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Escravo Familiar: Capítulo 50 (O Pagamento do motel)

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Tártaro

Papai deu a ré no carro com velocidade. Sentia-o tremer por inteiro enquanto olhava para trás, tomando cuidado para não bater o carro em nada.

O Leonardo estava no banco da frente, ao lado do papai, quieto e só observava. Já eu me sentia ansioso e pensativo.

"E se o dono não gostar da experiência e quiser chamar a polícia? O que papai faria? Será que teríamos mais problemas na hora dos questionários da polícia, e quando papai falasse que eu era usado como escravo sexual da família e amigos?

E, se caso fôssemos realmente em cana, o que aconteceria comigo? Eu também seria preso? E, caso fosse, com certeza serei putinha de sela.

Enquanto remoía o que estava acontecendo, papai finalmente estacionou o carro e me retirou de dentro.

O dono do motel veio até nós pelo estacionamento e aproximou-se de mim. Papai, todo protetor, ficou com uma cara amarrada olhando.

Sem enrolação, o Jhonny avisou papai:

— Venham comigo, irei mostrar onde fica o trocador, para vocês colocarem o uniforme do motel. Ah, e seu João?

— Sim! Respondeu papai.

— Seu filhote fica comigo a partir daqui! Devolvo assim que terminar de foder com ele, ok?

— Certo! Uma pergunta, se o senhor me permite? Pediu papai.

— Claro! Qual é? Questionou Jhonny para papai.

— Por quanto tempo ficaremos presos aqui?

— Bom, acredito que, se tudo der certo, vocês concluem até o meio-dia; depois podem ir embora.

— Ok! Disse papai.

Jhonny deu um meneio de cabeça para ele e, com toda cordialidade, disse:

— Agora venham, vou dar a vocês dois o uniforme dos funcionários, e esse aqui, vou levá-lo para a suíte presidencial comigo.

Ele disse, apertando-me contra o seu corpo, e começamos a andar, eu ao seu lado e papai e o Leonardo logo atrás de nós.

Subimos de volta à rampa e o Jhonny nos levou até um vestiário. Pegou dois uniformes pretos novos e os entregou a papai e ao Léo.

— Vocês dois podem se trocar aqui! O Jhonny nos levou até uma parte do vestiário, onde tinham alguns bancos e ganchos para pendurar roupas.

Os dois começaram a se trocar e o Johnny a tirar casquinhas de mim. Beijando-me, apertando minha bunda e cheirando meu pescoço. Logo perguntou:

— Ãããããh, seu João?

— Oi? Disse papai calmo, terminando de colocar o uniforme dos funcionários.

— Tem algo que preciso saber antes de nos separarmos?

Papai terminou de colocar seu tênis e levantou-se do banco, aproximou-se mais de nós e disse:

— Tem sim! Tá vendo a coleira dele?

— Sim, o que tem ela?

— Ela possui um botão central interno com um dispositivo com uma nanoagulha, que, se você apertá-la, libera o hormônio do prazer no escravo. Recomendo que você a use se ele apresentar cansaço. E tome muito cuidado com ele e a coleira. Se você não me devolvê-lo inteiro e sem nenhum arranhão, eu vou castigá-lo junto ao irmão dele. Então tome cuidado com meu filho, ele é um escravo, mas não é bagunça.

— Tudo bem, senhor! E só isso? Questionou Jhonny.

— Só! Respondeu papai.

— Então ótimo! Vamos logo, então. Vou deixar vocês na lavanderia.

Jonny disse e começou a nos conduzir, mostrando-nos o caminho.

Saímos do vestiário, caminhamos pelo corredor que dava acesso às salas administrativas e subimos dois lances de escadas até chegarmos a um corredor branco e comprido, que fazia uma curva à esquerda.

Até que entramos em uma lavanderia imensa, com máquinas de lavar e secar grandes que comportavam cerca de 50 kg por lavagem.

Ela era dividida em duas áreas, as quais: a primeira área era para separar as roupas de cama e verificar se não possuía nenhuma camisinha presa, ou algum pertence que os hóspedes esqueceram embolados nos lençóis. Essa área é bem barulhenta por conta dos motores das máquinas de lavar.

Já a segunda área era onde armazenava os produtos de limpeza, com centenas de produtos estocados em centenas de prateleiras. Nessa área, Jhonny nos conduziu até uma senhora de aproximadamente 50 anos e conversou com ela, falando alto acima do barulho do ambiente.

— Keyla, tudo bem? A senhora balançou afirmativamente a cabeça para ele, nos olhando com surpresa, e secando as mãos em um lençol que estava na fila para entrar nas máquinas. E respondeu:

— Tudo sim, senhor! Algum problema?

— Não, dona Keyla, nenhum. Trago esses dois para te ajudar a organizar, lavar, separar e dobrar os lençóis, ok? São novos funcionários, e peço que os ensine os procedimentos.

— Claro, senhor! Ela respondeu.

— Bom, senhores, agora é com vocês e a Keyla. Divirtam-se, eu vou usufruir de meus direitos. Venha, viadinho. Ele disse, virando as costas para nós, chamando-me.

Dei tchau para eles e fui atrás do dono.

Voltamos para o corredor de acesso às salas de contabilidade; depois ele me conduziu para voltarmos à recepção.

A recepcionista, ao nos ver, fez um cumprimento com a cabeça, e passamos para o corredor de acesso aos quartos.

O dono me conduziu pelos corredores até chegarmos à suíte presidencial, a suíte mais cara do motel. Deveria custar cerca de 500 mil reais a pernoite, e era localizada no ponto mais alto do estabelecimento, fora que o corredor era somente para essa suíte.

Ao entrarmos no quarto, espantei-me. Caralho! O quarto tomava quase o andar todo, tinha duas camas imensas, dois divãs de cor lilás, o quarto tinha uma coloração de creme e rosé, um daqueles carrinhos para colocar comida e bebida imenso, já preparado com um café da manhã de respeito, o banheiro era imenso com um chuveiro grande de vários jatos, uma banheira grande de hidromassagem com sais de banho de tudo quanto era cheiro.

Ele olhou-me depois do meu choque com o quarto e começou a tirar suas roupas sem dizer nada. Retirei as minhas e as dobrei, deixando-as em um dos divãs, ficando somente com minha coleira.

Ao olhar para ele novamente, passei a admirar aquele macho delicioso. Ele é moreno, 1,77 m de altura, com cabelos cortados em estilo moderno, low fade, corpo esguio, magro, com músculos definidos, porém nada exagerado, uma bela pica de 17 centímetros, grossa e cabeçuda, com um saco farto que balançava no meio das pernas, uma bundinha pequena, magra, coxas e panturrilhas definidas, e um pezão magro, estreito, de dedos longos, morenos, quadrados, com uma penugem preta sexy, tamanho 42.

— O que foi, putinha? Vai ficar aí me admirando, ou vai vir me dar prazer? Se não me proporcionar um orgasmo decente, eu te entrego junto com seus companheiros para a polícia. Ande de joelhos.

Sem dizer nada e de queixo caído, ajoelhei-me aos seus pés, fazendo o pingente FA da minha coleira tilintar, e segurei seu caralho grosso e quente na minha mão direita, expus a cabeça roxa e aproximei meu nariz dele e o cheirei, da virilha com pelos aparados até a cabeçona roxa que começava a soltar o líquido de pré-gozo.

— Fssssssssssssss! Que cheiro divino, seu pau cheirava a sabonete masculino misturado ao odor doce de sua pele morena.

Desci e subi cheirando sua pica duas vezes, até que abri meus lábios e permiti que o pau duro dele invadisse minha boca.
— Ãããããh! Ele gemeu, jogando sua cabeça para trás ao sentir o calor de minha boca no seu cacetão, tremendo-se todo, e passou sua mão direita para trás da minha cabeça careca e a afundou minha cara na sua virilha, fazendo meu nariz roçar nos seus pelos pubianos aparados, a cabeça roxa da sua pica invadir minha garganta e seu sacão farto bater no meu queixo.

Ele então segurou firme minha cabeça de encontro com sua virilha, gemendo alto, fazendo com que seus pelos pubianos furassem suavemente a pele macia do meu rosto, e seu pau me sufocasse a garganta.

— Hãããããã! Ele gemeu grosso, inclinando-se um pouco para frente, enquanto afundava o máximo possível do meu rosto na sua virilha com as duas mãos.

Eu comecei a ficar vermelho e passei a me debater para ele me permitir deixar respirar livremente de novo.

Ele, bravo com essa minha atitude, se inclinou mais sobre mim e, com a mão, passou a me bater, dando vários tapas, e, com o pezão, passou a pisar no meu pau no chão e dizia:

— Se aquieta, putinha, senão serei mais bruto e te darei uma surra.

Tentei controlar-me, mas eu não sabia muito como respirar, e meu pau dois um pouco sendo pisado no chão, então voltei a me desesperar, voltando a me debater violentamente.

O Jhonny, vendo que não conseguiria me conter daquela maneira, me soltou.

— Ããh! Suspirei alto, puxando desesperadamente o ar para dentro dos meus pulmões que ardiam.

Seu cacete duro saiu de dentro de mim, brilhoso de minha saliva, fazendo um fio fino de saliva entre minha boca e seu cacete, e seu pé saiu de cima do meu pau.

Quando começou a escorrer, ele simplesmente, com a palma da mão, espalhou a saliva grossa pelo meu rosto e me deu um tapa.

PLAFT!!

Depois, comigo ainda ajoelhado, ele virou-se, oferecendo-me seu cuzinho peludo.

— Agora, putinha, chupa meu cuzinho de macho. Aposto que você adora chupar um! Ele disse, abrindo suas nádegas com a mão direita, e com a esquerda socou meu rosto no meio das suas nádegas, enfiando meu nariz bem no olho do seu cuzinho acinzentado, que piscava, me provocando.

— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu e eu puxei o ar, sentindo o cheiro delicioso do seu cuzinho, que parecia bem apertado.

FSSSS!

O cheiro delicioso invadiu minhas narinas, deixando-me alucinado, e, colocando minha língua para fora, comecei a lamber e chupar aquele cuzinho macio e peludinho, como se fosse o último cu da minha vida.

— Huuuuuuuuuum! Hãããããã! Isso, escravo, chupa meu cu, chupa!

Ele rebolava em minha boca, louco, esfregando aquele cu delicioso em minha língua, e logo começou a me dar bundadas.

Bum bum bum bum bum bum bum bum bum

Virou-se rapidamente e me arrastou pela coleira até o divã, sentando-se. Abriu bem suas pernas e levantou seus pés até meu rosto e ofereceu-me seus pés, que transpiravam com o nosso sexo.

Segurei firme com as mãos e comecei a cheirar. FSSSSS! Seu pé 42, moreno, me enlouquecia. Eles estavam suando e já começavam a exalar um chulé fraco e salgado que entrava em minhas narinas e mexia com meu prazer.

Jhonny observava curioso com meu tesão , e relaxando levou sua mão direita ao seu pau duro, passando a bater uma, me observando cheirar seus pés.

Logo substitui meu nariz pela minha língua e passei a lambê-los, as solas, o dorso, separei cada dedo e fui lambendo entre eles, até que ele, afoito, disse, levantando-se com rapidez.

— Já chega dessa provocação, quero foder logo esse cuzinho, vem.

Ele me levantou do chão, ainda com a saliva que espalhei em seus pés com minha língua escorrendo, e me puxou para cima, me deitando no divã de bruços.

Ajoelhou no chão e abriu minhas nádegas, e logo enfiou sua cara no meu rabo.

— Hãããããã! Senti sua língua quente e molhada invadir meu cu, e ele apertar minhas nádegas em seu rosto, e começou a foder meu cuzinho com sua língua, proporcionando um beijo grego sem igual a outro.

— Hãããããã! Eu gemia e empinava minha bunda em seu rosto.

Ele caprichava, babando bem meu cu, e me penetrando gostoso com sua língua. Segurou minhas nádegas fortes, dando-me alguns tapas e, às vezes, se auto sufocando em meu cu, pressionando minhas nádegas, fechando-as em volta do seu rosto.

Eu rebolava toda vez que ele fazia esse movimento e o safado me molhava cada vez mais com sua saliva, causando-me arrepios de tesão absurdos.

— Huuuuuuuuuum! Hãããããã! Senhor Jhonny! Isso, me chupa!

Eu gemia, contorcendo-me de prazer, segurando no divã para não cair, e me arrepiando todo.

Quando cansou, deu-me mais dois tapas nas nádegas e levantou. Foi até as bandejas onde havia comida e trouxe uma camisinha e um sachê de lubrificante.

Abriu a camisinha e a desenrolou pelo pau grosso, me olhando com um olhar de tesão. Depois veio para trás de mim novamente com o sachê de lubrificante em mãos. Escutei ele rasgar a embalagem do sachê com a boca e despejar o gel neutro gelado no meu cuzinho.

— AAA! Abri a boca sem emitir som quando senti o geladinho.

Ele espalhou uma quantidade na entrada do meu cu e depois introduziu um dedo, depois dois, rodando leve e introduzindo uma grande quantidade do gel para dentro do meu cu.

— Tá gostoso, viadinho? Ele perguntou-me.

— Huuuuuuuuuum! Só consegui gemer.

Logo ele retirou os seus dedos de dentro de mim, fazendo-me sentir um pouco vazio. Passou o resto do sachê de lubrificante no seu cacetão duro e grosso por cima da camisinha, apoiou o joelho direito no divã, segurando na base do seu pau duro com a mão direita, inclinou-se sobre mim e deu uma boa pincelada com o pau no meu cu, fazendo meu corpo se arrepiar por inteiro, apontou a cabeça da sua giromba no olho do meu cuzinho e começou a forçar a entrada.

— Huuuuuuuuuum! Gemi, empinando o máximo possível minha bunda e abrindo minhas nádegas com as mãos para facilitar.
A cabeça foi entrando, rasgando meu cu, fazendo ele se moldar à grossura de seu pau grosso de 17 centímetros.

E ele foi entrando com uma certa dificuldade pela grossura do seu pau, travando seu maxilar e gemendo grosso. Meu cuzinho se esticava e eu gemia baixinho, apertando meus olhos, sentindo meu cu se rasgar a cada centímetro que ele botava para dentro.

— Hãããããã!

Quando seu pau entrou todo, ele me puxou para trás e me apertou em seu corpo, deslizou sua mão até minha garganta e fez eu virar minha cara para a dele e me deu um beijo de língua, molhado, fazendo eu esquecer do desconforto no meu cu.

Sua mão direita deslizou até meu pau, que estalava de tão duro, e ele passou a me masturbar lentamente.

Ficamos alguns minutos naquela posição, até meu cu parar de piscar e se acostumar com seu pau grosso.

Ofegando, eu parei de beijá-lo e me inclinei sobre o divã. Esperei alguns segundos e senti minha perna fraquejar. Virei-me novamente para ele e pedi:

— Vamos para a cama, eu não vou conseguir me segurar somente no divã, preciso deitar.

— Claro, querido! Ele disse-me.

Sem sair de dentro, voltei a ficar ereto no chão. O Jhonny agarrou-me pela cintura e me conduziu até a cama.

Me deitou de bruços com calma e subiu em cima de mim, sem retirar por nenhum segundo seu pauzão do meu cuzinho.

Arrumou-se e me deu vários beijos no ombro e no pescoço; em seguida, rebolando, começou lentamente a bombar.

PLOC! Ele dava uma cravada e rebolava como pau dentro de mim.

PLOC!

— Huuuuuuuuuum! Aiii! Gemi alto.

— Xiii! Ele fez para eu me calar e segurou no meu ombro, parando seus braços fortes por baixo do meu corpo.

PLOC!

— Huuuuuuuuuum!

Logo foi aumentando o ritmo até ficar em um ritmo brando, porém com bombadas fortes.

PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC, PLOC...

Nossas peles suadas se chocavam na cama, fazendo-se mexer e bater a cabeceira na parede do quarto. As molas do colchão rangiam alto, transmitindo nossa foda para todo o motel.

Ele cavalgava-me gostoso, batendo sua virilha na minha bunda branca e beijava meus ombros largos.

Ainda me beijando, subiu até meus ouvidos e, falando baixo, pediu:

— Pede pica, meu viadinho, pede pica para o seu macho! Ele me dizia, socando no meu rabo.

— Huuuuuuuuuum, Huuuuuuuuuum! Me dá pica, Senhor Jhonny, me dê pica, senhor!

Ele voltou a me beijar nos ombros e a gemer mais grosso e alto no meu ouvido, estocando fartamente.

PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC...

Quando seu corpo tremeu, sabia que ele estava para gozar, então eu comecei a morder seu cacetão grosso com meu cu para proporcionar um orgasmo mais intenso.

Jhonny, gemendo, passou sua mão por baixo do meu corpo na cama e segurou meu pau duro, que friccionava no colchão, e voltou a me punhetar, socando mais forte no meu rabo.

E logo gemendo mais alto anunciou:

— Vou gozar minha baixinha, vou gozar, toma leite! Ãããh, Ããããh.

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Com a sua punheta e a fricção do colchão, eu gozei junto a ele, sujando sua mão e o lençol.

PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF

Ele foi diminuindo o ritmo até que parou em cima de mim.

Voltou a beijar meu pescoço até que seu pau mole saiu de dentro de mim. Sua mão gozada veio até sua boca e ele provou minha porra, logo compartilhando comigo num beijo ardente.

Ele saiu de cima de mim e deitou ao meu lado, retirando a camisinha e a amarrando. Puxou-me para seu peito peludo e inclinou minha boca para ele, e depositou um beijo molhado.

— Está satisfeito, senhor? Perguntei, olhando fundo em seus olhos, enquanto ele me acariciava.

— Estou, minha baixinha! Sabe, desde que coloquei os olhos em você pelas câmeras de segurança da recepção, sabia que iria para a cama com você, e, caso não tivesse acontecido o que aconteceu, eu daria um jeito de te ter aqui agora.

Ele me deu outro beijo e virou-se comigo nos braços e pegou um copo junto a uma garrafa de uísque em cima da cabeceira da cama, abriu a garrafa e despejou uma dose, tampou-a novamente e devolveu para a cabeceira da cama.

Tomou um gole, me acariciando.

— Você quer? Ele perguntou, oferecendo-me o copo.

Balancei negativamente a cabeça e me aconcheguei em seu peito, brincando com o seu mamilo.

Ficamos na cama por mais alguns minutos, depois nos levantamos e fomos tomar um banho na imensa banheira.

Já era hora do almoço quando descemos; papai estava louco na recepção, com medo de ter acontecido algo comigo.

Eu e o senhor Jhonny descemos as escadas até a recepção, e, ao me ver, papai veio correndo.

— Filho, que demora, está tudo bem?

— Sim, papai!

— Seu João, está tudo pago. Acabei de receber o relatório pelo celular das suas atividades e está tudo certo. Vocês já podem ir embora. A mão de obra de vocês, mas o cuzinho desse putinho pagou a dívida.
— Muito obrigado, Jhonny! Espero poder frequentar ainda o estabelecimento. Disse papai.

— Claro que sim, e espero poder no futuro estar junto a essa putinha novamente. O Jhonny disse para o papai.

— Claro, Jhonny, no futuro combinaremos. Podemos ir?

— Claro, sem problemas! Tchau, minha putinha, até mais!

— Tchau, Jhonny! Respondi.

Papai, eu e o Leonardo fomos para o estacionamento, entramos no carro e saímos do motel.

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