#Incesto

Eu Ariana amo o sexo #4

2.9k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Ariana

Teodor me fode e Maria faz duplo comigo assistindo

Maria e eu num dávamos trégua. As duas querendo provar quem era a melhor, e eu já tava farta de perder. Ela achava que mandava, achava que era mais, mas hoje eu ia mostrar quem eu era de verdade. A briga entre nós tava no ar, o sol quente, o sangue fervendo, e eu num ia deixar ela levar vantagem nem mais uma vez.

Esperei o Ruben pegar no sono na rede. Quando vi que ele tava bem dormindo, escorreguei pro celeiro, o coração batendo forte, a mão suada, a boca seca — mas num era de medo, não. Era de vontade. A vontade de provar que eu era melhor que a Maria, de mostrar que ela num era a única que sabia jogar. O tesão já tava subindo pelo corpo, um fogo que num dava pra apagar, e eu sabia que o Teodoro tava lá, esperando sem saber, e que eu ia fazer ele meu naquela tarde.

O Teodoro tava lá, sozinho, arrumando uma sela velha. Quando me viu entrar, arregalou os olhos, a cara toda vermelha.

— Uai, fia, cê tá fazendo o que aqui? Isso aqui num é lugar de mocinha não, sô...

— Vim atrás de você — respondi, chegando devagar, os olhos presos nos dele. — Falaram que você é bom de cama. Quero ver se é verdade ou se é só conversa fiada.

Ele engoliu seco, a voz falhando.

— Uai, fia... cê tem certeza do que cê tá fazeno? Isso num é brincadeira, num...

— Tenho, pode ficar tranquilo — falei, passando a mão no peito largo dele, sentindo o coração disparar debaixo da camisa surrada. — E não fala nada, ouviu? Só me mostra o que você sabe fazer.

Ele num aguentou. Me puxou, a mão grande na minha nuca, a boca quente na minha, a língua entrando com fome. As mãos viajaram pelas minhas costas, apertando, subindo, descendo, puxando meu corpo contra o dele. Senti ele duro, latejando na minha barriga, e um arrepio bom correu pela minha espinha.

Desci de joelho no feno, os talos arranhando a pele, mas eu nem liguei. O cheiro de terra, de bicho, de suor, tudo misturado, tava me deixando mais doida ainda. Com os dedos trêmulos, desabotoei a calça dele, puxei a cueca. O pau pulou pra fora — duro, quente, latejando, a cabeça roxa e brilhando, a pele lisa, veiudo.

Abri a boca e engoli devagar, sentindo o gosto salgado e vivo dele, o calor queimando minha língua. Enrolei a língua em volta, subi, desci, sentindo cada pulsação, cada tremor. Ele gemeu, baixo, os dedos se enroscando no meu cabelo, puxando, apertando, guiando meu vai e vem.

— Uai, sô... isso é trem bão demais, sô... num para, fia, num para, pelo amor de Deus... que boca que cê tem, hem?

Continuei, mais rápido, mais fundo, sentindo ele crescer, endurecer, até gozar quente e grosso na minha boca. Engoli tudo, sentindo ele tremer inteiro, as pernas bambas.

Ele ficou apoiado na pilastra, ofegante.

— Uai, fia... cê é danada, hem? Danada de mais, sô...

— Danada é Maria — respondi, limpando a boca com as costas da mão. — Eu tô só empatando o jogo.

Deixei ele repousar um pouco, mas o fogo queimava em mim, num ia se apagar só com aquilo. Tirei o short devagar, sentindo o feno coçar minha pele, a brisa do celeiro batendo na minha bunda nua. Virei de costas, fiquei de quatro, empinando o rabo pra ele, mostrando tudo, sem vergonha, as pernas abertas, a boceta já molhada, pulsando, latejando de vontade.

— Vem, Teodoro — chamei, a voz grossa, cheia de fome. — Vem me foder. Mete tudo, sem dó, que eu tô louca pra sentir você dentro de mim. Quero sentir você me rasgando, me preenchendo, quero sentir cada centímetro desse pau até amanhã.

Ele cuspiu na mão, passou no pau que já tava duro de novo — bruto, veiudo, a cabeça roxa e inchada. Segurou minha cintura com força, os dedos cavando minha carne, e foi entrando devagar, a cabeça do pau pressionando minha entrada, forçando, abrindo.

Eu arfei quando ele entrou, sentindo a pele quente dele deslizando dentro de mim, me enchendo devagar, centímetro por centímetro. A boceta se abriu pra ele, molhada, quente, apertando cada pedaço daquele pau que me preenchia inteira.

— Uai, sô, que boceta apertada, hem? — ele gemeu, a voz arrastada. — Parece que num quer largá o bicho... que num quer deixá eu ir...

— Mete tudo, soca fundo — eu gemia, a cara quase enterrada no feno, os dedos cavando a palha. — Quero sentir você até amanhã. Quero sentir você na hora de andar, quero lembrar de você em cada passo.

Ele começou a meter, devagar no começo, puxando o pau quase todo pra fora e enfiando de novo, fundo, até bater no fundo. Cada estocada fazia meu corpo tremer, os gemidos saindo soltos, a boca aberta, a respiração curta.

— É assim que você gosta, fia? — ele perguntou, a voz rouca, o ritmo acelerando. — Gosta de ser fodida assim? Gosta de sentir o pau entrando fundo?

— Gosto, uai... gosto de ser fodida — eu respondia, a voz chorosa de prazer. — Gosto de sentir você me enchendo, me rasgando, me fazendo sua...

Ele acelerou, as mãos cavando minha cintura, as bolas batendo na minha bunda com um som molhado, úmido, que ecoava no celeiro. Cada estocada era mais forte, mais funda, o pau dele entrando e saindo, a boceta apertando, sugando, num querendo largar.

— Isso, fia, sente esse pau... sente ele te fodendo... — ele gemia, a voz cada vez mais rouca. — Você é minha agora, essa boceta é minha, esse corpo é meu...

Eu gemia alto, o corpo indo e vindo contra ele, o feno arranhando meus joelhos, o suor escorrendo pelas minhas costas. Ele se inclinou, o peito suado colado nas minhas costas, a boca quente no meu ouvido.

— Vai, fia, goza... goza tudo no meu pau... quero sentir você apertar, quero sentir você gozar enquanto eu tô metendo...

A mão dele deslizou pela minha barriga, encontrou meu clitóris, e começou a massajar, circular, enquanto ele continuava metendo, fundo, forte, sem parar.

E eu senti o orgasmo subindo, o corpo todo tremendo, os gemidos ficando mais altos, mais rasgados.

— Tô perto, tô perto... num para, num para...

— Vai, fia, goza... goza...

E eu soltei, o grito rasgando o ar, o corpo se arqueando, a boceta se contraindo em volta do pau dele, apertando, sugando, enquanto ele metia sem parar, fundo, forte, até gozar dentro de mim, jorrando quente e grosso, me enchendo inteira, o leite escorrendo pela minha perna.

Fiquei mole, o corpo todo tremendo, a respiração curta, os olhos fechados. Ele ficou dentro de mim um tempinho, sentindo a boceta ainda se contrair, antes de sair devagar.

— Uai, fia... — ele falou, ofegante. — Cê é danada de mais, sô... danada de mais...

Eu virei de frente, deitei no feno, o corpo todo molhado de suor e de prazer, o gosto de vitória na boca.

— Danada é Maria — respondi, sorrindo. — Mas hoje, o jogo é meu.

No outro dia, no final da tarde, o sol já tava baixando, a luz dourada entrando pelas frestas do celeiro. A Maria tava sentada na escada do quintal, a saia curta, as perna cruzada, aquele olhar safado que eu conhecia bem. Ela levantou, se espreguiçou devagar, mostrando a barriga, e virou pro Ruben e pro Teodoro. Mas antes de falar qualquer coisa, ela me olhou bem devagar, aquele sorriso torto no canto da boca, e eu vi que ela sabia.

— Uai, fia — ela falou, a voz baixa, arrastada no jeito mineiro, os olhos brilhando de malícia. — Cê acha que eu num sei, não? Sei, uai. Sei que cê pegô meu irmão. Sei que cê veio aqui, desceu de joelho, chupô ele, e depois ficô de quatro pra ele te foder. Eu sei de tudo, fia. E agora é minha vez. Agora eu vou te mostrá o que é bom de verdade. Vou te mostrá quem é a melhor. Vou dá o troco, uai, e vai ser gostoso.

— Rúben, Teodoro, bora no celeiro comigo? — ela falou, a voz doce, mas os olho brilhando. — Preciso de vocês dois lá, uai.

Eu levantei na mesma hora.

— Vou também — falei, firme. — A disputa é nossa, e eu quero ver de perto.

Maria me olhou com desafio.

— Uai, fia, então vem. Vem que eu vou mostrar quem é a melhor.

E fomos os quatro pro celeiro. A porta rangendo ao fechar, o cheiro de feno subindo, a luz dourada entrando pelas frestas.

— Senta ali, fia — ela mandou, apontando pro feno. — Senta e assiste. Vai vê o que eu sei fazê.

Eu sentei, os olhos nela.

Maria se virou pros dois, beijou um, beijou outro, as mãos descendo, apertando os paus deles pelas calças. Os dois já tavam duros, latejando, os olhos brilhando de tesão. Ruben segurou a nuca dela e puxou pra perto, a boca colada na dela.

— Vem, Maria — ele falou, a voz cheia de tesão. — Vem mostrar o que você sabe. Tô doido pra ver você aguentar os dois.

— Uai, Rúben, calma, sô — Teodoro falou, no jeito mineiro, a mão já descendo pelas costas dela. — A fia vai mostrá, vai mostrá tudo. Num tenha pressa, que o trem vai ser bão.

Ela desceu de joelhos, abriu as calças dos dois, puxou os dois paus pra fora — duros, latejando, as cabeças roxas e brilhando, cheios de veias. Ela segurou um na mão, o outro na boca, chupando os dois ao mesmo tempo, a cabeça indo de um pro outro, a boca cheia, os gemidos dos dois enchendo o celeiro.

— Isso, Maria — Ruben gemeu, a mão no cabelo dela, puxando. — Chupa gostoso, chupa tudo. Quero ver você engolir.

— Uai, fia, chupa mesmo, sô — Teodoro gemia, os olhos fechados. — Que boca que cê tem, hem?

Eu assistia, o corpo quente, a boceta pulsando.

— Isso é só o começo, fia — ela disse, largando os paus, a boca molhada. — Agora vem o bão.

Ela apontou pro Teodoro.

— Deita, Teodoro. Deita no feno, deita de costas.

Ele deitou, o pau duro apontando pro alto, os olhos cheios de tesão. A Maria montou nele, a boceta molhada, pulsando. Ela foi sentando devagar, engolindo o pau dele centímetro por centímetro, a boceta se abrindo, quente e molhada, até o fundo.

— Uai, Maria... — ele gemeu, as mãos na cintura dela. — Cê é apertada, sô... apertada demais...

Ela começou a se mexer, subindo e descendo, os gemidos baixos, gostosos. O pau dele entrava e saía, a boceta dela apertando, sugando.

— Tá vendo, fia? — ela falou, ofegante. — Tá vendo como eu sei sentá?

— Tô vendo — respondi, seca. — Mas num acabô, não.

Ela olhou pro Ruben, que tava ali, o pau duro na mão, se masturbando devagar, os olhos grudados nela.

— Vem, Rúben — ela chamou, a voz rouca. — Vem por trás. Vem me fode no cu. Quero os dois, uai, um na boceta, outro no cu. Quero senti os dois ao memo tempo.

Ruben veio, se ajoelhou atrás dela, o pau duro, latejando. Cuspiu na mão, passou no pau, e encostou na entrada do cu dela.

— Vai, Rúben — ela mandou, a voz firme, mas com um tremor. — Mete tudo. Quero sentir você fundo.

Ele começou a entrar devagar, a cabeça do pau pressionando o cu dela, forçando a entrada. A Maria prendeu a respiração, os dedos cavando o peito do Teodoro. A pele do cu dela se esticou, abrindo devagar, enquanto o pau do Ruben ia entrando.

— Isso, Maria — Ruben falou, a voz ofegante. — Abre esse cu pra mim. Quero sentir ele apertando meu pau.

— Ai, ai, ai... — ela começou a choramingar, a voz tremendo, os olhos arregalados. — Ai, uai... é grande... é grande demais...

O corpo dela tremeu, os ombros se contraíram, e ela mordeu o lábio, segurando o gemido. O cu dela apertava o pau do Ruben com força, resistindo, mas ela foi forçando, descendo mais devagar.

— Aguenta, Maria — Ruben falou, empurrando mais. — Aguenta que vai entrar tudo. Quero sentir você toda preenchida.

— Tô aguentando, uai... — ela respondeu, a voz chorosa, o corpo tremendo. — Tô aguentando... mas é fundo... é muito fundo...

Teodoro olhava de baixo, as mãos na cintura dela, o pau pulsando dentro da boceta dela.

— Uai, fia... cê é danada, sô... aguenta que o bicho vai entrá tudo... — ele falou, no jeito mineiro. — Aguenta que vai ser bão demais...

Ruben foi empurrando mais, mais fundo, até o pau dele sumir inteiro dentro do cu da Maria. Ela soltou um gemido longo, misturado com choro, o corpo todo tremendo, os olhos arregalados, as lágrimas escorrendo.

— Tudo... entrou tudo... — ela sussurrou, a voz trêmula, os olhos molhados. — Os dois... os dois dentro de mim...

Ela ficou parada um momento, sentindo os dois paus pulsando dentro dela, um na boceta, outro no cu, preenchendo ela inteira.

— Isso, Maria — Ruben falou, a mão na cintura dela. — Sente os dois. Sente a gente te enchendo.

— Anda, Ruben — ela falou, a voz ainda chorosa. — Anda, mete devagar, que eu vou aguentando.

Ruben começou a se mexer devagar, puxando o pau do cu dela e empurrando de novo, fundo. A cada estocada, a Maria gemia, o corpo tremendo, as lágrimas escorrendo.

— Ai... ai, uai... é fundo demais... — ela choramingava, o corpo se movendo junto, a boceta subindo e descendo no pau de Teodoro enquanto o cu recebia as estocadas de Ruben.

— Isso, Maria — Ruben falou, o ritmo acelerando. — Sente esse pau no seu cu. Sente ele te preenchendo. Quero ver você gozar com os dois dentro.

Teodoro começou a se mexer também, empurrando o pau pra cima, dentro da boceta dela. Os dois ritmos se misturaram, os dois paus entrando e saindo, um na boceta, outro no cu.

— Isso, Maria — Teodoro gemeu, no jeito mineiro. — Sente os dois, uai. Sente os dois paus te fodendo ao memo tempo.

— Tô sentindo, uai... — ela gemia, o corpo todo tremendo, o suor escorrendo, as lágrimas molhando o rosto. — É bão... é bão demais... mas é fundo... é muito fundo...

Teodoro enfiou a mão nos peitos dela, apertou os bicos duros. Maria gemeu mais alto, a cabeça jogada pra trás, o corpo se movendo mais rápido, os dois paus acelerando.

O cu dela já tava mais solto, mas ainda apertava o pau de Ruben com força, cada estocada fazendo ela gemer, choramingar.

— Isso, Maria — Ruben falou, ofegante. — Agora vai. Vai, sente a gente te enchendo. Vai, goza com os dois paus dentro de você.

— Ai, Rúben... ai, Teodoro... — ela gemia, os nomes saindo misturados com choro. — Num para... num para que eu tô perto...

Ruben acelerou, metendo mais forte no cu, enquanto Teodoro empurrava o pau mais fundo na boceta. Os dois paus entraram juntos, saindo juntos, preenchendo ela inteira.

— Isso, isso, isso... — ela gritou, o corpo se arqueando, as mãos apertando o peito de Teodoro, os olhos revirando. — Tô perto, tô perto...

O corpo dela tremeu inteiro, a boceta se contraindo em volta do pau de Teodoro, o cu se apertando em volta do pau de Ruben. Ela gozou, o grito rasgando o celeiro, as lágrimas escorrendo, o corpo todo se sacudindo enquanto os dois paus continuavam metendo.

— Goza, Maria, goza... — Ruben falou, metendo sem parar.

— Goza, uai, goza tudo... — Teodoro gemia.

Ela gozou de novo, o corpo se contraindo, os gritos se misturando, enquanto os dois homens gozavam dentro dela — Teodoro jorrando quente na boceta, Ruben gozando dentro do cu, os dois ao mesmo tempo, enchendo ela de leite.

Ela ficou mole, caindo no peito de Teodoro, ofegante, os olhos fechados, as lágrimas escorrendo, o corpo tremendo. Os dois paus saíram devagar, o leite escorrendo dela, quente, grosso, descendo pela perna.

— Uai, fia... — Teodoro falou, cansado. — Cê é danada de mais, sô... aguentô os dois, aguentô tudo...

— Caramba, Maria — Ruben disse, deitando no feno. — Você aguentou mesmo. Foi bom, foi muito bom.

Ela ainda tremia, o choro misturado com riso, os olhos arregalados.

— Uai, fia... — ela falou, a voz fraca, me olhando. — Cê viu? Cê viu o que eu aguentei? Dois paus, uai, dois paus ao memo tempo... Eu tremi, chorei, arregalei os olhos, mas aguentei...

— Vi — respondi, a voz baixa. — Vi você chorar, tremer, arregalar os olhos, gozar. Foi bonito de ver, Maria. Mas a disputa num acabô, não. Minha vez vai chegar.

Ela sorriu, cansada.

— Uai, fia... então espera, espera que a noite é longa... e a gente ainda vai vê quem é a melhor...

E ficamos ali, os quatro, o sol se pondo, o cheiro de feno e de sexo no ar. A disputa tava aberta, a putaria tava montada, e eu sabia que a minha vez ia chegar.

🤩 Avalie esse conto 🥺
12345
(0.00 de 0 votos)

Ariana #Incesto

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos