#Assédio #Bissexual #Traições

Botei Pra Rolo Gerente e Secretaria.

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Dré

Não posso ver homem com cara de macho que eu quero mostrar quem manda. E esse aqui, eu baguncei. Ela, nem tanto.

Sou o André, tenho 48 anos, solteiro e muito safado. 1, 88 de altura, 75kg e cara de bandido. É o que todos dizem. E acho que tenho mesmo. Mas nunca roubei ninguém a não ser mulher casada ou homem casado. Sou democrático, sabe!

O que vou contar aqui tem uns três meses e aconteceu quando estive de passagem a trabalho em Londrina, que fica no interior do Paraná. Sou vendedor de seguro automotivo. Eu estava para fechar um torrão de contratos em uma empresa de entregas. Aí eu encontrei o gerente que tinha conhecido pela internet. Jeito nenhum de boy. Mas já gostei da bundinha malhada dele. Sempre dou aquela espiada marota. Fico só na ânsia de ser flagrado olhando, pra ver quelé. Não perco tempo. E durante o cafezinho na máquina, dei uma espiada menos discreta, segurando o queixo, pra meio que deixar claro que se curte eu parto pro show. Ele percebeu. Mas fingiu que não.

Olha só, se o cara finge que não viu outro cara olhando para a bunda dele, isso é quase como uma confissão. Então, quando sentei no sofá, pra gente desenrolar o desconto, me despojei de pernas abertas. E ele não resistiu por muito tempo. Primeiro a insistência em evitar olhar pra mim. Depois os pigarros. E aí começou a engolir seco e ter aquelas travas na fala. Ele só precisava que eu não estivesse olhando pra ele. Então olhei para o quadro na parede. E aí ele olhou para o desejado. E engoliu seco quando eu o apanhei olhando. E eu não fingi que não vi. Só soltei aquele sorrisinho sem vergonha. Olhei para o meu pau e depois olhei bem nos cornos dele, com cara de quem sabe o que quer. Ele não aguentou a pressão. Se levantou, pedindo licença, e foi no banheiro. Com certeza estava naquela luta danada contra a vontade, que eu sei que a maioria dos homens tem. Pelo menos, todos que comi ninguém sabia que era fruta, até viciar na rola do pai.

Quando ele voltou do banheiro eu estava de pé olhando o quadro. Eu estava com a rola dura e marcando no jeans providencial colado. Ele veio sem graça. Já não me olhava direito nos olhos e já quis ir logo para o fechamento. Ficou sério. Na verdade ficou desconcertado. Quando ele se sentou na sua poltrona eu virei pra ele. O encarei fazendo a rola mexer pra judiar da mente dele. E ele não resistiu. Olhou rápido, mas olhou. Então me aproximei dele. Mais do que deveria. A cara dele... O olhar de quem viu o perigo... Meti a mão na minha rola e apalpei quase que exibindo pra ele. E com a cara de pidão que eu estava, ele não teria como fugir. Os olhos dele foram direto para o caminho do perigo. E quando viraram para os meus olhos, era aquele olhar de quem já não quer fingir. Então cheguei nele com a mão no ombro e disse que queria deixar ele a vontade pra decidir se era pra deixar ou pra ir com tudo. Ele abaixou a cabeça e eu a levantei primo queixo. Como ele não lutou, saquei a minha rola para fora pelo zíper. Ele olhou para a porta do escritório, temeroso, mas eu já fui trazendo a boca dele, já pincelando com a rola seus lábios. Golpe baixo né! Ele já foi pro abraço. Botei pra mamar. Ele não estava se sentindo a vontade. Então tirei da boca e guardei. Ele ficou sem entender nada. Então eu disse que era só pra não aguar, mas que de noite eu ia adorar brincar ali. Ele ficou sem graça, engoliu seco e se levantou. Tava com calor o coitado. Foi pro banheiro e eu deixei a sala dele. A secretária me cumprimentou e eu puxei assunto com ela. Gostosa, a danada. Mandei um papo e ela já mostrou a aliança. Eu disse que não tinha cara de bandido atoa e que o que eu não posso ter eu roubo. Ela sorriu abaixando a cabeça. Mas jogou os cabelos. Ganhei fácil. O olhar seguinte disse tudo. Então eu já fui no ouvidinho. Disse que se ela fosse corajosa e guerreira, que eu estava recrutando mulheres bonitas para a guerra. Mas que nem precisava de mais nenhuma, porque ela sozinha seria a minha infantaria imbatível. Ela corou na hora. Nova jogada de cabelos e puxadinha no vestidinho. A mesa de vidro era um convite ao olhar. O gerente me chamou e eu, cachorro que sou, disse pra ele vir até mim. Fiz questão de deixar claro para a secretária quem é que mandava no pedaço.

E ele veio, todo sem jeito perguntando se já podíamos fechar logo o acordo. Eu continuei olhando pra ela enquanto dizia sim. Ele pediu a ela as papeladas e eu olhei pra ele e pra ela de costas, que parecia estar andando meio rebolando pra me atiçar. E deu uma olhadinha na hora que abriu o arquivo. Eu olhei pra ele com cara de quem já havia ganhado a parada. Então disse pra ele no ouvido, que meio que tentou disfarçar, que dava conta das duas. Ele fechou a cara. Mas eu olhei pra garota e fiz questão de deixar ela ver eu puxando e virando ele de costas, já o agarrado enquanto olhava pra ela com sorriso selvagem. Ele tentou sair e dizer algo. Mas eu já travei nos braços e disse que não tinha saída mais pra ele, que ia comer ele ali mesmo na sala. Fui levando ele para dentro. A cara que ele fez de quem estava tendo o mundo virado ao avesso só me deu mais impulso pra trazer pra rola. Só soltei ele quando já estava dentro da sala. Olhei para a garota, que estava com os olhos arregalados, meio com medo e meio excitada. Dei uma piscadinha pra ela e fechei a porta sorrindo. Só encostei na porta, com o gerente me olhando meio perdido, mas com vontade de dar logo. Abri a calça, arriei um pouco e botei pra fora a rola. Fiquei só esperando ele, o convidado com o olhar. Ele veio. E mandou ver na mamação. E enquanto ele estava se acabando na minha rola, abri um pouco a porta. Ele ia se levantar, mas eu disse pra ficar quietinho, empurrando a cabeça Deus pra baixo. Pela fresta eu olhei para a garota, que já estava sentada conversando com alguém pelo celular. Então chamei ela com os olhos. Ela abaixou a cabeça. Mas então eu abri um pouco mais a porta e deixei ela ver a cena. Ele parou e novamente fez que estava bolado. Mas eu disse: mama aí na tua vai! Ele me encarou e eu me abaixei, segurei no rosto dele com as duas mãos e forcei ele a abrir a boca. Ele já estava dominado. Olhou pra ela com cara de quem estava morrendo de vergonha, mas ele estava morrendo era mais de tesão. Assim que cheguei perto da boca dele, dei uma cuspida lá dentro. Toda puta adora isso. A garota olhou incrédula. Então eu suspendi ele e fui botando de costas, escancarando a porta. Desci a calça dele e sem pudor ou respeito algum, deixei ela ver eu ajeitando e empurrado minha rola lambuzada para dentro do cu dele. A garota levou a mão ao queixo. Então eu chamei ela com o dedo. Ela riu, balançando a cabeça tipo nem morta. O gerente estava eu transe. Dominado. Dei umas empurradas no cu dele e fui levando ele engatado para o sofá. Botei ele deitado e montei na bunda. Aí eu brinquei né! Saculejei sem dó. Não dava vista para ela. Mas eu sabia que ela ia aparecer da porta. E não deu outra. Eu virei a cara do gerente pra ela e forcei ele a ficar olhando, enquanto sentia minha rola empurrado a merda dele pra dentro. Chamei a garota com a cabeça. E ela veio. Estava pegando fogo, com certeza. Assim que ela veio eu comecei a destruir o cu do gerente dela. Botei de cu pro alto e só na judiação botei pra gemer sem vergonha. Quando me dei conta, ele estava lacrimejando de tesão. A garota sentou na poltrona dele e ficou igual criança na frente de doce. Então eu fui aumentado as estocadas até trazer o caldo. Aí eu só enterrei e deixei a rola tingir de branco a merda dele lá no intestino. Ele tava rendido nas minhas pernas e eu quase sentado na bunda dele com minha rola latejando. E quando terminei de leitar, fui puxando até sair do cu dele, que ainda demorou pra fechar. Aí eu dei uma cuspida lá dentro com cara de moleque mau.

Fui no banheiro lavar a rola. Sai enxugando ela com a toalha de rosto. Aí eu fui até a garota, que já estava no cio, enquanto o gerente entrava no banheiro. Me sentei no chão de frente pra ela sentada na poltrona e fui trazendo as pernas. Em pouco tempo eu estava linguando a calcinha por cima da xoxota. Já estava muito molhada. Então me levantei e levei ela para o sofá. Disse que queria chupar ela de fazer ela gozar muito na minha boca. E quando o gerente saiu do banheiro eu estava chupando ela. Ele se sentou meio sem saber o que fazer. E eu disse pra ele comer a boca dela, enquanto eu comia a buceta. Ela olhou pra ele e pra mim. Mas eu balancei a cabeça como se fosse ordem. E não demorou, a gente estava fazendo sanduíche de secretaria. E até combinei de gozarmos juntos. E eu não poderia deixar de dizer que estava botando um filho nela. Porque gozei na raiz com ela indo junto. Os três juntos.

Por duas horas fizemos um inferno ali. Só tinha mesmo os três na firma. Uma sala comercial em um prédio de Londrina. Mas o que eu mais gostei foi de botar ela encima dele no sofá e revezar socada no cu dos dois. Uma hora mais ou menos, até conseguir gozar de novo. No cuzinho dela. Bom né? Gozar num cu de casada? Fiz a festa

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