#Coroa #Gay #Traições

O Uber Da Pika No Bolso Queria Mais

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Iemam

Se o cara havia me fez experimentar seu leite uma semana antes, agora queria mais do que a boca. Queria tudo.

Eu tinha acabado de fechar o portão. Era por volta de 16 horas. Era de costume eu ir comprar pão fresquinho. O cheiro do pão já era um convite diário. Amanda costumava chegar por volta das 18 horas. Ela é atendente de uma loja de cosméticos. Eu já sou aposentado pela insalubridade do último emprego com Silk. Assim que iniciei a passada rumo à padaria ouvi uma buzina e olhei na direção. Quando vi o HB20 branco de vidros filmados do outro lado da rua, eu gelei. Fiquei sem ação. De repente eu senti como se todo mundo soubesse o que havia acontecido naquele carro uma semana antes. Um vizinho estava lavando a calçada. Ele me cumprimentou com os olhos e eu fiquei envergonhado. Ele não sabia de nada. Mas para mim era como se soubesse. Então novamente a buzina. Dessa vez duas buzinadas. Eu olhei. O vidro arriou e o motorista, com sorriso discreto, me chamou pelo nome. Eu dei uma abaixada de cabeça, olhando para o vizinho e também para a vizinha que vinha passando por mim, morrendo de vergonha e já trêmulo, então fui até lá. Achei que não ir seria pior. Se ele estava ali, achei que estivesse me assediando. Assim que me aproximei, olhei para trás e o vizinho disfarçou. Estava me olhando curioso. Com certeza eu estava vermelho. Fico vermelho fácil. Perguntei baixinho o que ele estava fazendo ali. Então ele disse que tinha acabado de deixar um passageiro perto e só havia vaga ali. Estava aguardando viagem. E quando ele falou o nome do passageiro, eu conheço. Mora três casas além da minha, na direção oposta. Ele estava apertando a pika enquanto me olhava cheio de cinismo. Eu voltei a olhar para o vizinho. Mas estava ele olhando. Me cumprimentou e eh seguida voltou a lavar a calçada.

— Tá indo aonde? Posso te dar uma carona. Tá afim?

Esse tá afim não era referente à carona. Ele estava exibindo a pika e me olhando com cara de quem queria terminar o que havia começado. E eu estava muito, muito nervoso e confuso. Havia passado a semana inteira com crise de identidade. Ter mamado a pika dele e tomado seu esperma, isso foi algo totalmente fora de controle emocional. E por mais que eu não quisesse pensar naquilo, não tinha jeito. O pensamento vinha e vinha forte. E sempre acompanhado de um acentuado aumento dos batimentos cardíacos e da respiração. E quando eu olhei para a marca da pika dura mas mão dele, mal consegui me manter de pé devido a tremedeira. Então, ou eu era visto daquele jeito por todos, ou eu entrava no carro. Então tentei abrir a porta de trás pra entrar, mas estava travada. Ele mandou eu dar a volta. Então eu dei a volta e entrei no carro. Ele fechou o vidro e ficou me encarando, enquanto saía com o carro. Eu evitei olhar. Assim que ele virou na esquina, eu pedi pra me deixar na padaria.

— Na padaria? Você que que eu te leve na padaria?

— É, por favor.

Olhei pra ele quase pedindo pelo amor de Deus para não dizer nada. Mas ele riu e botou a mão na minha perna, já apertando.

— Tá. Te deixo na padaria. Mas só depois de te dar um trato. Tá afim? De levar?

Eu não conseguia falar. Não conseguia parar de tremer. E também sentia que não havia nada que eu pudesse fazer para fugir do inevitável. Até porque algo em mim queria aquilo. Mesmo contra a minha vontade. Então ele tentou pegar a minha mão, enquanto voltava a perguntar.

— E então? Tá ou não tá afim de levar?

Eu puxei a mão e o olhei. Sabia que não devia perguntar. Mas perguntei. Mesmo sabendo a resposta.

— Levar? Levar o que, cara?

E com um sorriso safado ele respondeu.

— Leite. Muito leite nesse cu. Sabe que vai levar, não sabe?

Bem... Ele dirigiu até o muro da CEDAE. Parou o carro e botou a pika pra fora e me olhou, chamando com os olhos. Eu olhei pra ela. Não sei o que acontece. Mas é inevitável. Levei a mão até lá e já fui me abaixando. Chupei a pika dele, sem vergonha e igual uma esfomeada. Deixei a vontade falar mais alto. E quando eu já estava até sentindo calor, ele me afastou e eu me recompuz. Então ele dirigiu até o hotel. Sim, me levou para um hotel pulgueiro. E eu estava ansioso. Envergonhado, mas ansioso.

Assim que saímos do carro, já com a garagem fechada, ele foi me empurrando escada a cima, segurando com as unhas firmes na minha bunda. E eu só evitei olhar na cara dele. Mas já estava querendo. E naquele quarto, ele já foi mandando eu tirar a bermuda e assim que eu tirei, ele me botou na cama de costas e depois de me mandar lambuzar a pika, veio com ela. Lembrei daquela tarde chuvosa na infância. Lembrei da sensação da gozada do meu amigo nas minhas costas. E de repente meu cu estava sendo rompido. E assim que ele empurrou pra dentro de mim, quase desmaiei de dor e incômodo. Eu tinha tentado fugir logo que senti aquela dor nas ele me prendeu, com as mãos no meu pescoço.

— Guenta, porra! Vai fugir não. Segura a minha pika nesse cu, seu "fulano". Assim.

Eu gritei. Foi inevitável. Pois doeu de me arrancar um arrepio que atravessou meu corpo e a minha alma. E antes de eu soltar meu terceiro grito, quando me esforcei para olhar pra trás, já estava tudo dentro. O saco enorme dele estava encostado no meu. E sem tirar muito ele começou a estocar no meu cu. E assim, aos poucos, meu cu foi se acostumando. Já não doia mais. E ele foi socando cada vez mais forte, de quase tirar a pika nos impactos. Então foi me colocando meio de lado, me forçando a olhar pra ele, com as duas mãos no meu rosto, enquanto socava. E isso levou alguns minutos. Depois me fez ficar de frente e segurou minhas pernas, me forçando a um frango assado. Me encurralou de me arrancar suspiros e gemidos. Até que anunciou a gozada. De repente eu estava recebendo a gozada dele no cu, enquanto ele continuava socando e dizendo:

— Teu! É teu, seu "fulano", o meu leite. Tudo. Tudo teu. Toma! Toma leite, toma! Teu! Tudinho teu, nesse cu.

Depois de me encher de leite, ele foi tomar banho. Ao sair do banheiro, me mandou chupar a pika dele, de pé, comigo sentado na cama. E eu chupei. E só parei de chupar quando ele retirou e lançou aqueles jatos de porra na minha cara, dizendo que agora sim, o serviço estava completo, enquanto enfiava a pika na minha boca, terminando de gozar na minha garganta.

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