bem babado e com direito a garganta profunda e gozada na boca, engoliu tudinho e depois deu um selinho na minha namorada.

De quebra chupei sua xaninha com poucos pelinhos, ela rebolou na minha boca conforme se intensificava a chupada, gozou quando enfiei dois dedos no cuzinho dela, apertou meu dedo com volúpia e gritinhos.

Tentei comer o rabinho dela, mas minha namorada não queria deixar, (filha da puta, não dava o rabinho para mim e ainda não queria deixar eu comer o da lésbica).

Chegou a hora das duas ficarem juntas... foi um show a parte, uma pegação de filme pornô, um 69 logo de cara, minha namorada gozou rapidamente, era lindo olhar as duas transando.

Olhar aquela lésbica por cima, de bunda empinada, com aquele cuzinho rosa fechadinho me deixou louco.

Não resisti, fui para cima, meti a língua naquele cuzinho sem dó, ela gozou rapidinho (nós dois estamos chupando ela ao mesmo tempo).

De tanto eu insistir (e com a permissão da minha namorada), desfrutei daquele cuzinho fabuloso(queria comer a xaninha dela, mas ela falou que só me liberava o cuzinho), acho que ela queria manter um pouco seu lado lésbica, se lá o que passava na cabeça dela.

Foi muito bom, finalmente estava comendo um rabinho(bem apertadinho, um forninho quente), matei minha vontade (de pegar aquela mulher linda e gostosa), consegui ficar só uns quinze minutos, mas foi os melhores quinze minutos da minha vida.

Os gritinhos dela, com a voz aguda, foi apaixonante, peguei aquela loirinha em um frango assado inesquecível, com minha namorada nos olhando e se masturbando.

Logo em seguida, elas se pegaram novamente e o show continuou.

Minha namorada, sentou no sofá com as pernas abertas e a Mariana se ajoelhou entre suas pernas, lambendo e enfiando os dedinhos.

Mariana chupava com muita vontade e desejo, fazendo minha neguinha delirar, gozou com um gritinho estridente.

Depois trocaram de posição, minha namorada não era tão experiente quanto a amiga, mas se empenhou a seu modo.

Para finalizar, fiz um oral na loirinha e depois em minha namorada.

Fui para minha casa e as duas ficaram conversando até tarde,(assim acreditei).

Nos próximos dias achei minha namorada, mais distante emocionalmente.

Falava pouco, estava mais fria, quando eu entrava em sua casa, ela não demonstrava a mesma alegria de antes.

Perguntei o que estava acontecendo, ela ficava pensativa e depois falava não está acontecendo nada.

Fiquei chateado, achando que era ciúmes por parte dela,(pelo lance de nós três, naquele dia), mas no fundo sabia era outra coisa,(só não sabia oque era).

Só fui descobrir dias depois, aquela amiga lésbica, mudou a cabeça da minha neguinha,(traíra, era tudo uma armação e eu caí que nem patinho).

O problema foi que a lésbica deu um trato tão bom na minha mulatinha rabuda, que perdi ela para (essa) amiga.

Ela desmanchou comigo, dizendo que estava apaixonada pela amiga lésbica e amiga lógico que adorou né, pois já tinha uma quedinha por ela.

Fiquei furioso e triste por vários dias, pois não me conformava, gostava da minha mulatinha rabuda e apesar de tudo tinha uma quedinha pela lésbica,(ela era uma loirinha muito linda e extremamente gostosa).

Fiquei amuado, não saía de casa(bem feito, quem muito quer nada tem).

As vezes eu chorava cada vez que lembrava da situação constrangedora que passei ((perdi minha namorada para a amiga lésbica dela, por culpa em parte minha por topar aquele ménage)).

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Por fazedor de cornos

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