Depois daquele beijo, eu tava pronto pra um boquete
Um beijo inesperado e eu estava louco pelo meu amigo de infância. A única cosia que faltava era um empurrão.
Guardar uma vontade escondida serve apenas pra fazer mais peso na consciência, quando aquilo que nos enche de vontade não dá pra se encarar sem medos. Os meus eram como os de qualquer cara casado, que se considera hétero.
Existe um prazer sutil e apurado em se chupar um pau. Depois de perder o medo, o que sobra é o desejo por mais e mais. Já estava nas últimas em minha débil resistência, mas o “clube” estava despertando algo em mim que eu não podia negar. E isso se entranhava em mim como uma segunda pele, que apenas entre os caras eu podia despir, e me sentir à vontade.
Eu ia faltar à próxima reunião, mas acabei aparecendo. Foi um pouco estranho e algo meio impulsivo, como nas outras vezes, estar numa sala cheia de caras se masturbando uns na frente dos outros. Não sei bem como explicar, mas eu adorava exibir meu pau duro pros caras, como se fosse uma forma de me libertar das constantes negativas da minha esposa em relação ao sexo.
Talvez porque tivesse me feito sexo oral duas vezes e eu tivesse retribuído com uma massagem nele, eu gostava de sentar no sofá ao lado do Breno. Nesse encontro, porém, o Leo se enfiou entre nós e sentou no meio. Estávamos todos excitados e o Leo estava sendo acariciado por mim e pelo Breno, com ele segurando o pau de cada um de nós. Até então, eu e o Leo não tínhamos tido nenhum contato físico, embora eu também não tivesse pensado nisso. E não vou mentir, estar nesse "clube da punheta", acariciando o pau de outro cara enquanto ele acaricia o meu, era muito excitante.
Depois de um tempo, o Breno se levantou do sofá e ofereceu o pau dele pro Leo. Então, enquanto eu continuava a masturbar o pau duro do Leo, ele começou a chupar o pau do Breno. Foi muito excitante brincar com o pau do Leo. E admito que me passou pela cabeça fazer um boquete nele. Eu estava tão perto de abaixar a cabeça e chupá-lo enquanto ele chupava o Breno, que a simples ideia quase me fez gozar.
Até então, eu só tinha masturbado outros caras nas reuniões e recebido boquete, mas nunca tinha feito. Não que eu não quisesse, eu ainda estava em conflito sobre até onde eu podia ir com contato sexual com outros caras sem ferrar completamente com o meu casamento.
Enquanto o Leo chupava o pau do Breno com tanta vontade, eu estava fascinado brincando com o pau dele. Estava tão duro, e a sensação de masturbá-lo me deixou com o pau dolorido. Eu queria esfregar os paus nele e depois chupar, mas não fiz, acho que ainda estava muito em conflito e com medo. Mas foi excitante brincar com o pau do Leo enquanto o via chupar o do Breno. Foi tão excitante que finalmente comecei a me masturbar furiosamente.
O Leo então se afastou do Breno por um instante e me fez gozar com a mão, sorrindo enquanto eu ejaculava por todo o meu corpo. Ele se inclinou sobre o meu pau e segurou; ainda estava meio duro, e eu nem podia acreditar. A mão do Leo no meu pau me masturbando foi incrível. E mais uma vez me vinham as lembranças de infância, enquanto experimentávamos pela primeira vez o prazer chupar um pau.
Quando o Leo voltou a chupar o pau do Breno, o cara do outro lado do sofá gozou na boca Lucas, que se masturbava. Era incrível ver como os caras estavam mesmo curtindo provar a porra uns dos outros, mesmo sendo ainda o único “virgem de boca”.
O Leo estava dando tudo de si enquanto chupava o Breno, lambendo o pau e os testículos dele com chupadas longas e excitantes até o final. Maravilhado, observei o Breno se posicionar entre as pernas do Leo e terminar de chupar o pau dele, em retribuição.
Pelas vezes em que o Breno tinha me feito sexo oral, eu sabia que ele realmente adorava chupar um pau. Sentado ali ao lado do Leo, com a minha porra espalhada pelo meu corpo, observei o cara terminar de chupar o pau do meu amigo. Era surreal e obsceno o quanto o Breno estava envolvido; eu sabia por experiência própria o quanto ele gostava de me chupar, enquanto assistia àquela demonstração acontecendo ao meu lado.
Dessa vez, acho que o Leo não conseguiu mesmo se segurar. Depois de subir e descer algumas vezes, engolindo quase tudo, o Breno foi surpreendido pelo primeiro jato de porra que encheu a sua boca. E mesmo engolindo tudo, o Leo continuou gozando, jato após outro, enquanto segurava a cabeça dele, metendo sem parar.
Meio sem conseguir dar conta de tudo, ele deixava que escorresse, descendo por toda a extensão do pau do Leo, e se acumulando entre os seus pentelhos. Era uma pena um cara ter na boca uma pauzão daquele e não aguentar engolir tudo. Me pergunto se eu conseguira.
Então, depois de gozar tudo o que tinha pra dar, o Leo se virou, ainda meio ofegante, sorriu pra mim, e com a maior naturalidade, passou o dedo sobre a porra que me escoria pelo peito e levou à boca, provando do meu gozo. Eu mal podia acreditar naquilo, mas adorei. E na hora tive vontade de fazer o mesmo e retribuir o gesto, provando da sua. Mas algo mais incrível aconteceu.
De repente, depois de chupar o seu pau e provar a sua porra, o Breno se levantou e cruzou a linha que nenhum outro ainda tinha cruzado. Segurando o pau do Leo com uma das mãos, ele inclinou o rosto e quando eu vi, os dois tavam se beijando. Não um selinho desses bobos, mas um beijo de língua e muita saliva.
Me lembrei do que fizemos, eu e o Leo, no banheiro no outro dia, mas aquilo superava em muito. E só de ver, meu pau já tava de novo dando sinal de vida. Nossa, chega deu água na boca, e tive que me conter pra não me juntar aos dois. Acho que um beijo a três, àquela altura, seria definitivamente gay.
Os dois então se levantaram, ainda com o pau um do outro na mão, e se esfregavam excitados. Havia mãos por toda parte, descendo pelas costas. acariciando a bunda revelando um tesão que não dava nem pra disfarçar. Tocar a bunda de outro cara podia ser um limite perigoso entre nós, e faltava pouco pra rolar o inevitável. Até que ele se separaram, cada um indo pra um lado, se aliviar.
Pelo olhar de todos em volta, acho que aquela linha significava que estávamos ficando bem mais íntimos que no começo... a ponto de cruzar alguma outra linha que faltava cruzar.
Depois de vestir minhas roupas e passar pelo constrangimento de não ter provado do gozo do meu amigo, com devia ter feito, acabei me sentindo meio frustrado. Meia hora depois, cheguei em casa e tomei um banho, me masturbando intensamente no chuveiro, até gozar... com queria ter feito com o Leo.
As coisas que os homens fazem e que suas esposas nem imaginam, nossa! Então, a vergonha, a negação e a negociação comigo mesmo seguiram seu curso, como sempre acontecia depois de participar de uma reunião no "clube".
Tava começando a ficar meio desesperado pra sentir um pouco de porra na minha boca.
Continua...
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