Plug anal
Jamais gostei ou senti prazer em sexo anal, até precisar ficar sem relações sexuais por causa de exames ginecológicos.
Investigando cistos, a médica orientou que eu não mantivesse relações sexuais durante o período de espera para fazer os exames de imagem. Apesar de ter um bom convênio, os laboratórios só tinham horário para dali a 20 dias, e esse era um tempo que eu nunca tinha ficado sem sexo, e meu marido também não. A primeira semana correu tranquila: era um boquete ali e aqui, uma espanhola às vezes. Mas, passados os dias, a minha buceta começou a ficar encharcada todos os dias, sem parar. Estava implorando por pau, sedenta, mas eu não podia fazer nada. E meu marido, cansado de apenas boquete (ele sempre disse que muito boquete e punheta deixam o homem preguiçoso), queria meter e, para isso, comprou um plug anal... Coisa que eu nunca antes tinha pensado em usar.
Mas, com a mente sempre aberta, tomei um banho caprichado, passei no corpo inteiro um óleo corporal (que ele ama) e coloquei o plug com muito esforço. Doeu para entrar pela primeira vez, mas logo o incômodo passou. Com o plug socado em mim, fiz todas as últimas tarefas da noite que precisava fazer e então fui para o quarto esperar meu marido chegar.
A primeira coisa que ele fez ao chegar foi conferir se a putinha dele estava com o plug e, apesar de ter recém-chegado da rua, a vontade dele era tanta que ele não aguentou esperar. Tirou minha calcinha e chupou minha buceta ajoelhado na ponta da cama enquanto brincava com o plug: puxava para fora como se fosse tirar e o afundava de novo bem fundo, girava o plug e voltava a puxar, e continuou a fazer isso até conseguir tirá-lo de dentro de mim. Mas meu cu ficou livre apenas do plug, porque, segundos depois, eu já estava sendo preenchida pelo pau dele e, para minha surpresa, sem dor nenhuma.
Só prazer.
E isso o deixou ainda com mais vontade. Ele me comia com força, em um tesão diferente de todas as outras vezes; comia com vontade, aproveitando cada segundo, e falava que sempre quis uma esposa putinha que desse o cu com vontade. Eu disse que estava tão bom que daria sempre, que ele não precisaria mais comer minha buceta porque no cu era ainda melhor. Mas ele disse que não, que puta tem que dar tudo, tem que começar dando a buceta e terminar dando o cu, dar para o macho tudo o que ele quiser.
Ele me comia com toda a força enquanto me enforcava com uma mão e apertava meu seio com a outra. Mandava-me bater siririca, porque, enquanto eu não gozasse com ele comendo meu cuzinho, ele não pararia e, como uma cadela obediente, eu fiz o que ele mandou. Não demorou muito tempo até eu gritar dizendo que ia gozar e ele urrar dizendo que estava enchendo meu cuzinho de leite. Naquela noite, ele foi dormir satisfeito, e eu também.
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