A Lenda do Boto- Noite que Mudou Aninha
As lendas do brasil guardam segredos. Esse conto EU imagino um aspecto erotico de uma das mais famosas e controversas lendas da amazônia.
Nas margens do Rio Solimões, perto de Tefé, no interior do Amazonas, a comunidade ribeirinha de São Francisco do Aratamã vivia ao ritmo das cheias e das festas. Era junho, mês de São João, e a lua cheia prateava as águas escuras. A festa acontecia na grande clareira ao lado do barracão comunitário: sanfoneiros tocando forró misturado com carimbó, cheiro de peixe assado, tacacá e cachaça de jambu descendo goela abaixo. As meninas rodopiavam em vestidos floridos, os rapazes suados batendo palma.
Ana Márcia, Aninha para a família e as amigas, completará 18 anos havia apenas duas semanas. Era a alegria da comunidade. Cabelos ruivos avermelhados, longos e volumosos, brilhando como fogo sob as luzes de lamparinas e lanternas. Olhos azuis-claros que pareciam refletir o céu no rio na cheia. Corpo jovem, curvilíneo, cintura fina contrastando com quadris largos e um bumbum empinado, redondo e firme que fazia os rapazes disfarçarem os olhares. Peitos médios, naturais, que balançavam suavemente quando ela ria e dançava. Pele clara, rosada, com um leve bronzeado das horas sob o sol amazônico. Pernas grossas, coxas macias e bem torneadas.
Ela namorava Cícero, um rapaz sério, trabalhador, filho de pescador, de família honesta. Ele a olhava com devoção, mas Aninha ainda era virgem. “Só depois do casamento”, prometia ela, corando. A família era rígida: pai e mãe não tiravam o olho.
A festa estava no auge quando ele chegou. Ninguém soube de onde veio. Um homem alto, pele morena-dourada como quem vive entre sol e água, cabelos negros lisos até os ombros, olhos verdes profundos que pareciam conter o próprio rio. Vestia uma camisa branca impecável, calça clara bem cortada e um chapéu de palha fino que não tirava em hipótese nenhuma. Cheirava a água limpa, a jasmim-do-mato, um cheiro doce e gostoso. Chamava-se Beto, ou pelo menos foi o nome que deu, com um sorriso que fazia as moças suspirarem.
Ele dançava como ninguém. Rodopiava as meninas com graça sobrenatural, ria com facilidade, contava histórias antigas de encantados que deixavam todos arrepiados. Aninha o observava de longe, rindo com as amigas, mas sentindo um calor estranho no baixo-ventre toda vez que aqueles olhos verdes encontravam os dela.
Ele cortejou várias aquela noite, como quem testa a vontade de cada moça da festa, a loira da outra ponta, a morena de vestido vermelho, mas sempre voltava o olhar para a Aninha, como quem esperasse o momento certo para chegar. Cícero percebeu e franziu o cenho, mas o estranho era educado demais. Conversava com os mais velhos, bebia pouco, elogiava a comida.
Perto da meia-noite, ele se aproximou dela enquanto Cícero ajudava no churrasco.
— Aninha... nome bonito pra moça mais linda da festa. Disse ele, voz grave, aveludada, com sotaque que não parecia ser da região. — Dança comigo?
Ela hesitou. Sabia que era errado. Mas o corpo respondeu antes da mente. A mão dele era gelada e úmida, porém firme. Na dança, ele a guiava como se o vento e a água dançassem juntos. Sussurrava no ouvido dela histórias de botos que viravam homens bonitos para amar mulheres na beira do rio. Aninha ria, corava, sentia os bicos dos seios endurecerem contra o vestidinho fino que marcava bem as suas formas.
Ele a manipulou com maestria. Pediu para ela dizer aos pais que ia “dar uma volta com as amigas até o porto”. Jéssica, a melhor amiga, cobriu por ela, achando que era só uma paquera inocente. Cícero foi distraído por uma discussão sobre pesca entre os bêbados da festa que poderia acabar em briga.
E eles sumiram na noite. O boto a levou pela margem, de mãos dadas, até uma pequena canoa escondida. Remou com força sobrenatural. A lua iluminava o caminho. Aninha sentia o coração disparado.
— Eu sou prometida... é errado... Murmurava ela.
— O rio sabe o que é certo, Aninha, seu corpo já sabe. Respondeu ele, sorrindo.
Chegaram a uma praia deserta de areia branca fina, longe de tudo, cercada por igapó e silêncio. Só o murmúrio das águas e o canto distante de aves noturnas.
Ali, sob a lua cheia, ele a beijou. O beijo era profundo, quente, com gosto de desejo antigo. Aninha gemeu contra a boca dele, as mãos tremendo. Ele passou as mãos pelo corpo jovem, e trêmulo de Aninha, sentindo sua respiração pesada e foi tirando o vestido dela devagar, reverente, como quem desembrulha um presente, a deixando somente com a calcinha branca de renda nas laterais, símbolo da sua pureza.
O corpo jovem de Aninha brilhava à luz prateada. Seios firmes, rosados, com bicos pequenos e arrepiados. Cintura fina, ventre macio, quadris largos, e entre as coxas grossas, a bucetinha, virgem, já quente e copiosamente molhada, brilhando de excitação. Bumbum empinado, redondo, perfeito.
— Eu não posso, sou moça... Pediu ela em transe, voz rouca de desejo. — Por favor, Beto...
— Não se preocupe Aninha, não farei nenhum mal a você, não farei nada que você não queira. Falou Beto, com um sorriso sedutor e olhar fixo nos olhos azuis de Aninha.
Ele foi carinhoso. Tirou a própria roupa. O pau dele era monstruoso: grande, grosso, venoso, com mais de 20 centímetros, a cabeça rosada e brilhante, latejando. Aninha arregalou os olhos, mas o encanto dele afastava o medo.
Ele a deitou na areia macia, beijou seu pescoço, desceu para os seios. Chupou devagar, sugando os bicos, mamou os dois seios com fome, língua girando, fazendo ela arquear as costas e gemer alto. Desceu mais, abriu as coxas grossas dela, carinhosamente foi beijando devagar o interior das coxas até chegar a buceta rosada, com os grandes lábios carnudos, entreabertos, revelando lábios internos já úmidos, com o grelinho inchado e proeminente, então beto mergulhou o rosto.
A língua dele era sobrenaturalmente longa, grossa, flexível como tentáculo. Entrou fundo na bucetinha virgem dela, explorando cada dobra interna, lambendo as paredes rosadas, sugando o clitóris inchado. Aninha gritou, mãos cravadas nos cabelos dele, corpo se retorcendo em êxtase. Gozou pela primeira vez em minutos, jorrando melado quente na boca do boto.
Ele subiu, posicionou a cabeça grossa na entrada molhada.
— Por favor… não… Pediu ela. ela olhava para o lado com timidez e desejo ,mas o corpo pedia o contrário, ela abriu suas pernas segurando por trás do joelho, oferecendo tudo que tinha ao encantado.
— shhh… fica quietinha Aninha você vai adorar ser minha, depois de hoje homem nenhum nunca mais vai conseguir fazer sentir prazer, somente eu. Falou ele com os olhos vidrados e fixos nela como um predador olhando a sua presa.
Ele foi forçando a entrada que era muito apertada, até que o selinho da virgindade cedeu, entrou devagar, centímetro a centímetro. Não houve dor, só um prazer avassalador, preenchimento total. A bucetinha rosada se esticou ao máximo ao redor do pau grosso, latejando, um fiozinho de sangue escorreu, marcando o selinho que foi quebrado. Ele começou a estocar, ritmado, profundo. Aninha gemia, unhas arranhando as costas dele.
— Aninha…falou o boto arfando de prazer. — O seu ventre está desejando carregar um filho meu… me deixa colocar minha semente em você. Falou o boto estocando e pressionando o útero de Ana.
Em um transe, de boca aberta gemendo sem parar, os olhos revirados, Ana cedeu ao desejo e ao prazer.
— Me faz sua... me engravida... Pediu ela entre gemidos, já perdida.
Ele sorriu, olhos brilhando com luz mística. Acelerou. Fodeu ela em missionário, segurando suas coxas grossas abertas, metendo fundo. Depois de quatro, o bumbum empinado para cima, pau entrando até o talo, outros momentos ele segurava com firmeza o cabelo de Ana enquanto metia de quatro se inclinou para beijar a boca de Ana ela deixava sua boca aberta enquanto gemia até a língua do Boto invadir sua boca e descer pela garganta, a sensação era que ela era possuída por múltiplos homens, porém era um só. De lado, de frente, cavalgada. Ela quicando com força no pau enorme, seios balançando.
Durante dois dias inteiros, sem parar. Ele gozava dentro dela repetidamente, enchendo a bucetinha e o útero com porra quente, densa, sobrenatural. Aninha gozava sem parar, corpo convulsionando, olhos revirando, gritando de êxtase. Ele chupava os seios enquanto metia, língua longa lambendo por dentro da boceta entre uma posição e outra. Aquela bucetinha pequena, virgem, rosada, já era irreconhecível, estava completamente destruída, nada sobrava para Cícero, que já tinha desaparecido da mente de Ana. Ela implorava:
— Leita mim! Me engravida, Beto! Faz um filho teu dentro de mim!
E ele fazia. Gozava litros, barriga dela levemente inchada de tanto sêmen. No terceiro dia, enfim ele parou, com Ana inconsciente ele a vestiu e a deixou dormir, dentro da canoa, ele a beijou na testa.
— O rio te devolve agora, minha Aninha. Mas parte de mim fica.
E desapareceu na água, virando boto cor-de-rosa sob a luz do amanhecer.
Aninha foi encontrada dois dias depois, sentada num banco de areia rio acima, catatônica, vestido da festa rasgado na barra, descalça, sem nenhuma marca de violência. Olhos vidrados, sorriso distante. Levaram benzedeiras, pajés, padre da igreja de Tefé, médicos de Manaus. Nada. Até que, aos poucos, em semanas, ela voltou ao “normal”. Mas não era mais a mesma.
Contou tudo para Jéssica, aos sussurros, chorando e corando ao mesmo tempo. Descreveu cada detalhe: o pau enorme, a língua impossível, os orgasmos que pareciam durar eternidades, o prazer que apagava qualquer culpa. Meses depois, a barriga cresceu. Cícero, coração partido, mas honrado, assumiu. O menino nasceu com traços estranhos: pele levemente rosada, olhos verdes profundos e um ar selvagem. Parecia o “pai”.
Aninha nunca mais foi alegre como antes. Ficava horas olhando o rio, pensativa, triste, com saudades profundas. Cícero tentava fazer amor, mas o pau dele, normal, nunca conseguia chegar perto do êxtase que o boto lhe dera. Ela fingia, mas o corpo ansiava pelo encantado.
Às vezes, nas noites de lua cheia, via um boto cor-de-rosa saltando perto da margem, e sorria com lágrimas nos olhos. E o rio, eterno, guardava o segredo.
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